Adrenalina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência no Dopping Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Adrenalina ou Epinefrina é uma hormona simpaticomimética e neurotransmissora, derivada da modificação de um aminoácido aromático (tirosina), secretado pelas glândulas suprarrenais, assim chamadas por estarem acima dos rins.

Em momentos de "stress", as suprarrenais secretam quantidades abundantes desta hormona que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Usos comuns
Adrenalina (Epinefrina) é usada para tratar certos tipos de glaucoma.

Também pode ser usado em cirurgia ocular.

Epinefrina em aerosol: Tratar falta de ar, aperto no peito, chiadeira e associada à asma, enfisema e outros problemas respiratórios.

Solução de Adrenalina: Tratar reações alérgicas graves (por exemplo, dificuldade em respirar, erupção cutânea, urticária, comichão, sensação de aperto no peito, tonturas grave, inchaço da boca, lábios ou língua) causadas por picadas de insetos ou mordidas, alimentos, drogas, ou outros causa.

É também utilizado no olho para dilatar (alargar) da pupila durante a cirurgia ocular.

Injeção de epinefrina é usada para tratar reações alérgicas graves (anafilaxia) a picadas de insetos ou mordidas, alimentos, medicamentos e outros alérgenos.

Ele também pode ser usado para outras condições, tal como determinado pelo médico.

Epinefrina está disponível apenas com prescrição médica.
Tipo
Molécula pequena.
História
Os extratos de glândula suprarrenal foram obtidas pela primeira vez pelo fisiologista polonês Napoleão Cybulski em 1895.

Esses extratos, que ele designou por nadnerczyna, continham adrenalina e outras catecolaminas.

O químico japonês Jokichi Takamine e o seu assistente Keizo Uenaka descobriram de forma independente adrenalina, em 1900.

Em 1901, Takamine isolou com sucesso e purificou a hormona das glândulas supra-renais de ovelhas e bois.

A adrenalina foi sintetizada pela primeira vez em laboratório por Friedrich Stolz e Henry Drysdale Dakin, independentemente, em 1904.
Indicações
Paragem cardíaca.

Bradicardia com repercussão hemodinâmica (no contexto de manobras de ressuscitação).

Asma aguda grave;
Reações anafiláticas ligeiras, médias ou graves.

Choque anafilático.
Classificação CFT
03.02.05     Outros antiarrítmicos 05.01.01     Agonistas adrenérgicos beta 10.03     Simpaticomiméticos
Mecanismo De Ação
Os agentes simpaticomiméticos mimetizam as acções produzidas pela estimulação pós-ganglionar dos nervos simpáticos ou adrenérgicos, produzindo ações diferentes consoante o tipo de recetores em que exercem a sua ação.

A adrenalina é uma amina simpaticomimética produzida pela medula adrenal com ação direta sobre os recetores β-adrenérgicos e efeito menos marcado nos recetores α-adrenérgicos.

Tem atividade inotrópica e cronotrópica positiva, broncodilatadora e hiperglicemiante.

Os efeitos da adrenalina dependem também da dose administrada.

A adrenalina atua, através da ligação aos seus recetores (αe ) sobre grande quantidade de sistemas do organismo: a nível cardiovascular, brônquico, gastrointestinal, renal, uterino, ocular, sobre o sistema nervoso, o metabolismo e sobre a composição sanguínea.

Ainda que algumas destas ações não tenham aplicação terapêutica, devem ser consideradas por poderem estar relacionadas com o aparecimento de efeitos adversos.
Posologia Orientativa
Adultos - Via IM ou SC: Anafilaxia aguda: 0,3 ml, de solução 1:1.000 ou 1 mg/ml, a repetir cada 10 minutos até melhoria, de acordo com a pressão arterial, o pulso e a função respiratória.

Na eventual necessidade de recurso à via IV diluir a solução 1:1000 para 1:10.000 e injetar 1 ml da solução diluída por minuto até obtenção de resposta.

Crianças - Via IM ou SC: Anafilaxia aguda: solução 1:1.000 ou 1 mg/ml: < 1 ano: 0,05 ml; 6 meses a 6 anos: 0,12 ml; 6-12 anos: 0,25 ml; adolescentes: 0,3 ml.

Às crianças de qualquer idade com baixo peso dever-se-á administrar metade das doses indicadas.

Se o choque progride, a via IV, em injeção muito lenta e com dose de diluição a 1:10 da solução milesimal, tornar-se-á necessária, por impossibilidade de absorção por outra via, devendo suspender-se logo que se obtenha melhoria.
Administração
Vias intravenosa, subcutânea, intramuscular ou intracardíaca.
Contraindicações
- Hipertiroidismo e quando existe hipertensão arterial grave
- Feocromocitoma (possível desenvolvimento de hipertensão grave)
- Doenças cardiovasculares como a doença isquémica cardíaca, arritmias ou taquicardia
- Doença vascular oclusiva tal como arteriosclerose; hipertensão ou aneurisma
- Insuficiência coronária
- Lesões orgânicas cerebrais, como arteriosclerose cerebral
- Glaucoma de ângulo fechado.

O uso de simpaticomiméticos deve ser evitado em doentes sob anestesia com ciclopropano, ou outros hidrocarbonetos halogenados (clorofórmio, tricloroetileno).
Deve utilizar-se com extrema precaução com outros anestésicos hidrocarbonetos halogenados, como o halotano.

A combinação com este medicamento pode provocar arritmias graves
A administração de adrenalina está contra-indicada durante o parto.
Durante o último mês de gravidez e no momento do parto, a adrenalina inibe o tónus uterino e as contracções.

No entanto, em situações de extrema gravidade não existem contra-indicações absolutas.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos indesejáveis resultam sobretudo da excessiva estimulação do sistema nervoso simpático.

O aparecimento e a gravidade das reações adversas ocorre em função da via de administração, sendo as vias subcutânea e intramuscular, as vias de maior incidência de reações, comparativamente às vias intravenosa e intracardíaca.

Frequentes (1/100, < 1/10)
– Doenças do sistema nervoso central: Os efeitos incluem ansiedade, tremores, insónia, irritabilidade, fraqueza, diminuição do apetite, estados psicóticos, náuseas e vómitos, dificuldade respiratória.

– Cardiopatias: taquicardia, palpitações, palidez, ligeira hipertensão.

Estas manifestações não são graves e desaparecem com o repouso e tranquilização do doente.

Pouco frequentes (1/1000, < 1/100)
Cardiopatias:
A estimulação dos recetores alfa adrenérgicos provoca vasoconstrição, resultando em hipertensão.

A vasoconstrição pode ser suficiente para produzir gangrena se for administrada nos órgãos digitais.

A subida da tensão pode originar hemorragia cerebral e edema pulmonar.

Pode também ocorrer bradicardia reflexa, mas a estimulação dos recetores beta 1 adrenérgicos a nível cardíaco pode provocar taquicardia e arritmias, dor anginosa, palpitações e paragem cardíaca; pode surgir hipotensão com tonturas e desmaio.

Pode também ocorrer dificuldade urinária, retenção urinária, dispneia, debilidade, cefaleias, alterações metabólicas, onde se incluem alteração do metabolismo glucídico, sudação e hipersalivação.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
O extravasamento de catecolaminas administradas por via parentérica pode provocar vasoconstrição local com aparecimento de necrose tecidular (gangrena) e escaras no local da injeção intravenosa.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não foram referidas malformações graves, mas as doses elevadas podem provocar anoxia fetal. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Recomenda-se a suspensão do aleitamento materno ou evitar a administração deste medicamento.
Dopping
Dopping:Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro. Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Precauções Gerais
A administração deste medicamento deve realizar-se com especial precaução em doentes com Insuficiência cerebrovascular e em doentes com cardiopatias como angina de peito ou enfarte do miocárdio, em doentes com doença pulmonar crónica e com dificuldade urinária devido a hipertrofia prostática.

O efeito hipocaliémico da Adrenalina pode ser potenciado por outros fármacos que causam perda de potássio, como corticoides, diuréticos, aminofilina ou teofilina, pelo que é conveniente realizar monitorizar periodicamente.
A hipocaliémia pode aumentar a suscetibilidade a arritmias cardíacas causadas pela digoxina e outros glicósidos cardiotónicos.

Nos doentes diabéticos deve vigiar-se a dose e tomar especial precaução quanto à possibilidade de desencadear reações adversas, principalmente relacionadas com alterações metabólicas.

Recomenda-se precaução especial em doentes idosos por serem mais provável o desenvolvimento de efeitos adversos a este medicamento.

A administração crónica por injeção local pode originar necrose no local de injeção devido à vasoconstrição vascular.
Os pontos de injeção devem alternar-se.

Deve se evitada a injeção intramuscular deste medicamento na zona glútea, uma vez que a vasoconstrição produzida pela Adrenalina diminui a pressão de oxigénio dos tecidos, facilitando a multiplicação dos microorganismo anaeróbio Clostridium welchii, que pode estar presente na região glútea, podendo produzir gangrena gaseosa.

Dadas as suas propriedade vasoconstritoras, também não deve ser administrada nas regiões periféricas do organismo, como dedos das mãos e pés, lóbulo da orelha, nariz ou pénis.

Tanto a via intravenosa como intracardíaca só deverão ser utilizadas em casos de emergência extrema e em meio hospitalar.

Quando se pretende administrar a Adrenalina por via intravenosa numa dose única, dever-se-á injectar a solução lentamente; no caso de doses contínuas, a administração deverá ser feita gota a gota.

Quando a administração deste fármaco é feita por via intracardíaca, dever-se-á injectar a solução directamente no ventrículo esquerdo se o coração estiver exposto, ou através de uma punção intercostal a nível do quarto espaço, se o tórax estiver fechado.

A Adrenalina não é um substituto do plasma pelo que deve ser corrigida a depleção do volume sanguíneo antes de se iniciar a terapêutica.

Se está indicada a administração de sangue ou plasma para aumentar o volume sanguíneo, a administração simultânea de Adrenalina poderá ser efectuada desde que administrada separadamente (por exemplo, usar um sistema em Y e administrar os frascos individuais de forma simultânea); deve-se utilizar um sistema de gotejo controlado.

Deve-se ter precaução para evitar o extravasamento da Adrenalina nos tecidos porque a ação vasoconstritora da Adrenalina pode produzir necrose local.

Os doentes a quem se administra frequentemente Adrenalina (e outros simpaticomiméticos), por exemplo doentes asmáticos, podem apresentar tolerância e consequente necessidade de aumento das doses para alcançar o mesmo efeito terapêutico, em casos avançados pode obter-se resistência ou refractoridade aos efeitos clínicos deste medicamento.

A Adrenalina é uma substância incluída na lista de substâncias proibidas no Código Mundial Antidopagem, cuja utilização se considera proibida em competição, podendo dar um resultado positivo no controlo antidoping.
Não obstante o uso de Adrenalina é permitido quando administrada em associação com anestésicos locais, ou em preparações de uso local, como por exemplo, por via nasal ou oftalmológica.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Terapêutica Interrompida
Não aplicável.
Cuidados no Armazenamento
Não são necessárias precauções especiais de conservação.

Conservar na embalagem original.

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Tolcapona + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Não foi avaliado o efeito da tolcapona na farmacocinética de outros fármacos metabolizados pela COMT, tais como a metildopa, dobutamina, apomorfina, adrenalina e isoprenalina. O médico prescritor deve estar vigilante quanto a reacções adversas causados pelo suposto aumento dos níveis plasmáticos destes fármacos quando se combinam com Tolcapona.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Rosiglitazona + Adrenalina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA: Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, deverão ser mencionadas as seguintes interações. Diminuição do efeito de redução de glucose no sangue, pelo que poderão ocorrer casos de níveis aumentados de glucose no sangue quando um dos seguintes fármacos é administrado, por exemplo: Estrogénios e progestagénios, saluréticos, diuréticos tiazídicos, agentes estimuladores da tiróide, glucocorticóides, derivados da fenotiazina, clorpromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados do ácido nicotínico, laxantes (utilização a longo prazo), fenitoína, diazóxido, glucagina, barbitúricos e rifampicina, acetozolamida.

Ramipril + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: Precauções de utilização: Simpaticomiméticos vasopressores e outras substâncias (epinefrina) que podem reduzir o efeito antihipertensor do ramipril: Recomenda-se a monitorização da pressão sanguínea.

Efedrina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem cuidados na utilização: Corticosteroides: A efedrina mostrou aumentar a depuração da dexametasona.

Loxapina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem a loxapina: Adrenalina: A coadministração de loxapina e adrenalina pode causar um agravamento da hipotensão.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clomipramina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a farmacodinâmica: Fármacos simpaticomiméticos: Clomipramina pode potenciar os efeitos cardiovasculares da adrenalina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina e fenilefedrina (por exemplo, anestésicos locais).

Adrenalina + Halotano

Observações: N.D.
Interações: Anestésicos gerais como clorofórmio, halotano e ciclopropano: Estes anestésicos podem sensibilizar o tecido miocárdico. Este aumento na irritabilidade cardíaca pode resultar no aparecimento de arritmias ventriculares, taquicardia e fibrilhação ventricular. De um modo geral, sempre que é necessário administrar um fármaco vasopressor a um doente submetido a anestesia geral com anestésicos halogenados, deve optar-se por um que tenha um efeito estimulante cardíaco mínimo, como é o caso da metoxamina ou da fenilefrina.

Bisoprolol + Perindopril + Adrenalina

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais Relacionada com o bisoprolol e o perindopril: Simpaticomiméticos: Beta-simpaticomiméticos (ex: isoprenalina, dobutamina): a combinação com o bisoprolol pode reduzir o efeito de ambos os medicamentos. Simpaticomiméticos que ativam ambos os alfa e beta-adrenorecetores (ex: norepinefrina, epinefrina): a combinação com o bisoprolol pode mascarar os efeitos vasoconstritores, mediados pelos recetores alfa-adrenérgicos destes medicamentos, levando a um aumento da pressão sanguínea e ao exacerbar da claudicação intermitente. Tais interações são consideradas mais prováveis com beta-bloqueadores não seletivos. Os simpaticomiméticos podem reduzir os efeitos anti-hipertensivos dos IECAs.

Adrenalina + Anestésicos gerais

Observações: N.D.
Interações: Anestésicos gerais como clorofórmio, halotano e ciclopropano: Estes anestésicos podem sensibilizar o tecido miocárdico. Este aumento na irritabilidade cardíaca pode resultar no aparecimento de arritmias ventriculares, taquicardia e fibrilhação ventricular. De um modo geral, sempre que é necessário administrar um fármaco vasopressor a um doente submetido a anestesia geral com anestésicos halogenados, deve optar-se por um que tenha um efeito estimulante cardíaco mínimo, como é o caso da metoxamina ou da fenilefrina.

Adrenalina + Clorofórmio

Observações: N.D.
Interações: Anestésicos gerais como clorofórmio, halotano e ciclopropano: Estes anestésicos podem sensibilizar o tecido miocárdico. Este aumento na irritabilidade cardíaca pode resultar no aparecimento de arritmias ventriculares, taquicardia e fibrilhação ventricular. De um modo geral, sempre que é necessário administrar um fármaco vasopressor a um doente submetido a anestesia geral com anestésicos halogenados, deve optar-se por um que tenha um efeito estimulante cardíaco mínimo, como é o caso da metoxamina ou da fenilefrina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Atenolol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de agentes simpaticomiméticos (ex. adrenalina) pode contrariar o efeito dos bloqueadores-beta.

Adrenalina + Ciclopropano

Observações: N.D.
Interações: Anestésicos gerais como clorofórmio, halotano e ciclopropano: Estes anestésicos podem sensibilizar o tecido miocárdico. Este aumento na irritabilidade cardíaca pode resultar no aparecimento de arritmias ventriculares, taquicardia e fibrilhação ventricular. De um modo geral, sempre que é necessário administrar um fármaco vasopressor a um doente submetido a anestesia geral com anestésicos halogenados, deve optar-se por um que tenha um efeito estimulante cardíaco mínimo, como é o caso da metoxamina ou da fenilefrina.

Xénon + Adrenalina

Observações: Em muitos casos não há razão para a suspensão do tratamento com outros produtos medicinais necessários, em favor da anestesia geral com xénon. É suficiente informar o anestesista.
Interações: Simpaticomiméticos alfa e beta (ex. adrenalina - administrada por via subcutânea ou por injeções gengivais para alcançar um efeito local hemostático - e noradrenalina), simpaticomiméticos beta (orciprenalina): Os estudos clínicos com xénon não revelaram nenhuma evidência de aumento de incidência de arritmias ventriculares após administração por via subcutânea de 0.25 mg de adrenalina (50 ml diluídos de 1:200000).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Glicosídeos cardiotónicos (cardíacos)

Observações: N.D.
Interações: Cardiotónicos: A administração conjunta de adrenalina com Glicosídeos digitálicos aumenta a possibilidade de desenvolvimento de arritmias ventriculares por soma de acções. Por outro lado, a adrenalina apresenta um efeito hipocaliémico que pode aumentar a susceptibilidade a arritmias cardíacas causadas por digoxina e outros glucósidos cardiotónicos.

Maprotilina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Maprotilina pode potenciar os efeitos cardiovasculares dos agentes simpaticomiméticos tais como a adrenalina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina e fenilefrina, bem como gotas nasais e anestésicos locais (por exemplo, aqueles usados pelos dentistas). Nestes casos, torna-se necessário proceder à supervisão cuidadosa (pressão arterial, frequência cardíaca) e ao ajustamento cuidadoso da posologia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Cardiotónicos: A administração conjunta de adrenalina com Glicosídeos digitálicos aumenta a possibilidade de desenvolvimento de arritmias ventriculares por soma de acções. Por outro lado, a adrenalina apresenta um efeito hipocaliémico que pode aumentar a susceptibilidade a arritmias cardíacas causadas por digoxina e outros glucósidos cardiotónicos.

Adrenalina + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que produzem perda de potássio incluindo corticosteroides, diuréticos que diminuem o potássio, aminofilina ou teofilina: Existe uma potenciação do efeito hipocaliémico de adrenalina pelo que se recomenda que a monitorização das concentrações plasmáticas de potássio dos doentes.

Latanoprost + Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa específicos com Latanoprost + Timolol. Têm sido notificadas elevações paradoxais da pressão intraocular após a administração oftálmica concomitante de dois análogos de prostaglandinas. Como tal, não está recomendada a utilização de duas ou mais prostaglandinas, análogos de prostaglandinas ou derivados de prostaglandinas. O efeito na pressão intraocular ou os efeitos conhecidos do bloqueio beta sistémico podem ser potenciados quando o Latanoprost + Timolol é administrado a doentes que já estão a receber um bloqueante beta-adrenérgico oral e a utilização de dois ou mais agentes bloqueantes beta-adrenérgicos tópicos não está recomendada. Tem sido ocasionalmente notificada midríase, quando o timolol é administrado com epinefrina. Existe um potencial para efeitos aditivos resultando em hipotensão e/ou bradicardia acentuada quando são administrados colírios contendo timolol concomitantemente com bloqueadores dos canais de cálcio orais, guanetidina ou fármacos beta-bloqueantes, antiarrítmicos, glicosídeos digitálicos ou parassimpaticomiméticos. As reacções de hipertensão devido à interrupção repentina de clonidina podem ser potenciadas quando se administram beta-bloqueantes. Os beta-bloqueantes podem aumentar o efeito hipoglicemiante dos fármacos antidiabéticos. Os beta-bloqueantes podem mascarar os sinais e sintomas da hipoglicémia.
Interações: Tem sido ocasionalmente notificada midríase, quando o timolol é administrado com epinefrina.

Adrenalina + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que produzem perda de potássio incluindo corticosteroides, diuréticos que diminuem o potássio, aminofilina ou teofilina: Existe uma potenciação do efeito hipocaliémico de adrenalina pelo que se recomenda que a monitorização das concentrações plasmáticas de potássio dos doentes.

Adrenalina + Aminofilina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que produzem perda de potássio incluindo corticosteroides, diuréticos que diminuem o potássio, aminofilina ou teofilina: Existe uma potenciação do efeito hipocaliémico de adrenalina pelo que se recomenda que a monitorização das concentrações plasmáticas de potássio dos doentes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dosulepina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A Dosulepina pode potenciar a acção dos depressores do SNC, da adrenalina e noradrenalina.

Adrenalina + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que produzem perda de potássio incluindo corticosteroides, diuréticos que diminuem o potássio, aminofilina ou teofilina: Existe uma potenciação do efeito hipocaliémico de adrenalina pelo que se recomenda que a monitorização das concentrações plasmáticas de potássio dos doentes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos: Os antidepressivos tricíclicos, como a imipramina, bloqueiam a recaptação da adrenalina nos neurónios adrenérgicos, aumentando a sensibilidade às catecolaminas circulantes, com resposta pressora intensa.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Imipramina

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos: Os antidepressivos tricíclicos, como a imipramina, bloqueiam a recaptação da adrenalina nos neurónios adrenérgicos, aumentando a sensibilidade às catecolaminas circulantes, com resposta pressora intensa.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Inibidores da COMT

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da catecol-o-metiltransferase (COMT): A adrenalina é metabolizada numa proporção importante através da intervenção da enzima catecol-o-metiltransferase ou COMT. A associação de adrenalina e de um inibidor da COMT pode potenciar os efeitos cronotrópicos e arritmogénicos da adrenalina.

Adrenalina + Guanetidina

Observações: N.D.
Interações: Guanetidina: A combinação de guanetidina e adrenalina pode produzir uma reacção hipertensiva grave. Se possível, deve ser evitado a sua administração conjunta. No entanto, em caso de utilização concomitante, a pressão arterial deverá ser monitorizada.

Adrenalina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da monoaminoxidase (IMAO): A enzima MAO metaboliza a adrenalina, inactivando-a. Os inibidores da MAO (IMAO) não potenciam marcadamente os efeitos da adrenalina, no entanto não é aconselhável administrar concomitantemente inibidores da monoaminoxidase e adrenalina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Adrenalina + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores α e β: As interações de simpaticomiméticos com bloqueadores α e β podem ser de natureza complexa. Doentes sob terapêutica concomitante com bloqueadores β não selectivos, como o propranolol, sofrem um aumento da pressão sanguínea resultante de vasoconstrição mediada por receptores α, seguida de bradicardia reflexa, e ocasionalmente arritmias. Os efeitos broncodilatadores da adrenalina são também inibidos. Inversamente, os bloqueadores β cardioselectivos, como o metoprolol, que actuam preferencialmente nos receptores β1, não inibem a acção vasodilatadora da adrenalina mediada pelos receptores β2, pelo que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca sofrem apenas pequenas variações. Doses baixas de bloqueadores beta cardioselectivos não parecem produzir alteração na broncodilatação provocada pela adrenalina, embora o efeito de doses elevadas seja mal conhecido. O propranolol tem demonstrado inibição do efeito vasopressor e broncodilatador da adrenalina quando administrada em caso de anafilaxia, pelo que doentes com terapêutica com bloqueadores beta não cardioselectivos podem ser relativamente refractários à adrenalina administrada nesta situação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nortriptilina + Adrenalina

Observações: N.d.
Interações: Os efeitos dos agentes simpaticomiméticos de acção directa como a adrenalina, a noradrenalina, e a isoprenalina, são acentuados.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Adrenalina + Bloqueadores adrenérgicos alfa

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores α e β: As interações de simpaticomiméticos com bloqueadores α e β podem ser de natureza complexa. Doentes sob terapêutica concomitante com bloqueadores β não selectivos, como o propranolol, sofrem um aumento da pressão sanguínea resultante de vasoconstrição mediada por receptores α, seguida de bradicardia reflexa, e ocasionalmente arritmias. Os efeitos broncodilatadores da adrenalina são também inibidos. Inversamente, os bloqueadores β cardioselectivos, como o metoprolol, que actuam preferencialmente nos receptores β1, não inibem a acção vasodilatadora da adrenalina mediada pelos receptores β2, pelo que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca sofrem apenas pequenas variações. Doses baixas de bloqueadores beta cardioselectivos não parecem produzir alteração na broncodilatação provocada pela adrenalina, embora o efeito de doses elevadas seja mal conhecido. O propranolol tem demonstrado inibição do efeito vasopressor e broncodilatador da adrenalina quando administrada em caso de anafilaxia, pelo que doentes com terapêutica com bloqueadores beta não cardioselectivos podem ser relativamente refractários à adrenalina administrada nesta situação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Atenolol + Clorotalidona + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Devidas ao ATENOLOL: O uso concomitante de agentes simpaticomiméticos (ex. adrenalina) pode contrariar o efeito dos bloqueadores beta-adrenérgicos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Adrenalina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores α e β: As interações de simpaticomiméticos com bloqueadores α e β podem ser de natureza complexa. Doentes sob terapêutica concomitante com bloqueadores β não selectivos, como o propranolol, sofrem um aumento da pressão sanguínea resultante de vasoconstrição mediada por receptores α, seguida de bradicardia reflexa, e ocasionalmente arritmias. Os efeitos broncodilatadores da adrenalina são também inibidos. Inversamente, os bloqueadores β cardioselectivos, como o metoprolol, que actuam preferencialmente nos receptores β1, não inibem a acção vasodilatadora da adrenalina mediada pelos receptores β2, pelo que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca sofrem apenas pequenas variações. Doses baixas de bloqueadores beta cardioselectivos não parecem produzir alteração na broncodilatação provocada pela adrenalina, embora o efeito de doses elevadas seja mal conhecido. O propranolol tem demonstrado inibição do efeito vasopressor e broncodilatador da adrenalina quando administrada em caso de anafilaxia, pelo que doentes com terapêutica com bloqueadores beta não cardioselectivos podem ser relativamente refractários à adrenalina administrada nesta situação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Adrenalina + Metoprolol

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores α e β: As interações de simpaticomiméticos com bloqueadores α e β podem ser de natureza complexa. Doentes sob terapêutica concomitante com bloqueadores β não selectivos, como o propranolol, sofrem um aumento da pressão sanguínea resultante de vasoconstrição mediada por receptores α, seguida de bradicardia reflexa, e ocasionalmente arritmias. Os efeitos broncodilatadores da adrenalina são também inibidos. Inversamente, os bloqueadores β cardioselectivos, como o metoprolol, que actuam preferencialmente nos receptores β1, não inibem a acção vasodilatadora da adrenalina mediada pelos receptores β2, pelo que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca sofrem apenas pequenas variações. Doses baixas de bloqueadores beta cardioselectivos não parecem produzir alteração na broncodilatação provocada pela adrenalina, embora o efeito de doses elevadas seja mal conhecido. O propranolol tem demonstrado inibição do efeito vasopressor e broncodilatador da adrenalina quando administrada em caso de anafilaxia, pelo que doentes com terapêutica com bloqueadores beta não cardioselectivos podem ser relativamente refractários à adrenalina administrada nesta situação.

Adrenalina + Hipoglicemiantes

Observações: N.D.
Interações: Hipoglicemiantes: A adrenalina antagoniza o efeito, produzindo hiperglicemia, pelo que são requeridas doses superiores de insulina ou de hipoglicemiantes sintéticos.

Adrenalina + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: Alterações dos resultados de exames laboratoriais: Deve ter-se em consideração que a adrenalina pode alterar os valores das seguintes determinações analíticas séricas: aumento de glucose, falso aumento dos valores de bilirrubina, aumento do colesterol, aumento do ácido láctico (sob a forma de lactato) e do ácido úrico (urato) – possivelmente por vasoconstrição eferente a nível renal – e redução de insulina. Ainda que os aumentos na concentração de ácido láctico sejam geralmente pequenos, sobredosagens de adrenalina podem estar associadas a acidose láctica. Por outro lado, a adrenalina é metabolizada, aproximadamente 40%, em ácido vanilmandélico, pelo que por administração de adrenalina aumenta a excreção urinária de ácido vanilmandélico. Após administração de adrenalina, a determinação de catecolaminas na urina também será alterada.

Carteolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Ocasionalmente foram notificados casos de midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos com adrenalina (epinefrina).

Levotiroxina sódica + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: Agentes simpaticomiméticos: Os efeitos de agentes simpaticomiméticos (por exemplo, adrenalina) são melhorados.

Flufenazina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Epinefrina e outros simpaticomiméticos: As fenotiazinas podem antagonizar a ação da adrenalina e de outros simpaticomiméticos e podem causar hipotensão grave.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Terazosina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A terazosina pode diminuir a tensão arterial e as reações vasculares à dopamina, efedrina, epinefrina, metaraminol, metoxamina e fenilefrina.

Levobunolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o levobunolol.
Interações: Apesar de o levobunolol ter pouco efeito no tamanho pupila, ocasionalmente foram notificados casos de midríase resultantes do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos com agentes midriáticos como a adrenalina (epinefrina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana + Insulina isofânica + Adrenalina

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.
Interações: As substâncias que podem reduzir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestogénios (p.ex: contracetivos orais), derivados das fenotiazinas, somatrofina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex. epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, e medicamentos inibidores da protease e antipsicóticos atípicos (tal como Olanzapina e clozapina).

Cloropromazina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Epinefrina e outros medicamentos com ação simpaticomimética beta-adrenérgica elevada: O efeito bloqueador alfa-adrenérgico da Cloropromazina pode estar na origem de um desequilíbrio da estimulação simpaticomimética e conduzir a hipotensão grave pelo que a epinefrina não deve ser usada em doentes a tomar Cloropromazina, incluindo numa eventual situação de sobredosagem.

Tafluprost + Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Foram notificados casos ocasionais de midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos e adrenalina (epinefrina).
 Potencialmente Grave

Gluconato de cálcio + Adrenalina

Observações: São exemplos de agentes oxidantes os peróxidos, nitratos, bromatos, cromatos, cloratos, dicromatos, percloratos e permanganatos.
Interações: A administração simultânea de cálcio e adrenalina pode conduzir a arritmia cardíaca.

Trimipramina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização simultânea de especialidades com adrenalina ou noradrenalina. Durante as anestesias gerais podem surgir efeitos indesejáveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Xipamida + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: A ação de agentes antidiabéticos, agentes que diminuem os níveis de ácido úrico, noradrenalina e adrenalina pode ser reduzida.

Esmolol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Os doentes a utilizar beta-bloqueadores podem não responder à dose normal de epinefrina usada para tratar reações anafiláticas.

Brimonidina + Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações com a associação fixa brimonidina timolol.
Interações: Tem sido notificada ocasionalmente midríase, resultante da utilização concomitante de bloqueadores beta oftálmicos e adrenalina (epinefrina).

Levobupivacaína + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Não foram completados quaisquer estudos clínicos para avaliar a levobupivacaína em associação com adrenalina.

Lidocaína + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: Pode haver um risco aumentado de arritmia ventricular em doentes tratados simultaneamente com antipsicóticos que prolongam ou podem prolongar o intervalo QT (ex: pimozida, sertindole, olanzapina, quetiapina, zotepina), prenilamina, adrenalina (se injetado acidentalmente por via intravenosa) ou antagonistas 5-HT3 (exs: tropisetron, dolasetron). Enquanto a adrenalina, quando usada em conjugação com a lidocaína pode diminuir a absorção vascular, por sua vez aumenta significativamente o perigo de taquicardia ventricular e fibrilhação, se injetada acidentalmente por via intravenosa.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bloqueadores beta-adrenérgicos + Adrenalina

Observações: Os bloqueadores adrenérgicos beta (em especial os não selectivos como o propranolol) alteram a resposta aos simpaticomiméticos com actividade agonista-beta (ex.: adrenalina). Os bloqueadores que sofrem um metabolismo de primeira passagem extenso, podem ser afectados por fármacos capazes de alterar este processo. Estes bloqueadores podem reduzir o fluxo sanguíneo hepático.
Interações: Efeitos dos bloqueadores beta noutros fármacos: Simpaticomiméticos: aumento da resposta pressora à adrenalina (e possivelmente a outros simpaticomiméticos); este efeito é mais provável ocorrer com bloqueadores beta não selectivos. - Adrenalina
 Potencialmente Grave

Isoprenalina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A isoprenalina nunca deve ser administrada juntamente com a adrenalina ( ou outros agonistas β 1 ) mas sim alternadamente.

Entacapona + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A experiência da utilização clínica de entacapona com vários medicamentos, incluindo inibidores da MAO-A, antidepressivos tricíclicos, inibidores da recaptação de noradrenalina tais como desipramina, maprotilina e venlafaxina e medicamentos que sejam metabolizados pela COMT (p.ex., compostos que contêm um grupo catecol: rimiterol, isoprenalina, adrenalina, noradrenalina, dopamina, dobutamina, alfa-metildopa, apomorfina e paroxetina) é ainda limitada. Deve-se ter precaução quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente com a entacapona.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma baixa do efeito hipoglicemiante, e portanto um aumento dos níveis da glicemia, quando um dos medicamentos seguintes é administrado em simultâneo com a glimepirida, por exemplo: - estrogéneos e progestagéneos; - saluréticos, diuréticos tiazídicos; - tireomiméticos e glucocorticoides; - derivados fenotiazínicos, clorpromazina; - adrenalina e simpaticomiméticos; - ácido nicotínico (doses elevadas) e seus derivados; - laxantes (uso prolongado); - fenitoína, diazóxido; - glucagon, barbitúricos e rifampicina; - acetozolamida.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Precauções de utilização: Simpaticomiméticos vasopressores e outras substâncias (p. ex., isoproterenol, dobutamina, dopamina, epinefrina) que podem diminuir o efeito anti-hipertensor de ramipril: recomenda-se a monitorização da tensão arterial.

Bimatoprost + Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com a combinação fixa de bimatoprost e timolol.
Interações: Tem sido notificada ocasionalmente midríase resultante da utilização concomitante de bloqueadores beta oftálmicos e adrenalina (epinefrina).

Propranolol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Epinefrina (adrenalina): Existem várias notificações de hipertensão e bradicardia graves em doentes tratados com propranolol e epinefrina. Estas observações clínicas foram confirmadas por estudos em voluntários saudáveis. Também foi sugerido que a administração intravascular de epinefrina pode desencadear estas reações.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Piretanida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: O efeito dos salicilatos e relaxantes musculares tipo curare pode ser potencializado, enquanto que o das aminas vasopressoras (ex.: adrenalina, noradrenalina) pode ser atenuado.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: HIDROCLOROTIAZIDA: Aminas pressoras (ex. noradrenalina, adrenalina): A hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às aminas pressoras tais como noradrenalina. O significado clínico deste efeito é incerto e não é suficiente para impedir a sua utilização.

Haloperidol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de haloperidol sobre outros fármacos Haloperidol pode antagonizar a ação da adrenalina e de outros agentes simpatomiméticos e reverter o efeito diminuidor da pressão arterial dos agentes bloqueadores adrenérgicos como a guanetidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amitriptilina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Agentes simpaticomiméticos (adrenalina, efedrina, isoprenalina, noradrenalina): pode haver potenciação dos efeitos pressores e cardíacos dos simpaticomiméticos, a qual pode ser fatal.

Levodopa + Benserazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Levodopa / Benserazida não deve ser administrado concomitantemente com simpaticomiméticos (tais como epinefrina, norepinefrina, isoproterenol ou anfetaminas que estimulam o sistema nervoso simpático), dado que a levodopa pode potenciar os seus efeitos. Se for necessária a administração concomitante, é indispensável uma vigilância rigorosa da função cardiovascular e, eventualmente, uma redução da dose dos simpaticomiméticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brinzolamida + Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com Brinzolamida/Timolol. As isozimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo da brinzolamida incluem o CYP3A4 (principal), o CYP2A6, o CYP2B6, o CYP2C8 e o CYP2C9. A brinzolamida não é um inibidor das isozimas do citocromo P-450.
Interações: Os bloqueadores beta podem diminuir a resposta à adrenalina utilizada no tratamento de reações anafiláticas. Em doentes com história clinica de atopias ou anafilaxias é necessária um precaução adicional. Foi ocasionalmente notificada midríase resultante do uso concomitante de soluções oftálmicas contento bloqueadores beta e adrenalina (epinefrina).
 Potencialmente Grave

Acetato de cálcio + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Se o nível do cálcio estiver aumentado, a utilização de adrenalina pode causar uma arritmia cardíaca grave.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imipramina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos simpaticomiméticos: Imipramina pode potenciar os efeitos cardiovasculares da adrenalina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina e fenilefrina (por ex. anestésicos locais).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Timolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o timolol.
Interações: Ocasionalmente foram notificados casos de midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos com adrenalina (epinefrina). O efeito na pressão intraocular ou os efeitos conhecidos dos beta-bloqueantes sistémicos podem ser aumentados quando o timolol é administrado em doentes que já estão a receber um agente beta-bloqueante. A resposta destes doentes deve ser cuidadosamente observada.
 Sem significado Clínico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Agentes simpaticomiméticos (como noradrenalina, adrenalina): O efeito poder ser atenuado.

Perfenazina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: As fenotiazinas podem bloquear ou anular os efeitos pressores da epinefrina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Adrenalina

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex.epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos por ex. clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.

Ramipril + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Precauções de utilização: Simpaticomiméticos vasopressores e outras substâncias (ex. isoproterenol, dobutamina, dopamina, epinefrina) que possam reduzir o efeito anti-hipertensor do Ramipril: Recomenda-se a monitorização da pressão sanguínea.
 Potencialmente Grave

Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A administração de adrenalina em doentes com níveis de cálcio sérico elevados, podem provocar arritmias graves.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precauções com utilização concomitante: Aminas pressoras (p. ex. noradrenalina, adrenalina): A hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às aminas pressoras tais como noradrenalina. O significado clínico deste efeito é incerto e não é suficiente para impedir a sua utilização.
 Potencialmente Fatal

Amitriptilina + Perfenazina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: As fenotiazinas podem bloquear ou anular os efeitos pressores da epinefrina. A norepinefrina (levarterenol) ou a fenilefrina devem ser utilizadas no tratamento da hipotensão grave induzida pela fenotiazina. O uso concomitante de amitriptilina e de aminas simpaticomiméticas, incluindo epinefrina associada com anestésicos locais pode potenciar a actividade de um ou de outro composto. Esta potenciação dos efeitos pressores e cardíacos dos simpaticomiméticos pode ser fatal.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Aminas vasopressoras (por ex., adrenalina): Possível diminuição de resposta às aminas vasopressoras, não sendo, no entanto, suficiente para suspender o seu uso.

Zotepina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Como Zotepina possui propriedades bloqueadoras a1 significativas, recomenda-se precaução na prescrição concomitante com agentes hipotensores, incluindo alguns agentes anestésicos. Pelo seu efeito sobre os recetores a-adrenérgicos, a administração simultânea de adrenalina pode levar a uma queda da pressão arterial.

Bisoprolol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução: Aplica-se a todas as indicações: Simpaticomiméticos que ativam os adrenoreceptores β e α (p.ex., noradrenalina, adrenalina): A associação com o bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores mediados pelos adrenoreceptores alfa destes medicamentos, conduzindo a um aumento da tensão arterial e a uma exacerbação da claudicação intermitente. Considera-se que estas interações ocorrem mais frequentemente com os bloqueadores β não seletivos.

Pirlindol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Não administrar Pirlindol simultaneamente com I.M.A.O. nem com aminas simpaticomiméticas (dopamina, metaraminol, epinefrina, norepinefrina, isoproterenol), pois corre-se o risco de hipertensão. Recomenda-se um intervalo de 14 dias entre a administração de I.M.A.O. e o início de um tratamento com Pirlindol.
 Sem significado Clínico

Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Aminas pressoras (p. ex. noradrenalina, adrenalina): A hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às aminas pressoras tais como noradrenalina. O significado clínico deste efeito é incerto e não é suficiente para impedir a sua utilização.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: A hidroclorotiazida pode causar uma diminuição da resposta arterial às aminas vasopressoras (exemplo, adrenalina), embora não seja suficiente para excluir um efeito vasopressor.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Pioglitazona + Adrenalina

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA Enfraquecimento do efeito hipoglicemiante e como tal, poderá ocorrer aumento dos níveis de glicemia quando uma das seguintes substâncias ativas é tomada, por exemplo: estrogénios e progestogénios, saluréticos, diuréticos de tiazida, agentes estimuladores da tiroide, glucocorticoides, derivados de fenotiazina, cloropromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados de ácido nicotínico, laxantes (utilização prolongada), fenitoína, diazóxido, glucagon, barbitúricos e rifampicina, acetazolamida.

Hidroxizina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Hidroxizina contraria a ação hipertensora da adrenalina.
 Potencialmente Grave

Metoprolol + Adrenalina

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: Existe uma dúzia de notificações de hipertensão grave e bradicardia em doentes tratados com beta-bloqueadores não-seletivos (incluindo pindolol e propranalol), a quem foi administrado epinefrina (adrenalina). Essas observações clínicas foram confirmadas em estudos em indivíduos saudáveis. Também tem sido sugerido que a epinefrina, administrado como anestesia local, pode dar origem a estas reações de administração intravasal. O risco deve ser consideravelmente menor com beta-bloqueadores cardioselectivos.

Betaxolol + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o betaxolol. O betaxolol é um bloqueador adrenérgico; por conseguinte, deverão tomar-se precauções em doentes medicados simultaneamente com psicotrópicos adrenérgicos.
Interações: Quando utilizado em monoterapia o betaxolol tem um efeito reduzido ou nulo sobre o tamanho da pupila; Ocasionalmente foram notificados casos de midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos com adrenalina (epinefrina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Lixisenatido + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos (p. ex., clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.

Timolol + Dorzolamida + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações com Timolol / Dorzolamida.
Interações: Apesar do Timolol / Dorzolamida isoladamente ter pouco ou nenhum efeito no diâmetro pupilar, foi ocasionalmente notificada midríase resultante da utilização concomitante de maleato de timolol oftálmico e adrenalina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antidepressores (tricíclicos) + Adrenalina

Observações: Inibição da recaptação de aminas nos neurónios adrenérgicos pós-ganglionares. Efeitos antimuscarínicos aditivos com fármacos antimuscarínicos. Indução do metabolismo. Susceptíveis à inibição do metabolismo pelo CYP2D6 e outras enzimas CYP450.
Interações: Simpaticomiméticos: aumentam a resposta pressora à adrenalina, noradrenalina e fenilefrina. Os antidepressores tricíclicos só devem ser iniciados 2 semanas após suspensão dos IMAOs e também os IMAOS só devem ser introduzidos pelo menos 1-2 semanas depois de suspender os antidepressores tricíclicos. A moclobemida necessita pelo menos 1 semana. - Adrenalina

Ramipril + Amlodipina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Simpaticomiméticos vasopressores e outras substâncias (ex. isoproterenol, dobutamina, dopamina, epinefrina) que possam reduzir o efeito anti-hipertensor do ramipril: Recomenda-se a monitorização da pressão sanguínea.

Timolol + Travoprost + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interacção com o travoprost ou com o timolol.
Interações: Foi ocasionalmente reportada midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos e adrenalina (epinefrina).

Sevoflurano + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Sevoflurano mostrou ser seguro e eficaz quando administrado concomitantemente com uma grande variedade de fármacos habitualmente usados em cirurgia, tais como fármacos para o sistema nervoso central, fármacos para o sistema nervoso autónomo, relaxantes musculares, anti-infecciosos incluindo aminoglicosídeos, hormonas e substitutos sintéticos, derivados do sangue e cardiovasculares, incluindo epinefrina. Epinefrina/Adrenalina: O sevoflurano é similar ao isoflurano na sensibilização do miocárdio ao efeito arritmogénico da adrenalina administrada por via exógena. A dose limite de adrenalina que produz arritmias ventriculares múltiplas foi determinada como de 5 microgramas por kg.

Hidroclorotiazida + Amilorida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos de antidiabéticos orais, medicamentos hipouricemiantes, noradrenalina e adrenalina podem ser enfraquecidos.

Isoflurano + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Os fármacos beta-simpaticomiméticos como a isoprenalina e os fármacos alfa e beta- simpaticomiméticos como a adrenalina e noradrenalina devem ser usados com precaução durante a narcose com isoflurano, devido a um potencial risco de arritmia ventricular. Associações que requerem precauções de utilização: Adrenalina, por injeção subcutânea ou gengival: Risco de arritmia ventricular grave como consequência de aumento na frequência cardíaca, embora a sensibilidade do miocárdio em relação à adrenalina seja mais baixa com o uso de isoflurano do que no caso do halotano. As reações de compensação cardiovascular podem ser diminuídas pelos beta-bloqueantes.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Fármacos simpaticomiméticos que ativam os alfa- e beta-adrenorecetores (por exemplo: norepinefrina e epinefrina): A associação com o bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores destes medicamentos, mediados pelo alfa-adrenorecetor, conduzindo a um aumento da tensão arterial e a uma exacerbação da claudicação intermitente. Considera-se que estas interações acontecem mais frequentemente com os bloqueadores dos recetores adrenérgicos beta não seletivos. O efeito de agentes que diminuem o ácido pode ser atenuado pela administração concomitante com o Bisoprolol / Hidroclorotiazida. O uso simultâneo de Bisoprolol / Hidroclorotiazida com medicamentos depletores de potássio (por exemplo, corticosteroides, corticotrofina (ACTH), carbenoxolona, anfotericina B, furosemida ou laxantes) pode aumentar as perdas de potássio.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas tanto com valsartan como com hidroclorotiazida: Utilização concomitante com precaução: Aminas pressoras (ex. noradrenalina, adrenalina): Possível redução de resposta às aminas pressoras mas não o suficiente para impedir a sua utilização.
 Sem significado Clínico

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Aminas pressoras (p. ex. noradrenalina, adrenalina): A hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às aminas pressoras tais como noradrenalina. O significado clínico deste efeito é incerto e não é suficiente para impedir a sua utilização.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Lercanidipina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: MALEATO DE ENALAPRIL: Associações a ter em conta: Simpaticomiméticos: Os simpaticomiméticos podem reduzir o efeito anti-hipertensor dos inibidores da ECA. É possível que ocorra uma resposta reduzida às aminas pressoras (i.e. adrenalina), mas não suficiente para excluir o seu uso.

Extrato alergénico de veneno de abelha + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos de interação em humanos e não foi identificada nenhuma potencial interação medicamentosa a partir de qualquer outra fonte.
Interações: Tratamento com inibidores da MAO, inibidores da COMT ou bloqueadores beta Uma opção para o tratamento de reações alérgicas sistémicas graves é a adrenalina. Os efeitos da adrenalina podem ser potenciados em doentes tratados com antidepressivos tricíclicos, inibidores de monoaminoxidase (IMAOs) e/ou inibidores da COMT com possíveis consequências fatais. Os efeitos da adrenalina podem ficar reduzidos em doentes tratados com bloqueadores beta. Além disso, os efeitos da adrenalina podem exacerbar doenças cardiovasculares, por exemplo, causar arritmia cardíaca. Os pacientes em tratamento com bloqueadores beta devem ser cuidadosamente monitorizados durante a fase de aumento de dose.

Milnaciprano + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Com epinefrina, norepinefrina (alfa e beta Simpaticomiméticos): Em caso de acção sistémica pela via parentérica. Hipertensão paroxística com possível arritmia (inibição da entrada de epinefrina ou norepinefrina na fibra do grande simpático). Associações que requerem precaução de utilização: Com epinefrina, norepinefrina (alfa e beta simpatomiméticos): Quando se pretende acção hemostática por injecção subcutânea ou gengival: Hipertensão paroxística com possível arritmia (inibição da entrada de epinefrina ou norepinefrina na fibra do grande simpático). Limitar a toma, por exemplo, a menos que 0,1 mg de epinefrina em 10 minutos ou 0,3 mg numa hora, em adultos.

Procaterol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Procaterol deve ser administrado com precaução quando co-administrado com os seguintes fármacos: Catecolaminas (ex.: adrenalina, epinefrina, isoprenalina, isoproterenol): O uso concomitante de Procaterol com catecolaminas pode causar arritmias potencialmente fatais ou mesmo paragem cardíaca. A adrenalina, isoprenalina ou outras catecolaminas potenciam a acção estimulante dos adrenoreceptores deste fármaco, resultando possivelmente na indução de arritmias.

Opicapona + Adrenalina

Observações: A opicapona é um inibidor fraco da OATP1B1.
Interações: A opicapona pode interferir com o metabolismo de medicamentos que contêm um grupo catecol que são metabolizados pela COMT, p. ex. rimiterol, isoprenalina, adrenalina, noradrenalina, dopamina, dopexamina ou dobutamina, potenciando os efeitos destes medicamentos. Recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos doentes que estejam a ser tratados com os medicamentos referidos quando sujeitos a terapêutica com opicapona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glulisina + Adrenalina

Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.
Interações: Entre as substâncias que podem reduzir o efeito hipoglicemiante incluem-se os corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas da tiroide, estrogénios, progesteronas (p.ex., na pílula contracetiva), inibidores das proteases e fármacos antipsicóticos atípicos (p.ex., olanzapina e clozapina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A utilização deste medicamento na gravidez só é aceitável se os potenciais benefícios justificarem os possíveis riscos para o feto.

Recomenda-se a suspensão do aleitamento materno ou evitar a administração deste medicamento.

A Adrenalina é uma substância incluída na lista de substâncias proibidas no Código Mundial Antidopagem, cuja utilização se considera proibida em competição, podendo dar um resultado positivo no controlo antidoping.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Epinefrina (adrenalina): Não é proibida a administração local, e.g. nasal, oftalmológica, ou quando associada com anestésicos locais.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017