OSTEOPOROSE

Défice de cálcio e vitamina D associado a maior risco de osteoporose

Cientistas da Pharmavite LLC, nos Estados Unidos, analisaram a deficiência de nutrientes e a sua relação com uma saúde óssea deficiente, especificamente o risco de osteoporose. O estudo foi publicado na revista PLOS ONE.

Défice de cálcio e vitamina D associado a maior risco de osteoporose

 
O estudo examinou a relação entre os marcadores de pobreza com a ingestão de cálcio e vitamina D e a osteoporose em participantes com 50 anos ou mais de idade.
 
Nos Estados Unidos da América, 25 por cento dos norte-americanos mais velhos vivem abaixo do limiar da pobreza sendo que, dentro desta população, 68 por cento têm uma ingestão inadequada de cálcio, e 46 por cento têm uma ingestão inadequada de vitamina D
 
A investigação verificou que as diferenças de género, idade, étnicas e socioeconómicas têm impacto no risco global de ingestão inadequada de cálcio e vitamina D e no risco subsequente de osteoporose.
 
Observou-se que as mulheres norte-americanas com mais de 50 anos de idade têm um consumo inadequado de cálcio, independentemente do seu estatuto económico. O consumo inadequado de cálcio e vitamina D também afeta mais os homens pobres do que as mulheres no que diz respeito ao risco de osteoporose.
Os homens negros não hispânicos com baixo rendimento têm um risco duas vezes maior de desenvolverem osteoporose, mostrou ainda a investigação.

A pobreza pode impedir a aquisição rotineira de nutrientes adequados, especificamente o cálcio e a vitamina D, para assegurar a saúde óssea dos doentes, disseram os autores do estudo.
 
Os suplementos dietéticos podem desempenhar um papel crítico na ajuda a qualquer população carenciada a satisfazer as suas necessidades nutricionais, incluindo a disponibilização imediata de suplementos através de programas, afirmam os investigadores.

Fonte: Eurek Alert

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