Doenças cardiovasculares matam 35 mil portugueses por ano

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Doenças cardiovasculares matam 35 mil portugueses por ano

  Tupam Editores

Cerca de 35 mil portugueses morrem anualmente por doenças cardiovascuares, que continuam a ser a principal causa de morte e representam um terço de toda a mortalidade da população em Portugal.

Coração

No Dia Mundial do Coração, assinalado a 29 de setembro, as associações ligadas à cardiologia recordam que as doenças cardiovasculares continuam a ser a primeira causa de morte em Portugal, apesar de pelo menos 80 por cento das mortes prematuras por estas patologias poderem ser evitadas.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) sublinha que muitas mortes precoces podiam ser prevenidas através do controlo dos quatro principais fatores de risco: tabagismo, alimentação indevida, falta de exercício físico e abuso de álcool.

Das 35 mil mortes por doenças cardiovasculares calcula-se que 20 mil sejam por acidentes cerebrovasculares e mil por enfartes do miocárdio.

“A tendência dos últimos anos mostra uma ligeira redução dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e uma estabilização do número de enfartes do miocárdio”, refere a FPC, numa mensagem a propósito do Dia do Coração.

Contudo, mais de metade da população portuguesa entre os 18 e os 79 anos apresenta pelo menos dois fatores de risco para a doença cardiovascular.

Mais de metade da população adulta tem excesso de peso, 40 por cento sofre de hipertensão, 30 por cento tem o colesterol muito elevado e um quarto da população é fumadora, segundo dados da SPC.

Além dos AVC e dos enfartes do miocárdio, a SPC destaca a insuficiência cardíaca como uma das doenças a combater.

Perto de meio milhão de portugueses sofre de insuficiência cardíaca, um problema que esta sociedade científica considera que deve passar a ser uma prioridade nacional.

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Autor:
Tupam Editores

Última revisão:
20 de Abril de 2018

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