PANDEMIA

Variante Ómicron: conheça as cinco fases da infeção

Classificada como variante “de preocupação” e muito contagiosa pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a Ómicron foi inicialmente identificada no continente africano. Os critérios para esta classificação são o elevado número de mutações, o que pode influenciar o seu comportamento, por exemplo, a nível de capacidade de transmissão ou de severidade da doença.

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Desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, e a nova estirpe é atualmente dominante em Portugal. Por essa razão, deve estar atento ao surgimento de sintomas e conhecer as cinco fases da infeção causada pela nova variante B.1.1.529.

Considera-se a primeira fase o contacto com uma pessoa infetada. Muito provavelmente não deu conta ou não tem a certeza se está positivo, no entanto, se permaneceu mais tempo dentro de uma casa sem ventilação tem probabilidade de ter “apanhado” lá o vírus.

Na segunda fase da infeção, que dura dois ou três dias, a sintomatologia ainda não se manifesta. Deve manter em mente, no entanto, que existem pessoas assintomáticas.

Os primeiros sintomas surgem na terceira fase. É provável que comece a sentir dores na lombar, suores noturnos e a garganta irritada. Outros sintomas incluem dores de cabeça e musculares, pingo no nariz, espirros, náuseas e perda de apetite.

A realização do teste já faz parte da quarta fase. Este deve ser realizado em doentes com suspeita e contactos de alto e baixo risco com caso confirmado. Se apresentar os sintomas mencionados na terceira fase é provável que dê positivo.

O isolamento do doente faz parte da quinta fase. Se o resultado do teste tiver sido positivo ou notar sintomas deve entrar em isolamento. Desde dia 5 que o período de isolamento para as pessoas assintomáticas que testam positivo ao SARS-CoV-2 e têm doença ligeira passou a ser de sete dias.
As normas atualizadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) também reduzem para sete dias o isolamento dos contactos de alto risco, mas alteram as definições destes contactos, que só entram em vigor na próxima segunda-feira, dia 10 de janeiro.

Tal como nas outras doenças, também relativamente à Covid-19 vale mais prevenir do que “remédios dar”. Para se proteger da variante Ómicron, deve manter todos os cuidados recomendados desde o início da pandemia: mantenha a distância de segurança (pelo menos dois metros); Use máscara, sobretudo em espaços fechados; Adote uma boa higiene das mãos, lavando-as ou desinfetando-as com frequência; Quando precisar de espirrar ou de tossir, cubra o rosto com a dobra do cotovelo ou com um lenço; Assegure uma boa ventilação de espaços fechados (por exemplo, abra as janelas para promover a circulação do ar); Evite locais fechados e com grande concentração de pessoas e Cumpra a vacinação completa da Covid-19.
Aposte na prevenção!

Fonte: Tupam Editores

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