Ácido fólico no final da gravidez pode aumentar risco de alergia infantil

100


Ácido fólico no final da gravidez pode aumentar risco de alergia infantil

  Tupam Editores

Pesquisas da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugerem que tomar ácido fólico no final da gravidez pode aumentar o risco de alergias em crianças afetadas pela restrição de crescimento durante a gravidez.

Grávida

O ácido fólico, um tipo de vitamina B, é amplamente utilizado para prevenir defeitos do tubo neural no feto e para auxiliar no desenvolvimento do sistema nervoso central.

O tubo neural desenvolve-se no primeiro mês de gravidez e as diretrizes australianas recomendam que as mulheres tomem um suplemento diário de ácido fólico pelo menos um mês antes e três meses após a conceção.

As alergias são uma das principais causas das doenças não transmissíveis no mundo e estima-se que afetem entre 30 a 40 por cento da população mundial.

Pesquisas anteriores também mostraram que uma complicação da gravidez conhecida como restrição de crescimento intrauterino, uma forma de restrição de crescimento no útero, pode ter um efeito protetor contra as alergias da infância.

As descobertas sugerem que o suplemento de ácido fólico reduz parcialmente a proteção que já havia sido observada em gravidezes com crescimento restrito.

“Embora os resultados nos ajudem a entender melhor o potencial risco de alergia em humanos, é necessária mais pesquisa antes de ser dada qualquer recomendação”, disseram os investigadores.

ARTIGO

Relacionados

BEBÉS PREMATUROS - A pressa de viver!

Mais de um bebé em dez nasce prematuro. O que faz estas crianças querem nascer antes de estarem completamente formados e que cuidados devemos ter para assegurar a sua sobrevivência?

RECÉM-NASCIDOS: Bolçar! - É normal?

A regurgitação é frequente nos primeiros 4 meses de vida, sendo observada na maioria dos bebés. Existem, contudo, algumas situações em que o refluxo persistente pode indicar outros problemas…

Destaques

MEMÓRIA, BASE DO CONHECIMENTO - O que é e como funciona?

De forma razoavelmente simplificada, a memória humana pode ser definida como a capacidade inata do cérebro para obter, armazenar e evocar informações disponíveis no cérebro – a chamada memória biológi...
0 Comentários