HIPERTENSÃO

2ª. Semana da Hipertensão EM CASA dá voz ao doente

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) associa-se à World Hypertension League (WHL), para comemorar o Dia Mundial da Hipertensão (DMH) assinalado, este ano pela primeira vez, no dia 17 de outubro devido à pandemia (tradicionalmente comemorado em maio).

2ª. Semana da Hipertensão EM CASA dá voz ao doente

A World Hypertension League promove anualmente esta data e a SPH vai pôr em marcha a 2.ª Semana da Hipertensão EM CASA com atividades para alertar para esta doença silenciosa que afeta 42 por cento dos portugueses.

De 17 a 23 de outubro, nesta segunda semana dedicada à hipertensão, a novidade é o testemunho dos doentes em primeira mão. Haverá ainda sessões de show cooking, uma sessão médico-doente, quizzes e sessões clínicas sobre hipertensão.

Mais uma vez a iniciativa tem a colaboração de Nilton, o conhecido humorista e escritor português que se associa pela segunda vez à Semana da Hipertensão EM CASA. 

Os Webinares temáticos e as atividades online decorrem no Facebook, Instagram, Youtube e site da SPH (www.sphta.org.pt).  

O tema central do DMH, promovido pela WHL, nos últimos cinco anos incide sobre Know Your Numbers (conheça os seus números/valores) com o objetivo de aumentar a consciencialização sobre a hipertensão arterial (HTA) em toda a população no mundo. Este ano a tónica é “Meça sua pressão arterial, controle-a, viva mais”.  

A SPH relembra a importância de medir a pressão arterial (PA) frequentemente, cujos valores devem ser inferiores a 14/9. Praticar exercício físico regular, adotar uma alimentação saudável com baixo teor de sal e cumprir a toma da medicação prescrita fazem também parte das mensagens que a SPH quer transmitir através das iniciativas que vai desenvolver. 

Embora a prevalência da hipertensão arterial se mantenha relativamente estável nos últimos 15 anos, atingindo mais de 40 por cento da população adulta, a mortalidade cardiovascular de que a hipertensão é o principal fator de risco, tem vindo sistematicamente a diminuir e veio para baixo dos 30 por cento, o que é um marco histórico.

Fonte: Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH)

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