Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
O Ácido acetilsalicílico pertence a um grupo de substâncias conhecidas como anti-inflamatórios não-esteroides (AINE), eficazes no alívio sintomático da dor e febre e também o Ácido ascórbico (Vitamina C), uma substância que compensa as necessidades em vitamina C que se verificam nos estados febris ou gripais.
Usos comuns
Indicada para alívio de dores de intensidade ligeira a moderada como por ex. dores de cabeça, dores de dentes, dores musculares, dores menstruais e ainda nos estados febris associados a resfriados ou gripe.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Dores de intensidade ligeira a moderada como por ex. dores de cabeça, dores de dentes, dores musculares, dores menstruais.

Estados febris associados a constipações ou gripe.
Classificação CFT

02.10 : Analgésicos e antipiréticos

Mecanismo De Ação
Na sua qualidade de salicilato, o Ácido acetilsalicílico pertence ao grupo dos analgésicos e anti-inflamatórios não-esteroides.

Sendo um éster do ácido salicílico, o Ácido acetilsalicílico é uma substância dotada de propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias.

O seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível das enzimas da cicloxigenase, envolvidas na síntese das prostaglandinas.

O Ácido acetilsalicílico em doses orais de 0,3 a 1,0 g é usado no alívio de dores ligeiras a moderadas e em situações de febris menores, tais como gripes e constipações, para diminuição da temperatura e alívio das dores musculares e articulares.

É também usado em perturbações inflamatórias agudas e crónicas tais como, artrite reumatoide, osteoartrite e espondilite anquilosante.

As doses diárias geralmente utilizadas nestas situações são de 4 a 8 g em doses divididas.

O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A, nas plaquetas.

Por conseguinte, é usado em várias indicações cardiovasculares geralmente em doses de 75 a 300 mg por dia.

O Ácido ascórbico, vitamina solúvel em água, faz parte do sistema protector do organismo contra os radicais de oxigénio e outros agentes oxidantes de origem endógena ou exógena, tem também uma função importante no processo inflamatório e na função dos leucócitos.

Os ensaios realizados tanto in vivo como em ex vivo, indicam que o ácido ascórbico apresenta um efeito positivo na resposta imunitária leucocitária nos humanos.

O Ácido ascórbico é essencial para a síntese das substâncias intracelulares básicas (mucopolissacarídeos), que juntamente com as fibras de colagénio, são responsáveis pela integridade das paredes dos capilares.
Posologia Orientativa
Adultos: recomenda-se 1 - 2 comprimidos efervescentes.

Não se devem tomar mais de 8 comprimidos efervescentes por dia e deve haver um intervalo de 4 - 8 horas entre as tomas.

Crianças a partir de 12 anos: 1 comprimido efervescente.
Não se devem administrar mais de 3 comprimidos efervescentes por dia e deve haver um intervalo de 4 - 8 horas entre as tomas.
Administração
Os comprimidos efervescentes devem ser dissolvidos em água, e tomados, se possível, após a ingestão de alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade às substâncias ativas (ácido acetilsalicílico e ácido ascórbico), a outros salicilatos ou a qualquer dos excipientes do medicamento;
- Em presença de diátese hemorrágica (risco de hemorragia);
- História de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com anti-inflamatórios não esteroides (AINE);
- Úlcera péptica/hemorragia ativa ou história de úlcera péptica/hemorragia recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada);
- Antecedentes de asma induzida pela administração de salicilatos ou substâncias de acção similar, em particular fármacos anti-inflamatórios não esteroides;
- Associação com doses de metotrexato iguais ou superiores a 15 mg/semana;
- Durante o terceiro trimestre de gravidez.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Efeitos gastrointestinais: os eventos adversos mais frequentemente observados são de natureza gastrointestinal.

Podem ocorrer, em particular nos idosos, úlceras pépticas, perfuração ou hemorragia gastrointestinal potencialmente fatais.

Na sequência da administração destes medicamentos têm sido notificadas náuseas, dispepsia, vómitos, hematemeses, flatulência, dor abdominal, diarreia, obstipação, melenas, estomatite aftosa, exacerbação de colite ou doença de Crohn.

Menos frequentemente têm vindo a ser observados casos de gastrite.

Foram descritos casos isolados de alterações da função hepática (aumento das transaminases).

Reações de hipersensibilidade:
Ex: urticária, reações cutâneas, reações anafiláticas, asma e edema de Quincke.

Efeitos sobre o sistema nervoso central:
Tonturas e zumbidos são sintomas usualmente indicativos de sobredosagem, especialmente em crianças e indivíduos idosos.

Efeitos hematológicos:
Devido ao efeito sobre a agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode estar associado a um risco aumentado de hemorragias (hemorragia intracerebral, hemorragia intraocular, porfíria, hemólise associada a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase).

Ácido ascórbico: nas doses utilizadas na Aspirina C não são conhecidos efeitos indesejáveis.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Não administrar durante a gravidez
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Durante o aleitamento, os salicilatos apenas deverão ser utilizados por receita médica.
Condução
Condução
Condução:Em caso de sobredosagem podem ocorrer zumbidos, vertigens e confusão mental, caso estes ocorram o doente não deve conduzir ou utilizar máquinas.
Precauções Gerais
A administração concomitante deste medicamento com AINE, incluindo inibidores seletivos da cicloxigenase-2, deve ser evitada.

Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor período de tempo necessário para controlar a sintomatologia.

Idosos: os idosos apresentam uma maior frequência de reações adversas,
especialmente de hemorragias gastrointestinais e de perfurações que podem ser fatais .
Hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal: têm sido notificados casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal potencialmente fatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou história de eventos gastrointestinais graves.

O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração é maior com doses mais elevadas, em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos.

Nestas situações os doentes devem ser instruídos no sentido de informar o médico assistente sobre a ocorrência de sintomas abdominais e de hemorragia digestiva, sobretudo nas fases iniciais do tratamento.

Nestes doentes o tratamento deve ser iniciado com a menor dose eficaz.

A co-administração de agentes protetores (ex. misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada, assim como em doentes que necessitem de tomar simultaneamente outros medicamentos suscetíveis de aumentar o risco de úlcera ou hemorragia, tais como corticosteroides, anticoagulantes (como a varfarina), inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou anti-agregantes plaquetários.

Em caso de hemorragia gastrointestinal ou ulceração em doentes a tomar deste medicamento o tratamento deve ser interrompido.

Os AINE devem ser administrados com precaução em doentes com história de doença inflamatória do intestino (colite ulcerosa, doença de Crohn), na medida em que estas situações podem ser exacerbadas.

Nas seguintes situações, este medicamento só deverá ser utilizado por receita médica:
Em caso de tratamento concomitante com anticoagulantes;
Em presença de insuficiência hepática e renal;
Hipersensibilidade a anti-inflamatórios/ anti-reumatismais ou a outras substâncias alergénias.

Devido à eventualidade de ocorrência de síndrome de Reye – uma doença rara mas que põe a vida em risco e que tem sido observada em crianças com sinais de patologias virais (em particular varicela e síndrome do tipo gripal) – os medicamentos com Ácido acetilsalicílico apenas devem ser utilizados em crianças e adolescentes com sintomas febris por recomendação médica, quando outras medidas falharem.

Se na continuação do tratamento ocorrerem sintomas como vómitos persistentes, diminuição da consciência ou comportamento anormal, a administração de ácido acetilsalicílico deverá ser suspensa de imediato.

O Ácido acetilsalicílico pode desencadear broncospasmo e induzir crises de asma ou outras reações de hipersensibilidade.
Como fatores de risco, podem referir-se a existência de asma brônquica, febre dos fenos, pólipos nasais ou doença respiratória crónica.
Isto aplica-se também a doentes que desenvolvem reações alérgicas (por ex. reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias.

Devido ao seu efeito inibidor sobre a agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode provocar um aumento da tendência para hemorragias, durante e após intervenções cirúrgicas (incluindo pequena cirurgia, como por exemplo extracções dentárias).

Em doses baixas, o Ácido acetilsalicílico reduz a excreção de ácido úrico.
Por conseguinte, poderá desencadear gota em doentes que já manifestem tendência para uma excreção baixa de ácido úrico.

Este medicamento contém aproximadamente 466,7 mg de sódio por comprimido efervescente.
Esta informação deve ser tida em consideração em doentes com ingestão controlada de sódio.

Os fármacos contendo Ácido acetilsalicílico não devem ser utilizados durante períodos prolongados ou em posologias elevadas, sem vigilância médica.

Nos alcoólicos crónicos (3 ou mais bebidas por dia) apresentam um aumento do risco de hemorragia do estômago devido ao Ácido acetilsalicílico.

Durante o tratamento a longo prazo com elevadas doses de analgésico, podem ocorrer dores de cabeça que não devem ser tratadas com doses mais elevadas.

O uso habitual de analgésicos pode provocar lesões graves e irreversíveis nos rins.
Este risco será especialmente acentuado se o doente tomar simultaneamente diferentes analgésicos.

Este medicamento não deve ser associada com outros medicamentos que também contenham Ácido acetilsalicílico.

O doente deverá ser instruído para em caso de agravamento ou persistência dos sintomas consultar o Médico
Cuidados com a Dieta
Tomar após a ingestão de alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se esqueceu de tomar o medicamento deve retomar a medicação sem tomar uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Conservar na embalagem de origem.
Não conservar acima de 25ºC.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
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Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
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Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
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Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Contraindicado

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Metotrexato

Observações: N.D.
Interações: Interacções contraindicada: Metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg/semana: Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por medicamentos anti-inflamatórios em geral e deslocação do metotrexato da sua ligação às proteínas plasmáticas pelos salicilatos) Requer precaução: Metotrexato em doses inferiores a 15 mg/semana: Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por medicamentos anti-inflamatórios em geral e deslocação do metotrexato da sua ligação às proteínas plasmáticas pelos salicilatos). - Metotrexato
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias através da inibição da função plaquetária, lesão da mucosa gastroduodenal e deslocação dos anticoagulantes orais dos seus locais de ligação às proteínas plasmáticas. - Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Heparina

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias através da inibição da função plaquetária, lesão da mucosa gastroduodenal e deslocação dos anticoagulantes orais dos seus locais de ligação às proteínas plasmáticas. - Heparina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias através da inibição da função plaquetária, lesão da mucosa gastroduodenal e deslocação dos anticoagulantes orais dos seus locais de ligação às proteínas plasmáticas. - Varfarina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de úlceras e hemorragias gastrointestinais devido a um efeito sinérgico. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Benzobromarona

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Diminuição do efeito uricosúrico (competição da eliminação tubular renal do ácido úrico). - Benzobromarona
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Probenecida

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Diminuição do efeito uricosúrico (competição da eliminação tubular renal do ácido úrico). - Probenecida
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Uricosúricos (gota) (Antigotosos)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Diminuição do efeito uricosúrico (competição da eliminação tubular renal do ácido úrico). - Uricosúricos (gota) (Antigotosos)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: A concentração plasmática da digoxina é aumentada devido a uma diminuição da excreção renal. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Antidiabéticos Orais

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Com a administração de doses elevadas de ácido acetilsalicílico, verifica-se um aumento do efeito hipoglicémico, devido à acção hipoglicémica do ácido acetilsalicílico e à deslocação da sulfonilureia da sua ligação às proteínas plasmáticas. - Antidiabéticos Orais
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Insulinas

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Com a administração de doses elevadas de ácido acetilsalicílico, verifica-se um aumento do efeito hipoglicémico, devido à acção hipoglicémica do ácido acetilsalicílico e à deslocação da sulfonilureia da sua ligação às proteínas plasmáticas. - Insulinas
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Sulfonilureias

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Com a administração de doses elevadas de ácido acetilsalicílico, verifica-se um aumento do efeito hipoglicémico, devido à acção hipoglicémica do ácido acetilsalicílico e à deslocação da sulfonilureia da sua ligação às proteínas plasmáticas. - Sulfonilureias
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Ticlopidina

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias. - Ticlopidina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Trombolíticos

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias. - Trombolíticos
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Antiagregantes plaquetários

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragias. - Antiagregantes plaquetários
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal. - Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Glucocorticoides

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Glucocorticóides sistémicos, com excepção da hidrocortisona usada no tratamento de substituição na doença de Addison: Diminuição dos níveis sanguíneos dos salicilatos durante o tratamento com corticosteróides e risco de sobredosagem com salicilatos, após a suspensão deste tratamento devido ao aumento da eliminação dos salicilatos pelos corticosteróides. - Glucocorticoides
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento do risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal. - Corticosteroides
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento da toxicidade do ácido valpróico devido à sua deslocação dos locais de ligação às proteínas. - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: Aumento das lesões da mucosa gastrointestinal e prolongamento do tempo de hemorragia devido aos efeitos aditivos do álcool e do ácido acetilsalicílico. - Álcool
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: A administração de ácido acetilsalicílico (> 3g/dia) pode diminuir a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos antihipertensores. Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes inibidores da cicloxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente reversível. A ocorrência destas interações deverá ser tida em consideração em doentes a tomar ácido acetilsalicílico em associação com IECA ou AAII. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. - Diuréticos
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: A administração de ácido acetilsalicílico (> 3g/dia) pode diminuir a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos antihipertensores. Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes inibidores da cicloxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente reversível. A ocorrência destas interações deverá ser tida em consideração em doentes a tomar ácido acetilsalicílico em associação com IECA ou AAII. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Antagonistas da angiotensina II (AAII)

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: A administração de ácido acetilsalicílico (> 3g/dia) pode diminuir a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos antihipertensores. Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes inibidores da cicloxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente reversível. A ocorrência destas interações deverá ser tida em consideração em doentes a tomar ácido acetilsalicílico em associação com IECA ou AAII. Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então. - Antagonistas da angiotensina II (AAII)
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica.

Durante a gravidez, os salicilatos apenas deverão ser utilizados por receita médica.

Durante o aleitamento, os salicilatos apenas deverão ser utilizados por receita médica.

Em caso de sobredosagem podem ocorrer zumbidos, vertigens e confusão mental, caso estes ocorram o doente não deve conduzir ou utilizar máquinas.

Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020