PANDEMIA

Resultados do Inquérito Serológico Nacional conhecidos em maio

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em parceria com a Associação Nacional de Laboratórios Clínicos, Associação Portuguesa de Analistas Clínicos e 33 hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), concluiu o trabalho de campo da segunda fase do Inquérito Serológico Nacional à COVID-19 (ISN COVID-19), dando assim continuidade ao projeto iniciado em maio de 2020.

Resultados do Inquérito Serológico Nacional conhecidos em maio
NOVO COVID-19, FAQ – PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

SOCIEDADE E SAÚDE

NOVO COVID-19, FAQ – PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

Os primeiros resultados da nova fase do ISN COVID-19 deverão ser conhecidos no início do próximo mês de maio, indica o portal de notícias do SNS.

O trabalho de campo da segunda fase do ISN COVID-19, que decorreu durante nove semanas, envolveu 350 pontos de colheita e permitiu o recrutamento de cerca de 8 600 indivíduos, com idade superior a 12 meses, tendo sido ultrapassado o total da amostra inicialmente planeada de 8 189 participantes.

Para a recolha de amostras e dados, foram apenas selecionadas pessoas que recorreram a um hospital ou laboratório parceiro deste estudo para a realização de análises clínicas.

Desenvolvido pelos departamentos de Epidemiologia e de Doenças Infeciosas do INSA, o ISN COVID-19 permitirá conhecer a distribuição dos anticorpos específicos contra SARS-CoV-2 (IgM e IgG) na população residente em Portugal, por grupos etários e regiões de saúde, assim como monitorizar a sua evolução ao longo do tempo e estimar a fração de infeções por SARS-CoV-2 assintomáticas.

Esta informação permitirá aferir a taxa de ataque desta infeção na população portuguesa e contribuir para, futuramente, estimar o impacto do atual programa de vacinação contra a COVID-19.

Os resultados da primeira fase do ISN Covid-19 indicaram uma seroprevalência global de 2,9 por cento de infeção pelo novo coronavírus na população residente em Portugal, não tendo sido encontradas diferenças significativas entre regiões e grupos etários.

O estudo analisou uma amostra não-probabilística de 2 301 pessoas residentes em Portugal, com idade igual ou superior a um ano, recrutadas em 96 pontos de colheita, entre 21 de maio e 8 de julho de 2020.

Fonte: SNS

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