Estudo identifica doenças mais propensas a diagnóstico incorreto

Estudo identifica doenças mais propensas a diagnóstico incorreto

MEDICINA E MEDICAMENTOS

  Tupam Editores

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Os diagnósticos incorretos são os erros médicos que sucedem de forma mais comum e são mais catastróficos e mais caros, custando a vida de 100 mil pessoas anualmente só nos Estados Unidos, revela um novo estudo publicado na revista Diagnosis.

Conduzido por uma equipa de investigadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, o estudo concluiu que os eventos vasculares, as infeções e o cancro são as três principais categorias de doenças que contribuem em quase três quartos para consequências graves devido a erros no diagnóstico.

Os cientistas avaliaram 11 592 casos de erro de diagnóstico entre 2006 e 2015 retirados de uma base de dados norte-americana.

Foi apurado que os erros de diagnósticos que tinham causado a morte do paciente ou incapacidade grave e permanente estavam associados a erros no diagnóstico de cancros (37,9 por cento), nos de eventos vasculares (22,8 por cento) e a erros em diagnosticar infeções (13,5 por cento).

Diagnóstico-incorreto

Os autores do estudo descreveram 15 doenças que estão integradas naquelas três categorias e que, juntas, contam para quase metade de todos os danos graves relacionados com os diagnósticos errados.

As doenças mais frequentemente diagnosticadas erradamente daquelas três categorias foram o acidente vascular cerebral (AVC), a sépsis (infeção no sangue), e o cancro do pulmão, respetivamente.

Àquelas doenças juntam-se ainda o enfarte do miocárdio, o tromboembolismo venoso (coágulos nas pernas e pulmões), aneurisma na aorta e disseção aórtica (rutura na aorta), tromboembolismo arterial (bloqueio do fornecimento de sangue aos órgãos internos), meningite e encefalite, infeção da medula espinhal, pneumonia, endocardite (infeção do coração) e cancros da mama, colorretal, da próstata e da pele.  

“Os nossos achados sugerem que os danos mais graves podem ser atribuídos a um número surpreendentemente pequeno de doenças”, comentou David Newman-Toker, um dos autores do estudo.

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