VACINA

Populações devem ser informadas sobre efeitos colaterais das vacinas

Embora as vacinas pareçam ser a única esperança para acabar com a pandemia de COVID-19, a estas também estão associados riscos de efeitos colaterais. Num artigo publicado recentemente na revista Science, especialistas internacionais alertam para os efeitos secundários das vacinas, afirmando que “a população deve estar preparada para a ocorrências desses efeitos”, qualquer que seja o tipo de imunização.

Populações devem ser informadas sobre efeitos colaterais das vacinas

Os peritos alertam sobretudo para os efeitos colaterais intensos, embora transitórios, chamados reatogenicidade, associados sobretudo à vacina da empresa norte-americana Moderna.

As vacinas de mRNA, ou RNA mensageiro, são outro problema sobre o qual os cientistas têm mantido um silêncio preocupante. Até o início da pandemia de COVID-19, 12 candidatos a vacinas baseados nesta nova tecnologia tinham sido submetidos a ensaios clínicos e nenhuma foi aprovada. Os especialistas estrão preocupados com as reações autoimunes a longo prazo das vacinas de RNA.

As empresas farmacêuticas têm pressionado os governos de todo o mundo para comprar as suas vacinas contra a COVID-19, ao mesmo tempo que insistem que sejam assinados “termos de compromisso de segurança”, que isentam essas empresas de quaisquer responsabilidades, tanto quanto à eficácia das vacinas para eliminar a doença, quanto para garantir a isenção de responsabilidades judiciais e pagamentos de indenizações.

E há ainda um outro risco tão grave quanto os demais: a credibilidade da ciência como instituição e dos cientistas como autoridades perante o público. Caso as vacinas de mRNA sejam aprovadas sem que todos os critérios de segurança sejam cuidadosamente avaliados, há um grande risco de que eventuais efeitos colaterais danosos, sobretudo os de longo prazo, como a autoimunidade, venham reforçar os crescentes e preocupantes movimentos anti-vacina, fazendo a população duvidar da ciência e dos cientistas em situações futuras.

Os peritos defendem, por isso, que se deve abordar o tema dos riscos associados à toma de vacinas contra a COVID-19 claramente junto da população mundial e falar sobre as vantagens e os riscos inerentes.


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