Álcool

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
Álcoois são compostos orgânicos que contêm um ou mais grupos hidroxila (OH) ligados diretamente a átomos de carbono saturado.

A hidroxila é o grupo funcional dos álcoois pois é a responsável pelas propriedades químicas desses compostos. No dia a dia, quando se fala em álcool, na verdade estamos a referir-nos a um álcool específico, o álcool de fórmula molecular CH3CH2OH, conhecido como álcool etílico com o nome oficial de etanol.

O etanol é uma substância polar, por isso é solúvel em água, também polar, já que uma propriedade química determina que semelhante dissolve semelhante. A polaridade remente ao momento dipolar que é o produto do módulo da carga parcial pela distância entre os dois extremos de um dipolo. Essa carga parcial é formada devido à diferença de eletronegatividade entre os átomos do dipolo, capacidade que um átomo tem de atrair para si o par eletrónico que ele compartilha com outro átomo numa ligação covalente. No etanol, a polaridade está na hidroxila. O átomo de oxigénio é mais eletronegativo que o átomo de hidrogénio.

O álcool é menos denso - 0,806 – 0,810 g/cm3 - e evapora a temperaturas mais baixas do que a água - 78,4ºC - (essa propriedade permite que ele seja destilado - aquecendo uma mistura de álcool e água, o álcool evapora antes). A temperatura de ebulição está intimamente relacionada as forças intermoleculares, forças entre as moléculas, quanto maior essa força, mais difícil é afastar essas moléculas e maior a temperatura de ebulição. A hidroxila forma apenas uma ligação de hidrogénio, ligação intermolecular mais forte, enquanto que a água forma duas.

O ponto de fusão dá-se a -114,5ºC por isso o etanol é líquido à temperatura ambiente.
Os álcoois têm caráter básico devido à presença de dois pares de eletrões que não participam da ligação entre os átomos de oxigénio e hidrogénio do grupamento hidroxila, pares de eletrões não emparelhados, são moléculas capazes de doar eletrões - base de Lewis.

O álcool é inflamável, em presença de uma chama que atua como fornecedora da energia de ativação e oxigénio que atua como reagente, o álcool sofre combustão se transformando em gás carbónico e água em uma reação muito exotérmica.
Limites de explosividade:
- Inferior (LEI): 3,3%
- Superior (LES): 19,0%
Usos comuns
Conceitos básicos:

Desinfeção

É o processo de destruição de microorganismos patogénicos na forma vegetativa, presentes em superfícies inertes, mediante aplicação de agentes químicos e físicos.

Microorganismos Patogénicos.

São microorganismos com características de alta virulência ou alta transmissibilidade, como os que secretam exotoxinas, liberam endotoxinas, formam capsulas entre outras.

Desinfetante.

São agentes químicos capazes de destruir microorganismos na forma vegetativa existentes em superfícies inertes.

Antissepsia.

É o processo pelo qual utiliza-se substâncias providas de ação letal ou inibitória da reprodução microbiana, de baixa causticidade e hipoalergência na pele e mucosa.

Antissético
São agentes químicos capazes de destruir microorganismos existentes em tecidos vivos
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Álcool Etílico:
Antissético de pele e mãos antes de injeção, punção venosa ou procedimento cirúrgico.

Desinfetante de superfícies e equipamentos.

Prevenção de infeção do cordão umbilical.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
O álcool nas formulações comuns possuem princípio ativo recomendados pelo Ministério da Saúde.

Em concentrações apropriadas os álcoois possuem mais rápida e maior redução nas contagens microbianas. Destrói bactérias vegetativas, tanto pela desnaturação protéica quanto pela interferência no metabolismo bacteriano.

Fungos e Vírus são também destruídos pelo álcool, mas esporos bacterianos podem ser resistentes. Quanto maior o peso molecular do álcool, maior ação bactericida.

Um esfregão vigoroso de um minuto com álcool em quantidade suficiente para molhar as mãos completamente, tem se mostrado como o método mais efetivo para anti-sepsia das mãos.

Na verdade, um minuto de imersão ou fricção das mãos com álcool é tão eficaz como 4 a 7 minutos de preparação da pele com outros anti-sépticos, na redução do número de bactérias na pele; a lavagem com álcool durante 3 minutos é tão eficaz como 20 minutos de escovação.

Embora os álcoois não deixem efeitos químicos persistentes na pele, a contagem bacteriana em mãos esfregadas com álcool continua cair durante algumas horas após calçar as luvas, provavelmente como resultado da morte contínua dos organismos danificados.

Álcoois nas concentrações de 70% (etílico) e 92% (isopropílico) tem excelente atividade contra bactérias gram positivas e negativas, boa atividade contra Mycobacterium tuberculosis, fungos e vírus, além de serem baratos.

Álcool 70% possui concentração ótima para atividade microbicida, pois a desnaturação das proteinas do Micro-organismo faz-se mais rapidamente na presença da água e é também viruscida.

Estudos mostram a redução de 99% da flora da pele, sendo de baixa irritabilidade cutânea, principalmente quando utilizado com um emoliente (1% de glicerina).

É irritante de mucosa.
Posologia Orientativa
Álcool etílico:
Aplica-se solução não-diluída, sob frição, para anti-sepsia de mãos sem sujidade e outras áreas cutâneas.

– Como desinfetante, aplica-se álcool sobre superfícies, equipamentos fixos e artigos que não toleram outros tipos de desinfeção ou esterilização.
Administração
Sem Informação.
Contraindicações
Álcool Etílico:
Lesões e ferimentos abertos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Álcool Etílico:
Ressecamento, descamação, ardor e irritabilidade cutâneos, somente em aplicações frequentes.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Em ingestão regular é teratogénico (síndroma fetal do álcool) e pode causar redução do crescimento; é provável que a ingestão ocasional de uma bebida possa ser segura. Pode ocorrer síndroma de supressão nos filhos de mães alcoólicas. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:O consumo alargado pode afectar o lactente e reduzir o consumo de leite.
Precauções Gerais
Álcool Etílico:
Queimaduras graves podem ocorrer na pele se o álcool for aplicado em conjunto com procedimentos diatérmicos (que envolvem geração de calor no tecido, por meio de corrente elétrica).
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de aplicar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Oxicodona + Naloxona + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em adultos.
Interações: O álcool pode potenciar os efeitos farmacodinâmicos de Oxicodona / Naloxona; o uso concomitante deve ser evitado.

Fluvoxamina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Tal como com outros fármacos psicotrópicos, os doentes devem ser advertidos para evitar a ingestão de álcool durante o tratamento com fluvoxamina.

Metamizol sódico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de metamizol com álcool pode afetar a farmacocinética de ambas as substâncias.

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Álcool

Observações: Não existem interações de segurança relevantes entre o ácido acetilsalicílico e o paracetamol.
Interações: Ácido acetilsalicílico e Álcool: Existe um aumento do risco de hemorragia gastrointestinal; esta associação deve ser evitada. Paracetamol e Indutores enzimáticos ou substâncias potencialmente hepatotóxicas (exemplo, álcool, rifampicina, isoniazida, hipnóticos e antiepilépticos incluindo fenobarbital, fenitoína e carbamazepina): Aumento da toxicidade do paracetamol que pode conduzir a lesão hepática mesmo com doses não prejudiciais de paracetamol; assim, a função hepática deve ser monitorizada. O uso concomitante não é recomendado.

Rufinamida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não estão disponíveis dados relativos à interação da rufinamida com o álcool.

Glibenclamida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de certos fármacos e do álcool pode conduzir a uma indesejável potenciação ou atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida. Assim, não devem ser tomados outros medicamentos sem aprovação ou prescrição do médico que tomará em conta as interações possíveis. O álcool pode potenciar a acção hipoglicemiante da Glibenclamida devendo a quantidade de ingestão de álcool permitida ser da responsabilidade do médico assistente.

Azelastina + Fluticasona + Álcool

Observações: Em circunstâncias normais, atingem-se concentrações baixas de fluticasona após aplicação intranasal, devido ao extenso metabolismo de primeira passagem e uma depuração sistémica alta mediada pelo citocromo P450 3A4 no intestino e no fígado. Salienta-se que interações significativas mediadas pelo propionato de fluticasona são improváveis. Não foram realizados estudos específicos de interação com o cloridrato de azelastina spray nasal. Foram realizados estudos de interação com altas doses orais. Contudo, não têm relevância para a azelastina Spray Nasal porque as doses nasais recomendadas promovem uma exposição sistémica muito mais baixa.
Interações: No entanto, deve ter-se especial cuidado quando se administra cloridrato de azelastina a doentes a tomar sedativos ou medicação para o sistema nervoso central porque o efeito sedativo pode ser potenciado. O álcool pode também potenciar este efeito.

Ramipril + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Precauções de utilização: Agentes antihipertensores (ex. diuréticos) e outras substâncias que podem diminuir a pressão sanguínea (ex. nitratos, antidepressivos tricíclicos, anestésicos, consumo agudo de álcool, baclofeno, alfuzosina, doxazosina, prazosina, tansulosina, terazosina): Deve ser antecipado o risco de potenciação da hipertensão.

Ebastina + Álcool

Observações: Quando a ebastina é administrada em simultâneo com alimentos, verifica-se um aumento do principal metabolito ativo da ebastina de 1,5 a 2,0 vezes nos níveis plasmáticos e na AUC. Este aumento não altera o Tmax. A administração concomitante de ebastina com alimentos não altera a sua eficácia clínica.
Interações: Não se verificam interações entre ebastina e teofilina, varfarina, cimetidina, diazepam ou álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Álcool

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: O metabolismo da isoniazida pode ser aumentado em alcoólicos crónicos. Pode provocar um aumento do risco de neuropatias periféricas e de problemas hepáticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenobarbital + Álcool

Observações: Para além das interações acima mencionadas, está descrito que muitos outros fármacos podem alterar a resposta aos barbitúricos ou ver a sua própria resposta alterada. Por isso deve haver precaução sempre que se adiciona ou retira um fármaco de um regime terapêutico que contém fenobarbital, tendo sempre em consideração a possibilidade de ser necessário efectuar ajustes de doses.
Interações: O fenobarbital pode potenciar a acção de outros depressores do SNC incluindo outros sedativos ou hipnóticos, antihistamínicos, tranquilizantes e álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com substâncias que também têm um efeito de redução da pressão arterial (p. ex. através da redução da actividade simpática do sistema nervoso central ou de vasodilatação directa) podem potenciar hipotensão ortostática.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina glulisina + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.
Interações: Os bloqueadores beta, clonidina, sais de lítio ou o álcool podem tanto potenciar como diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Mepiramina + Cafeína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O paracetamol possui as seguintes interações com: - álcool: aumento da hepatotoxicidade. O álcool potencia os efeitos sedativos do maleato de mepiramina.

Rosiglitazona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão moderada de álcool com rosiglitazona não tem nenhum efeito no controlo da glicemia.

Sufentanilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Fármacos como os barbitúricos, as benzodiazepinas, os neurolépticos, os gases halogenados e outros depressores do sistema nervoso central (ex: álcool) podem potenciar a depressão respiratória dos narcóticos. Quando os doentes receberem algum destes medicamentos, a dose de Sufentanilo necessária será inferior à habitual.

Tramadol + Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante não é recomendada com: Álcool: O álcool aumenta o efeito sedativo dos analgésicos opiáceos. O efeito na capacidade de vigília pode tornar perigosa a condução de veículos e a utilização de máquinas. É de evitar o consumo de bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.

Guanfacina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos depressores do SNC: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado concomitantemente com medicamentos depressores do SNC (p. ex., álcool, sedativos, hipnóticos, benzodiazepinas, barbitúricos e antipsicóticos), devido ao potencial de efeitos farmacodinâmicos aditivos como sedação e sonolência.

Loprazolam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Loprazolam pode ser potenciado pelo álcool ou por outros fármacos que atuam no SNC ou pela cisaprida. Não se recomenda a ingestão concomitante com álcool. Os efeitos sedativos podem ser potenciados quando o medicamento é utilizado em associação com o álcool. Isto afeta a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Loxapina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Potencial para o Loxapina afetar outros medicamentos: Estudos in vitro indicaram que a loxapina não foi um substrato para a P-glicoproteína (P-gp) mas inibe a P-gp. Contudo, em concentrações terapêuticas, não se prevê que iniba o transporte mediado pela P-gp de outros medicamentos de forma clinicamente significativa. Considerando os efeitos principais da loxapina no SNC, a loxapina deve ser utilizada com precaução em associação com álcool ou outros medicamentos com ação central como, por exemplo, ansiolíticos, a maioria dos antipsicóticos, hipnóticos, opiáceos, etc. Não foi avaliada a utilização da loxapina em doentes com intoxicação por álcool ou medicamentos (prescritos ou ilícitos). A loxapina pode causar depressão respiratória grave se associada a outros depressores do SNC.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telmisartan + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ser considerado na utilização concomitante: Outros agentes antihipertensores: O efeito do telmisartan de redução da pressão arterial pode ser aumentado pela utilização concomitante de outros fármacos antihipertensores. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina- aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA. Com base nas suas propriedades farmacológicas, pode-se esperar que os seguintes fármacos potenciem os efeitos hipotensivos de todos os antihipertensores incluindo o telmisartan: Baclofeno, amifostina. Adicionalmente, a hipotensão ortostática pode ser agravada pelo álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Opipramol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A co-administração com álcool pode causar estupor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rupatadina + Álcool

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos e adolescentes (com mais de 12 anos) com rupatadina 10 mg comprimidos.
Interações: Interação com o álcool: Após a ingestão de álcool, verificou-se que uma dose de 10 mg de rupatadina produziu efeitos marginais nalguns testes de desempenho psicomotor, embora não fossem significativamente diferentes dos produzidos pela simples ingestão de álcool. Uma dose de 20 mg aumentou os efeitos causados pela ingestão de álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática induzida por diuréticos tiazídicos.

Beclometasona + Formoterol + Álcool

Observações: O dipropionato de beclometasona sofre um metabolismo rápido via enzimas estearase sem envolvimento do sistema citocrómio P450.
Interações: Adicionalmente, a L-dopa, a L-tiroxina, a oxitocina e o álcool podem prejudicar a tolerância aos simpaticomiméticos beta 2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quinapril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Alcool, barbituratos ou narcóticos: Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.

Levomilnacipran + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: Num estudo in vitro, o álcool interagiu com as propriedades de libertação prolongada de Levomilnacipran. Se Levomilnacipran for tomado com álcool, pode ocorrer uma libertação pronunciada de droga acelerada. Recomenda-se que as cápsulas de libertação prolongada não sejam tomadas com álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bendroflumetiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, barbitúricos ou opióides: A ocorrência de hipotensão postural associada à medicação pode aumentar quando há toma concomitante de álcool, barbitúricos e opióides.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Glimepirida + Rosiglitazona + Álcool

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA: Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, deverão ser mencionadas as seguintes interações. O consumo de álcool poderá potenciar ou diminuir de uma forma imprevisível a acção hipoglicemiante da glimepirida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Repaglinida + Álcool

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: As seguintes substâncias podem aumentar e/ou prolongar o efeito hipoglicemiante de repaglinida: Gemfibrozil, claritromicina, itraconazol, cetoconazol, trimetoprim, ciclosporina, outras substâncias antidiabéticas, inibidores da monoaminoxidase (IMAO), substâncias β -bloqueantes não-seletivas, inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), salicilatos, anti-inflamatórios não esteroides (AINES), octreótido, álcool e esteroides anabolizantes. A administração concomitante de gemfibrozil (600 mg duas vezes por dia), um inibidor de CYP2C8 e repaglinida (uma dose única de 0,25 mg), aumentou a AUC de repaglinida em 8,1 vezes e a Cmax em 2,4 vezes em voluntários saudáveis. A semivida foi prolongada de 1,3 horas para 3,7 horas, resultando, possivelmente, num efeito maior e prolongado de repaglinida na redução da glucose sanguínea, e a concentração plasmática de repaglinida de 7 horas aumentou 28,6 vezes devido à administração de gemfibrozil. A utilização concomitante de gemfibrozil e de repaglinida é contraindicada.

Sibutramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Em doses únicas, a sibutramina não afectou adicionalmente o rendimento cognitivo ou psicomotor quando administrada concomitantemente com álcool. Contudo, regra geral, o consumo de álcool não é compatível com as medidas dietéticas recomendadas.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ácido fólico + Cianocobalamina + Iodo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Foram também registadas interações com outros antiepiléticos, estrógeneos, com a combinação trimetropim/sulfametoxazol, com o uso prolongado de corticosteroides e álcool.

Mepiramina (Pirilamina) + Álcool

Observações: N:D:
Interações: Álcool, antidepressivos cíclicos, anti-hipertensivos com efeitos depressores sobre o sistema nervoso cental, outros depressores do sistema nervoso central, sulfato de magnésio parenteral, maportilina, trazodona, amantadina, antimuscarínicos ou outros medicamentos com ação antimuscarínica, haloperidol, ipratrópio, fenotiazinas, procainamida, apomorfina, IMAO, medicamentos ototóxicos (cisplatino, paromomicina, salicilatos, vancomicina), medicamentos fotossensibilizadores.

Desloratadina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Num ensaio clínico farmacológico, desloratadina administrada concomitantemente com o álcool, não potenciaram a diminuição do desempenho provocada pelo álcool.

Loratadina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Quando administrado concomitantemente com álcool, Loratadina não possui efeitos potenciadores conforme comprovado em estudos sobre o rendimento psicomotor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alizaprida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso de álcool potencializa o efeito sedativo da alizaprida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clomipramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a farmacodinâmica: Depressores do SNC: Os antidepressivos tricíclicos podem potenciar os efeitos do álcool e de outras substâncias depressoras do sistema nervoso central (por exemplo, barbitúricos, benzodiazepinas, ou anestésicos gerais).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Hidroclorotiazida + Espironolactona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Este medicamento, pela hidroclorotiazida, pode perturbar o equilíbrio terapêutico de um doente diabético ou hiperuricémico sendo necessário rever as respectivas terapêuticas. O mesmo para a medicação hipotensora associada e para os fármacos que possam exagerar o efeito hipotensivo postural dos diuréticos (álcool, barbitúricos e opiáceos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida + Álcool

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Álcool: Em alguns doentes, o álcool pode aumentar as náuseas e os vómitos induzidos pela ifosfamida.

Loratadina + Pseudoefedrina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Quando administrada concomitantemente com álcool, a loratadina não possui efeitos potenciadores conforme comprovado em estudos sobre o rendimento psicomotor.

Rilmenidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado o uso concomitante: Álcool: O efeito sedativo destas substâncias é aumentado por álcool. O comprometimento do estado de consciência pode fazer com que conduzir e utilizar máquinas seja perigoso. Evitar bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.

Buprenorfina + Naloxona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Buprenorfina / Naloxona não deve ser administrado em conjunto com: Bebidas alcoólicas ou medicamentos que contenham álcool, visto que o álcool potencia o efeito sedativo da buprenorfina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem aumentar o efeito hipoglicemiante: Álcool: Aumento da reação hipoglicémica que pode originar coma hipoglicémico.

Metformina + Álcool

Observações: Associações não aconselhadas: Álcool: Aumento do risco de acidose láctica no caso de intoxicação alcoólica aguda, especialmente em situações de: jejum ou mal nutrição, insuficiência hepática. É de evitar o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool. Meios de contraste iodados: A administração intravascular de meios de contraste iodados pode conduzir a insuficiência renal, o que resultará na acumulação de metformina e no aumento do risco de acidose láctica. A metformina deverá ser interrompida antes de, ou na altura do exame não devendo ser reiniciada senão 48 horas após a realização do mesmo, e apenas quando a função renal tiver sido reavaliada e considerada normal. Associações que requerem precauções de utilização: Os medicamentos com actividade hiperglicémica intrínseca tais como os glucocorticóides (via sistémica e local) e os simpaticomiméticos. Pode ser necessário uma monitorização mais frequente da glicémia, especialmente no início do tratamento. Se necessário, dever-se-á ajustar a dose de metformina durante a terapêutica com os respectivos medicamentos. Diuréticos, especialmente os diuréticos de ansa, podem aumentar o risco de acidose láctica devido ao seu potencial de diminuir a função renal.
Interações: Aumento do risco de acidose láctica no caso de intoxicação alcoólica aguda, especialmente em situações de: jejum ou mal nutrição, insuficiência hepática. É de evitar o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool.

Metformina + Vildagliptina + Álcool

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interação com Metformina/Vildagliptina. As informações seguintes refletem a informação disponível com as substâncias ativas em monoterapia.
Interações: Metformina: Associações não recomendadas: Existe risco acrescido de acidose láctica em intoxicação alcoólica aguda (particularmente em caso de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à subsância ativa metformina. Deve ser evitado o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool.

Tenoxicam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não existe interacção farmacodinâmica significativa entre Tenoxicam e o álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Apraclonidina + Álcool

Observações: O risco de interações clinicamente relevantes é reduzido considerando os níveis plasmáticos de apraclonidina originados pela via ocular. Deve proceder-se à monitorização frequente do pulso e da pressão arterial nos doentes que utilizam fármacos cardiovasculares concomitantemente com Apraclonidina. Devem tomar-se precauções na utilização simultânea de Apraclonidina e outros agentes farmacológicos semelhantes.
Interações: Embora nos estudos clínicos realizados com Apraclonidina não tenham sido observadas quaisquer interações medicamentosas específicas com antiglaucomatosos tópicos ou medicamentos sistémicos, deve considerar-se a possibilidade de ocorrência de um efeito aditivo ou de potenciação dos depressores do SNC (álcool, barbitúricos, opiáceos, sedativos, anestésicos).

Vortioxetina + Álcool

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Álcool: Não foi observado nenhum efeito na farmacocinética da vortioxetina ou do etanol, nem nenhum compromisso significativo da função cognitiva, em comparação com o placebo, quando uma dose única de vortioxetina 20 mg e 40 mg foi coadministrada com uma dose única de etanol (0,6 g/Kg) em doentes saudáveis. No entanto, o consumo de álcool não é recomendado durante o tratamento com antidepressivos.

Desloratadina + Pseudoefedrina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: DESLORATADINA / PSEUDOEFEDRINA A interação entre Desloratadina / Pseudoefedrina e o álcool não foi estudada. Contudo, num ensaio de farmacologia clínica, a administração concomitante de desloratadina com álcool não potenciou os efeitos do álcool. Não se observaram diferenças significativas nos resultados dos testes psicomotores entre o grupo a receber desloratadina e o grupo a receber placebo, quer em administração isolada ou concomitantemente com álcool. O consumo de álcool deve ser evitado durante o tratamento com Desloratadina / Pseudoefedrina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxigénio + Álcool

Observações: Não foram descritas quaisquer interações com o Oxigénio. Descrevem-se a seguir as interações com oxigénio 100% v/v. Desconhece-se se estas poderão também estar associadas ao oxigénio 22% v/v.
Interações: A depressão respiratória causada por álcool pode ser agravada pelo oxigénio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana (isofânica) + Álcool

Observações: Sabe-se que um número de medicamentos interfere com o metabolismo da glucose, por isso, deve consultar o médico quando utilizar outros medicamentos para além da insulina humana. Por conseguinte, o médico tem que ter em consideração possíveis interações e deve perguntar sempre aos seus doentes sobre quaisquer outros medicamentos que estes tomem.
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de fármacos com atividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (p.ex. ácido acetilsalicílico), certos antidepressivos (inibidores da monoaminoxidase), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos recetores da angiotensina II, beta-bloqueadores não seletivos e álcool.

Ciamemazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Álcool: O efeito sedativo dos neurolépticos é potenciado pelo álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benzbromarona + Álcool

Observações: Salicilatos: Reduz o efeito da benzbromarona. Anticoagulantes: Aumenta a atividade de coagulantes. Alopurinol: Aumento da eliminação renal de ácido úrico e das concentrações séricas de alopurinol (aproximadamente 50%). Ácido Acetilsalicílico: Redução da eficácia da benzbromarona em até 50%. Outros salicilatos também antagonizam o efeito da benzbromarona. Oxipurinol: Ligeira redução da meia-vida da benzbromarona (em doses de 20mg). Esta interação não é significativa com doses maiores de benzbromarona. Pirazinamida: Redução da atividade uricosúrica da benzbromarona. Perda da eficácia deste fármaco. Álcool: Observou-se cristalúria (uratos) seguida de nefropatia aguda por ácido úrico; esta interação provavelmente ocorre frente a consumo excessivo de álcool.
Interações: Observou-se cristalúria (uratos) seguida de nefropatia aguda por ácido úrico; esta interação provavelmente ocorre frente a consumo excessivo de álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quinapril + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.

Metronidazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O metronidazol pode provocar uma reação tipo dissulfiram com o álcool até 48 horas após a descontinuação do tratamento.

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Álcool

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: Álcool: Adição do seu próprio dano na mucosa gastrointestinal e aumento do prolongamento do tempo de hemorragia.

Beclometasona + Formoterol + Brometo de glicopirrónio + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas Relacionadas com o FORMOTEROL O tratamento concomitante com quinidina, disopiramida, procainamida, anti-histamínicos, inibidores da monoamina oxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. Além disso, a L-dopa, L-tiroxina, oxitocina e o álcool podem alterar a tolerância cardíaca para com os simpaticomiméticos beta2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clorofenamina + Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Clorofenamina/Paracetamol potencia os efeitos dos sedativos e do álcool. O paracetamol tem interações medicamentosas com: Álcool etílico: Ocorreu hepatotoxicidade em alcoólicos crónicos com diferentes doses (moderadas e elevadas) de paracetamol, por aumento dos seus efeitos.

Cobamamida + Cocarboxilase + Piridoxina + Riboflavina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: Interfere com a absorção intestinal da riboflavina. Interfere com a absorção gastrointestinal da vitamina B12.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prometazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool - majoração pelo álcool do efeito sedativo dos anti-histamínicos H1. A alteração da vigilância pode tornar perigosa a condução de veículos e utilização de máquinas. Evitar tomar bebidas alcoólicas e medicamentos que contenham álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina aspártico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Moxonidina + Álcool

Observações: A moxonidina é eliminada por excreção tubular. A interação com outros agentes eliminados por excreção tubular não pode ser excluída.
Interações: A moxonidina pode potenciar o efeito sedativo dos antidepressivos tricíclicos (evitar a coprescrição), tranquilizantes, álcool, sedativos e hipnóticos.

Glibenclamida + Metformina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Relacionadas com sulfonilureia(s): Álcool: Efeito antabuse (intolerância ao álcool), principalmente com a clorpropamida, glibenclamida, glipizida, tolbutamida. Aumento das reações de hipoglicemia (inibição das reações de compensação), que podem facilitar o aparecimento de um coma hipoglicémico. É de evitar o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool. Relacionadas com a METFORMINA: Álcool: A intoxicação alcoólica aguda está associada ao aumento do risco de acidose láctica, especialmente em situações de jejum ou mal nutrição e falência hepatocelular. É de evitar o consumo de álcool e de medicamentos contendo álcool.

Halazepam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado a ingestão concomitante de álcool. O efeito sedativo pode ser aumentado quando é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afecta a capacidade de condução ou utilizar máquinas.

Triazolam + Álcool

Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interação e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.
Interações: As benzodiazepinas produzem um efeito aditivo quando coadministradas com álcool ou com outros depressores do SNC. Não é recomendada a ingestão concomitante com álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antagonistas dos Receptores da Angiotensina II (ARA II) + Álcool

Observações: Por aumento do risco de hipercaliemia
Interações: Aumentam o efeito hipotensor quando associados a ARA II - Álcool

Famotidina + Álcool

Observações: Não foram identificadas quaisquer interações de importância clínica.
Interações: Além disso, estudos com famotidina não demonstraram qualquer aumento dos níveis de álcool no sangue esperados após ingestão de álcool.

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento das lesões da mucosa gastrointestinal e prolongamento do tempo de hemorragia devido aos efeitos aditivos do álcool e do ácido acetilsalicílico.

Formoterol + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos com formoterol.
Interações: Os compostos que, por si só, potenciam os efeitos simpaticomiméticos, como L-dopa, L-tiroxina, oxitocina ou álcool, podem afetar igualmente a regulação cardiovascular quando tomados ao mesmo tempo que o formoterol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mepivacaína + Álcool

Observações: Basta aumentar a dose do anestésico ou deixar actuá-lo mais tempos, antes de iniciar a intervenção.
Interações: Um tratamento prolongado ou permanente com Antiarrítmicos, psicofármacos ou anticonvulsivantes, tal como o consumo excessivo de álcool pode provocar uma redução mais ou menos acentuada da sensibilidade dos anestésicos locais.

Mexazolam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não recomendado: A ingestão concomitante de álcool: O efeito sedativo pode ser potenciado quando o mexazolam é usado em combinação com o álcool, afectando a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Norgestrel + Valerato de estradiol + Álcool

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interacção com álcool: A ingestão aguda de álcool durante a utilização de THS pode originar elevação dos níveis de estradiol circulante.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool aumenta o risco de úlceras e hemorragia gastroentéricas. Precauções de utilização: Antihipertensores (p. ex., diuréticos) e outras substâncias que podem diminuir a tensão arterial (p. ex., nitratos, antidepressores tricíclicos, anestésicos, alcoolismo agudo, baclofeno, alfuzosina, doxazosina, prazosina, tansulosina, terazosina): deve antecipar-se a potenciação do risco de hipotensão.

Dapagliflozina + Álcool

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Outras interações: Não foram estudados os efeitos do tabagismo, dieta, produtos à base de plantas e consumo de álcool na farmacocinética da dapagliflozina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nortriptilina + Álcool

Observações: N.d.
Interações: Os antidepressivos tricíclicos podem potenciar o efeito sedativo do álcool e os efeitos de barbitúricos e outros depressivos do S.N.C.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eprosartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o EPROSARTAN e com a HIDROCLOROTIAZIDA: Administração concomitante a ter em consideração: Álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos: Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.

Fluoxetina + Álcool

Observações: Estudos de interacção só foram efectuados em adultos.
Interações: Combinações que requerem precauções na utilização: Álcool: Em testes formais, não se verificou que a fluoxetina aumentasse os níveis sanguíneos de álcool ou potenciasse os efeitos do álcool. No entanto, a combinação do álcool com o tratamento com ISRS não é aconselhável.

Lorazepam + Álcool

Observações: As substâncias que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450) podem intensificar a actividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica as benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação ainda que em menor grau.
Interações: Não é recomendada a ingestão concomitante de álcool, dado que o efeito sedativo pode ser potenciado quando o medicamento é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afecta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Flupentixol + Álcool

Observações: Fármacos conhecidos por causarem distúrbios eletrolíticos como as tiazidas (hipocalemia) e fármacos conhecidos por aumentarem a concentração plasmática de decanoato de flupentixol devem ser também utilizados com precaução dado que podem aumentar o risco de prolongamento QT e arritmias malignas.
Interações: O decanoato de flupentixol pode acentuar os efeitos sedativos do álcool, bem como de barbitúricos e outros depressores do SNC. Requer precaução de utilização.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mepivacaína + Adrenalina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O tratamento prolongado ou permanente com antiarrítmicos, psicotrópicos ou anticonvulsivantes, e o consumo de álcool pode reduzir a sensibilidade aos anestésicos. Normalmente é suficiente aumentar a dose do anestésico ou simplesmente esperar mais tempo, antes da intervenção.

Mirtazapina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: A mirtazapina pode aumentar a ação depressora do álcool sobre o SNC. Os doentes deverão, portanto, ser aconselhados a não ingerir bebidas alcoólicas enquanto tomam mirtazapina.

Droperidol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O consumo de bebidas alcoólicas e medicamentos deve ser evitado. Aconselha-se precaução na utilização concomitante.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina humana (solúvel + isofânica) + Álcool

Observações: Sabe-se que existem alguns medicamentos que podem interagir com o metabolismo da glucose.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.

Tiaprida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não aconselhadas: O álcool aumenta o efeito sedativo dos neurolépticos. Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool.

Orlistato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina aspártico (solúvel + protamina) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.

Cariprazina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Devido aos efeitos primários da cariprazina no sistema nervoso central, Cariprazina deve ser utilizado com precaução em combinação com outros medicamentos de ação central e com o álcool.

Brexpiprazol + Álcool

Observações: O brexpiprazol é metabolizado predominantemente pelo CYP3A4 e CYP2D6.
Interações: Interações farmacodinâmicas Não se encontram atualmente disponíveis informações sobre as interações farmacodinâmicas de brexpiprazol. Deve ser tomada precaução ao prescrever com outros medicamentos. Devido aos efeitos primários do brexpiprazol no sistema nervoso central (SNC), deve proceder-se com precaução ao tomar brexpiprazol em combinação com álcool ou outros medicamentos de ação central devido à sobreposição de reações adversas, tal como a sedação.

Maprotilina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os doentes submetidos a tratamento com Maprotilina devem ser advertidos que a sua resposta ao álcool, barbitúricos e outros depressores do SNC pode ser potenciada.

Ziprasidona + Álcool

Observações: Não existem estudos realizados em crianças sobre a interação da ziprasidona com outros medicamentos.
Interações: Fármacos que atuam no Sistema Nervoso Central / álcool: Dados os efeitos primários da ziprasidona, é necessária precaução quando se utilizam concomitantemente com outros fármacos de ação central e com o álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brimonidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Embora não tenham sido realizados estudos específicos sobre a interacção do tartarato de brimonidina com outros medicamentos, deve ter-se em consideração a possibilidade de um efeito aditivo ou potenciador com depressores do SNC (álcool, barbitúricos, opiáceos, sedativos ou anestésicos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenspirida + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação. Nenhuma interação foi reportada.
Interações: Devido ao aumento do efeito sedativo dos medicamentos anti-histamínicos H1, a associação de fenspirida e medicamentos sedativos, bem como a ingestão de álcool não é recomendada.

Sildenafil + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (50 mg) não potenciou os efeitos hipotensores do álcool em voluntários saudáveis com níveis de alcoolemia médios máximos de 80 mg/dl.

Escitalopram + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Associações que exigem precauções de utilização: Álcool: Não se prevêem interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas entre o escitalopram e o álcool. Contudo, como com outros medicamentos psicotrópicos, não é aconselhada a combinação com o álcool.

Gliclazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos são suscetíveis de aumentar o risco de hipoglicémia: Associações desaconselhadas: Álcool: Aumenta a reação hipoglicémica (através da inibição das reações de compensação) que pode levar à ocorrência de coma hipoglicémico. O álcool ou os medicamentos contendo álcool devem ser evitados.

Prazepam + Álcool

Observações: As substâncias que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente a citocromo P450) podem intensificar a atividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica às benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação, ainda que em menor grau. No caso de utilização de Prazepam para tratamento da ansiedade associada a estados somáticos patológicos devem ser especialmente consideradas as possíveis interações medicamentosas com os fármacos concomitantes.
Interações: É de evitar a ingestão concomitante de álcool. O efeito sedativo pode estar aumentado quando Prazepam é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Dextrometorfano + Quinidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Devem ser tomadas precauções quando este medicamento é tomado em associação com álcool ou outros medicamentos de ação central passíveis de aumentar o risco de reações adversas, como sonolência e tonturas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dosulepina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Como acontece com todas as substâncias psicoactivas, o efeito da Dosulepina pode ser potenciado pelo álcool.

Citalopram + Álcool

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Álcool: Não foram demonstradas interações farmacodinâmicas nem farmacocinéticas entre o citalopram e o álcool. Contudo, a associação de citalopram e álcool não é aconselhável.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Álcool, anestésicos e sedativos: Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.

Cefeminox + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma reacção Antabuse, pelo que se desaconselha a ingestão de álcool.

Venlafaxina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Etanol: Demonstrou-se que a venlafaxina não provoca agravamento do compromisso das capacidades intelectuais e motoras causadas pelo etanol. Contudo, tal como com outras substâncias que actuam sobre o SNC, os doentes devem ser aconselhados a evitar o consumo de álcool.

Metformina + Alogliptina + Álcool

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Interações com a METFORMINA: Associações não recomendadas: Álcool: Há um risco acrescido de acidose láctica em caso de intoxicação alcoólica aguda (especialmente em caso de jejum, má nutrição ou compromisso hepático) por causa da metformina. Deve evitar-se o consumo de álcool e medicamentos contendo álcool.

Tadalafil + Álcool

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos do tadalafil sobre outros medicamentos: Álcool: As concentrações de álcool (concentração máxima média no sangue de 0,08%) não foram afetadas pela coadministração do tadalafil (10 mg ou 20 mg). Além disso não se observaram alterações nas concentrações do tadalafil nas 3 horas após a coadministração com álcool. O álcool foi administrado de modo a maximizar a sua taxa de absorção (em jejum durante a noite e sem alimentos até 2 horas após a administração do álcool). Tadalafil (20 mg) não aumentou a diminuição da pressão arterial média provocada pelo álcool (0,7 g/kg ou aproximadamente 180 ml de 40% de álcool [vodka] num indivíduo do sexo masculino com 80 kg de peso) mas nalguns indivíduos observaram-se tonturas e hipotensão ortostática. Quando se administrou tadalafil com baixas doses de álcool (0,6 g/kg), não se observou hipotensão e ocorreram tonturas com uma frequência semelhante à verificada com o álcool quando ingerido isoladamente. O efeito do álcool na função cognitiva não foi aumentado pelo tadalafil (10 mg).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextropropoxifeno + Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de outras substâncias que tenham efeito sobre o sistema nervoso central, por ex.: tranquilizantes, sedativos, hipnóticos, narcóticos e álcool, pode potenciar o efeito depressor central.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina humana (solúvel) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.

Nebivolol + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: A coadministração de álcool, furosemida ou hidroclorotiazida não afectou a farmacocinética do nebivolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidrogenofosfato de cálcio + Colecalciferol + Álcool

Observações: O álcool, tabaco e o café diminuem a absorção intestinal de cálcio.
Interações: O álcool diminue a absorção intestinal de cálcio.

Mianserina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Mianserina pode potenciar a ação depressora do álcool sobre o sistema nervoso central. Os doentes deverão ser aconselhados a evitar a toma de bebidas alcoólicas durante o tratamento.

Saxagliptina + Álcool

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: Os efeitos do tabagismo, dieta, produtos à base de plantas e consumo de álcool na farmacocinética da saxagliptina não foram especificamente estudados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Di-hexazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Estão descritas interações farmacológicas com os IMAO e efeitos aditivos com o álcool e outros depressores do SNC.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina aspártico (solúvel) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.

Brimonidina + Brinzolamida + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações medicamentosas com este medicamento.
Interações: Aconselha-se precaução, devido à possibilidade de um efeito aditivo ou potenciador com depressores do SNC (álcool, barbitúricos, opiáceos, sedativos ou anestésicos).

Retigabina + Álcool

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A administração concomitante de etanol (1,0 g/kg) com retigabina (200 mg) resultou num aumento da perda de nitidez da visão em voluntários saudáveis. Recomenda-se que os doentes sejam alertados quanto aos possíveis efeitos na visão se tomarem Retigabina com álcool.

Levetiracetam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não estão disponíveis dados sobre a interação do levetiracetam com o álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flupirtina + Álcool

Observações: A utilização concomitante de flupirtina com outros fármacos conhecidos por causar lesões hepáticas induzidas por fármacos deve ser evitada.
Interações: A flupirtina pode aumentar o efeito do álcool, de fármacos com efeito sedativo ou de fármacos relaxantes musculares.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levobunolol + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o levobunolol.
Interações: Deve ser considerada a possibilidade teórica de um efeito aditivo ou potenciador com os depressores do SNC (álcool, barbitúricos, opiáceos, sedativos ou anestésicos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flufenazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Depressores do SNC/Álcool/Analgésicos: A resposta do doente ao álcool e a outros depressores do SNC tais como hipnóticos, sedativos ou analgésicos fortes, pode ser exacerbada durante o tratamento com Flufenazina. A utilização concomitante com analgésicos narcóticos pode causar hipotensão, bem como depressão do SNC ou respiratória.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de paracetamol com outros fármacos, que aumentam a indução enzimática ao nível hepático, p.ex. determinados sedativos e anticonvulsivantes (incluindo fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e rifampicina, pode provocar ou agravar a lesão hepática. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico.

Tolvaptano + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Tabagismo e álcool: Os dados relativos ao historial de tabagismo ou álcool nos ensaios da DPRAD são demasiado limitados para determinar as possíveis interações do tabagismo e do álcool com a eficácia e a segurança do tratamento da DPRAD com tolvaptano.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Ácido cítrico + Bicarbonato de sódio + Álcool

Observações: N.D.
Interações: São intensificados os efeitos de: - o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de hemorragia gastrintestinal, quando tomado simultaneamente com corticosteróides ou álcool.

Aripiprazol + Álcool

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Atendendo aos efeitos primários do aripiprazol no SNC, deverá ter-se precaução quando o aripiprazol for administrado em associação com álcool ou outros medicamentos com ação no SNC e que tenham reações adversas sobreponíveis, tais como a sedação.

Clonazepam + Álcool

Observações: O clonazepam não induz os enzimas responsáveis pelo seu próprio metabolismo.
Interações: Podem ocorrer efeitos mais intensos na sedação, na respiração e na hemodinâmica quando se co-administra Clonazepam com qualquer depressor do SNC incluindo o álcool. Evitar o álcool em doentes a receber Clonazepam.

Mequitazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Álcool: o álcool potencia os efeitos sedativos dos anti-histamínicos H1. A alteração do estado de vigília pode tornar-se perigosa no caso de condução de veículos e utilização de máquinas. Deve-se evitar bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.

Cefodizima sódica + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não se observaram reacções tipo disulfiram na administração conjunta de Cefodizima sódica com álcool em ensaios clínicos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acamprosato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso continuado de álcool pode reduzir a eficácia do acamprosato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Difenidramina + Levomentol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O cloridrato de difenidramina pode aumentar os efeitos sedativos dos depressores do sistema nervoso central, incluindo álcool, sedativos, e tranquilizantes.

Hidromorfona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de depressores do SNC, tais como hipnóticos, sedativos, anestésicos gerais, antipsicóticos e álcool, pode causar efeitos depressivos aditivos, depressão respiratória, hipotensão e sedação profunda ou coma. Quando esta associação está indicada, deve ser reduzida a dose de um ou ambos os medicamentos. O álcool pode potenciar os efeitos farmacodinâmicos de Hidromorfona; o uso concomitante deve ser evitado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilfenidato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Utilização com álcool: O álcool pode exacerbar os efeitos adversos no SNC de fármacos psicoativos, incluindo o metilfenidato. É pois aconselhável aos doentes que se abstenham do álcool durante o tratamento.

Vitaminas do complexo B + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool interfere com a absorção intestinal da riboflavina (vitamina B2).

Nilutamida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Intolerância ao álcool pode ocorrer durante o tratamento com Nilutamida (mal-estar e rubor vasomotor).

Bupropiom (Bupropiona) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Apesar dos dados clínicos não indicarem uma interação farmacocinética entre o bupropiom e o álcool, existiram notificações raras de efeitos adversos neuropsiquiátricos ou tolerância reduzida ao álcool, em doentes que consumiram álcool durante o tratamento com bupropiom. O consumo de álcool durante o tratamento com Bupropiom deve ser minimizado ou evitado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Álcool

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Competição para a secreção tubular renal: Dado que a ranitidina é parcialmente eliminada por secreção activa pelo sistema de transporte catiónico (OCT) no rim, ela pode afectar a depuração de outros medicamentos eliminados por esta via. Elevadas doses de ranitidina (ex. tais como doses utilizadas no tratamento do sindroma Zollinger-Elisson) podem reduzir a eliminação de procainamida e de N-acetilprocainamida o que resulta num nível plasmático aumentado destes medicamentos. O efeito do álcool pode aumentar com a ingestão de ranitidina.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: HIDROCLOROTIAZIDA: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com substâncias que também têm um efeito de redução da pressão arterial (p.ex. através da redução da atividade simpática do sistema nervoso central ou de vasodilatação direta) podem potenciar hipotensão ortostática.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina degludec + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina degludec + Insulina aspártico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Trimipramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Desaconselha-se fortemente o consumo de álcool durante o tratamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxilamina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O Succinato de doxilamina tem efeitos aditivos tanto com o álcool como com outros depressores do SNC (hipnóticos, sedativos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telmisartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Adicionalmente, a hipotensão ortostática pode ser agravada pelo álcool, barbituratos, narcóticos ou antidepressivos.

Veraliprida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Álcool: O álcool aumenta os efeitos sedativos dos neurolépticos. A alteração da vigília pode tornar perigosa a condução de veículos e a utilização de máquinas. Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Xipamida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: As seguintes interações foram notificadas para os diuréticos tiazidas e substâncias aparentadas e podem por isso ser também relevantes para a xipamida: O efeito anti-hipertensivo da xipamida pode ser intensificado com a utilização de outros diuréticos, agentes anti-hipertensivos, bloqueadores beta-adrenérgicos, nitratos, vasodilatadores, barbituratos, fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos ou pelo consumo de álcool.

Topiramato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Depressores do SNC: A administração concomitante de topiramato e de álcool ou de outros medicamentos depressores do SNC não foi avaliada em estudos clínicos. Recomenda-se que o topiramato não seja utilizado concomitantemente com álcool ou outros medicamentos depressores do SNC.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brimonidina + Timolol + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações com a associação fixa brimonidina timolol.
Interações: Apesar de não terem sido realizados estudos específicos de interação com Brimonidina / Timolol, a possibilidade teórica de um efeito aditivo ou potenciador com depressores do SNC (álcool, barbitúricos, opiáceos, sedativos ou anestésicos) deve ser considerada. A cimetidina, a hidralazina e o álcool podem aumentar os níveis plasmáticos de timolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clonidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos das substâncias depressoras centrais ou do álcool podem ser potenciados pela clonidina.

Glisentida (glipentida) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode levar a variações imprevisíveis na glicemia, sendo a hipoglicemia especialmente perigosa. Em adição, tem havido relatos de reações tipo dissulfiram.

Ácido acetilsalicílico + Cafeína + Tiamina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não administrar com fármacos potencialmente ulcerogénicos (álcool, corticosteróides).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dapoxetina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da dapoxetina na farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente: Etanol: A administração concomitante de uma dose única de etanol, 0,5 g/kg (aproximadamente 2 bebidas), não afetou a farmacocinética da dapoxetina (dose única de 60 mg); no entanto, a dapoxetina em associação com etanol aumentou a sonolência e diminuiu significativamente a vigilância, tal como classificada pelos próprios doentes. As medidas farmacodinâmicas do défice cognitivo (Rapidez de Vigilância de Dígitos, Teste de Substituição de Dígitos por Símbolos) também demonstraram um efeito aditivo quando a dapoxetina foi administrada concomitantemente com etanol. A utilização concomitante de álcool e dapoxetina aumenta a probabilidade ou a gravidade de reações adversas, tais como tonturas, sonolência, reflexos lentos ou julgamento alterado. A associação de álcool com a dapoxetina poderá aumentar estes efeitos relacionados com o álcool e poderá também aumentar os acontecimentos neurocardiogénicos adversos, como a síncope, aumentando desse modo o risco de lesões acidentais; como tal, os doentes devem ser alertados para evitar o consumo de álcool enquanto estão em tratamento com Dapoxetina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fumarato de dimetilo + Álcool

Observações: Nos Humanos, o fumarato de dimetilo é extensivamente metabolizado pelas estearases antes de atingir a circulação sistémica e verifica-se metabolismo adicional através do ciclo de ácido tricarboxílico, sem envolvimento do sistema do citocromo P450 (CYP). Não foram identificados riscos potenciais de interação medicamentosa em estudos de inibição e de indução de CYP in vitro, num estudo de p-glicoproteína, nem em estudos de ligação às proteínas do fumarato de dimetilo e fumarato de monometilo (um metabolito primário do fumarato de dimetilo). Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: O consumo de quantidades moderadas de álcool não altera a exposição a Fumarato de dimetilo e não foi associado a um aumento das reações adversas. O consumo de grandes quantidades de bebidas alcoólicas fortes e não diluídas (mais de 30% de álcool em volume) pode levar ao aumento das taxas de dissolução de Fumarato de dimetilo e, consequentemente, ao aumento da frequência de reações adversas gastrointestinais.

Paracetamol + Bromofeniramina + Cafeína + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso simultâneo de medicamentos que provocam indução enzimática hepática, por exemplo: Certos hipnóticos e antiepiléticos (incluindo glutetimida, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e rifampicina podem, com doses de paracetamol que normalmente não são prejudiciais, provocar lesão hepática. O mesmo se aplica com o abuso de álcool. Esta associação pode potenciar o efeito de medicamentos depressores do sistema nervoso central (por exemplo: analgésicos e tranquilizantes; lítio) e do álcool, podendo o contrário também acontecer.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diamorfina (Heroína, Diacetilmorfina) + Álcool

Observações: A heroína é extremamente difícil de controlar, e não são raras as sobredosagens acidentais por consumidores.
Interações: O consumo concomitante de álcool, benzodiazepinas, cocaína ou anfetaminas, barbitúricos, antiepiléticos e antipsicóticos aumenta muito o risco de sobredosagem e morte.

Cetoconazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Estão descritas reacções tipo dissulfiram ao álcool.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina humana + Insulina isofânica + Álcool

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.
Interações: Os beta-bloqueadores, clonidina, sais de lítio ou bebidas alcoólicas tanto podem potenciar como atenuar o efeito hipoglicemiante da insulina.

Nalbufina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Combinações não recomendadas: Álcool.

Piracetam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de álcool não teve efeito sobre os níveis séricos de piracetam e os níveis de álcool não foram modificados por uma dose oral de 1,6 g de piracetam.

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Pode influenciar a interacção entre o dissulfiram e o álcool.

Metformina + Canagliflozina + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: METFORMINA Associações não recomendadas: Álcool: Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou compromisso hepático) devido à metformina. O consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool deve ser evitado.

Mizolastina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Nos estudos realizados com mizolastina não se observou nem potenciação da sedação nem alteração das capacidades causada pelo álcool.

Bilastina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O desempenho psicomotor após a administração concomitante de bebidas alcoólicas e de 20 mg de bilastina, foi semelhante ao observada após a ingestão de bebidas alcoólicas e de placebo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbasalato cálcico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Combinações a ter em consideração: Álcool: Adição dos danos na mucosa gastrointestinal e potenciação do prolongamento do tempo de hemorragia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclobenzaprina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Ciclobenzaprina pode potenciar os efeitos do álcool, barbitúricos e outros depressores do sistema nervoso central.

Agomelatina + Álcool

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não é aconselhável a combinação de Agomelatina com álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina isofânica + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Trandolapril + Verapamilo + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Álcool: Intensifica o efeito hipotensor. Estudos metabólicos realizados in vitro demonstram que verapamilo é metabolizado pelo citocromo P450 CYP3A4, CYP1A2, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C18. O verapamilo demonstrou ser um inibidor das enzimas do CYP3A4. Foram notificadas interações clinicamente significativas com inibidores do CYP3A4 causando aumento dos níveis plasmáticos de verapamilo, enquanto que indutores do CYP3A4 causavam uma diminuição dos níveis plasmáticos de verapamilo. Por este motivo, os doentes devem ser monitorizados para este tipo de interações medicamentosas.

Amissulprida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Amissulprida pode aumentar os efeitos centrais do álcool.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina degludec + Insulina aspártico (solúvel) + Álcool

Observações: Sabe-se que existem alguns medicamentos que podem interagir com o metabolismo da glucose.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Secnidazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão de álcool é desaconselhada por estar na origem de perturbações do tipo cólicas abdominais, rubor facial, vómitos e taquicardia.

Talidomida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Aumento dos efeitos sedativos de outros medicamentos: A talidomida tem propriedades sedativas pelo que poderá potenciar a sedação induzida pelos ansiolíticos, hipnóticos, antipsicóticos, antihistamínicos H1, derivados dos opiáceos, barbitúricos e álcool. Deve ter-se particular atenção quando a talidomida é administrada juntamente com medicamentos que provocam sonolência.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: Efeito hipertensivo aumentado e aumento do efeito do álcool.

Empagliflozina + Metformina + Álcool

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de empagliflozina e metformina não altera significativamente a farmacocinética da empagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação com Empagliflozina/Metformina.
Interações: METFORMINA: Associações não recomendadas: Há um aumento do risco de acidose láctica em situações de intoxicação alcoólica aguda (sobretudo no caso de jejum, malnutrição ou compromisso hepático devido à substância ativa metformina. O consumo de álcool e de medicamentos contendo álcool deve ser evitado.

Flurazepam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão concomitante de álcool deve ser evitada. O efeito do Flurazepam pode ser modificado e potenciado duma forma imprevisível se o produto for usado em associação com álcool. Isto afeta a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Paroxetina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Álcool: Tal como com outros fármacos psicotrópicos, os doentes deverão evitar a ingestão de álcool enquanto tomarem paroxetina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloperastina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Ainda que os efeitos secundários centrais da levocloperastina (Cloperastina) sejam significativamente reduzidos, o medicamento pode interagir com substâncias quer depressoras (álcool, hipnóticos, sedativos e outros depressores centrais) aumentando o seu efeito, quer estimulantes do sistema nervoso central.

Doxilamina + Dicloverina + Piridoxina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O Succinato de doxilamina interfere com acidificantes, alcalinizantes, álcool, anestésicos, tranquilizantes, brometos, fenotiazinas, reserpina, barbitúricos, anfetaminas, colinérgicos e anticolinérgicos, corticosteróides, hormonas sexuais, difenilhidantoína, griseofulvina, beta-bloqueantes, betazol, IMAO, simpaticomiméticos, parassimpaticolíticos, dilatadores coronários e procarbazina.

Temazepam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendada a ingestão concomitante de álcool, dado que o efeito sedativo pode ser potenciado quando o medicamento é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afecta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
 Risco Moderado

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Biotina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Pode influenciar a interacção entre o dissulfiram e o álcool. O álcool interfere com a absorção intestinal da riboflavina e com a absorção gastrointestinal da vitamina B12.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Codeína + Cafeína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes efeitos são intensificados pelo componente ácido acetilsalicílcio: - o risco de hemorragia gastrointestinal quando tomado simultaneamente com álcool Os efeitos sedativos centrais da codeína podem ser aumentados pela utilização concomitante com sedativos, agentes hipnóticos, anti-histamínicos, bloqueadores-beta, reserpina, neurolépticos fenotiazínicos e álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbinoxamina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool e depressores do sistema nervoso central podem aumentar os efeitos da carbinoxamina.

Alprazolam + Álcool

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: O efeito sedativo do alprazolam é potenciado quando é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afeta a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Não é recomendado a ingestão concomitante de álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexbromofeniramina + Pseudoefedrina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante com outros anti-histamínicos, álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos ou outros depressores do sistema nervoso central (SNC) pode potenciar o efeito sedativo da dexbromofeniramina.

Carvedilol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Carvedilol pode potenciar os efeitos de outros antihipertensores (por exemplo, a administração concomitante de antagonistas dos recetores α1) e medicamentos anti- hipertensivos com reações adversas, tais como barbitúricos, fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos, vasodilatadores e álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diazepam + Álcool

Observações: O metabolismo oxidativo de diazepam, que leva à formação de N-desmetildiazepam, de 3-hidroxiazepam (temazepam) e de oxazepam, é mediado pelas isoenzimas CYP2C19 e CYP3A do citocromo P450. Como demonstrado por estudo in vitro, a reacção de hidroxilação é executada principalmente pela isoforma CYP3A, enquanto que a N-desmetilação é mediada por ambas a CYP3A e CYP2C19. Resultados de estudos in vivo em humanos voluntários confirmaram as observações in vitro. Consequentemente, substratos que sejam moduladores de CYP3A e/ou de CYP2C19 podem potencialmente alterar a farmacocinética de diazepam.
Interações: Pode ocorrer intensificação dos efeitos na sedação, na respiração e na hemodinâmica quando Diazepam é co-administrado com quaisquer depressores de acção central, tais como antipsicóticos, ansiolíticos/sedativos, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos narcóticos, antiepiléticos, anestésicos e antihistamínicos sedativos ou álcool. O álcool deve ser evitado por doentes a tomar Diazepam.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com a combinação: Uso concomitante a ter em consideração: Álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos: Pode ocorrer uma potenciação da hipotensão ortostática.

Sulpirida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas: Álcool: Potenciação dos efeitos sedativos dos neurolépticos. Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool.

Olanzapina + Álcool

Observações: Só foram efectuados estudos de interacção em adultos. Interações potenciais que afectam a olanzapina: Dado que a olanzapina é metabolizada pela CYP1A2, as substâncias que podem induzir ou inibir dum modo específico esta isoenzima podem afectar a farmacocinética da olanzapina.
Interações: Actividade Geral sobre o SNC: Aconselha-se precaução quando for administrada em combinação com outros medicamentos que possam causar depressão do SNC e com álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabolitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico.

Lurasidona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Devido aos efeitos primários da lurasidona no sistema nervoso central, a lurasidona deve ser utilizada com precaução em combinação com outros medicamentos de ação central e com álcool.

Levocetirizina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Em doentes sensíveis, a administração simultânea de cetirizina ou levocetirizina com álcool, ou com outros depressores do SNC, pode ter efeitos sobre o sistema nervoso central, apesar de se ter demonstrado que o racemato cetirizina não potencia o efeito do álcool.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina degludec + Liraglutido + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina degludec/Liraglutido. Os dados in vitro sugerem que o potencial para as interações medicamentosas farmacocinéticas relacionadas com a interação de CYP e a ligação às proteínas é reduzido para o liraglutido e a insulina degludec. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interação não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico de Insulina degludec/Liraglutido.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isossorbida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de fármacos com a propriedade de reduzir a tensão arterial, p.ex. β-bloqueadores, antagonistas dos canais de cálcio, vasodilatadores, etc., e/ou álcool pode potenciar o efeito hipotensor do Dinitrato de isossorbida. Isto pode também acontecer com os neurolépticos e os antidepressivos tricíclicos.

Cloropromazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O doente medicado com Cloropromazina não deve ingerir álcool uma vez que este potencia de forma importante o efeito sedativo dos neurolépticos, podendo acontecer alterações graves da vigilância.

Nalmefeno + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa in vivo.
Interações: Não existem interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente relevantes entre o nalmefeno e o álcool. Parece existir um pequeno compromisso do desempenho cognitivo e psicomotor após administração do nalmefeno. No entanto, o efeito do nalmefeno e do álcool em associação não excedeu a soma dos efeitos de cada uma das substâncias quando administradas indiv idualmente. A administração simultânea de álcool e Nalmefeno não previne os efeitos tóxicos do álcool.

Baclofeno + Álcool

Observações: Os fármacos ou medicamentos que têm um impacto significativo na função renal poderão reduzir a excreção do baclofeno levando a efeitos tóxicos.
Interações: Pode ocorrer um aumento da sedação quando baclofeno é administrado concomitantemente com outros medicamentos que provocam depressão do SNC incluindo outros relaxantes musculares (como a tizanidina), com opiáceos sintéticos ou com álcool. O risco de depressão respiratória aumenta igualmente. Além disso, foi notificada hipotensão com o uso concomitante de morfina e baclofeno intratecal. É essencial proceder-se à monitorização cuidadosa das funções respiratória e cardiovascular, em especial em doentes com patologias cardiopulmonares e debilidade muscular respiratória.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (protamina) + Álcool

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão concomitante de bebidas alcoólicas ou de bebidas quentes pode levar a um aumento de efeitos indesejáveis tais como “flush” e prurido, pelo que deve ser evitada próximo da administração do Ácido nicotínico.

Codeína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração de codeína juntamente com outros analgésicos narcóticos, antipsicóticos, ansiolíticos, bloqueantes neuromusculares e outros depressores do SNC (incluindo o álcool), pode provocar uma depressão aditiva do SNC.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxatomida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A oxatomida pode aumentar os efeitos sedativos dos agentes depressores do sistema nervoso central, incluindo álcool, barbitúricos, hipnóticos, analgésicos narcóticos, sedativos, ansiolíticos e antipsicóticos.

Acenocumarol + Álcool

Observações: São frequentes e ocorrem por mecanismos diversos.
Interações: Deverão constituir objecto de vigilância particular os consumidores de álcool, tabaco, analgésicos e de AINEs, antiarrítmicos, antibacterianos, antidepressores, antiepiléticos, antiplaquetários, cisaprida, tiroxina, uricosúricos e muitos outros fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Clorofenamina + Hesperidina + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Potencia os efeitos dos sedativos e do álcool.

Bupropiom + Naltrexona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Outras interações: Apesar de os dados clínicos não identificarem uma interação farmacocinética entre o bupropiom e álcool, foram feitas notificações raras de acontecimentos neuropsiquiátricos adversos ou de reduzida tolerância ao álcool em doentes que ingeriram bebidas alcoólicas durante o tratamento com bupropiom. Não há interações farmacocinéticas conhecidas entre a naltrexona e o álcool. O consumo de álcool durante o tratamento com naltrexona/bupropiom deve ser minimizado ou evitado. A associação de naltrexona/bupropiom está contraindicada em doentes que estejam a receber um tratamento concomitante com inibidores da monoamina oxidase, bupropiom ou naltrexona, doentes sujeitos a abstinência intensa de álcool ou benzodiazepinas, doentes dependentes atualmente de opiáceos crónicos ou agonistas.

Zolpidem + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não recomendado: ingestão concomitante com álcool. O efeito sedativo pode ser aumentado, quando o medicamento é tomado em associação com o álcool. Este efeito afeta a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cinarizina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, depressores do sistema nervoso central e antidepressivos tricíclicos: A utilização concomitante de Cinarizina, álcool e estes medicamentos pode potenciar os efeitos sedativos de ambos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mesilato de di-hidroergocriptina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A tolerância de Mesilato de di-hidroergocriptina pode ser reduzida pelo álcool.

Metformina + dapagliflozina + Álcool

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de dapagliflozina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético quer da dapagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação para Metformina / dapagliflozina. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: DAPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: O metabolismo da dapagliflozina é principalmente via conjugação do glicuronídeo mediado pela UDP-glicuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9). Em estudos in vitro, a dapagliflozina não inibiu o citocromo P450 (CYP) 1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP3A4, nem induziu o CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4. Assim, não é esperado que este medicamento altere a depuração metabólica de medicamentos administrados concomitantemente e que são metabolizados por estas enzimas. Efeitos da dapagliflozina noutros medicamentos: Outras interações: Não foram estudados os efeitos do tabagismo, dieta, produtos à base de plantas e consumo de álcool na farmacocinética da dapagliflozina. METFORMINA: Associações não recomendadas: Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, malnutrição ou compromisso hepático) devido à metformina, substância ativa deste medicamento. Deve evitar-se o consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool.

Vitaminas do complexo B + Biotina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool interfere com a absorção intestinal da riboflavina (vitamina B2) e com a absorção gastrointestinal da vitamina B12.

Vardenafil + Álcool

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: A farmacocinética do vardenafil (20 mg) não foi afetada pela administração concomitante do antagonista-H2 ranitidina (150 mg duas vezes ao dia), digoxina, varfarina, glibenclamida, álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) ou doses únicas de antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio). Quando vardenafil (20 mg) e álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) foram simultaneamente ingeridos, o vardenafil não potenciou os efeitos do álcool sobre a pressão arterial e frequência cardíaca, nem alterou a farmacocinética do vardenafil.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bromocriptina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A tolerância a bromocriptina pode ser reduzida pelo álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Haloperidol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de haloperidol sobre outros fármacos À semelhança do que se observa com todos os antipsicóticos, Haloperidol pode aumentar o efeito de outros fármacos depressores do SNC, incluindo hipnóticos, sedativos analgésicos potentes e também o álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imipramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Depressores do SNC: Os antidepressivos tricíclicos podem potenciar os efeitos do álcool e de outras substâncias depressoras centrais (por ex. barbitúricos, benzodiazepinas ou anestésicos gerais).

Lacosamida + Álcool

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: Apesar de não se encontrarem disponíveis dados farmacocinéticos relacionados com a interação da lacosamida com o álcool, o efeito farmacodinâmico não pode ser excluído.

Naloxona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes com a interação com o álcool não são unânimes. Em doentes com intoxicações múltiplas como resultado da administração de opiáceos e sedativos ou álcool, dependendo da causa da intoxicação, pode ser observado um efeito menos rápido decorrendo da administração do cloridrato de naloxona.

Brotizolam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos de sedação, fadiga e perturbação da concentração podem estar aumentados quando brotizolam é utilizado concomitantemente com álcool. O álcool deve ser evitado durante o tratamento com brotizolam, pois pode alterar e aumentar o efeito de brotizolam de forma imprevisível.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxilamina + Piridoxina + Álcool

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Doxilamina + Piridoxina.
Interações: Conhecem-se interações entre os anti-histamínicos da classe da etanolamina e os seguintes medicamentos: - Álcool: aumento da toxicidade, com relatos de alterações na capacidade intelectual e psicomotora em alguns estudos. O mecanismo desta interação não foi estabelecido.

Codeína + Erisimo officinalis + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool aumenta o efeito sedativo dos antitússicos centrais. A alteração do estado de vigília pode tornar-se perigosa ao conduzir veículos ou manejar máquinas. Assim sendo é de evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool.

Felodipina + Ramipril + Álcool

Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.
Interações: Álcool: Aumento de vasodilatação. O efeito anti-hipertensor do Felodipina / Ramipril pode aumenta
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Amitriptilina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Depressores do SNC (álcool, barbitúricos): a amitriptilina pode potenciar o efeito depressor sobre o SNC, dando origem a depressão respiratória. Por outro lado, os barbitúricos podem diminuir o efeito antidepressivo da amitriptilina.

Ácido nicotínico + Laropiprant + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão de álcool ou bebidas quentes ou de alimentos condimentados pode potenciar os efeitos do rubor e deve por isso ser evitada na altura da ingestão do Ácido nicotínico/Laropiprant.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Glimepirida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão de álcool pode potenciar ou diminuir o efeito hipoglicemiante da glimepirida de maneira imprevisível.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Codeína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Paracetamol / Codeína pode intensificar o efeito de medicamentos com acção depressora do sistema nervoso central, tais como sedativos, hipnóticos, alguns analgésicos, anti-histamínicos, neurolépticos e antidepressivos ou álcool. Quando administrados concomitantemente, os medicamentos indutores das enzimas hepáticas, tais como certos hipnóticos e Antiepiléticos (de entre outros, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) ou rifampicina, poderão tornar doses terapêuticas inofensivas de paracetamol em doses tóxicas para o fígado, eventualmente causadores de lesão hepática. O mesmo se aplica em caso de abuso de álcool.

Oxazepam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendada a ingestão concomitante de álcool, dado que o efeito sedativo pode ser potenciado quando o medicamento é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afecta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cinarizina + Dimenidrinato + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Como com outros antihistamínicos, a Cinarizina/Dimenidrinato pode potenciar os efeitos sedativos dos depressores do SNC incluindo álcool, barbitúricos, analgésicos narcóticos e tranquilizantes. Os doentes devem ser advertidos para evitarem as bebidas alcoólicas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Paracetamol + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Foram detetadas as seguintes interações de paracetamol com outros medicamentos: • O risco de toxicidade do paracetamol pode estar aumentado em doentes a receber outros fármacos potencialmente hepatotóxicos ou fármacos que induzem enzimas microssomais hepáticas como o álcool e agentes anticonvulsivantes.

Barbexaclona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Como ocorre com todos os fármacos de ação central, deve-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Barbexaclona.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina detemir + Álcool

Observações: Sabe-se que existem alguns medicamentos que podem interagir com o metabolismo da glucose.
Interações: O álcool pode intensificar ou reduzir o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Álcool

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Álcool Uma atividade antitumoral reduzida foi observada em animais com tumor durante o consumo de etanol (álcool) e medicação concomitante de ciclofosfamida em baixa dose oral. Em alguns doentes, o álcool pode aumentar as náuseas e vómitos induzidos pela ciclofosfamida.

Perampanel + Álcool

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: Os efeitos do perampanel sobre tarefas que envolvem o estado de alerta e vigilância tal como a capacidade de conduzir, foram aditivos ou supra-aditivos aos efeitos do próprio álcool, como se verificou num estudo de interação farmacodinâmica em indivíduos saudáveis. A administração repetida de 12 mg/dia de perampanel aumentou os níveis de cólera, confusão e depressão, de acordo com a avaliação efetuada utilizando a escal a de classificação do Perfil de Estados de Humor ( Profile of Mood State ) de 5 pontos. Estes efeitos também podem ser observados quando Perampanel é utilizado em associação com outros depressores do sistema nervoso central (SNC).

Fibrinogénio humano + Trombina humana + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos formais de interações.
Interações: Tal como acontece com produtos comparáveis ou soluções de trombina, o produto pode desnaturar quando exposto a soluções que contenham álcool, iodo ou metais pesados (p.ex. soluções anti-sépticas). As substâncias deste tipo devem ser removidas, tanto quanto possível, antes da a plicação do medicamento.

Nimodipina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Outras formas de interação: Pelo facto de a solução para perfusão de nimodipina conter 23,7% vol. de álcool, será de ter em consideração a possibilidade de interações com fármacos incompatíveis com o álcool.

Valeriana + Álcool

Observações: Estão apenas disponíveis dados limitados sobre as interações farmacológicas com outros medicamentos. As interações clinicamente relevantes com medicamentos metabolizados por via CYP 2D6 ou CYP 3A4/5, CYP 1A2 ou CYP 2E1 não foram observadas.
Interações: Dado que os efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central do álcool, hipnóticos, ansiolíticos, narcóticos, agentes sedativos e tranquilizantes podem estar aumentados, o extracto de raiz de valeriana deve ser usado com precaução quando co-administrado com estes agentes.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precauções com utilização concomitante: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com substâncias que também têm um efeito de redução da pressão arterial (p. ex. através da redução da atividade simpática do sistema nervoso central ou de vasodilatação direta) podem potenciar hipotensão ortostática.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Avanafil + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Potencial de interações farmacodinâmicas com o avanafil: Álcool: O consumo de álcool em combinação com o avanafil pode aumentar o potencial de hipotensão sintomática. Num estudo cruzado de dose única e três vias que avaliou indivíduos saudáveis, a redução máxima média da tensão arterial diastólica foi significativamente mais elevada após a administração do avanafil em associação com álcool do que após a administração do avanafil isoladamente (3,2 mmHg) ou de álcool isoladamente (5,0 mmHg).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel + protamina) + Álcool

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel + protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.

Metoclopramida + Álcool

Observações: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada.
Interações: Combinação a ser evitada: O álcool potencia o efeito sedativo da metoclopramida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Etanol (Álcool) Elevação dos níveis plasmáticos de etanol. O verapamilo pode potenciar os efeitos do álcool.

Ceftriaxona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de qualquer efeito semelhante ao do dissulfiram devido à ingestão de álcool após a administração de Ceftriaxona. A ceftriaxona não possui, na sua constituição, o núcleo N-metiltiotetrazol associado com a possível intolerância ao etanol e problemas de hemorragia de outras cefalosporinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Moexipril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Ter em consideração: O álcool aumenta o efeito hipotensor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perfenazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de fenotiazinas pode potenciar os efeitos depressores dos opiáceos, barbitúricos ou outros sedativos, anestésicos, tranquilizantes e álcool (etanol) sobre o SNC. Assim sendo, pode ser necessário reduzir a quantidade destes fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tapentadol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos como benzodiazepinas, barbitúricos e opióides (analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição) podem aumentar o risco de depressão respiratória se forem tomados em combinação com Tapentadol. Substâncias depressoras do Sistema Nervoso Central (SNC) (como benzodiazepinas, antipsicóticos, antihistamínicos H1, opióides, álcool) podem potenciar o efeito sedativo do tapentadol e reduzir a vigilância. Deste modo, quando está contemplada uma terapia combinada de Tapentadol com uma substância depressora do SNC ou da respiração, deve ser considerada a redução da dose de uma ou de ambas as substâncias.

Duloxetina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central (SNC): O risco da utilização de duloxetina em combinação com outros medicamentos ativos no SNC não foi sistematicamente avaliado, com exceção dos casos descritos nesta secção. Consequentemente, recomenda-se precaução na administração simultânea de Duloxetina com outros medicamentos ou substâncias que atuem a nível central, incluindo álcool e sedativos (benzodiazepinas, morfinomiméticos, antipsicóticos, fenobarbital, antihistamínicos sedativos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. O álcool pode intensificar fortemente o efeito sedativo do midazolam. Evitar vivamente a ingestão de álcool em caso de administração de midazolam. O midazolam reduz a concentração alveolar mínima (CAM) dos anestésicos de inalação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Difenidramina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: A difenidramina pode potenciar os efeitos sedativos do álcool e de outros depressores do sistema nervoso central (por ex., tranquilizantes, hipnóticos, analgésicos opioides e ansiolíticos).

Piribedil + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A combinação do piribedil com álcool não é aconselhável.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tizanidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool ou os agentes de acção central podem aumentar a acção sedativa da tizanidina.

Vareniclina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: Os dados clínicos relativos a qualquer potencial interação entre o álcool e a vareniclina são limitados.

Buspirona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Em estudos controlados não se verificou qualquer interacção do cloridrato de buspirona com o álcool, não provocando limitações psicomotoras diferentes das provocadas pelo alcool isolado, contudo recomenda-se precaução na sua administração concomitante com o álcool.

Irbesartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Informações adicionais sobre as interações da HIDROCLOROTIAZIDA: Quando são administrados concomitantemente, os medicamentos seguintes podem ter interações com os diuréticos tiazídicos: Álcool: Pode ocorrer potenciação da hipotensão ortostática.

Ramipril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Precauções de utilização: Agentes antihipertensores (ex. diuréticos) e outras substâncias que podem diminuir a pressão sanguínea (ex. nitratos, antidepressivos tricíclicos, anestésicos, consumo agudo de álcool, baclofeno, alfuzosina, doxazosina, prazosina, tansulosina, terazosina): Deve ser antecipado o risco de potenciação da hipertensão.

Brivaracetam + Álcool

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Interação com álcool: Num estudo farmacocinético e farmacodinâmico sobre a interação entre uma dose única de 200 mg de brivaracetam e uma perfusão contínua de etanol de 0,6 g/L em indivíduos saudáveis, não ocorreu interação farmacocinética mas o brivaracetam aumentou o efeito do álcool sobre a função psicomotora, atenção e memória, aproximadamente para o dobro. A ingestão de brivaracetam com álcool não é recomendada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluticasona + Formoterol + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com o Fluticasona / Formoterol.
Interações: Adicionalmente, a L-Dopa, a L-tiroxina, a oxitocina e o álcool podem diminuir a tolerância cardíaca aos simpaticomiméticos β2.

Metformina + Linagliptina + Álcool

Observações: Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Linagliptina, estes estudos foram efetuados com as substâncias ativas individuais, i.e.linagliptin a e metformina. A administração concomitante de doses múltiplas de linagliptina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético da linagliptina nem da metformina em voluntários saudáveis e doentes.
Interações: METFORMINA: Associações não recomendadas: Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (particularmente no caso de jejum, malnutrição ou compromisso hepático) devido à substância ativa metformina. O consumo de álcool e de medicamentos contendo álcool deve ser evitado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mononitrato de isossorbida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de fármacos com a propriedade de reduzir a tensão arterial, p.ex. β-bloqueadores, antagonistas dos canais de cálcio, vasodilatadores, etc., e/ou álcool pode potenciar o efeito hipotensor do Mononitrato de isossorbida. Isto pode também acontecer com os neurolépticos e os antidepressivos tricíclicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Potenciais interações relacionadas com o Nebivolol e a Hidroclorotiazida: Uso concomitante a ser tido em consideração: Antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos, medicamentos narcóticos e álcool: A administração concomitante de Nebivolol / Hidroclorotiazida com estes medicamentos pode evidenciar o efeito hipotensor e/ou conduzir a uma hipotensão postural. Interações farmacocinéticas: NEBIVOLOL: A administração concomitante de álcool, furosemida ou hidroclorotiazida não afetou a farmacocinética do nebivolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Piridoxina (Vitamina B6) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos podem interferir e reduzir os níveis de cloridrato de piridoxina (vitamina B6): - Cicloserina - Hidralazinas - Isoniazida - Desoxipiridoxina - D-penicilamina - Contracetivos orais - Álcool

Dexclorofeniramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante não recomendada com álcool: Aumento dos efeitos sedativos dos anti-histamínicos H1 com álcool. A alteração da vigília pode tornar perigosa a condução de veículos e a utilização de máquinas. Evitar o uso de bebidas alcoólicas ou medicamentos contendo álcool.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Femprocumona + Álcool

Observações: Femprocumona é metabolizado principalmente pelo CYP450 2C9 e isoenzimas 3A4 Medicamentos comumente prescritos podem potencializar ou antagonizar o efeito dos cumarínicos. Portanto, é importante a monitoração dos parâmetros da coagulação após o início ou retirada de outras drogas em pacientes em uso de anticoagulantes orais.
Interações: O efeito do álcool é variável sobre femprocumona. Alcoólatras crónicos podem experimentar redução do efeito anticoagulante, apesar deste estar aumentado na presença de doença hepática. A ingestão aguda pode aumentar o efeito anticoagulante.

Naltrexona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não existem interações conhecidas entre a naltrexona e o álcool.

Metformina + Pioglitazona + Álcool

Observações: Não existem estudos formais de interação para Metformina/Pioglitazona. Os parágrafos seguintes refletem a informação disponível acerca das substâncias ativas individualmente (pioglitazona e metformina).
Interações: METFORMINA: Existe um risco acrescido de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (particularmente em casos de jejum, má nutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina. Deverá ser evitado o consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: Aumento do efeito anti-hipertensor e do efeito do álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos: Potenciação da hipotensão ortostática.

Sumatriptano + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não há evidência de interações com o propranolol, flunarizina, pizotifeno ou álcool.

Trazodona + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Álcool: A trazodona intensifica os efeitos sedativos do álcool, pelo que deve ser evitado durante a terapêutica com trazodona.

Fenazona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não administrar a drogas potencialmente ulcerosas (corticosteróides, álcool, etc.)
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verteporfina + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação em seres humanos.
Interações: Eliminadores de radicais livres: Ainda que não exista evidência clínica, dados teóricos sugerem que os antioxidantes (por ex.: betacaroteno) ou os medicamentos que eliminam radicais livres (por ex.: dimetilsulfóxido (DMSO), formato, manitol ou álcool) possam extinguir as espécies ativadas de oxigénio geradas pela verteporfina, resultando numa diminuição da atividade da verteporfina.

Prucaloprida + Álcool

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: A prucaloprida não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da varfarina, digoxina, álcool, paroxetina ou contracetivos orais.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel) + Álcool

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Varfarina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. Os compostos que reconhecidamente diminuem os efeitos da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Acetomenaftona, álcool (ingestão crónica), aminoglutetimida, azatioprina, barbitúricos, carbamazepina, contracetivos orais, dicloroalfenazona, espironolactona, etclorvinol, fitomenadiona (vitamina K1), glutetimida, griseofulvina, mercaptopurina, primidona, rifampicina.

Insulina zinco protamina + Álcool

Observações: A insulina não afeta outros medicamentos. No entanto, é importante estar ciente de que muitos medicamentos podem afetar os níveis de glicose no sangue e pode, portanto, alterar as suas necessidades de insulina. Por esta razão, as pessoas com diabetes devem sempre procurar o conselho de seu médico ou farmacêutico antes de tomar quaisquer novos medicamentos ou interromper as já existentes.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Urapidilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O efeito anti-hipertensivo de urapidilo pode ser aumentado pela administração concomitante de bloqueadores dos recetores alfa incluindo aqueles dados em situações urológicas, vasodilatadores e outros medicamentos anti-hipertensivos, e em situações que envolvem hipovolemia (diarreia, vómitos) e álcool.

Butamirato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A associação com o álcool potencializa o efeito sedativo dos antitússicos centrais. Estas duas associações podem ter consequências importantes sobretudo nos casos de condução automóvel ou de utilização de máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O Valproato pode potenciar a actividade depressiva do S.N.C. provocada pelo álcool.

Donepezilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Indutores enzimáticos, como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina e o álcool, podem diminuir os níveis de donepezilo. Como a grandeza do efeito inibidor ou indutor é desconhecida, estas associações medicamentosas devem ser utilizadas com precaução.
 Sem significado Clínico

Tasimelteom + Álcool

Observações: A CYP1A2 e a CYP3A4 são enzimas que foram identificadas como desempenhando um papel importante no metabolismo do tasimelteom. Foi demonstrado que os medicamentos que inibem a CYP1A2 e a CYP3A4 alteram o metabolismo do tasimelteom in vivo. Não é conhecido o envolvimento de outras enzimas (por exemplo, CYP2C19) no metabolismo do tasimelteom.
Interações: Num estudo com 28 voluntários saudáveis, uma dose única de etanol (0,6 g/kg nas mulheres e 0,7 g/kg nos homens) foi administrada concomitantemente com uma dose de 20 mg de tasimelteom. Em alguns valores obtidos no teste psicomotor (intoxicação, embriaguez, estado de alerta/sonolência, teste de estabilidade em plataforma), observou-se uma tendência para efeitos mais significativos do tasimelteom associado ao etanol versus etanol isoladamente, embora os efeitos não tenham sido considerados significativos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina glargina + Álcool

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.
Interações: Os beta-bloqueadores, a clonidina, os sais de lítio ou o álcool tanto podem potenciar como atenuar o efeito hipoglicemiante da insulina.

Asenapina + Álcool

Observações: A asenapina é principalmente eliminada através de glucuronidação direta pelo UGT1A4 e metabolismo oxidativo pelas isoenzimas do citocromo P450 (predominantemente do CYP1A2). Devido às suas propriedades antagonistas α1-adrenérgicas com potencial para induzir hipotensão ortostática), Asenapina pode potenciar os efeitos de certos antihipertensores. Os estudos in vitro indicam que a asenapina é um inibidor fraco do CYP2D6.
Interações: Os doentes devem ser aconselhados a evitar a ingestão de álcool enquanto tomam Asenapina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A hipotensão postural pode ser agravada pela ingestão simultânea de álcool, barbitúricos ou anestésicos.

Riboflavina (vitamina B2) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool interfere com a absorção intestinal da riboflavina.

Cetoprofeno + Omeprazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A absorção de omeprazol não é afectada pelo álcool.

Oxibato de sódio + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso simultâneo de álcool com oxibato de sódio pode resultar na potenciação dos efeitos depressores do oxibato de sódio sobre o sistema nervoso central. Os doentes devem ser advertidos contra a ingestão de quaisquer bebidas alcoólicas, concomitantemente com o oxibato de sódio.

Sertralina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Contraindicados: Depressores do SNC e álcool: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de sertralina na dose diária de 200 mg não potenciou os efeitos do álcool, carbamazepina, haloperidol ou fenitoína, sobre o desempenho cognitivo e psicomotor; contudo, não é recomendada a administração concomitante de sertralina e álcool.

Dimenidrinato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Dimenidrinato pode causar sonolência profunda quando tomado por indivíduos sob influência de álcool, tranquilizantes e sedativos.

Metformina + Rosiglitazona + Álcool

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interações: Existe um risco acrescido de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (particularmente em casos de jejum, má nutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina. Deverá ser evitado o consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool.

Betametasona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos associados dos fármacos anti-inflamatórios não esteróides, ou do álcool, com os glucocorticóides podem causar uma ocorrência mais frequente ou uma maior gravidade de úlcera gastrointestinal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: O álcool potencia o efeito hipotensor dos inibidores da ECA.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os fármacos que induzem as enzimas microssomais hepáticas, tais como álcool, barbitúricos, inibidores da Monoaminoxidase e antidepressivos tricíclicos, podem aumentar a hepatotoxicidade do paracetamol, particularmente depois de uma sobredosagem. Não se recomenda em doentes a tomar ou que interromperam, nas duas semanas anteriores, o tratamento com inibidores da Monoaminoxidase.

Lercanidipina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: O álcool deverá ser evitado, pois poderá potenciar o efeito de fármacos antihipertensores vasodilatadores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroxizina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool também potencia os efeitos da hidroxizina.

Pramipexol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Deve-se avisar os doentes para terem cuidado caso estejam a tomar outros medicamentos sedativos ou álcool juntamente com o pramipexol, devido a possíveis efeitos secundários.

Reboxetina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A reboxetina não parece potenciar o efeito do álcool sobre as funções cognitivas em voluntários saudáveis.

Levodropropizina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de farmacologia animal demonstraram que a levodropropizina não potencia o efeito farmacológico das substâncias com atividade a nível do sistema nervoso central (ex: benzodiazepinas, álcool, fenitoína, imipramina).

Paliperidona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Tendo em conta os efeitos primários no SNC da paliperidona, Paliperidona deve ser utilizado com precaução quando combinado com outros medicamentos de ação central, como por exemplo ansiolíticos, a maioria dos antipsicóticos, hipnóticos, opiáceos, etc. ou álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amitriptilina + Perfenazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de amitriptilina com depressores do SNC como, por exemplo, o álcool, os barbitúricos, os hipnóticos ou os analgésicos opiáceos pode potenciar os efeitos depressores sobre o SNC, dando origem a depressão respiratória.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Anticoagulantes orais + Álcool

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Ver também - Álcool

Zuclopentixol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Combinações que requerem precauções de utilização: O acetato de zuclopentixol pode aumentar o efeito sedativo do álcool e o efeito dos barbitúricos e outros depressores do SNC.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fluindiona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Para ser tomado em consideração: Álcool: Possíveis variações no efeito anticoagulante: aumento dos casos de intoxicação aguda, diminuição do alcoolismo crónico (aumento do metabolismo).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Petidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode potenciar os efeitos sedativos e hipotensivos da petidina.

Ramipril + Amlodipina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Agentes anti-hipertensores (ex. diuréticos) e outras substâncias que podem diminuir a pressão sanguínea (ex. nitratos, antidepressivos tricíclicos, anestésicos, consumo agudo de álcool, baclofeno, alfuzosina, doxazosina, prazosina, tansulosina, terazosina): Deve ser antecipado o risco de potenciação da hipertensão.

Trabectedina + Álcool

Observações: Só foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Deve evitar-se o consumo de álcool durante o tratamento com trabectedina, devido à hepatotoxicidade do medicamento.

Aspartato de magnésio + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Aspartato de magnésio pode ainda interagir com o álcool, originando o aumento da excreção de magnésio, e com os seguintes medicamentos: calcitriol, bloqueadores canais de cálcio, sulfonatos de cálcio, depressores do sistema nervoso central, eltrombopag, cetolac, mefloquina, metotrimetoprim, micofenolato, agentes de bloqueio neuromuscular, suplementos de fosfatos, antibióticos (quinolonas) e trentina.

Butilescopolamina + Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Doses de paracetamol habitualmente inócuas são susceptíveis de desencadear lesões hepáticas em caso de administração simultânea de medicamentos que conduzam a indução enzimática, tais como determinados hipnóticos e Antiepiléticos (por exemplo, fenobarbital, fenitoína, glutetimida, carbamazepina), bem como a rifampicina. O mesmo se aplica a substâncias potencialmente hepatotóxicas e ao abuso do álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dimetindeno + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso concumitante de duas ou mais substâncias depressoras do Sistema Nervoso Central (SNC) poderá resultar no esperado aumento do efeito depressor do SNC. O que poderá causar efeitos indesejados e potencial perigo de vida. Estas substâncias incluem: Analgésicos opióides, anticonvulsivos, antidepressivos (tricíclicos e IMAO), antihistamínicos, antieméticos, antipsicóticos, ansiolíticos, hipnóticos e álcool.

Risperidona + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Potencial para Risperidona afetar outros medicamentos: A risperidona deve ser utilizada com precaução em associação com outras substâncias com ação central, especialmente as que incluem álcool, opiáceos, anti-histamínicos e benzodiazepinas, devido ao aumento de risco de sedação.

Guanetidina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool, barbitúricos, metotrimeprazina ou analgésicos opiáceos contribuem para os efeitos hipotensores ortostáticos aditivos.

Barnidipina + Álcool

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Num estudo de interacção específico, o álcool levou a um aumento dos níveis plasmáticos da barnidipina (40%), cujo aumento pode ser considerado clinicamente não-relevante. Como acontece com todos os agentes vasodilatadores e anti-hipertensivos, deve-se ter cuidado quando o álcool é tomado concomitantemente, pois este pode potenciar o efeito daqueles.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clortalidona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Em consequência da administração concomitante dos seguintes medicamentos podem ocorrer interações com Clortalidona: Álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos: A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos pode potencializar a hipotensão ortostática.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tramadol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Outras substâncias ativas que atuam no SNC: A utilização simultânea de Tramadol e de substâncias de ação no sistema nervoso central, incluindo o álcool, poderá potenciar os efeitos no SNC.

Dexibuprofeno + Álcool

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Precauções: Álcool: O consumo excessivo de álcool durante a terapêutica com AINEs pode aumentar os efeitos adversos gastrintestinais.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool e outras substâncias hepatotóxicas aumentam os riscos dos efeitos secundários hepáticos devido ao Paracetamol

Bromazepam + Álcool

Observações: Os fármacos que inibem certos enzimas hepáticos podem intensificar a atividade das benzodiazepinas que são metabolizadas por estes enzimas.
Interações: Pode ocorrer uma intensificação do efeito sedativo na respiração e hemodinâmica quando Bromazepam é administrado com qualquer depressor de ação central, incluindo álcool. Deve evitar-se a ingestão de álcool em doentes a tomar Bromazepam. No caso dos analgésicos narcóticos pode ocorrer a intensificação de euforia, aumentando a dependência psíquica do fármaco.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Glimepirida + Pioglitazona + Álcool

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA A ingestão de álcool pode potenciar ou enfraquecer a ação hipoglicémica da glimepirida de uma maneira imprevisível.

Melatonina + Álcool

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Interações farmacocinéticas: Observou-se que a melatonina induz o CYP3A in vitro em concentrações supraterapêuticas. Desconhece-se a relevância clínica desta observação. Caso a indução ocorra, esta pode dar origem a concentrações plasmáticas reduzidas de medicamentos administrados concomitantemente. A melatonina não induz as enzimas CYP1A in vitro a concentrações supraterapêuticas. Assim, as interações entre a melatonina e outras substâncias ativas em consequência do efeito da melatonina sobre as enzimas CYP1A não deverão ser significativas. O metabolismo da melatonina é principalmente mediado pelas enzimas CYP1A. Por este motivo, é possível que se registem interações entre a melatonina e outras substâncias ativas em consequência do seu efeito sobre as enzimas CYP1A.
Interações: Existe uma grande quantidade de informação na literatura da especialidade sobre o efeito dos agonistas/antagonistas adrenérgicos, agonistas/antagonistas opiáceos, medicamentos antidepressivos, inibidores das prostaglandinas, benzodiazepinas, triptofano e álcool sobre a secreção endógena de melatonina. Não foi estudado se estas substâncias ativas interferem ou não nos efeitos dinâmicos ou cinéticos da melatonina ou vice-versa. Interações farmacodinâmicas: Não deve ingerir-se álcool com melatonina, uma vez que reduz a eficácia de melatonina sobre o sono.

Morfina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Consumo de álcool: O álcool potencia o efeito sedativo destas substâncias. A alteração da atenção pode ser perigosa para a condução de veículos e utilização de máquinas. Deve ser evitada a ingestão de bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pseudoefedrina + Guaifenesina + Dexclorofeniramina + Álcool

Observações: A adição, in vitro, da pseudoefedrina a soros contendo o isoenzina cardíaco MB da creatinina fosfoquinase sérica, inibe progressivamente a actividade do enzima.
Interações: O uso concomitante de anti-histamínicos com álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos ou outros depressores do sistema nervoso central (SNC) pode potenciar o efeito sedativo da dexclorfeniramina.

Tetrabenazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flunarizina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer sedação excessiva quando Flunarizina é administrado simultaneamente com álcool, hipnóticos ou tranquilizantes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina-zinco amorfa, suspensão + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas quer com OLMESARTAN MEDOXOMILO quer com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante a ser tido em conta: Álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos: Pode ocorrer uma potenciação da hipotensão ortostática.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Guaifenesina + Álcool

Observações: n.d.
Interações: PARACETAMOL: O risco de hepatoxicidade do paracetamol pode ser aumentado pelo uso de medicamentos que induzem as enzimas microssomais hepáticas tais como barbitúricos, antidepressivos tricíclicos, antiepiléticos (i.e., fenitoína, fenobarbital e carbamazepina), medicamentos utilizados no tratamento da tuberculose (i.e., rifampicina e isoniazida) e pela ingestão excessiva de álcool.

Viloxazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Viloxazina tem sido usado com sucesso no tratamento da depressão em doentes alcoólicos. Não foi detectada qualquer interacção com o álcool. Contudo, os doentes devem ser informados dos riscos que correm se ingerirem álcool quando estão sob uma medicação que actue a nível do sistema nervoso central.

Feniramina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, depressores do sistema nervoso central, amantadina, outros anti-histamínicos, antimuscarínicos e outros medicamentos com ação antimuscarínica, haloperidol, fenotiazinas, procainamida, ipratrópio, medicamentos ototóxicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tri-hexifenidilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os canabinóides, barbitúricos, opiáceos e o álcool podem ter efeitos aditivos com o Tri-hexifenidilo, existindo, por isso, um risco de abuso. A utilização concomitante de Tri-hexifenidilo com o álcool ou outros depressores do SNC, pode causar um aumento dos efeitos sedativos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A toxicidade gástrica do ácido acetilsalicílico é aumentada pelo álcool. A administração simultânea de paracetamol com rifampicina (indutor enzimático a nível hepático) pode provocar ou agravar a lesão hepática, isto é podem aumentar a toxicidade induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do fármaco a metabolitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cleboprida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A cleboprida pode potenciar os efeitos sedativos do álcool, hipnóticos, ansiolíticos e narcóticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroclorotiazida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool, barbitúricos ou narcóticos: A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com substâncias que também têm um efeito de redução da pressão arterial (p. ex. através da redução da atividade simpática do sistema nervoso central ou de vasodilatação direta) podem potenciar hipotensão ortostática.

Rotigotina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Dronabinol + Canabidiol + Álcool

Observações: O delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD) são metabolizados pelo sistema enzimático do citocromo P 450 . Os efeitos inibidores deste medicamento sobre o sistema do citocromo P 450 observados in vitro e em modelos animais foram observados apenas em exposições significativamente mais elevadas do que a exposição máxima observada em ensaios clínicos. Num estudo in vitro com a substância medicamentosa de origem botânica THC a 1:1% (v/v) e com a substância medicamentosa de origem botânica CBD, não se observou indução relevante das enzimas do citocromo P 450 no que respeita às enzimas humanas CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 em hepatocitos humanos, em doses até 1 μ M (314 ng/ml). Quando este medicamento foi coadministrado com alimentos, a Cmax e a AUC médias do THC foram 1,6 e 2,8 vezes mais elevadas em comparação com o estado de jejum. Os valores correspondentes do CBD foram de 3,3 e 5,1 vezes.
Interações: Este medicamento pode interagir com o álcool afetando a coordenação, concentração e capacidade de responder rapidamente. Em geral, as bebidas alcoólicas devem ser evitadas durante a utilização, especialmente no início do tratamento ou quando se altera a dose. Os doentes devem ser advertidos de que se beberem álcool enquanto estiverem a utilizar este medicamento os efeitos aditivos sobre o SNC podem aumentar o risco de quedas e de outros acidentes.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Insulina glargina + Lixisenatido + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: Os bloqueadores beta, clonidina, sais de lítio ou álcool tanto podem potenciar como atenuar o efeito hipoglicemiante da insulina. A pentamidina pode causar hipoglicemia, que pode, em alguns casos, ser seguida de hiperglicemia. Além disso, sob a influência de medicamentos simpaticolíticos, tais como bloqueadores beta, clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais da contrarregulação adrenérgica podem estar reduzidos ou ausentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina-zinco composta, suspensão + Álcool

Observações: Sabe-se que existem alguns medicamentos que podem interagir com o metabolismo da glucose. Assim, as interações possíveis deverão ser tomadas em linha de conta pelo médico e este deverá sempre questionar os seus doentes sobre quaisquer medicamentos que estejam a tomar.
Interações: As seguintes substâncias podem reduzir as necessidades de insulina: Agentes hipoglicémicos orais (OHA), inibidores da monoaminoxidase (IMAO), bloqueadores beta não selectivos, inibidores de enzima conversora de angiotensina (IECA), salicilatos e álcool. O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Butorfanol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Depressores do sistema nervoso central (por exemplo: álcool, barbitúricos, tranquilizantes, anti-histamínicos), com os quais ocorre potencialização da depressão do SNC.

Enalapril + Lercanidipina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: MALEATO DE ENALAPRIL: Associações que necessitam de precauções de utilização: Álcool: O álcool aumenta o efeito hipotensor com os inibidores da ECA. LERCANIDIPINA: Associações que necessitam de precaução para utilização: Álcool: Deve evitar-se o consumo de álcool porque pode potenciar o efeito vasodilatador dos fármacos antihipertensores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clemastina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os anti-histamínicos potenciam os efeitos sedativos de ansiolíticos, hipnóticos, inibidores da MAO, antidepressivos tricíclicos, álcool e analgésicos opioides.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nicergolina + Álcool

Observações: Uma vez que este medicamento é metabolizado pelo CYT P450 2 D6, não pode ser excluída uma interacção com outros medicamentos que apresentem a mesma via de metabolização.
Interações: O álcool aumenta o efeito hipotensor da nicergolina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alfentanilo + Álcool

Observações: O alfentanilo é metabolizado principalmente por via da enzima 3A4 do citocromo P450.
Interações: Fármacos, tais como, barbitúricos, benzodiazepinas, neurolépticos, gases halogenados e outros depressores não selectivos do sistema nervoso central (ex.: álcool) podem potenciar a depressão respiratória dos narcóticos. Quando os doentes receberem tais medicamentos, a dose necessária de Alfentanilo será menor do que a habitual. De modo idêntico, após a administração de Alfentanilo deverá reduzir-se a dose de outros depressores do sistema nervoso central.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoprolol + Álcool

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: Durante a ingestão concomitante de álcool e metoprolol a concentração de álcool no sangue pode atingir níveis mais elevados e pode diminuir mais lentamente.

Tinidazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: A administração concomitante de tinidazol e álcool pode produzir reações semelhantes às observadas quando o álcool e o dissulfiram são administrados concomitantemente e deve ser evitada.

Zaleplom + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a toma concomitante com álcool. O efeito sedativo pode ser potenciado quando o medicamento é administrado em associação com álcool. Tal afecta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroclorotiazida + Amilorida + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O efeito antihipertensor pode ser reforçado através de outros diuréticos, através de antihipertensores, bloqueadores dos receptores-ß, nitratos, vasodilatadores, barbitúricos, fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos assim como através do álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC PFV) + Canabidiol (CBD PFV), Prep de Fármacos Vegetais, ext Cannabis sativa + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Este medicamento pode interagir com o álcool afetando a coordenação, concentração e capacidade de responder rapidamente. Em geral, as bebidas alcoólicas devem ser evitadas durante a utilização deste medicamento, especialmente no início do tratamento ou quando se altera a dose. Os doentes devem ser advertidos de que se beberem álcool enquanto estiverem a utilizar este medicamento os efeitos aditivos sobre o SNC podem aumentar o risco de quedas e de outros acidentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dissulfiram + Álcool

Observações: Inibe as enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Inibe a aldeído-desidrogenase
Interações: Ver também: - Álcool

Flunitrazepam + Álcool

Observações: Os compostos que inibem certos enzimas hepáticos (particularmente o citocromo P450) podem aumentar a actividade das benzodiazepinas.
Interações: Pode ocorrer intensificação dos efeitos sedativos, respiratórios e hemodinâmicos quando se administram concomitantemente Flunitrazepam e qualquer depressor de acção central, incluindo o álcool. Evitar o álcool em doentes a receber Flunitrazepam.

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com o metronidazol: Álcool/dissulfiram: O metronidazol tem uma reação ao álcool bem documentada e semelhante à reação com o dissulfiram (cãibras abdominais, náuseas, vómitos, cefaleia, rubores). Foram notificadas reações psicóticas em doentes alcoólicos que utilizem metronidazol e que tenham utilizado dissulfiram nas 2 semanas anteriores.

Metformina + Saxagliptina + Álcool

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Os efeitos do tabagismo, dieta, produtos à base de plantas e consumo de álcool na farmacocinética da saxagliptina não foram especificamente estudados. METFORMINA: Associações não recomendadas: Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou afeção hepática) devido à metformina. Deve evitar-se o consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nicorandilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Se o nicorandilo for utilizado concomitantemente com fármacos antihipertensores ou outros medicamentos que reduzem a pressão arterial (por exemplo, vasodilatadores, antidepressores tricíclicos, álcool), o efeito de redução da pressão arterial pode ser potenciado.

Ondansetrom + Álcool

Observações: O ondansetrom é metabolizado por várias enzimas hepáticas do citocromo P-450: CYP3A4, CYP2D6 e CYP1A2. Devido à multiplicidade de enzimas metabólicas capazes de metabolizar o ondansetrom, a inibição enzimática ou a diminuição da actividade de uma enzima (ex., deficiência genética de CYP2D6) é normalmente compensada por outras enzimas e não deve produzir alterações significativas ou apenas uma alteração mínima da depuração total ou das necessidades posológicas de ondansetrom. A utilização de ondansetrom com medicamentos que prolongam o intervalo QT pode causar um prolongamento adicional de QT.
Interações: Não há evidência de que o ondansetrom induza ou iniba o metabolismo de outros medicamentos frequentemente co-administrados com ele. Estudos específicos demonstraram que não existem interações farmacocinéticas quando o ondansetrom é administrado com álcool, temazepam, furosemida, propofol, alfentanil ou tiopental.

Budesonida + Formoterol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Além disso, a L-dopa, L-tiroxina, oxitocina e o álcool podem afetar a tolerância cardíaca aos simpaticomiméticos-β2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Valerato de estradiol + Álcool

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interacção com álcool: A ingestão aguda de álcool durante a utilização de THS pode originar elevação dos níveis de estradiol circulante.

Quetiapina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Devido aos efeitos primários da quetiapina sobre o sistema nervoso central, a Quetiapina deve ser administrado com precaução em associação com outros produtos medicinais de ação central e com o álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina-zinco cristalina, suspensão + Álcool

Observações: Sabe-se que existem alguns medicamentos que podem interagir com o metabolismo da glucose. Assim, as interações possíveis deverão ser tomadas em linha de conta pelo médico e este deverá sempre questionar os seus doentes sobre quaisquer medicamentos que estejam a tomar.
Interações: As seguintes substâncias podem reduz ir as necessidades de insulina: Agentes hipoglicémicos orais (OHA), inibidores da monoaminoxidase (IMAO), bloqueadores beta não selectivos, inibidores de enzima conversora de angiotensina (IECA), salicilatos e álcool. O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo. Fármacos que podem diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: carbamazepina e abuso crónico de álcool; ácido fólico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxicodona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os depressores do sistema nervoso central (por exemplo, sedativos, hipnóticos, fenotiazinas, neurolépticos, anestésicos, antidepressores, relaxantes musculares, antihistamínicos, antieméticos) e outros opiáceos ou álcool podem potenciar as reacções adversas da oxicodona, em particular, a depressão respiratória.

Paracetamol + Feniramina + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Álcool (devido à presença de feniramina): O efeito anti-histamínico sedativo da H1 é aumentado pelo álcool. A vigilância diminuída pode tornar perigosas a condução de veículos e utilização de máquinas. Evite bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetotifeno + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A utilização de formas farmacêuticas orais de cetotifeno pode potenciar os efeitos depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), dos anti-histamínicos e do álcool. Apesar de não terem sido observados com colírios contendo cetotifeno, a possibilidade da ocorrência destes efeitos não pode ser excluída com o uso de Cetotifeno.

Clorazepato dipotássico + Álcool

Observações: As substâncias que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450) podem intensificar a atividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica às benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação ainda que em menor grau.
Interações: Não é recomendada a ingestão concomitante de álcool. O efeito sedativo pode estar aumentado quando este medicamento é utilizado em simultâneo com o álcool. Este facto afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Melperona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O cloridrato de melperona pode aumentar o efeito sedativo do álcool, bem como dos barbitúricos e de outros depressores do SNC.

Naratriptano + Álcool

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os ensaios clínicos não revelaram interações com álcool ou alimentos.

Metformina + Sitagliptina + Álcool

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interações: Deve evitar-se o consumo de álcool e de medicamentos que contenham álcool.

Tiopental sódico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Depressores do SNC e outros (álcool), incluindo os que se usam normalmente como medicação pré-anestésica ou indutores/suplementos da anestesia. A administração simultânea destes fármacos pode aumentar os efeitos depressores sobre o SNC, os efeitos depressores respiratórios ou hipotensores dos anestésicos barbitúricos; assim, como pode prolongar a recuperação da anestesia, pode ser necessário ajustar a posologia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulinas + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O álcool pode intensificar e prolongar o efeito hipoglicémico da insulina.

Levomepromazina + Álcool

Observações: A levomepromazina e os seus metabolitos não hidroxilados inibem o citocromo P450 2D6. A administração concomitante de levomepromazina e substâncias maioritariamente metabolizadas através do sistema enzimático P450 2D6 pode conduzir a um aumento da concentração plasmática dessas substâncias.
Interações: Desaconselha-se a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento.

Cloxazolam + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendada a ingestão concomitante de álcool. O efeito sedativo pode estar aumentado quando é utilizado em simultâneo com álcool. Este facto afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Isoflurano + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: Indutores da CYP2E1: Os medicamentos e produtos que aumentam a atividade da isoenzima CYP2E1 do citocromo P450, como a isoniazida e o álcool, podem aumentar o metabolismo do isoflurano e conduzir a aumentos significativos nas concentrações plasmáticas de fluoreto. O uso concomitante de Isoflurano e isoniazida pode aumentar o risco de potenciação dos efeitos hepatotóxicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Álcool

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: A administração de Primidona pode intensificar os efeitos de outros depressores do SNC, tais como o álcool e os barbitúricos.

Amlodipina + Telmisartan + Álcool

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial do telmisartan pode ser aumentado com a utilização concomitante de outros medicamentos antihipertensores. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com a utilização de um único fármaco com ação no SRAA. Com base nas suas propriedades farmacológicas é expectável que os seguintes medicamentos possam potenciar os efeitos hipotensivos de todos os antihipertensores incluíndo o telmisartan: baclofeno, amifostina. Para além disso, a hipotensão ortostática pode ser agravada pelo álcool, barbitúricos, narcóticos ou antidepressivos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sevoflurano + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP2E1: Os medicamentos e compostos que aumentam a atividade da isoenzima CYP2E1 do citocromo P450, como a isoniazida e o álcool, podem aumentar o metabolismo do sevoflurano e levar a aumentos significativos nas concentrações plasmáticas de flúor. O uso concomitante do sevoflurano e isoniazida pode potenciar os efeitos hepatotóxicos da isoniazida.

Furazolidona + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendada a utilização de furazolidona com: - Álcool - Tiramina
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Metamizol magnésico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos do álcool e do Metamizol podem interferir entre si quando administrados em simultâneo.

Clozapina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Contraindicação de utilização concomitante: Não devem ser utilizados concomitantemente com clozapina, substâncias que se sabe terem um potencial substancial para deprimir a função da medula óssea. Antipsicóticos depot de longa duração de acção (que tenham potencial mielossupressivo) não devem ser utilizados concomitantemente com clozapina por não poderem ser removidos rapidamente, se necessário, ex. neutropénia. O álcool não deve ser usado concomitantemente com clozapina devido à possível potenciação do efeito de sedação. Álcool, IMAOs, depressores do SNC, incluindo narcóticos e benzodiazepinas: Efeitos centrais aumentados. Depressão aditiva do SNC e interferência na capacidade cognitiva e motora quando utilizado em associação com estes fármacos. É necessário cuidado se a clozapina é utilizada concomitantemente com outros agentes activos sobre o SNC. Avise os doentes dos possíveis efeitos sedativos e aconselhe-os a não conduzir ou trabalhar com máquinas.

Metotrexato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de outros fármacos com potencial nefrotóxico, mielotóxico ou hepatotóxico tais como Leflunomida, Azatioprina, Sulfalazina, Retinóides e Álcool deve ser evitado.

Buprenorfina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A buprenorfina não deverá ser tomada conjuntamente com bebidas alcoólicas ou medicamentos que contenham álcool. O álcool aumenta o efeito sedativo da buprenorfina.

Ertugliflozina + Metformina + Álcool

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Metformina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Metformina.
Interações: Metformina Utilização concomitante não recomendada Álcool A intoxicação alcoólica está associada a um risco acrescido de acidose láctica, particularmente em casos de jejum, má nutrição ou compromisso hepático.

Quinagolida + Álcool

Observações: Não foram realizados estudos de interacção e até à data não foram relatadas interações entre o Quinagolida e outros medicamentos.
Interações: Num plano teórico, pode ser esperado uma redução no efeito de abaixamento da prolactina quando são utilizados concomitantemente fármacos (por ex., agentes neurolépticos) com propriedades antagonistas dopaminérgicas potentes. Como a potência da quinagolida para os receptores 5-HT1 e 5-HT2 é cerca de 100 vezes inferior à para os receptores D2, uma interacção entre o Quinagolida e os receptores 5-HT1 é improvável. Contudo, deve ter-se cuidado aquando da utilização concomitante de medicamentos que interfiram com estes receptores. Devido aos dados disponíveis limitados relativamente ao envolvimento de enzimas no metabolismo da quinagolida, as interações farmacocinéticas potenciais são difíceis de prever. A tolerabilidade ao Quinagolida pode ser reduzida pelo álcool.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 10 de Março de 2016