Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Niacina, também conhecida como vitamina B3, vitamina PP ou Ácido nicotínico, é uma vitamina hidrossolúvel cujos derivados (NAD+, NADH, NADP+ e NADPH) desempenham importante papel no metabolismo energético celular e na reparação do DNA.

A designação "vitamina B3" também inclui a amida correspondente, a nicotinamida, ou niacinamida.

Outras funções da Niacina incluem remover substâncias químicas tóxicas do corpo e auxiliar a produção de hormonas esteroides pelas glândulas suprarrenais, como os hormonas sexuais e os relacionados com o stress.
Usos comuns
Melhorar os níveis de colesterol, reduzindo o risco de um segundo ataque cardíaco, retardando ou reduzindo o endurecimento das artérias, e diminuir os níveis de triglicérides séricos muito elevados.

É utilizado em combinação com uma dieta.

Pode ser usado sozinho ou com outros medicamentos.

Também pode ser usado para outras condições, tal como determinado pelo Médico.

A Niacina é um anti-hiperlipidémico.

Funciona através da redução da lipoproteína de baixa densidade ("mau" colesterol) e triglicérides e aumento das lipoproteínas de alta densidade ("bom colesterol").
Tipo
pequena molécula
História
A Niacina foi descrita pela primeira vez pelo químico Hugo Weidel em 1873 em seus estudos de Nicotina.

A preparação original permanece útil: A oxidação da Nicotina utilizando ácido nítrico.

Pela primeira vez, a Niacina foi extraída por Casimir Funk, mas ele pensou que era tiamina e devido ao grupo amina ele cunhou o termo " vitamina ".

A Niacina foi extraída de fígados pelo bioquímico Conrad Elvehjem em 1937, que mais tarde identificou o ingrediente ativo, então conhecido como o "fator de prevenção de pelagra " e o " fator anti- glossite.
" Logo depois, em estudos realizados em Alabama e Cincinnati, o Dr. Tom Spies descobriu que o ácido nicotínico curava os doentes de pelagra.

Quando o significado biológico do ácido nicotínico foi realizado, pensava-se apropriado escolher um nome para dissociá-lo da nicotina, para evitar a percepção de que vitaminas ou alimentos ricos em Niacina contêm nicotina, ou que os cigarros contêm vitaminas.
O nome "Niacina" resultante derivou do ácido nicotínico + vitamina.

Carpenter descobriu em 1951 que a Niacina no milho está biologicamente disponível, e pode ser lançado apenas em água de cal muito alcalino de pH 11. Este processo, conhecido como nixtamalização, foi descoberto pelas civilizações pré-históricas da Mesoamérica.

A Niacina conhecida como vitamina B3 porque foi a terceira das vitaminas do complexo B a ser descoberta. Historicamente, tem sido referida como " vitamina P " ou " vitamina PP ", ambas derivadas do termo " factor de pelagra - preventiva.
Indicações
Para o tratamento de hiperlipidemia do tipo IV e V. Esta indicado em terapia adjuntiva.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
A Niacina liga a Nicotinate fosforibosiltransferase D-ribonucleotídeo phyrophsopate, fosforibosiltransferase ácido nicotínico, nicotinato N-metiltransferase e o recetor Niacina.

A Niacina é o precursor de nicotinamida adenina dinucleótido (NAD) e nicotinamida adenina dinucleótido fosfato (NADP), que são co-factores essenciais para dezenas de enzimas.

O mecanismo pelo qual a Niacina exerce os seus efeitos de abaixamento de lípidos não é totalmente compreendido, mas pode envolver várias acções, incluindo uma diminuição na esterificação de triglicéridos hepáticos.

Niacina tratamento também diminui os níveis séricos de apolipoproteína B-100 (apo B), o principal componente proteico do VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade) e as fracções LDL.
Posologia Orientativa
A dose de Niacina será diferente para diferentes pacientes. Siga as ordens do seu Médico ou as instruções da bula.

As informações a seguir incluem apenas as doses médias de Niacina.
Se a sua dose é diferente, não a altere a não ser que o seu Médico lhe diga para o fazer. A quantidade de medicamento que toma depende da dosagem do medicamento.

Além disso, o número de doses que toma em cada dia, o intervalo entre doses, e a duração de tratamento dependem do problema médico para o qual o medicamento foi prescrito.

Para forma de dosagem oral (cápsulas de libertação prolongada, comprimidos de libertação prolongada, solução oral, ou comprimidos):
Para o tratamento de colesterol elevado:
Adultos e adolescentes de 500 miligramas a 2 gramas uma a três vezes por dia: uso e dose serão determinadas pelo médico.

Não exceder a quantidade que o Médico prescreve.

O uso e dose em crianças devem ser determinadas pelo Médico.
Administração
Via oral. Utilizar de preferência ao deitar e com algum alimento não gorduroso.
Contraindicações
Doença hepática significativa ou inexplicável; úlcera péptica ativa; hemorragia arterial; hipersensibilidade à Niacina ou qualquer componente do produto.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Cardiovascular:
Fibrilação atrial ou outras arritmias cardíacas, hipotensão; ortostatismo; palpitações; síncope, taquicardia.

CNS:
Dor de cabeça (11%), tonturas, insónia, enxaqueca, nervosismo, parestesia, síncope.

Dermatológica:
Prurido (6%), erupção cutânea (5%); acantose nigricans, pele seca; rubor; hiperpigmentação; exantema maculopapular, sudorese; urticária.

EENT:
Edema macular cistóide, rinite, ambliopia tóxica.

Gastro-Intestinal:
Diarreia (11%), náuseas (10%); vómitos (8%); dispepsia (6%), dor abdominal (5%); ativação da úlcera péptica; eructação; flatulência; úlcera péptica.

Hematológico/Linfático:
Prolongamento da PT, a redução do número de plaquetas.

Hepático:
Testes de função hepática anormais; icterícia; danos no fígado.

Hipersensibilidade:
Anafilaxia, angioedema; laringismo, edema da laringe, edema da língua, erupção cutânea vesicular.

Testes de laboratório:
Elevações da amilase, glicemia de jejum, lactato desidrogenase (LDH), bilirrubina total e ácido úrico; reduções em fósforo.

Metabólico:
Diminuição da tolerância à glicose, gota, hiperuricemia.

Musculoesqulético:
Cãibras nas pernas; mialgia; miastenia.

Respiratório:
Dispneia.

Diversos:
Dor (5%); astenia; calafrios, edema, edema facial, edema periférico.
Advertências
Gravidez
Gravidez:O promotor recomenda evitar, a menos que o benefício potencial seja superior ao risco; não há informação disponível. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite; evitar.
Precauções Gerais
É muito importante que o seu Médico verifique o seu progresso em visitas regulares. Isso permitirá que o seu Médico verifique se o medicamento está a atuar corretamente ao reduzir o colesterol e triglicérides (gordura) e se deve continuar a tomá-lo.

Não parar de tomar a Niacina sem primeiro consultar o seu Médico. Quando parar de tomar a Niacina, os seus níveis de colesterol no sangue podem voltar a aumentar.

O seu Médico pode querer que siga uma dieta especial para ajudar a evitar que isso aconteça. Não tome vitaminas ou outros suplementos dietéticos, a menos que tenham sido discutidos com o seu Médico. Estes incluem especialmente vitaminas ou suplementos dietéticos que contêm ingredientes de Niacina ou similares.

A Niacina pode afectar os níveis de açúcar no sangue. Se notar uma mudança nos resultados de seus testes de sangue ou urina, de açúcar, ou se tiver alguma dúvida, consulte o seu Médico.

A Niacina pode causar-lhe tonturas ou desmaios, especialmente quando ao levantar-se de uma posição de deitado ou sentado. Levantar-se lentamente pode ajudar. Esse efeito deve diminuir depois de uma ou duas semanas depois de o seu corpo se acostumar com o medicamento. No entanto, se o problema persistir ou piorar, consulte o seu Médico.
Cuidados com a Dieta
Alguns medicamentos não devem ser usados com a ingestão de alimentos ou ao comer certos tipos de alimentos, pois podem ocorrer interações. O uso de álcool ou tabaco com certos medicamentos também podem potenciar a ocorrência de interações.

As seguintes interações foram selecionadas com base no seu significado potencial e não são necessariamente a totalidade.

Usando Niacina com qualquer um dos seguintes produtos pode causar um aumento do risco de certos efeitos colaterais, mas pode ser inevitável em alguns casos. Se usado em conjunto, o seu Médico pode alterar a dose ou o número de tomas de Niacina, ou ainda dar-lhe instruções especiais sobre o uso de alimentos, álcool ou tabaco.

– Etanol
Administrar com alimentos ou leite para reduzir a lavagem.
Não fornecer líquidos quentes com ou imediatamente após a administração.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer uma dose de Niacina, tome-a assim que se lembrar e seja possível.

No entanto, se a próxima dose estiver próxima, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular.

Não duplique doses.
Cuidados no Armazenamento
Armazenar o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz direta. Evite congelamento.

Manter fora do alcance das crianças.
Não guarde medicamentos desatualizados ou que não sejam necessários.
Guarde-o a temperaturas entre 15 ° a 30 ° C. Armazenar o Ácido nicotínico entre 20 ° e 25 ° C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: N.D.
Interações: A ingestão concomitante de bebidas alcoólicas ou de bebidas quentes pode levar a um aumento de efeitos indesejáveis tais como “flush” e prurido, pelo que deve ser evitada próximo da administração do Ácido nicotínico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Rosiglitazona + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA: Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, deverão ser mencionadas as seguintes interações. Diminuição do efeito de redução de glucose no sangue, pelo que poderão ocorrer casos de níveis aumentados de glucose no sangue quando um dos seguintes fármacos é administrado, por exemplo: Estrogénios e progestagénios, saluréticos, diuréticos tiazídicos, agentes estimuladores da tiróide, glucocorticóides, derivados da fenotiazina, clorpromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados do ácido nicotínico, laxantes (utilização a longo prazo), fenitoína, diazóxido, glucagina, barbitúricos e rifampicina, acetozolamida.

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: Em estudos de interacção não foram observadas diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Glibenclamida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída.

Rosuvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Amlodipina + Atorvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a ATORVASTATINA: Niacina: O risco de miopatia durante o tratamento com inibidores da HMG-CoA reductase é aumentado com a administração concomitante de niacina e, em casos raros, resultou em rabdomiólise com disfunção renal secundária a mioglobinúria. Por conseguinte, o benefício e o risco do tratamento simultâneo deverão ser cuidadosamente ponderados.

Fenofibrato + Sinvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: Foram associados casos de miopatia/rabdomiólise à administração concomitante de estatinas e niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (≥ 1 g/dia), sabendo que a niacina e as estatinas podem causar miopatia quando administradas individualmente. Os médicos que considerem a hipótese de uma terapêutica combinada com Fenofibrato / Sinvastatina e doses hipolipemiantes (≥ 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico) ou medicamentos que contenham niacina devem ponderar com cuidado os potenciais benefícios e riscos, bem como monitorizar atentamente os doentes em relação a sinais e sintomas de dor muscular, sensibilidade ao toque ou fraqueza, sobretudo durante os primeiros meses da terapêutica e quando a dose de um dos medicamentos for aumentada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem originar hiperglicemia: Progestogénios: efeito diabetogénico de doses elevadas de progestogénios. Deve-se avisar o doente e proceder ao autodiagnóstico da glicémia e glicosúria. Pode ser necessário o ajuste da dose do medicamento antidiabético durante o tratamento com Neurolépticos corticóides ou progestogénios e após a sua suspensão. Existem outros fármacos que podem provocar hiperglicemia e originar uma perda de controlo, nomeadamente tiazidas e outros diuréticos, derivados da tiroide, Estrogénios, contracetivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, fármacos bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida. Quando se suspende o tratamento com estes fármacos a um doente a tomar glipizida, deve-se ter precaução para evitar hiperglicemia.

Pravastatina + Fenofibrato + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.
Interações: Interações relevantes para a pravastatina: Em estudos de interacção não foram observadas diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Acarbose + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Como resultado de um aumento da fermentação de hidratos de carbono no cólon, a sacarose (açúcar de cana) e os alimentos que contêm sacarose provocam, frequentemente, mal-estar abdominal ou mesmo diarreia durante o tratamento com os comprimidos de acarbose. A acarbose exerce um efeito anti-hiperglicemiante, mas não induz, por si só, hipoglicémia. Em casos individuais pode ocorrer choque hipoglicémico. Quando os medicamentos que produzem hiperglicémia são descontinuados nos doentes controlados com acarbose deve-se reavaliar o controlo destes doentes.
Interações: É necessário monitorizar e efectuar os ajustes posológicos necessários, quando se administra concomitantemente acarbose com medicamentos que produzem hiperglicémia, como: Tiazidas e outros diuréticos, corticosteróides, fenotiazinas, estrogénios, anticonceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, simpaticomiméticos, bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Interações com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: O risco de miopatia está também aumentado pelos seguintes fármacos hipolipemiantes que não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: Gemfibrozil Outros fibratos Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1g/dia)
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma baixa do efeito hipoglicemiante, e portanto um aumento dos níveis da glicemia, quando um dos medicamentos seguintes é administrado em simultâneo com a glimepirida, por exemplo: - estrogéneos e progestagéneos; - saluréticos, diuréticos tiazídicos; - tireomiméticos e glucocorticoides; - derivados fenotiazínicos, clorpromazina; - adrenalina e simpaticomiméticos; - ácido nicotínico (doses elevadas) e seus derivados; - laxantes (uso prolongado); - fenitoína, diazóxido; - glucagon, barbitúricos e rifampicina; - acetozolamida.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A ingestão concomitante de bebidas alcoólicas ou de bebidas quentes pode levar a um aumento de efeitos indesejáveis tais como “flush” e prurido, pelo que deve ser evitada próximo da administração do Ácido nicotínico.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Anticoagulantes orais

Observações: N.D.
Interações: O Ácido nicotínico foi associado a reduções pequenas, mas estatisticamente significativas, dose-dependente na contagem de plaquetas (média de -11% com 2000 mg). Adicionalmente, o Ácido nicotínico foi associado com aumentos pequenos mas estatisticamente significativos, no tempo de protrombina (média de aproximadamente +4%). Quando o Ácido nicotínico é administrado concomitantemente com anticoagulantes, o tempo de protrombina e a contagem de plaquetas têm de ser cuidadosamente monitorizadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Bloqueadores ganglionares

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode potenciar os efeitos redutores da pressão arterial de medicamentos bloqueadores ganglionares, por exemplo, nicotina transdérmica e substâncias vasoativas tais como nitratos, bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores adrenérgicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Nicotina

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode potenciar os efeitos redutores da pressão arterial de medicamentos bloqueadores ganglionares, por exemplo, nicotina transdérmica e substâncias vasoativas tais como nitratos, bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores adrenérgicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Nitratos

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode potenciar os efeitos redutores da pressão arterial de medicamentos bloqueadores ganglionares, por exemplo, nicotina transdérmica e substâncias vasoativas tais como nitratos, bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores adrenérgicos.

Sinvastatina + Ezetimiba + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas: Interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1 g/dia): Não recomendado com Sinvastatina / Ezetimiba, em doentes de origem asiática. Amiodarona, Amlodipina, Verapamilo, Diltiazem, Niacina (≥1 g/dia): Não exceder 20 mg + 10 mg de Sinvastatina / Ezetimiba por dia. Efeitos de outros medicamentos na Sinvastatina / Ezetimiba: Sinvastatina / Ezetimiba: Niacina: Num estudo em 15 adultos saudáveis, a administração concomitante com Sinvastatina / Ezetimiba (20 mg + 10 mg diários durante 7 dias) causou um pequeno aumento na AUC média da niacina (22%) e no ácido nicotinúrico (19%) administrados sob a forma de ácido nicotínico em comprimidos de ação prolongada (1000 mg durante 2 dias e 2000 mg durante 5 dias após um pequeno-almoço com reduzido teor em matériagorda). No mesmo estudo, a administração concomitante com ácido nicotínico aumentou ligeiramente a AUC média da ezetimiba (9%), ezetimiba total (26%), sinvastatina (20%) e sinvastatina ácido (35%). Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com doses superiores de sinvastatina. SINVASTATINA: Niacina: Foram observados casos de miopatia/rabdomiólise com sinvastatina administrada concomitantemente com doses modificadoras dos lípidos (≥ 1 g/dia) de niacina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode potenciar os efeitos redutores da pressão arterial de medicamentos bloqueadores ganglionares, por exemplo, nicotina transdérmica e substâncias vasoativas tais como nitratos, bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores adrenérgicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode potenciar os efeitos redutores da pressão arterial de medicamentos bloqueadores ganglionares, por exemplo, nicotina transdérmica e substâncias vasoativas tais como nitratos, bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores adrenérgicos.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: Os sequestradores dos ácidos biliares ligam-se a outros medicamentos administrados por via oral, devendo ser administrados separadamente, consultar também a informação relativa à prescrição destes medicamentos.

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: O ácido nicotínico pode produzir falsos aumentos em algumas determinações fluorométricas das catecolaminas urinárias ou plasmáticas. O ácido nicotínico pode também dar falsas reacções positivas com a solução de sulfato cúprico (Reagente de Benedict) nos testes de glucose na urina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP) + Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas)

Observações: N.D.
Interações: A associação de ácido nicotínico com inibidores da redutase da HMG-CoA pode aumentar o risco de miopatia e rabdomiólise. Deverá ainda ser consultada a informação sobre prescrição do inibidor da redutase da HMG-CoA.

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com rosuvastatina Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Gemfibrozil e outros medicamentos hipolipemiantes: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmax e AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo podem ocorrer interações farmacodinâmicas. O gemfibrozil, fenofibrato, outros fibratos e niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da redutase da HMG-CoA, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg está contraindicada no uso concomitante de fibratos. Estes doentes devem também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Ácido nicotínico + Laropiprant + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Suplementos contendo ácido nicotínico: Não foi estudada a utilização de vitaminas ou de outros suplementos nutricionais contendo (≥50 mg/dia) de ácido nicotínico (ou nicotinamida) com Ácido nicotínico/Laropiprant. Ao prescrever Ácido nicotínico / Laropiprant, os médicos devem ter em consideração a ingestão de ácido nicotínico proveniente das vitaminas e de suplementos nutricionais.

Rosuvastatina + Valsartan + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos hipolipemiantes: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmax e AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo podem ocorrer interações farmacodinâmicas. O gemfibrozil, fenofibrato, outros fibratos e niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da redutase da HMG-CoA, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. As doses de 30 mg e 40 mg estão contraindicadas no uso concomitante de fibratos. Estes doentes devem também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Fluvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Derivados do ácido fíbrico (fibratos) e niacina (ácido nicotínico): A administração concomitante de fluvastatina com bezafibrato, gemfibrozil, ciprofibrato ou niacina (ácido nicotínico) não tem nenhum efeito clinicamente relevante na biodisponibilidade da fluvastatina ou do outro agente antidislipidémico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Pioglitazona + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA Enfraquecimento do efeito hipoglicemiante e como tal, poderá ocorrer aumento dos níveis de glicemia quando uma das seguintes substâncias ativas é tomada, por exemplo: estrogénios e progestogénios, saluréticos, diuréticos de tiazida, agentes estimuladores da tiroide, glucocorticoides, derivados de fenotiazina, cloropromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados de ácido nicotínico, laxantes (utilização prolongada), fenitoína, diazóxido, glucagon, barbitúricos e rifampicina, acetazolamida.

Pitavastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.
Interações: Não foram efectuados estudos de interacção entre pitavastatina e niacina. A utilização isolada de niacina tem sido associada a miopatia e rabdomiólise quando utilizada em monoterapia. Desta forma, Pitavastatina deve ser administrado com precaução quando utilizado concomitantemente com niacina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.

Lovastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Interações com medicamentos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente. O risco de miopatia incluindo rabdomiólise aumenta com a administração dos seguintes medicamentos hipolipemiantes, os quais não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: - Gemfibrozil - Outros fibratos - Niacina (ácido nicotínico) ( ≥ 1g/dia).

Pravastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.
Explique ao Paciente os objetivos de tratamento com LDL- colesterol e triglicéridos.

– Informe o Doente de que a dose da medicação pode ser alterada, com base nos resultados de exames de sangue, colesterol e triglicéridos, num esforço para atingir níveis adequados de LDL- colesterol para tratamento dos triglicéridos.

– Aconselhar o Paciente a usar comprimidos de liberação lenta, para toma da dose prescrita de uma vez por dia, ao deitar, depois de um lanche com baixo nível de gordura.

– Aconselhar o Paciente a deglutir os comprimidos inteiros, não a esmagar, mastigar, ou partir o comprimido de libertação modificada (por exemplo, de liberação controlada, de liberação lenta, de liberação prolongada).

Informar o Paciente de que os comprimidos marcados, podem ser divididos sobre a linha de marcação, mas para engolir toda a de uma só vez toda a metade.

– Avisar o Paciente que tomar este medicamento com o estômago vazio aumenta o risco de rubor, prurido e desconforto estomacal.

– Avisar também o Paciente de que beber álcool ou bebidas quentes no momento da administração de medicamentos vai aumentar o risco de rubor.

– Alertar ainda de que se a medicação não for tomada durante um período longo de tempo (por exemplo, mais de 7 dias) deve entrar em contato com um Profissional de Saúde antes de reiniciar a medicação. Prevenir o Doente de que pode ser necessária a redução da dose de medicamento.

– Enfatizar a importância do Paciente no controle do colesterol: mudanças na dieta (por exemplo, redução da ingestão de gordura saturada, aumentar a ingestão de fibras solúveis ), controle de peso, exercícios regulares e cessação do tabagismo.

– Aconselhar o Paciente que o fármaco pode ajuda a controlar, mas não cura o colesterol ou os triglicéridos elevados e de que se deve continuar a tomar medicamentos prescritos até que as metas de tratamento de LDL-colesterol e triglicéridos sejam atingidas.

– Instruir o Paciente para continuar a tomar outros medicamentos para baixar o colesterol como prescrito pelo Médico.

– Prevenir o Paciente que o rubor, comichão, prurido, dor de cabeça e uma sensação de calor, especialmente da face e parte superior do corpo, o que pode durar várias horas após a administração, são reações adversas mais comuns da terapia quando se inicia o tratamento, ou se aumenta a dose, ou altera a marca da Niacina.

Aconselhe os doente que se estes sintomas ocorrerem, geralmente desaparecem após algumas semanas de uso.

Aconselhar o Paciente para notificar o Prestador de Cuidados de Saúde se ocorrerem estes efeitos e se tornarem intoleráveis ou não melhorarem.

Aconselhar o Paciente que tomar aspirina não entérico revestido ou um AINE (por exemplo, ibuprofeno) 30 min. antes das doses de Niacina pode melhorar este problema e para discutir esta terapia potencial com Profissional de Saúde antes de começar.

– Prevenir os Pacientes de que se o rubor os despertar durante a noite, devem levantar-se lentamente a fim de reduzir o risco de tonturas ou desmaios.

– Aconselhar o Paciente que também esteja a tomar um sequestrador de ácidos biliares (por exemplo, colestiramina ) para suspender a Niacina, pelo menos 2 horas antes ou 4 horas ou mais após o sequestrador.

– Instruir o Paciente para notificar imediatamente o prestador de cuidados de saúde se sentir qualquer dor inexplicável muscular, sensibilidade e / ou fraqueza, sede insaciável, micção frequente, episódios frequentes de tontura, sintomas de gripe persistente (por exemplo, em geral não é bem sentindo, perda de apetite, náuseas, vómitos), ou urina escura, ou se notar quaisquer outras situações inexplicáveis ​​incomuns (por exemplo, ataques súbitos de dor nas articulações ).

– Instruir o Paciente diabético para monitorizar a glicose no sangue com mais frequência quando o fármaco é iniciado ou a dose é alterada e informar o prestador de cuidados de saúde quando forem observadas mudanças significativas nas leituras.

– Aconselhar as mulheres em idade fértil a utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento com Niacina.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017