VITAMINA D

Défice de vitamina D: os sinais que não pode ignorar

A vitamina D é essencial para o funcionamento saudável do organismo: para além de proteger o sistema imunológico, atua na regulação da concentração de cálcio e fósforo no organismo, favorece a absorção destes minerais no intestino e regula as células que degradam e formam os ossos, mantendo os seus níveis no sangue.

Défice de vitamina D: os sinais que não pode ignorar

DIETA E NUTRIÇÃO

VITAMINA D - O nutriente solar!


Infelizmente a carência desta vitamina no organismo é bastante comum e é responsável pela condição conhecida por hipovitaminose D que, por sua vez, provoca problemas nos ossos, por ser um elemento fundamental para a absorção do cálcio. Também o sistema imunológico, o muscular e o nervoso requerem vitamina D para funcionarem adequadamente.

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel produzida naturalmente no organismo através da exposição da pele à luz solar, mas também pode ser obtida em maiores quantidades por meio do consumo de alguns alimentos de origem animal, como peixes, gema de ovo e leite, por exemplo.

O défice da vitamina surge principalmente como consequência da pouca exposição ao sol e de uma dieta pouco variada e rica no nutriente. Mas também há alguns medicamentos que interferem na capacidade do corpo em a absorver. Entre as consequências estão as alterações ósseas, como a osteomalácia ou a osteoporose nos adultos, e o raquitismo nas crianças. Alguns estudos científicos associam ainda a deficiência desta vitamina a um maior risco de desenvolver alguns tipos de cancro, diabetes mellitus e hipertensão.

Inicialmente a carência da vitamina não apresenta nenhum sintoma característico mas, com o tempo, podem surgir alguns sinais de alerta, que não devem ser ignorados.

A nível infantil deve estar atento a atrasos de crescimento nas crianças, arqueamento das pernas, alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços; e atraso no nascimento dos dentes do bebé e caries desde muito cedo.
Nos adultos as dores nos músculos, sensação de fadiga, fraqueza e mal-estar, espasmos musculares, dor e fraqueza nos ossos, que os torna mais fáceis de quebrar, especialmente os ossos da coluna, quadril e pernas, e a osteomalacia e a osteoporose são sinais evidentes de que o organismo tem falta de vitamina D.

Para contrariar o défice, os especialistas recomendam a exposição diária ao sol entre 10 a 20 minutos, sempre nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde. Além da exposição ao sol, a vitamina D pode ser obtida através de fontes alimentares, como óleo de fígado de peixe, frutos de mar, leite e derivados.

Existem ainda suplementos que ajudam a repor os níveis de vitamina D. Esta suplementação deve ser feita sob supervisão médica, durante 1 ou 2 meses, e após esse período o médico deve solicitar um exame de sangue para avaliar se é necessário continuar a tomá-lo durante mais tempo, uma vez que a toma excessiva de vitamina D é perigosa por poder aumentar muito os níveis de cálcio no sangue, o que favorece a quebra dos ossos.

Fonte: Tupam Editores

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