Ácido gadopentético
O que é
Gadopentato é um dos nomes comerciais para um agente de contraste de MRI à base de gadolinio, normalmente administrado como um sal de um complexo de gadolínio com DTPA (ácido diethylenetriaminepentacetate) com a fórmula química A2 [Gd (DTPA) (H2O)]; quando um catião é a forma protonada da meglumina amino o açúcar do sal passa a designar-se por "gadopentetato de dimeglumina".
É utilizado para auxiliar imagiologia de vasos sanguíneos e de tecido inflamado ou doentes em que os vasos sanguíneos se tornam mais "permeáveis".
É frequentemente usado quando visualizar lesões intracranianas com vascularizacção anormal ou anormalidades na barreira hemato-encefálica.
É geralmente injectado por via intravenosa. Gd-DTPA é classificado como um meio iónico de contraste gadolínio acíclico.
A sua propriedade paramagnética reduz o tempo de relaxamento T1 (e em certa medida o tempo de relaxação T2 e T2*) em RMN, que é a fonte de sua utilidade clínica.
É utilizado para auxiliar imagiologia de vasos sanguíneos e de tecido inflamado ou doentes em que os vasos sanguíneos se tornam mais "permeáveis".
É frequentemente usado quando visualizar lesões intracranianas com vascularizacção anormal ou anormalidades na barreira hemato-encefálica.
É geralmente injectado por via intravenosa. Gd-DTPA é classificado como um meio iónico de contraste gadolínio acíclico.
A sua propriedade paramagnética reduz o tempo de relaxamento T1 (e em certa medida o tempo de relaxação T2 e T2*) em RMN, que é a fonte de sua utilidade clínica.
Usos comuns
Este medicamento é apenas para uso em diagnóstico.
É fornecido na forma de uma solução aquosa para injecção intravenosa.
O Ácido gadopentético é um agente de contraste para imagiologia por ressonância magnética (IRM) para o corpo inteiro, incluindo o cérebro e espinal-medula.
A IRM é uma forma de visualizacção médica de diagnóstico, que dá origem a imagens após detecção de moléculas de água em tecidos normais e anormais.
Tal é conseguido por um sistema complexo de ímans e ondas de rádio e que melhora a detecção por IRM de anomalias em todo o corpo.
O Ácido gadopentético melhora a detecção de tecido anormal e fornece Informação adicional em relação à classificacção e caracterizacção dessas anomalias.
É fornecido na forma de uma solução aquosa para injecção intravenosa.
O Ácido gadopentético é um agente de contraste para imagiologia por ressonância magnética (IRM) para o corpo inteiro, incluindo o cérebro e espinal-medula.
A IRM é uma forma de visualizacção médica de diagnóstico, que dá origem a imagens após detecção de moléculas de água em tecidos normais e anormais.
Tal é conseguido por um sistema complexo de ímans e ondas de rádio e que melhora a detecção por IRM de anomalias em todo o corpo.
O Ácido gadopentético melhora a detecção de tecido anormal e fornece Informação adicional em relação à classificacção e caracterizacção dessas anomalias.
Tipo
Molécula pequena.
História
Ácido gadopentético foi descrito em 1981 e introduzido como o primeiro agente de contraste para IRM, em 1987.
Indicações
Intensificacção do contraste em imagem craniana e raquidiana por ressonância magnética (IRM).
Classificação CFT
19.2 : Meios de contraste para imagem por ressonância magnética
Mecanismo De Acção
A captação de contraste é originada pelo sal di-N-metilglucamínico do Ácido gadopentético, dimeglumina - o complexo gadolínico do Ácido pentético (dietileno triamina do Ácido penta-acético = DTPA).
Quando se utiliza uma sequência adequada (por exemplo: sequências em T1 spin eco) na imagem de ressonância magnética protónica, a diminuição do tempo de relaxação spin-lattice, induzida pelo ião gadolínio, conduz ao aumento de intensidade de sinal e, consequentemente, a um aumento do contraste da imagem de certos tecidos.
O Ácido gadopentético, dimeglumina é um composto altamente paramagnético que conduz a uma diminuição distinguível dos tempos de relaxação mesmo nas concentrações baixas.
A eficácia paramagnética, a relaxação - determinada pela influência sobre o tempo de relaxação spin-lattice dos protões no plasma - é de aproximadamente 4,95 l/mmol/seg.
Apresenta apenas uma ligeira dependência da intensidade do campo magnético.
O DTPA forma um complexo firme com o ião gadolínio paramagnético com uma estabilidade extremamente alta in vivo e in vitro (log K = 22-23).
O sal de dimeglumina do Ácido gadopentético é muito solúvel em água, sendo um composto extremamente hidrofílico com um coeficiente de distribuição de aproximadamente 0,0001 entre o n-butanol e o tampão, a pH 7.6.
A substância não apresenta qualquer ligação às proteínas em especial ou uma interacção inibidora com enzimas (por exemplo, Na+ e K+ ATPase do miocárdio).
O Ácido gadopentético não activa o sistema do complemento possuindo, devido a este facto, um reduzido potencial para indução de reacções anafilácticas.
O Ácido gadopentético, dimeglumina em altas concentrações e com tempo de incubação prolongado, apresenta um ligeiro efeito in vitro na morfologia eritrocitária.
Após administração intravenosa de Ácido gadopentético no ser humano, o processo reversível pode provocar uma hemólise fraca intravascular, o que poderá explicar o ligeiro aumento dos valores de bilirrubina e de ferro sérico, como tem sido ocasionalmente observado nas primeiras horas após a injecção.
Quando se utiliza uma sequência adequada (por exemplo: sequências em T1 spin eco) na imagem de ressonância magnética protónica, a diminuição do tempo de relaxação spin-lattice, induzida pelo ião gadolínio, conduz ao aumento de intensidade de sinal e, consequentemente, a um aumento do contraste da imagem de certos tecidos.
O Ácido gadopentético, dimeglumina é um composto altamente paramagnético que conduz a uma diminuição distinguível dos tempos de relaxação mesmo nas concentrações baixas.
A eficácia paramagnética, a relaxação - determinada pela influência sobre o tempo de relaxação spin-lattice dos protões no plasma - é de aproximadamente 4,95 l/mmol/seg.
Apresenta apenas uma ligeira dependência da intensidade do campo magnético.
O DTPA forma um complexo firme com o ião gadolínio paramagnético com uma estabilidade extremamente alta in vivo e in vitro (log K = 22-23).
O sal de dimeglumina do Ácido gadopentético é muito solúvel em água, sendo um composto extremamente hidrofílico com um coeficiente de distribuição de aproximadamente 0,0001 entre o n-butanol e o tampão, a pH 7.6.
A substância não apresenta qualquer ligação às proteínas em especial ou uma interacção inibidora com enzimas (por exemplo, Na+ e K+ ATPase do miocárdio).
O Ácido gadopentético não activa o sistema do complemento possuindo, devido a este facto, um reduzido potencial para indução de reacções anafilácticas.
O Ácido gadopentético, dimeglumina em altas concentrações e com tempo de incubação prolongado, apresenta um ligeiro efeito in vitro na morfologia eritrocitária.
Após administração intravenosa de Ácido gadopentético no ser humano, o processo reversível pode provocar uma hemólise fraca intravascular, o que poderá explicar o ligeiro aumento dos valores de bilirrubina e de ferro sérico, como tem sido ocasionalmente observado nas primeiras horas após a injecção.
Posologia Orientativa
Conforme critério médico.
Administração
Via intravenosa.
Contra-Indicações
Se tem alergia hipersensibilidade ao ácido gadopentético
Se sofre de compromisso renal grave (TFG <30 ml/min/1.73m2).
Se sofre de compromisso renal grave (TFG <30 ml/min/1.73m2).
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As reacções mais frequentemente registadas são náuseas, vómitos, dores de cabeça, tonturas, uma sensação de dor, uma sensação geral de calor, e uma sensação de calor ou frio no local de injecção.
Advertências

Gravidez:Deve-se ponderar a indicação, com especial rigor, nas mulheres grávidas.

Aleitamento:O Ácido gadopentético é transferido para o leite materno numa quantidade muito limitada (um máximo de 0,04% da dose administrada). Não é esperado qualquer dano para o bebé latente, pela experiência até à data.
Precauções Gerais
Ácido gadopentético não lhe deve ser administrado se tem problemas graves de rins, ou se for um doente que irá fazer ou fez recentemente um transplante de fígado, uma vez que a utilização de Ácido gadopentético em doentes com estas doenças foi associada a uma doença denominada fibrose sistémica nefrogénica (FSN).
A FSN é uma doença que envolve o espessamento da pele e dos tecidos conjuntivos.
A FSN pode diminuir gravemente o funcionamento das articulações, fraqueza dos músculos ou pode afectar o funcionamento normal dos órgãos internos o que pode levar a um potencial risco de vida.
Ácido gadopentético não deve também ser administrado a bébés recém-nascidos até 4 semanas de idade.
A FSN é uma doença que envolve o espessamento da pele e dos tecidos conjuntivos.
A FSN pode diminuir gravemente o funcionamento das articulações, fraqueza dos músculos ou pode afectar o funcionamento normal dos órgãos internos o que pode levar a um potencial risco de vida.
Ácido gadopentético não deve também ser administrado a bébés recém-nascidos até 4 semanas de idade.
Cuidados com a Dieta
Deve ir para o exame em jejum, pelo menos nas duas horas anteriores ao exame, mas pode beber normalmente.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
A sobredosagem acidental pode causar os seguintes efeitos, devido à hiperosmolalidade de Ácido gadopentético: aumento da pressão arterial pulmonar, diurese osmótica, hipervolémia e desidratação.
Nos doentes com insuficiência renal, a função renal deverá ser cuidadosamente monitorizada.
No caso de uma sobredosagem inadvertida ou nos casos em que a função renal se encontra substancialmente afectada, o Ácido gadopentético pode ser removido do corpo por hemodiálise.
A sobredosagem acidental pode causar os seguintes efeitos, devido à hiperosmolalidade de Ácido gadopentético: aumento da pressão arterial pulmonar, diurese osmótica, hipervolémia e desidratação.
Nos doentes com insuficiência renal, a função renal deverá ser cuidadosamente monitorizada.
No caso de uma sobredosagem inadvertida ou nos casos em que a função renal se encontra substancialmente afectada, o Ácido gadopentético pode ser removido do corpo por hemodiálise.
Terapêutica Interrompida
Não utilizar uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25°C.
Proteger da luz, conservando os frascos na embalagem exterior.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Proteger da luz, conservando os frascos na embalagem exterior.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Ácido gadopentético Testes Laboratoriais/Diagnóstico
Observações: n.d.Interacções: O resultado da determinação do ferro sérico por métodos complexiométricos (ex.: batofenantrolina) no prazo de 24 horas após o exame com Ácido gadopentético pode apresentar valores baixos inexactos, devido ao DTPA livre presente na formulação do agente de contraste. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Deve-se ponderar a indicação, com especial rigor, nas mulheres grávidas.
O Ácido gadopentético é transferido para o leite materno numa quantidade muito limitada (um máximo de 0,04% da dose administrada). Não é esperado qualquer dano para o bebé latente, pela experiência até à data.
Deve-se ponderar a indicação, com especial rigor, nas mulheres grávidas.
O Ácido gadopentético é transferido para o leite materno numa quantidade muito limitada (um máximo de 0,04% da dose administrada). Não é esperado qualquer dano para o bebé latente, pela experiência até à data.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 05 de Fevereiro de 2026