Adrenalina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência no Dopping
O que é
A Adrenalina ou Epinefrina é uma hormona simpaticomimética e neurotransmissora, derivada da modificação de um aminoácido aromático (tirosina), secretado pelas glândulas supra-renais, assim chamadas por estarem acima dos rins.

Em momentos de "stress", as supra-renais secretam quantidades abundantes desta hormona que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.

Dopping: Substância proibida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Usos comuns
Adrenalina (Epinefrina) é usada para tratar certos tipos de glaucoma.
Também pode ser usado em cirurgia ocular.

Epinefrina em aerosol: Tratar falta de ar, aperto no peito, chiadeira e associada à asma, enfisema e outros problemas respiratórios.

Solução de Adrenalina: Tratar reacções alérgicas graves (por exemplo, dificuldade em respirar, erupção cutânea, urticária, comichão, sensação de aperto no peito, tonturas grave, inchaço da boca, lábios ou língua) causadas por picadas de insectos ou mordidas, alimentos, drogas, ou outros causa.

É também utilizado no olho para dilatar (alargar) da pupila durante a cirurgia ocular.

Injecção de epinefrina é usada para tratar reacções alérgicas graves (anafilaxia) a picadas de insectos ou mordidas, alimentos, medicamentos e outros alérgenos.
Tipo
Molécula pequena.
História
Os extratos da glândula adrenal foram obtidos pelo fisiologista polonês Napoleon Cybulski em 1895. Esses extratos, que ele chamou de nadnerczyna ("adrenalina"), continham adrenalina e outras catecolaminas. O oftalmologista americano William H. Bates descobriu o uso da adrenalina em cirurgias oculares antes de 20 de abril de 1896. Em 1897, John Jacob Abel (1857-1938), o pai da farmacologia moderna, encontrou uma substância natural produzida pelas glândulas supra-renais que ele chama de epinefrina. A primeira hormona a ser identificado, continua sendo um tratamento de primeira linha crucial para paradas cardíacas, reações alérgicas graves e outras condições. O químico japonês Jōkichi Takamine e seu assistente Keizo Uenaka descobriram a adrenalina independentemente em 1900. Em 1901, Takamine isolou e purificou com sucesso o hormônio das glândulas supra-renais de ovelhas e bois. A adrenalina foi sintetizada pela primeira vez em laboratório por Friedrich Stolz e Henry Drysdale Dakin, independentemente, em 1904.
Indicações
Paragem cardíaca.
Bradicardia com repercussão hemodinâmica (no contexto de manobras de ressuscitação).
Asma aguda grave;
Reacções anafilácticas ligeiras, médias ou graves.
Choque anafiláctico.
Classificação CFT

3.2.5 : Outros antiarrítmicos

5.1.1 : Agonistas adrenérgicos beta

10.3 : Simpaticomiméticos

Mecanismo De Acção
Os agentes simpaticomiméticos mimetizam as acções produzidas pela estimulação pós-ganglionar dos nervos simpáticos ou adrenérgicos, produzindo acções diferentes consoante o tipo de receptores em que exercem a sua acção.
A adrenalina é uma amina simpaticomimética produzida pela medula adrenal com acção directa sobre os receptores β-adrenérgicos e efeito menos marcado nos receptores α-adrenérgicos.
Tem actividade inotrópica e cronotrópica positiva, broncodilatadora e hiperglicemiante.
Os efeitos da adrenalina dependem também da dose administrada.
A adrenalina actua, através da ligação aos seus receptores (αe ) sobre grande quantidade de sistemas do organismo: a nível cardiovascular, brônquico, gastrointestinal, renal, uterino, ocular, sobre o sistema nervoso, o metabolismo e sobre a composição sanguínea.
Ainda que algumas destas acções não tenham aplicação terapêutica, devem ser consideradas por poderem estar relacionadas com o aparecimento de efeitos adversos.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias intravenosa, subcutânea, intramuscular ou intracardíaca.
Contra-Indicações
- Hipertiroidismo e quando existe hipertensão arterial grave
- Feocromocitoma (possível desenvolvimento de hipertensão grave)
- Doenças cardiovasculares como a doença isquémica cardíaca, arritmias ou taquicardia
- Doença vascular oclusiva tal como arteriosclerose; hipertensão ou aneurisma
- Insuficiência coronária
- Lesões orgânicas cerebrais, como arteriosclerose cerebral
- Glaucoma de ângulo fechado.

O uso de simpaticomiméticos deve ser evitado em doentes sob anestesia com ciclopropano, ou outros hidrocarbonetos halogenados (clorofórmio, tricloroetileno).
Deve utilizar-se com extrema precaução com outros anestésicos hidrocarbonetos halogenados, como o halotano.

A combinação com este medicamento pode provocar arritmias graves
A administração de adrenalina está contra-indicada durante o parto.
Durante o último mês de gravidez e no momento do parto, a adrenalina inibe o tónus uterino e as contrações.

No entanto, em situações de extrema gravidade não existem contra-indicações absolutas.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos indesejáveis resultam sobretudo da excessiva estimulação do sistema nervoso simpático.

O aparecimento e a gravidade das reacções adversas ocorre em função da via de administração, sendo as vias subcutânea e intramuscular, as vias de maior incidência de reacções, comparativamente às vias intravenosa e intracardíaca.

Frequentes (1/100, < 1/10)
– Doenças do sistema nervoso central: Os efeitos incluem ansiedade, tremores, insónia, irritabilidade, fraqueza, diminuição do apetite, estados psicóticos, náuseas e vómitos, dificuldade respiratória.

– Cardiopatias: taquicardia, palpitações, palidez, ligeira hipertensão.

Estas manifestações não são graves e desaparecem com o repouso e tranquilizacção do doente.

Pouco frequentes (1/1000, < 1/100)
Cardiopatias:
A estimulação dos receptores alfa adrenérgicos provoca vasoconstrição, resultando em hipertensão.

A vasoconstrição pode ser suficiente para produzir gangrena se for administrada nos órgãos digitais.

A subida da tensão pode originar hemorragia cerebral e edema pulmonar.

Pode também ocorrer bradicardia reflexa, mas a estimulação dos receptores beta 1 adrenérgicos a nível cardíaco pode provocar taquicardia e arritmias, dor anginosa, palpitações e paragem cardíaca; pode surgir hipotensão com tonturas e desmaio.

Pode também ocorrer dificuldade urinária, retenção urinária, dispneia, debilidade, cefaleias, alterações metabólicas, onde se incluem alteração do metabolismo glucídico, sudação e hipersalivação.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
O extravasamento de catecolaminas administradas por via parentérica pode provocar vasoconstrição local com aparecimento de necrose tecidular (gangrena) e escaras no local da injecção intravenosa.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:A utilização deste medicamento na gravidez só é aceitável se os potenciais benefícios justificarem os possíveis riscos para o feto.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Recomenda-se a suspensão do aleitamento materno ou evitar a administração deste medicamento.
Dopping
Dopping
Dopping:Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro. Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Precauções Gerais
A administração deste medicamento deve realizar-se com especial precaução em doentes com Insuficiência cerebrovascular e em doentes com cardiopatias como angina de peito ou enfarte do miocárdio, em doentes com doença pulmonar crónica e com dificuldade urinária devido a hipertrofia prostática.

O efeito hipocaliémico da Adrenalina pode ser potenciado por outros fármacos que causam perda de potássio, como corticóides, diuréticos, aminofilina ou teofilina, pelo que é conveniente realizar monitorizar periodicamente.
A hipocaliémia pode aumentar a susceptibilidade a arritmias cardíacas causadas pela digoxina e outros glicósidos cardiotónicos.

Nos doentes diabéticos deve vigiar-se a dose e tomar especial precaução quanto à possibilidade de desencadear reacções adversas, principalmente relacionadas com alterações metabólicas.

Recomenda-se precaução especial em doentes idosos por serem mais provável o desenvolvimento de efeitos adversos a este medicamento.

A administração crónica por injecção local pode originar necrose no local de injecção devido à vasoconstrição vascular.
Os pontos de injecção devem alternar-se.

Deve se evitada a injecção intramuscular deste medicamento na zona glútea, uma vez que a vasoconstrição produzida pela Adrenalina diminui a pressão de oxigénio dos tecidos, facilitando a multiplicacção dos micro-organismo anaeróbio Clostridium welchii, que pode estar presente na região glútea, podendo produzir gangrena gaseosa.

Dadas as suas propriedade vasoconstritoras, também não deve ser administrada nas regiões periféricas do organismo, como dedos das mãos e pés, lóbulo da orelha, nariz ou pénis.

Tanto a via intravenosa como intracardíaca só deverão ser utilizadas em casos de emergência extrema e em meio hospitalar.

Quando se pretende administrar a Adrenalina por via intravenosa numa dose única, dever-se-á injectar a solução lentamente; no caso de doses contínuas, a administração deverá ser feita gota a gota.

Quando a administração deste fármaco é feita por via intracardíaca, dever-se-á injectar a solução directamente no ventrículo esquerdo se o coração estiver exposto, ou através de uma punção intercostal a nível do quarto espaço, se o tórax estiver fechado.

A Adrenalina não é um substituto do plasma pelo que deve ser corrigida a deplecção do volume sanguíneo antes de se iniciar a terapêutica.

Se está indicada a administração de sangue ou plasma para aumentar o volume sanguíneo, a administração simultânea de Adrenalina poderá ser efectuada desde que administrada separadamente (por exemplo, usar um sistema em Y e administrar os frascos individuais de forma simultânea); deve-se utilizar um sistema de gotejo controlado.

Deve-se ter precaução para evitar o extravasamento da Adrenalina nos tecidos porque a acção vasoconstritora da Adrenalina pode produzir necrose local.

Os doentes a quem se administra frequentemente Adrenalina (e outros simpaticomiméticos), por exemplo doentes asmáticos, podem apresentar tolerância e consequente necessidade de aumento das doses para alcançar o mesmo efeito terapêutico, em casos avançados pode obter-se resistência ou refractoridade aos efeitos clínicos deste medicamento.

A Adrenalina é uma substância incluída na lista de substâncias proibidas no Código Mundial Antidopagem, cuja utilização se considera proibida em competição, podendo dar um resultado positivo no controlo antidopping.
Não obstante o uso de Adrenalina é permitido quando administrada em associação com anestésicos locais, ou em preparações de uso local, como por exemplo, por via nasal ou oftalmológica.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Resposta à overdose
Procurar atendimento Médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.

No caso de sobredosagem podem surgir elevações bruscas da tensão arterial e taquicardia, que pode ocorrer após uma primeira fase de bradicardia transitória.

Também podem aparecer arritmias potencialmente fatais. A duração das reacções adversas da adrenalina é breve devido à rápida inactivação da mesma no organismo, pelo que o tratamento destas reacções adversas é de suporte. A administração de um bloqueador-alfa de acção rápida, como fentolamina, seguido de um bloqueador, como propranolol, demonstrou contrariar os efeitos pressores e arritmogénicos da Adrenalina.

Se ocorrer um incremento brusco da pressão arterial, pode administrar-se vasodilatadores, como por exemplo nitritos. O ataque anginoso trata-se com trinitrina por via sublingual, no entanto, em caso de fibrilhacção ventricular deve utilizar-se o desfibrilhador eléctrico.
Terapêutica Interrompida
Não aplicável.
Cuidados no Armazenamento
Adrenalina é armazenada em meio hospitalar.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Adrenalina Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por antidepressivos tricíclicos. - Antidepressores (Tricíclicos)
Usar com precaução

Adrenalina Venlafaxina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por antidepressivos mistos noradrenérgicos-serotoninérgicos como a venlafaxina. - Venlafaxina
Usar com precaução

Adrenalina Sibutramina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por antidepressivos mistos noradrenérgicos-serotoninérgicos como a sibutramina. - Sibutramina
Usar com precaução

Adrenalina Milnaciprano

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por antidepressivos mistos noradrenérgicos-serotoninérgicos como o milnacipran. - Milnaciprano
Usar com precaução

Adrenalina Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por inibidores da monoaminoxidase (elevação súbita da pressão sanguínea e possível arritmia cardíaca). - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Usar com precaução

Adrenalina Inibidores da COMT

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por agentes bloqueadores da COMT. - Inibidores da COMT
Usar com precaução

Adrenalina Hormonas da tiróide

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por hormonas da tiróide. - Hormonas da tiróide
Usar com precaução

Adrenalina Teofilina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por teofilina. - Teofilina
Usar com precaução

Adrenalina Oxitocina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por oxitocina. - Oxitocina
Usar com precaução

Adrenalina Parassimpaticolíticos

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por parassimpaticolíticos. - Parassimpaticolíticos
Usar com precaução

Adrenalina Anti-histamínicos

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por alguns anti-histamínicos (difenidramina, clorofeniramina). - Anti-histamínicos
Usar com precaução

Adrenalina Levodopa

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por levodopa. - Levodopa
Usar com precaução

Adrenalina Álcool

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da adrenalina (epinefrina) podem ser potenciados por álcool. - Álcool
Usar com precaução

Adrenalina Bloqueadores Beta não selectivos

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer hipertensão grave e bradicardia quando a adrenalina (epinefrina) é administrada com fármacos bloqueadores beta não-seletivos. - Bloqueadores Beta não selectivos
Usar com precaução

Adrenalina Simpaticomiméticos

Observações: n.d.
Interacções: A terapêutica concomitante com simpaticomiméticos pode potenciar os efeitos da adrenalina (epinefrina). - Simpaticomiméticos
Usar com precaução

Adrenalina Glicósideos digitálicos

Observações: n.d.
Interacções: Utilizar Adrenalina com precaução em doentes tratados com medicamentos que podem sensibilizar o coração a arritmias, p.e. digitálicos. - Glicósideos digitálicos
Usar com precaução

Adrenalina Quinidina

Observações: n.d.
Interacções: Utilizar Adrenalina com precaução em doentes tratados com medicamentos que podem sensibilizar o coração a arritmias, p.e. quinidina. - Quinidina
Usar com precaução

Adrenalina Anestésicos halogenados

Observações: n.d.
Interacções: Utilizar Adrenalina com precaução em doentes tratados com medicamentos que podem sensibilizar o coração a arritmias, p.e. anestésicos halogenados. - Anestésicos halogenados
Usar com precaução

Adrenalina Outros medicamentos

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos hipertensores da adrenalina (epinefrina) podem ser revertidos pela administração de vasodilatadores de acção rápida ou fármacos bloqueadores alfa adrenérgicos. Os efeitos antianafiláticos podem ser antagonizados por agentes bloqueadores beta, especialmente bloqueadores beta não-selectivos. - Outros medicamentos
Usar com precaução

Adrenalina Insulinas

Observações: n.d.
Interacções: A adrenalina (epinefrina) inibe a secreção de insulina, pelo que os doentes diabéticos podem necessitar de ajuste da sua terapêutica com insulina. - Insulinas
Usar com precaução

Adrenalina Hipoglicemiantes

Observações: n.d.
Interacções: A adrenalina (epinefrina) inibe a secreção de insulina, pelo que os doentes diabéticos podem necessitar de ajuste da sua terapêutica com hipoglicemiantes. - Hipoglicemiantes
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Adrenalina
Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

A utilização deste medicamento na gravidez só é aceitável se os potenciais benefícios justificarem os possíveis riscos para o feto.

Recomenda-se a suspensão do aleitamento materno ou evitar a administração deste medicamento.

A Adrenalina é uma substância incluída na lista de substâncias proibidas no Código Mundial Antidopagem, cuja utilização se considera proibida em competição, podendo dar um resultado positivo no controlo antidopping.

Dopping: Substância proibida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 05 de Fevereiro de 2026