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Dieta MIND retarda declínio cognitivo

Num estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, cientistas internacionais mostraram que a dieta MIND pode retardar o declínio cognitivo e reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer – estes resultados mantiveram-se mesmo quando os cérebros dos participantes desenvolveram aglomerados anormais de proteínas associadas à patologia.

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No total, os cientistas da Universidade Rush, nos Estados Unidos, analisaram 569 participantes, desde 1997. Em 2004, um questionário de frequência alimentar foi incluído no estudo, de forma a avaliar a frequência com que os participantes ingeriam alimentos específicos. Todos os participantes concordaram em realizar avaliações clínicas enquanto estivessem vivos e uma autópsia cerebral quando morressem.

No geral, cerca de 70 por cento dos participantes eram mulheres, o nível médio de educação era de 15 anos e a idade média de morte era de 91 anos.

Cada participante recebeu uma pontuação da dieta MIND com base em quão rigorosamente eles aderiram às refeições; seguir corretamente a dieta MIND envolveu o consumo diário de, pelo menos, três porções de grãos integrais, um vegetal com folhas verdes, um outro vegetal, um copo de vinho, para além de nozes, feijão, carne de aves e frutas silvestres duas vezes por semana e peixe, pelo menos, uma vez por semana.

Os participantes com uma pontuação mais alta na dieta MIND apresentaram melhores habilidades de memória e raciocínio à medida que envelheciam. As autópsias aos seus cérebros revelaram que, embora alguns cérebros contivessem os depósitos de proteínas comummente encontrados em pessoas com doença de Alzheimer, nunca desenvolveram demência clínica - isto sugere que a dieta MIND protege a função cognitiva, independentemente das patologias relacionadas com a doença de Alzheimer.

Fonte: Inverse

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