Taxas de overdose por opiáceos aumentam entre adolescentes e crianças

Taxas de overdose por opiáceos aumentam entre adolescentes e crianças

CRIANÇAS E ADOLESCENTES

  Tupam Editores

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Nas últimas duas décadas, as taxas de morte por overdose de opiáceos entre crianças e adolescentes triplicaram nos Estados Unidos.

Enquanto as crianças mais pequenas morreram devido à ingestão acidental de narcóticos ou por intoxicação intencional, os adolescentes morreram de overdose não intencional, por terem usado os analgésicos prescritos para os seus pais ou narcóticos comprados nas ruas. No total, quase nove mil jovens morreram devido ao uso de opiáceos desde 1999.

Para o estudo, foram usados dados dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) desde 1999 até 2016. Durante esse período, quase nove mil crianças e adolescentes morreram por envenenamentos por prescrição ou uso de opioides ilícitos. Cerca de 40 por cento das mortes ocorreram em casa.

Criança com comprimidos

Embora as mortes tenham diminuído em 2008 e 2009 porque mudaram os hábitos de prescrição, os óbitos continuam a aumentar à medida que mais adolescentes usam heroína e fentanil.

O maior risco é entre os adolescentes mais velhos, que representam 88 por cento dos que morreram durante o período do estudo. Mas há relato de crianças menores de cinco anos cujas mortes estão relacionadas com o uso de opiáceos.

Cerca de 25 por cento das mortes entre crianças - 148 casos – corresponderam a assassinatos intencionais. Mais pesquisas são necessárias para compreender o papel do abuso e da negligência nessas mortes, assim como os hábitos de consumo dos próprios pais, afirmaram os autores do estudo.

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