Ácido niflúmico

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
Ácido niflúmico é um medicamento usado para dores musculares e articulares.
É classificado como um inibidor da ciclo-oxigenase-2.
Em biologia experimental, foi utilizado para inibir os canais de cloreto.
Também tem sido relatado para actuar sobre os canais de GABA-A e NMDA e para bloquear os canais de cálcio do tipo T.
Usos comuns
Tratamento sintomático a longo prazo da:
- poliartrite reumatóide,
- e de certas artroses dolorosas e susceptíveis de causar invalidez.

Tratamento sintomático a curto prazo de episódios agudos:
- de artroses,
- e de reumatismo não-articular, tendinites, bursite.

Tratamento sintomático da dor associada a manifestações inflamatórias em ORL e estomatologia.

Trata-se de uma terapêutica adjuvante; os riscos incorridos, em particular no que respeita à extensão de um processo séptico concomitante, devem ser avaliados em relação ao benefício esperado.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento sintomático a longo prazo da:
- poliartrite reumatóide,
- e de certas artroses dolorosas e susceptíveis de causar invalidez.

Tratamento sintomático a curto prazo de episódios agudos:
- de artroses,
- e de reumatismo não-articular, tendinites, bursite.

Tratamento sintomático da dor associada a manifestações inflamatórias em ORL e estomatologia.

É uma terapêutica adjuvante; os riscos envolvidos, em particular no que diz respeito à extensão de um processo séptico concomitante, devem ser avaliados em relação ao benefício esperado.
Classificação CFT

9.1.1 : Derivados do ácido antranílico

Mecanismo De Acção
Ácido niflúmico é capaz de inibir tanto a fosfolipase A2, bem como a COX-2, actuando assim como um agente de redução anti-inflamatória e da dor.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias oral, cutânea, rectal.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade ao ácido niflúmico, a substâncias com acções semelhantes (por ex. outros anti-inflamatórios não-esteróides (AINE), ácido acetilsalicílico);
História de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com AINE;
Úlcera péptica/hemorragia activa ou história de úlcera péptica/hemorragia recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada);
Insuficiência hepatocelular grave;
Insuficiência renal grave;
Crianças com menos de 12 anos;
Grávidas a partir do 6º mês da gravidez;
Insuficiência cardíaca grave.
Não é aconselhável a administração do ácido niflúmico em combinação com outros anti-inflamatórios não-esteróides, incluindo salicilatos em doses elevadas, anticoagulantes orais, heparina por via parentérica ou substâncias similares (hirudinas), lítio, metotrexato em doses elevadas ou ticlopidina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos secundários mais frequentemente observados são de natureza gastrointestinal. Podem ocorrer, em particular nos idosos, úlceras pépticas, perfuração ou hemorragia gastrointestinal potencialmente fatais. Na sequência da administração de medicamentos do mesmo grupo do Ácido niflúmico têm sido notificados náuseas, dispepsia, vómitos, hematemeses, flatulência, dor abdominal, diarreia, obstipação, melenas, estomatite aftosa, exacerbação de colite ou doença de Crohn e, menos frequentemente, gastrite.

Durante o tratamento com AINE também foram relatados casos de edema, hipertensão e insuficiência cardíaca.

Os medicamentos tais como Ácido niflúmico podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou AVC.

Com o Ácido niflúmico foram notificados casos de erupção, prurido e manchas vermelho ou violáceas na pele e erupções de vesículas e bolhas, incluindo síndroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Em casos excepcionais pode haver risco de fotosensibilização.
Pode também ocorrer mal-estar geral, hipotensão, choque anafiláctico, sensação de vertigem, problemas renais, alterações nos resultados laboratoriais da função hepática, trombocitopenia.
Após tratamento com doses muito altas durante vários anos foram descritos alguns casos de fluorose óssea. Durante a varicela podem surgir complicações infecciosas graves na pele e tecidos moles.
Com o Ácido niflúmico foi também relatada crise de asma (em especial nos doentes com alergia ao ácido acetilsalicílico ou a outros AINE).
Se durante o tratamento começar a sentir-se indisposto, ou desenvolver problemas do estômago, é importante informar o seu médico imediatamente. É também importante informar o médico sobre qualquer erupção que surja na pele enquanto está a tomar este medicamento.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Os AINE estão contra-indicados depois dos 6 meses da gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Como medida de precaução não devem ser administrados às mães que amamentam.
Condução
Condução
Condução:Raramente, a administração deste medicamento pode originar vertigem e sonolência, cuidado na condução e manuseamento de máquinas.
Precauções Gerais
Não é aconselhável a administração do ácido niflúmico em combinação com outros anti-inflamatórios não-esteróides, incluindo salicilatos em doses elevadas, anticoagulantes orais, heparina por via parentérica, lítio, metotrexato em doses elevadas ou ticlopidina.

Se está a tomar diuréticos, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) e antagonistas da angiotensina II (AAII) deverá informar o médico.
Deverá ter precaução especial em caso de problemas na função renal, desidratação e no doente idoso. Também deverá informar o médico caso esteja a tomar outros fármacos anti-hipertensores, metotrexato em doses baixas, pentoxifilina, zidovudina, trombolíticos, ciclosporina ou tacrolimus.

A administração concomitante de corticosteróides aumenta o risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal.

Os AINE podem aumentar o efeito dos anticoagulantes, tais como a varfarina.

Os agentes antiagregantes plaquetários e inibidores selectivos da recaptação da serotonina aumentam o risco de hemorragia gastrointestinal.

Para qualquer medicamento prescrito, deve informar sempre o médico acerca de todos os outros medicamentos que está a tomar, mesmo aqueles que adquiriu sem receita médica.

Em caso de varicela e caso pretenda engravidar deverá aconselhar-se com o médico antes da utilização deste medicamento.

Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor período de tempo necessário para controlar os sintomas.

Deverá ter precaução especial:
- Se estiver a tomar outros AINE simultaneamente.
- No doente idoso, uma vez que apresentam maior frequência de reacções adversas com AINE.
- Caso tenha quaisquer sintomas abdominais anormais (especialmente hemorragia gastrointestinal), sobretudo nas fases iniciais do tratamento, deverá interromper o tratamento e informar o médico de imediato.
- Caso esteja a tomar simultaneamente outros medicamentos, tais como corticosteróides, anticoagulantes (tais como a varfarina), inibidores selectivos da recaptação de serotonina ou antiagregantes plaquetários tais como o ácido acetilsalicílico.
- Se tiver uma doença gastrointestinal, como colite ulcerosa ou doença de Crohn.
- Se tiver história de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca e insuficiência renal ligeira a moderada.
Os medicamentos tais como Ácido niflúmico podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). O risco é maior com doses mais elevadas e em tratamentos prolongados. Não deve ser excedida a dose recomendada nem o tempo de duração do tratamento.
Se tem problemas cardíacos, sofreu um AVC ou pensa que pode estar em risco de vir a sofrer destas situações (por exemplo, se tem pressão sanguínea elevada, diabetes, elevados níveis de colesterol ou se é fumador) deverá aconselhar-se sobre o tratamento com o médico ou farmacêutico.
- Se durante o tratamento, especialmente no início, apresentar uma reacção cutânea deverá interromper o tratamento e informar o médico de imediato.
Cuidados com a Dieta
Tomar durante as refeições.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de Intoxicações.
A sintomatologia da intoxicação aguda pelo ácido niflúmico é habitualmente benigna.

Os sinais de irritação digestiva são os mais frequentemente observados.
As outras perturbações observadas traduzem-se por sonolência (5% dos casos) e cefaleias.

Um indivíduo que ingeriu 7,5 g de ácido niflúmico desenvolveu uma glomerulonefrite aguda, reversível, sem sequelas.

Em caso de sobredosagem, as medidas aconselhadas são:
- Encaminhar o doente para o hospital.
- Lavagem gástrica para a eliminação rápida do fármaco ingerido.
- Carvão activado para reduzir a absorção de ácido niflúmico e diminuir os níveis séricos.
- Tratamento sintomático.
Terapêutica Interrompida
Tome as cápsulas logo que se lembrar. Não tome as cápsulas se faltarem menos de 4 horas para a dose seguinte. Neste caso tome a próxima cápsula à hora normal.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25ºC.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Não recomendado/Evitar

Ácido niflúmico Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: n.d.
Interacções: Com outros anti-inflamatórios não-esteróides, incluindo salicilatos em doses elevadas, aumento do risco de ulceração gastrointestinal e hemorragia por efeito sinérgico aditivo. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Não recomendado/Evitar

Ácido niflúmico Lítio

Observações: n.d.
Interacções: Aumento dos níveis séricos de lítio, podendo atingir concentrações tóxicas, devido à diminuição da excreção renal do lítio. - Lítio
Não recomendado/Evitar

Ácido niflúmico Metotrexato

Observações: n.d.
Interacções: Com o metotrexato em doses elevadas (15 mg/semana ou mais), aumento da toxicidade hematológica do metotrexato devido à redução da sua depuração renal. Com o metotrexato em doses baixas (inferior a 15 mg/semana) há aumento na toxicidade hematológica por redução da depuração renal pela maior parte dos anti-inflamatórios. Durante as primeiras semanas do tratamento em regime de combinação, fazer análises ao sangue, semanalmente. Na presença de insuficiência renal ligeira, ou em doentes idosos, fazer uma monitorização rigorosa. - Metotrexato
Não recomendado/Evitar

Ácido niflúmico Ticlopidina

Observações: n.d.
Interacções: Com a ticlopidina, aumento do risco de lesão gastrointestinal e hemorragia por efeito sinérgico aditivo. - Ticlopidina
Usar com precaução

Ácido niflúmico Diuréticos

Observações: n.d.
Interacções: Os anti-inflamatórios não esteróides (AINE) podem diminuir a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos anti-hipertensores. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. Por extrapolação dos efeitos da indometacina, pode haver diminuição do efeito anti-hipertensor devido à inibição da vasodilatação das prostaglandinas pelo AINE. - Diuréticos
Usar com precaução

Ácido niflúmico Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: n.d.
Interacções: Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes inibidores da ciclo-oxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente reversível. A ocorrência destas interacções deverá ser tida em consideração em doentes a tomar ácido niflúmico em associação com IECA ou AAII. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. Por extrapolação dos efeitos da indometacina, pode haver diminuição do efeito anti-hipertensor devido à inibição da vasodilatação das prostaglandinas pelo AINE. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Usar com precaução

Ácido niflúmico Antagonistas da angiotensina II (AAII)

Observações: n.d.
Interacções: Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes inibidores da ciclo-oxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente reversível. A ocorrência destas interacções deverá ser tida em consideração em doentes a tomar ácido niflúmico em associação com IECA ou AAII. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. Por extrapolação dos efeitos da indometacina, pode haver diminuição do efeito anti-hipertensor devido à inibição da vasodilatação das prostaglandinas pelo AINE. - Antagonistas da angiotensina II (AAII)
Usar com precaução

Ácido niflúmico Pentoxifilina

Observações: n.d.
Interacções: Com a pentoxifilina há aumento de risco de hemorragia. Requer a monitorização do tempo de hemorragia e vigilância clínica. - Pentoxifilina
Usar com precaução

Ácido niflúmico Zidovudina

Observações: n.d.
Interacções: Com a zidovudina há risco de aumento de toxicidade da linha eritrocitária, por acção nos reticulocitos, com desenvolvimento de anemia grave nos 8 dias após o início dos AINE. - Zidovudina
Usar com precaução

Ácido niflúmico Trombolíticos

Observações: n.d.
Interacções: Há aumento de risco de hemorragia com os trombolíticos. - Trombolíticos
Usar com precaução

Ácido niflúmico Ciclosporina

Observações: n.d.
Interacções: Risco de efeitos nefrotóxicos aditivos, especialmente no doente idoso com a ciclosporina. - Ciclosporina
Usar com precaução

Ácido niflúmico Tacrolímus

Observações: n.d.
Interacções: Risco de efeitos nefrotóxicos aditivos, especialmente no doente idoso com o tacrolímus. - Tacrolímus
Usar com precaução

Ácido niflúmico Corticosteróides

Observações: n.d.
Interacções: Aumento do risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal com os corticosteróides. - Corticosteróides
Usar com precaução

Ácido niflúmico Anticoagulantes orais

Observações: n.d.
Interacções: Os AINE podem aumentar os efeitos dos anticoagulantes, tais como a varfarina. - Anticoagulantes orais
Usar com precaução

Ácido niflúmico Antiagregantes plaquetários

Observações: n.d.
Interacções: Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal com os agentes antiagregantes plaquetários. - Antiagregantes plaquetários
Usar com precaução

Ácido niflúmico Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: n.d.
Interacções: Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal com os inibidores selectivos da recaptacção da serotonina. - Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS) (SSRIs)
Não recomendado/Evitar

Regorafenib Ácido niflúmico

Observações: n.d.
Interacções: Inibidores do CYP3A4 e UGT1A9/indutores do CYP3A4: Dados in vitro indicam que o regorafenib é metabolizado pelo citocromo CYP3A4 e pela uridina difosfato glucuronosil transferase UGT1A9. A administração de cetoconazol (400 mg durante 18 dias), um inibidor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 5) resultou num aumento da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 33% e numa diminuição da exposição média dos metabólitos ativos, M-2 (N-óxido) e M-5 (N-óxido e N-desmetil), de aproximadamente 90%. Recomenda-se evitar a utilização concomitante de inibidores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: claritromicina, sumo de toranja, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, telitromicina e voriconazol) uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabólitos não foram estudados. Durante o tratamento com regorafenib deve ser evitada a co-administração de um inibidor potente da UGT1A9 (ex.: ácido mefenâmico, diflunisal e ácido niflúmico), uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabólitos não foram estudados. A administração de rifampicina (600mg durante 9 dias), um indutor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 7) resultou numa diminuição da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 50%, num aumento de 3 a 4 vezes da exposição média do metabólito activo M-5 e em nenhuma alteração da exposição do metabólito activo M-2. Outros indutores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, hipericão) também podem aumentar o metabolismo do regorafenib. Devem evitar-se os indutores potentes do CYP3A4 ou considerar-se a seleção de um medicamento alternativo concomitante sem potencial ou com um potencial mínimo de indução do CYP3A4. - Ácido niflúmico
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções do Ácido niflúmico
Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

No ser humano não foi referida a ocorrência de malformações; contudo, são necessários estudos epidemiológicos para se confirmar a ausência de tal risco.
Durante o 3º trimestre, todos os inibidores da síntese das prostaglandinas podem:
- expor o feto a toxicidade cardiopulmonar (hipertensão pulmonar com fecho prematuro do canal arterial),
- disfunção renal, potencialmente conduzindo a insuficiência renal e oligohidramnios.
No final da gravidez (tanto na mãe como na criança): possível aumento do tempo de hemorragia.
Os anti-inflamatórios não-esteróides não devem ser prescritos durante os primeiros 5 meses da gravidez; contudo, se tal se tornar de todo indispensável, requerem uma estreita vigilância.
Os AINE estão contra-indicados depois dos 6 meses da gravidez.

Os AINE são excretados no leite materno. Como medida de precaução não devem ser administrados às mães que amamentam.

Raramente, a administração deste medicamento pode originar vertigem e sonolência, cuidado na condução e manuseamento de máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 05 de Fevereiro de 2026