Aliscireno

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
O Aliscireno (DCI), é o primeiro de uma classe de medicamentos chamados inibidores da renina diretos.

A sua actual indicação autorizada é a hipertensão essencial (primária).
Usos comuns
O Aliscireno é usado isoladamente ou em conjunto com outros medicamentos para tratar a pressão arterial elevada (hipertensão).

A pressão arterial elevada aumenta a carga de trabalho do coração e artérias.

Se continuar por um longo tempo, o coração e as artérias podem deixar de funcionar correctamente.

Isto pode danificar os vasos sanguíneos do cérebro, coração, rins, resultando em acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, ou insuficiência renal.

A redução da pressão arterial reduz o risco de derrames e ataques cardíacos.

O Aliscireno é um inibidor da renina.

Funciona bloqueando uma enzima no corpo que é necessária para produzir uma substância que provoca constrição dos vasos sanguíneos.

Como resultado, provoca o relaxamento dos vasos sanguíneos e diminui a pressão sanguínea.

Quando a pressão sanguínea é reduzida, a quantidade de oxigénio no sangue e que vai para o coração é aumentada.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento da hipertensão essencial em adultos.
Classificação CFT

03.04.02.01 : Inibidores da enzima de conversão da angiotensina

Mecanismo De Acção
A renina é secretada pelos rins em resposta à diminuição do volume sanguíneo e da perfusão renal. A renina cliva o angiotensinogénio para formar o decapeptídeo angiotensina I inactiva (Ang I).

Ang I é convertido no otapéptido activo angiotensina II (Ang II) pela enzima conversora de angiotensina (ACE) e vias não-ACE.

Ang II é um potente vasoconstritor e leva à libertação de catecolaminas da medula adrenal e terminações nervosas prejuntional.

Além disso, promove a secreção de aldosterona e a reabsorção de sódio. Juntos, esses efeitos aumentam a pressão arterial.

Ang II também inibe a libertação de renina, fornecendo, assim, uma reacção negativa ao sistema.

Este ciclo, de renina angiotensina através de aldosterona e seu ciclo de feedback negativo associado, é conhecido como o sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA).

O Aliscireno é um inibidor da renina directa, diminuindo a actividade da renina no plasma (PRA) e inibindo a conversão do angiotensinogénio para Ang I. Se Aliscireno afecta outros componentes RAAS, por exemplo, percursores ACE ou não-ACE, não é conhecido.

Todos os agentes que inibem o SRAA, incluindo inibidores da renina, suprimindo o ciclo de feedback negativo, levando a um aumento compensatório da concentração plasmática da renina. Quando este aumento ocorre durante o tratamento com inibidores da ECA e BRA, o resultado é o aumento dos níveis de PRA.

Durante o tratamento com Aliscireno, no entanto, o efeito de aumento dos níveis de renina é bloqueado, de modo que PRA, Ang I e Ang II são todos reduzidos, se o Aliscireno é utilizado como monoterapia ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.

Reduções PRA em ensaios clínicos que variaram de cerca de 50% a 80%, não foram relacionadas com a dose e não se correlacionaram com a redução da pressão arterial.

As implicações clínicas das diferenças no efeito sobre a ARP não são conhecidas.
Posologia Orientativa
A dose recomendada de Aliscireno é de 150 mg uma vez por dia. Em doentes cuja pressão arterial não esteja adequadamente controlada, a dose pode ser aumentada até 300 mg uma vez por dia.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à substância activa.
História de angioedema com aliscireno.
Angioedema hereditário ou idiopático.
Segundo e terceiro trimestres de gravidez.
O uso concomitante de aliscireno com ciclosporina e itraconazol, dois inibidores muito potentes da glicoproteína-P (gp-P), e outros inibidores potentes da gp-P (p. ex. quinidina) é contra-indicado.
O uso concomitante de Aliscireno com um inibidor da enzima de conversão da angiotensina (IECA) ou um antagonista do receptor da angiotensina II (ARA) é contra-indicado em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal (TFG < 60 ml/min/1,73 m2).
Crianças desde o nascimento até atingirem os 2 anos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Frequentes (podem afectar menos de 1 em 10 pessoas): diarreia, dor nas articulações (artralgia), nível alto de potássio no sangue, tonturas.

Pouco frequentes (podem afectar menos de 1 em 100 pessoas): erupção na pele (isto pode também ser um sinal de reacções alérgicas ou angioedema – ver efeitos secundários “Raros” abaixo), problemas renais incluindo insuficiência renal aguda (redução significativa na urina), inchaço das mãos, tornozelos ou pés (edema periférico), reacções na pele graves (necrólise epidérmica tóxica e reacções da mucosa oral – vermelhidão da pele, bolhas nos lábios, olhos ou boca, descamação da pele, febre), tensão arterial baixa, palpitações, tosse, comichão, comichão com erupção na pele (urticária), aumento das enzimas hepáticas.

Raros (podem afectar menos de 1 em 1.000 pessoas): aumento dos níveis de creatinina no sangue, diminuição dos níveis de hemoglobina no sangue (anemia), diminuição dos níveis de glóbulos vermelhos no sangue, pele vermelha (eritema).

Desconhecidos (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): sensação de andar- à - roda, nível baixo de sódio no sangue, dificuldade em respirar, náuseas, vómitos, sinais de afecção hepática (náuseas, perda de apetite, urina escura ou coloração amarelada da pele e olhos).
Advertências
Insuf. Renal
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Usar com precaução na IR grave (não há informação específica).
Condução
Condução
Condução:Podem ocorrer tonturas ou vertigens enquanto estiver a usar o Aliscireno, especialmente se tem estado a tomar um diurético. Certifique-se de que sabe como reagir aos efeitos da toma do Aliscireno antes de conduzir, utilizar máquinas, ou executar tarefas que poderiam ser perigosas se tiver tonturas.
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Usar Aliscireno durante a gravidez pode prejudicar o feto. Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Se pensa ter engravidado enquanto esteve a tomar o Aliscireno, informe o médico imediatamente.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Desconhece-se se o aliscireno/metabolitos são excretados no leite materno. O aliscireno foi excretado no leite de ratos lactantes. Não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes. O aliscireno não deve ser usado durante a amamentação.
Precauções Gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Aliscireno:
- se estiver a tomar um diurético (um medicamento que aumenta a quantidade de urina produzida).
- se está a tomar um medicamento das seguintes classes, usado para tratar a pressão arterial elevada:-um inibidor da enzima de conversão da angiotensina tal como enalapril, lisinopril, ramiprilou
- um antagonista dos receptores da angiotensina tal como valsartan, telmisartan, irbesartan.
- se sofrer de doença renal o médico irá avaliar cuidadosamente se este medicamento é adequado a si e pode querer monitorizá-lo cuidadosamente.
- se já teve angioedema (dificuldade em respirar ou engolir, ou inchaço da face, mãos e pés, olhos lábios e/ou língua).
Se isto acontecer, pare de tomar este medicamento e contacte o médico.

- se tem estenose da artéria renal (estreitamento dos vasos sanguíneos para um ou ambos os rins).
- se tem insuficiência cardíaca congestiva grave (um tipo de doença cardíaca onde o coração não consegue bombear sangue suficiente para todo o corpo).
Se tiver diarreia grave e persistente deve parar de tomar Aliscireno.

O médico pode verificar a sua função renal, pressão arterial e a quantidade de electrólitos (por exemplo, o potássio) no seu sangue em intervalos regulares.

Este medicamento não pode ser utilizado em crianças desde o nascimento até atingirem os 2 anos de idade.

Não deve ser utilizado em crianças desde os 2 até aos 6 anos de idade, e não é recomendado em crianças e adolescentes desde os 6 até aos 18 anos de idade.

Isto deve-se ao facto de a segurança e benefícios deste medicamento não serem conhecidos nesta população.

A dose inicial recomendada de aliscireno em doentes idosos, com 65 anos de idade ou mais, é de 150 mg.

Na maioria dos doentes com 65 anos de idade ou mais, a dose 300 mg de Aliscireno não demonstra beneficio adicional na redução da tensão arterial comparativamente com a dose 150 mg.

Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.

O médico pode ter necessidade de alterar a sua dose e/ou tomar outras precauções se estiver a tomar um dos seguintes medicamentos:
- medicamentos que aumentam a quantidade de potássio no sangue.

Este incluem diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio.
- furosemida ou torasemida, medicamentos pertencentes ao grupo dos diuréticos, que são usados para aumentar a quantidade de urina produzida.
- um antagonista dos receptores da angiotensina II ou um inibidor da enzima de conversão da angiotensina.
- cetoconazol, um medicamento utilizado para tratamento de infecções fúngicas.
- verapamilo, um medicamento utilizado para baixar a tensão arterial, corrigir o ritmo cardíaco ou tratar a angina de peito.
- alguns tipos de analgésicos denominados anti-inflamatórios não esteróides (AINEs).
Cuidados com a Dieta
Deve tomar este medicamento uma vez por dia, quer com uma refeição ligeira ou sem uma refeição, de preferência todos os dias à mesma hora.
Deve evitar tomar este medicamento com sumo de fruta e/ou bebidas contendo extractos de plantas (incluindo chás de ervas), pois poderá provocar uma diminuição na eficácia deste medicamento.
Terapêutica Interrompida
Caso se tenha esquecido de tomar uma dose deste medicamento, tome-a assim que se lembrar e a dose seguinte à hora a que a deveria tomar. No entanto, se se lembrar quase à hora em que deveria tomar a dose seguinte tome apenas essa. Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance das crianças.
Não guarde medicamentos desactualizados ou medicamentos não desnecessários.
Pergunte ao seu Profissional de Saúde como deve dispor de qualquer medicamento que já não use.
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz directa. Evite o congelamento.
Mantenha os comprimidos em sua embalagem original, em local seco.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Contraindicado

Aliscireno + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Um estudo de interacção medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Em indivíduos saudáveis, o itraconazol (100 mg) aumenta a AUC e a Cmax de aliscireno (150 mg) 6,5 vezes e 5,8 vezes, respectivamente. Assim, o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P é contra-indicado. Identificou-se MDR1/ Mdr1a/1b (gp-P) como sendo o principal sistema de efluxo envolvido na absorção intestinal e excreção biliar de aliscireno nos estudos pré-clínicos. Num ensaio clínico, a rifampicina, que é um indutor da gp-P, reduziu a biodisponibilidade de aliscireno em aproximadamente 50%. Outros indutores da gp-P (hipericão) podem diminuir a biodisponibilidade de Aliscireno. Apesar de não ter sido estudado para o aliscireno, sabe-se que a gp-P também controla a absorção pelos tecidos de uma variedade de substratos e inibidores da gp-P e pode aumentar as razões de concentração dos tecidos para o plasma. Assim, os inibidores da gp-P podem aumentar os níveis nos tecidos mais do que no plasma. O potencial para interacções medicamentosas no ponto de absorção de gp-P irá depender do grau de inibição deste transportador. A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)
Contraindicado

Irbesartan + Aliscireno

Observações: O irbesartan é principalmente metabolizado pelo CYP2C9 e em menor extensão pela glucuronidação.
Interacções: A combinação de Irbesartan com medicamentos contendo aliscireno está contra-indicada em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal moderado a grave (TFG < 60 ml/min/1,73 m²) e não está recomendada nos outros doentes. - Aliscireno
Contraindicado

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Medicamentos indutores de hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina II, AINS, heparinas, fármacos imunossupressores como a ciclosporina ou tacrolimus, trimetroprim. A combinação destes três medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Uso concomitante contra-indicado: Aliscireno: Nos doentes diabéticos ou insuficientes renais, aumenta o risco de hipercaliemia, degradação da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. Uso concomitante não recomendado: PERINDOPRIL: Aliscireno: Em doentes que não os diabéticos ou insuficientes renais, risco de hipercaliemia, degradação da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. - Aliscireno
Contraindicado

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Aliscireno

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interacções: Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que actua no SRAA. Medicamentos que induzem hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina- II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Utilização concomitante contra-indicadA: PERINDOPRIL: Aliscireno: A terapia concomitante com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e aliscireno é contra-indicada em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal (TFG < 60 ml/min/1,73 m2), devido ao risco de hipercaliemia, agravamento da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. Utilização concomitante NÃO RECOMENDADA: PERINDOPRIL: Aliscireno: Em doentes que não os diabéticos ou insuficientes renais, não é recomendado o tratamento concomitante com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e aliscireno. - Aliscireno
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lumacaftor + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: A concentração de soro de Aliscireno pode ser reduzida quando é combinado com Lumacaftor. - Aliscireno
Contraindicado

Aliscireno + Ciclosporina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Um estudo de interacção medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Em indivíduos saudáveis, o itraconazol (100 mg) aumenta a AUC e a Cmax de aliscireno (150 mg) 6,5 vezes e 5,8 vezes, respectivamente. Assim, o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P é contra-indicado. - Ciclosporina
Contraindicado

Aliscireno + Itraconazol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Um estudo de interacção medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Em indivíduos saudáveis, o itraconazol (100 mg) aumenta a AUC e a Cmax de aliscireno (150 mg) 6,5 vezes e 5,8 vezes, respectivamente. Assim, o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P é contra-indicado. - Itraconazol
Não recomendado/Evitar

Aliscireno + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A administração de sumo de fruta com aliscireno resultou num decréscimo da AUC e Cmax de aliscireno. A co-administração de sumo de toranja com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 61% na AUC de aliscireno e a co-administração com aliscireno 300 mg resultou num decréscimo de 38% na AUC de aliscireno. A co-administração de sumo de laranja ou maçã com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 62% na AUC de aliscireno ou num decréscimo de 63% na AUC de aliscireno, respectivamente. Este decréscimo é provavelmente devido ao efeito que os componentes do sumo de fruta têm na inibição da captação de aliscireno, no trato gastrointestinal, devido a inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico. Deste modo, devido ao risco de insuficiência terapêutica o sumo de fruta não deve ser tomado com Aliscireno. O efeito de bebidas contendo extratos de plantas (incluindo chás de ervas) na absorção de aliscireno não foi estudado. No entanto, compostos potencialmente inibidores da absorção de aliscireno, por inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico, estão amplamente presentes em frutas, vegetais e muitos outros produtos vegetais. Desde modo, bebidas contendo extratos de plantas, incluindo chás de ervas, não devem ser tomadas em conjunto com Aliscireno. As refeições (com teor de gordura baixo ou elevado) demonstraram reduzir substancialmente a absorção de Aliscireno. Os dados clínicos disponíveis não sugerem um efeito aditivo dos diferentes tipos de alimentos e/ou bebidas, no entanto, a potencial diminiução da biodisponibilidade de aliscireno devido a esse efeito aditivo não foi estudado e, por conseguinte, não pode ser excluída. A administração concomitante de aliscireno com sumo de fruta ou bebidas que contenham extratos de plantas, incluíndo chás de ervas, deve ser evitada. - Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)
Não recomendado/Evitar

Aliscireno + Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o SRAA através do uso combinado de IECA, ARA, ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, acidente vascular cerebral, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA)
Usar com precaução

Aliscireno + Rifampicina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Identificou-se MDR1/ Mdr1a/1b (gp-P) como sendo o principal sistema de efluxo envolvido na absorção intestinal e excreção biliar de aliscireno nos estudos pré-clínicos. Num ensaio clínico, a rifampicina, que é um indutor da gp-P, reduziu a biodisponibilidade de aliscireno em aproximadamente 50%. Outros indutores da gp-P (hipericão) podem diminuir a biodisponibilidade de Aliscireno. Apesar de não ter sido estudado para o aliscireno, sabe-se que a gp-P também controla a absorção pelos tecidos de uma variedade de substratos e inibidores da gp-P e pode aumentar as razões de concentração dos tecidos para o plasma. Assim, os inibidores da gp-P podem aumentar os níveis nos tecidos mais do que no plasma. O potencial para interacções medicamentosas no ponto de absorção de gp-P irá depender do grau de inibição deste transportador. Em estudos com animais, demonstrou-se que a glicoproteína-P (gp-P) é um determinante principal da biodisponibilidade de Aliscireno. Desta forma, indutores de gp-P (hipericão, rifampicina) podem diminuir a biodisponibilidade de Aliscireno. - Rifampicina
Usar com precaução

Aliscireno + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Identificou-se MDR1/ Mdr1a/1b (gp-P) como sendo o principal sistema de efluxo envolvido na absorção intestinal e excreção biliar de aliscireno nos estudos pré-clínicos. Num ensaio clínico, a rifampicina, que é um indutor da gp-P, reduziu a biodisponibilidade de aliscireno em aproximadamente 50%. Outros indutores da gp-P (hipericão) podem diminuir a biodisponibilidade de Aliscireno. Apesar de não ter sido estudado para o aliscireno, sabe-se que a gp-P também controla a absorção pelos tecidos de uma variedade de substratos e inibidores da gp-P e pode aumentar as razões de concentração dos tecidos para o plasma. Assim, os inibidores da gp-P podem aumentar os níveis nos tecidos mais do que no plasma. O potencial para interacções medicamentosas no ponto de absorção de gp-P irá depender do grau de inibição deste transportador. Em estudos com animais, demonstrou-se que a glicoproteína-P (gp-P) é um determinante principal da biodisponibilidade de Aliscireno. Desta forma, indutores de gp-P (hipericão, rifampicina) podem diminuir a biodisponibilidade de Aliscireno. - Hipericão (Erva de S. João)
Usar com precaução

Aliscireno + Cetoconazol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Cetoconazol
Usar com precaução

Aliscireno + Verapamilo

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Verapamilo
Usar com precaução

Aliscireno + Claritromicina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Claritromicina
Usar com precaução

Aliscireno + Telitromicina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Telitromicina
Usar com precaução

Aliscireno + Eritromicina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Eritromicina
Usar com precaução

Aliscireno + Amiodarona

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Amiodarona
Usar com precaução

Aliscireno + Diuréticos poupadores de potássio

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: O uso concomitante de outros agentes que afetam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a comedicação com um agente que afete o nível de potássio sérico seja considerada necessária. - Diuréticos poupadores de potássio
Usar com precaução

Aliscireno + Suplementos de potássio

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: O uso concomitante de outros agentes que afetam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a comedicação com um agente que afete o nível de potássio sérico seja considerada necessária. - Suplementos de potássio
Usar com precaução

Aliscireno + Potássio

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: O uso concomitante de outros agentes que afetam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a comedicação com um agente que afete o nível de potássio sérico seja considerada necessária. - Potássio
Usar com precaução

Aliscireno + Heparina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: O uso concomitante de outros agentes que afetam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a comedicação com um agente que afete o nível de potássio sérico seja considerada necessária. - Heparina
Usar com precaução

Aliscireno + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Tal como com outros agentes com acção sobre o sistema renina-angiotensina, os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensor do aliscireno. Em alguns doentes com compromisso da função renal (doentes desidratados ou doentes idosos), o aliscireno administrado simultaneamente com os AINE pode resultar em deterioração adicional da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, que é geralmente reversível. Assim, a associação de aliscireno com um AINE requer precaução sobretudo em doentes idosos. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Usar com precaução

Aliscireno + Furosemida

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração oral de aliscireno e furosemida não teve efeito na farmacocinética do aliscireno mas reduziu a exposição à furosemida em 20-30% (não foi investigado o efeito do aliscireno na furosemida administrada por via intramuscular ou via intravenosa). Após a co-administração de doses múltiplas de furosemida (60 mg/dia) com aliscireno (300 mg/dia) a doentes com insuficiência cardíaca, a excreção urinária de sódio e o volume de urina foram reduzidos durante as primeiras 4 horas em 31% e 24%, respectivamente, quando comparados a furosemida em monoterapia. O peso médio dos doentes tratados com furosemida e aliscireno 300 mg (84,4 kg) foi superior que o peso médio de doentes tratados apenas com furosemida (83,4 kg). Foram observadas alterações inferiores na farmacocinética e eficácia com aliscireno 150 mg/dia. Em doentes tratados com aliscireno e furosemida oral ou torasemida, é portanto recomendável que os efeitos da furosemida ou torasemida sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, torasemida ou aliscireno, para evitar possíveis alterações no volume de fluído extracelular e possíveis situações de sobrecarga de volume. - Furosemida
Usar com precaução

Aliscireno + Torasemida

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Os dados clínicos disponíveis não indicam que tenham sido utilizadas doses mais elevadas de torasemida após a co-administração com aliscireno. A excreção renal de torasemida é conhecida por ser mediada por transportadores de aniões orgânicos (TAO). Aliscireno é excretado minimamente por via renal, e apenas 0,6% da dose de aliscireno é recuperada na urina após administração oral. No entanto, uma vez que foi demonstrado que aliscireno é um substrato para o polipéptido transportador de aniões orgânicos 1A2 (PTAO1A2), existe um potencial para aliscireno reduzir a exposição plasmática de torasemida por uma interferência com o processo de absorção. Em doentes tratados com aliscireno e furosemida oral ou torasemida, é portanto recomendável que os efeitos da furosemida ou torasemida sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, torasemida ou aliscireno, para evitar possíveis alterações no volume de fluído extracelular e possíveis situações de sobrecarga de volume. - Torasemida
Consultar informação actualizada

Aliscireno + Varfarina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Os efeitos de Aliscireno sobre a farmacocinética da varfarina não foram avaliados. - Varfarina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Acenocumarol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Acenocumarol
Sem efeito descrito

Aliscireno + Atenolol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. Não se observaram interacções relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. - Atenolol
Sem efeito descrito

Aliscireno + Celecoxib

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Celecoxib
Sem efeito descrito

Aliscireno + Pioglitazona

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Pioglitazona
Sem efeito descrito

Aliscireno + Alopurinol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Alopurinol
Sem efeito descrito

Aliscireno + Mononitrato de isossorbida

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Mononitrato de isossorbida
Sem efeito descrito

Aliscireno + Hidroclorotiazida

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interacções. - Hidroclorotiazida
Sem efeito descrito

Aliscireno + Metformina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de Aliscireno entre 20% e 30%. A co-administração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou destes medicamentos co-administrados. - Metformina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Amlodipina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de Aliscireno entre 20% e 30%. A co-administração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou destes medicamentos co-administrados. Não se observaram interacções relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. - Amlodipina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Cimetidina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A co-administração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de Aliscireno entre 20% e 30%. A co-administração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou destes medicamentos co-administrados. Não se observaram interacções relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. - Cimetidina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Atorvastatina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de Aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A co-administração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou deste medicamento co-administrado. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%. - Atorvastatina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Digoxina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A biodisponibilidade da digoxina e de verapamilo pode ser ligeiramente reduzida por Aliscireno. Não se observaram interacções relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aliscireno + Inibidores do CYP3A4

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Os inibidores CYP3A4 também afetam frequentemente a gp-P. Pode portanto esperar-se um aumento da exposição ao aliscireno durante a co-administração de inibidores CYP3A4 que também inibem a gp-P. - Inibidores do CYP3A4
Consultar informação actualizada

Aliscireno + Inibidores do polipeptídeo de transporte do anião orgânico (OAPT)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interacções devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: Estudos pré-clínicos indicam que o aliscireno pode ser um substrato de polipeptídeo de transporte do anião orgânico. Assim, existe potencial de interacções entre inibidores de OAPT e aliscireno quando administrados concomitantemente (ver interacção com sumo de fruta). - Inibidores do polipeptídeo de transporte do anião orgânico (OAPT)
Usar com precaução

Eprosartan + Aliscireno

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interacções: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Contraindicado

Perindopril + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Aliscireno: O risco de hipercaliemia, agravamento da função renal e a morbilidade e mortalidade cardiovasculares aumentam nos doentes diabéticos ou com compromisso renal. Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina II, AINEs, heparinas, medicamentos imunossupressores tal como ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação destes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. - Aliscireno
Usar com precaução

Vemurafenib + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Os estudos in vitro demonstraram que o vemurafenib é um inibidor dos transportadores de efluxo gp-P e BCRP. A relevância clínica desta observação é desconhecida. Não pode ser excluído que vemurafenib possa aumentar a exposição de outros medicamentos transportados por gp-P (por exemplo, aliscireno, colquicina, digoxina, everolímus, fexofenadina) ou BCRP (por exemplo, metotrexato, mitoxantrona, rosuvastatina). Muitos medicamentos antineoplásicos são substratos de gp-P e/ou BCRP. Por conseguinte, existe um risco teórico de interacção com vemurafenib. O possível efeito de vemurafenib noutros transportadores é atualmente desconhecido. - Aliscireno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Valsartan + Aliscireno

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) com ARAIIs, IECAs ou aliscireno: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Usar com precaução

Amlodipina + Valsartan + Aliscireno

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interacções: interacções associadas ao VALSARTAN: Requerida precaução com a utilização concomitante: Bloqueio duplo do SRAA com ARA, inibidores da ECA ou aliscireno: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina - angiotensina - aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Usar com precaução

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: HIDROCLOROTIAZIDA: Bloqueio duplo do SRAA com ARA, inibidores da ECA ou aliscireno: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do SRAA através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Usar com precaução

Ramipril + Amlodipina + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) com inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com a utilização de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Aliscireno

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interacções: interacções relacionadas com o losartan Os dados dos ensaios clínicos demonstraram que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através da associação de inibidores ECA, antagonistas da angiotensina II ou aliscireno, está relacionada com uma maior frequência de efeitos adversos tal como hipotensão, hipercaliemia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com a utilização de um único agente com acção no SRAA). - Aliscireno
Contraindicado

Bisoprolol + Perindopril + Aliscireno

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interacções: Medicamentos que induzem hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: Aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina- II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A combinação com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Utilização concomitante contra-indicada: Aliscireno: A terapêutica concomitante com Bisoprolol/Perindopril e aliscireno está contra-indicada nos doentes diabéticos ou com compromisso renal devido ao risco de hipercaliémia, agravamento da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. Relacionada com o PERINDOPRIL: Aliscireno: Em doentes que não são diabéticos nem têm compromisso renal, risco de hipercaliémia, agravamento da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. Terapêutica concomitante com IECAs e bloqueadores dos receptores da angiotensina: Estudos clínicos mostraram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina- aldosterona (SRAA) através do uso concomitante de IECAs, bloqueadores dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado com uma maior frequência de eventos adversos tais como hipotensão, hipercaliémia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparada com o uso de um único medicamento com acção no SRAA. Foi reportado na literatura que doentes com doença aterosclerótica estabelecida, insuficiência cardíaca, ou com diabetes com lesão nos orgãos-alvo, uma terapêutica concomitante com um IECA e um bloqueador dos receptores da angiotensina está associada a uma maior frequência de hipotensão, síncope, hipercaliemia e deterioração da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente à utilização de um único fármaco com acção no sistema renina-angiotensina-aldosterona. O duplo bloqueio (p.ex. combinando um IECA com um antagonista dos receptores da angiotensina II) deve ser limitado a casos definidos individualmente com monitorização cuidadosa da função renal, níveis de potássio e da pressão arterial. - Aliscireno
Contraindicado

Sacubitril + Valsartan + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: interacções resultando numa contraindicação: Aliscireno: O uso concomitante de Sacubitril / Valsartan com medicamentos contendo aliscireno é contra-indicado em doentes com diabetes mellitus ou em doentes com compromisso renal (TFGe <60 ml/min/1,73 m2). A associação de Sacubitril / Valsartan com inibidores diretos da renina, como aliscireno não é recomendada. A associação de Sacubitril / Valsartan com aliscireno está potencialmente associada a uma maior frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda). - Aliscireno
Usar com precaução

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Informações adicionais: Azilsartan medoxomil / Clortalidona: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. A farmacocinética do azilsartan medoxomilo e da clorotalidona não é alterada quando os fármacos são co-administrados. Não foram efetuados estudos de interacções medicamentosas com outros medicamentos e Azilsartan medoxomil / Clortalidona, embora tenham sido conduzidos estudos com o azilsartan medoxomilo e com a clorotalidona. - Aliscireno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Efeito de cabozantinib sobre outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P: Cabozantinib era um inibidor (IC50 = 7,0 μM), mas não um substrato, de actividades de transporte P-gp num sistema de ensaio bidirecional usando células MDCK-MDR1. Portanto, cabozantinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de substratos co-administrados de P-gp. Os participantes devem ser avisados no que se refere ao substrato P-gp (por exemplo, fexofenadina, aliscireno, ambrisentano, etexilato dabigatran, digoxina, colchicina, maraviroc, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sitagliptina, talinolol, tolvaptan) enquanto recebem cabozantinib. - Aliscireno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Aliscireno

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida. - Aliscireno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telmisartan + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: A ser considerado na utilização concomitante: Outros agentes antihipertensores: O efeito do telmisartan de redução da pressão arterial pode ser aumentado pela utilização concomitante de outros fármacos antihipertensores. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina- aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. Com base nas suas propriedades farmacológicas, pode-se esperar que os seguintes fármacos potenciem os efeitos hipotensivos de todos os antihipertensores incluindo o telmisartan: Baclofeno, amifostina. Adicionalmente, a hipotensão ortostática pode ser agravada pelo álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos. - Aliscireno
Não recomendado/Evitar

Eprosartan + Hidroclorotiazida + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: interacções potenciais relacionadas com o EPROSARTAN: Administração concomitante não recomendada: Medicamentos que afetam os níveis de potássio: De acordo com a experiência com outros medicamentos que afetam o sistema renina- angiotensina, a utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos que possam aumentar os níveis de potássio sérico (tais como heparina ou inibidores ECA) pode conduzir a aumentos do potássio sérico. É recomendada a monitorização dos níveis de potássio sérico quando são prescritos medicamentos que afetam os níveis de potássio sérico em combinação com o Eprosartan / Hidroclorotiazida. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Usar com precaução

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Aliscireno

Observações: N.D.
Interacções: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Usar com precaução

Lisinopril + Amlodipina + Aliscireno

Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com o LISINOPRIL: Duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA): Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Não recomendado/Evitar

Lisinopril + Hidroclorotiazida + Aliscireno

Observações: n.d.
Interacções: Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona: O bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) com bloqueadores do receptor da angiotensina, inibidores da ECA ou inibidores diretos da renina (como aliscireno) está associado a riscos aumentados de hipotensão, síncope, hipercaliemia e alteração da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com a monoterapia. Recomenda-se uma monitorização apertada em relação à pressão arterial, função renal e eletrólitos em doentes a receber lisinopril e outros agentes que afetam o SRAA. Não se pode administrar concomitantemente aliscireno com lisinopril em doentes diabéticos. Deve-se evitar a administração de aliscireno com lisinopril em doentes com compromisso renal (TFG<60ml/min/1,73m2). - Aliscireno
Usar com precaução

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Aliscireno

Observações: n.d.
Interacções: interacções potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Contraindicado

Atorvastatina + Perindopril + Aliscireno

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interacções: Medicamentos que induzem hipercaliemia Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos receptores da angiotensina-II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação de Atorvastatina + Perindopril com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Utilização concomitante contra-indicada: Perindopril Aliscireno Em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal, risco de hipercaliemia, agravamento da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular Utilização concomitante não recomendada: Perindopril Aliscireno Em doentes que não os diabéticos ou insuficientes renais, não é recomendado o tratamento concomitante com Atorvastatina + Perindopril e aliscireno, uma vez que existe risco de hipercaliemia, agravamento da função renal e aumento da morbilidade e mortalidade cardiovascular. - Aliscireno
Usar com precaução

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Aliscireno

Observações: n.d.
Interacções: Relacionados com perindopril Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com acção no SRAA. - Aliscireno
Não recomendado/Evitar

Aliscireno + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A administração de sumo de fruta com aliscireno resultou num decréscimo da AUC e Cmax de aliscireno. A coadministração de sumo de toranja com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 61% na AUC de aliscireno e a coadministração com aliscireno 300 mg resultou num decréscimo de 38% na AUC de aliscireno. A coadministração de sumo de laranja ou maçã com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 62% na AUC de aliscireno ou num decréscimo de 63% na AUC de aliscireno, respetivamente. Este decréscimo é provavelmente devido ao efeito que os componentes do sumo de fruta têm na inibição da captação de aliscireno, no trato gastrointestinal, devido a inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico. Deste modo, devido ao risco de insuficiência terapêutica o sumo de fruta não deve ser tomado com Aliscireno. O efeito de bebidas contendo extratos de plantas (incluindo chás de ervas) na absorção de aliscireno não foi estudado. No entanto, compostos potencialmente inibidores da absorção de aliscireno, por inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico, estão amplamente presentes em frutas, vegetais e muitos outros produtos vegetais. Desde modo, bebidas contendo extratos de plantas, incluindo chás de ervas, não devem ser tomadas em conjunto com Aliscireno. As refeições (com teor de gordura baixo ou elevado) demonstraram reduzir substancialmente a absorção de Aliscireno. Os dados clínicos disponíveis não sugerem um efeito aditivo dos diferentes tipos de alimentos e/ou bebidas, no entanto, a potencial diminiução da biodisponibilidade de aliscireno devido a esse efeito aditivo não foi estudado e, por conseguinte, não pode ser excluída. A administração concomitante de aliscireno com sumo de fruta ou bebidas que contenham extratos de plantas, incluíndo chás de ervas, deve ser evitada.
Não recomendado/Evitar

Aliscireno + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interacções: A administração de sumo de fruta com aliscireno resultou num decréscimo da AUC e Cmax de aliscireno. A co-administração de sumo de toranja com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 61% na AUC de aliscireno e a co-administração com aliscireno 300 mg resultou num decréscimo de 38% na AUC de aliscireno. A co-administração de sumo de laranja ou maçã com aliscireno 150 mg resultou num decréscimo de 62% na AUC de aliscireno ou num decréscimo de 63% na AUC de aliscireno, respectivamente. Este decréscimo é provavelmente devido ao efeito que os componentes do sumo de fruta têm na inibição da captação de aliscireno, no trato gastrointestinal, devido a inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico. Deste modo, devido ao risco de insuficiência terapêutica o sumo de fruta não deve ser tomado com Aliscireno. O efeito de bebidas contendo extratos de plantas (incluindo chás de ervas) na absorção de aliscireno não foi estudado. No entanto, compostos potencialmente inibidores da absorção de aliscireno, por inibição do polipeptídeo mediador do transporte do anião orgânico, estão amplamente presentes em frutas, vegetais e muitos outros produtos vegetais. Desde modo, bebidas contendo extratos de plantas, incluindo chás de ervas, não devem ser tomadas em conjunto com Aliscireno. As refeições (com teor de gordura baixo ou elevado) demonstraram reduzir substancialmente a absorção de Aliscireno. Os dados clínicos disponíveis não sugerem um efeito aditivo dos diferentes tipos de alimentos e/ou bebidas, no entanto, a potencial diminiução da biodisponibilidade de aliscireno devido a esse efeito aditivo não foi estudado e, por conseguinte, não pode ser excluída. A administração concomitante de aliscireno com sumo de fruta ou bebidas que contenham extratos de plantas, incluíndo chás de ervas, deve ser evitada. - Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções do Aliscireno
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Usar Aliscireno durante a gravidez pode prejudicar o feto. Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Se pensa ter engravidado enquanto esteve a tomar o Aliscireno, informe o médico imediatamente.

Informar as mulheres em idade fértil do risco associado à exposição ao Aliscireno durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez.

Desconhece-se se o aliscireno/metabolitos são excretados no leite materno. O aliscireno foi excretado no leite de ratos lactantes. Não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes. O aliscireno não deve ser usado durante a amamentação.

Podem ocorrer tonturas ou vertigens enquanto estiver a usar o Aliscireno, especialmente se tem estado a tomar um diurético. Certifique-se de que sabe como reagir aos efeitos da toma do Aliscireno antes de conduzir, utilizar máquinas, ou executar tarefas que poderiam ser perigosas se tiver tonturas.

Se sentir tonturas, deite-se para que não desmaie. Em seguida, sente-se por alguns momentos, antes de se levantar de novo para evitar a vertigem de retorno. Se desmaiar, pare de usar o Aliscireno até poder consultar o médico.

A insuficiente ingestão de líquidos, transpiracção excessiva, diarreia ou vómitos podem levar a uma queda excessiva da pressão arterial, com as mesmas consequências de tontura e síncope.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Novembro de 2021