CIRURGIA

Cerca de 63% das cirurgias são realizadas em ambulatório em Portugal

Nos últimos 15 anos, registou-se um aumento do número de cirurgias de ambulatório, que triplicaram durante este período. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que constam do relatório “Health at a Glance 2017”, nesse ano, realizaram-se 63,2 por cento do total das cirurgias programadas em Portugal, o que representa um total de mais de 500 mil cirurgias.

Cerca de 63% das cirurgias são realizadas em ambulatório em Portugal

“Dado o crescente reconhecimento da prática de cirurgia em ambulatório, a dinamização de um congresso internacional da área será uma excelente oportunidade para mostrar todo o bom trabalho que se está a fazer na especialidade, quer em Portugal, quer no mundo”, explica Carlos Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA), que promove um Congresso Internacional da especialidade de 27 a 29 de maio.

A realizar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, esta iniciativa, dirigida a médicos de diferentes especialidades, cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiros, administradores e gestores hospitalares, vai contar com a presença confirmada de Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos e da Secretária Estado Saúde, Raquel Duarte, em representação da Ministra da Saúde.

No evento, são esperados cerca de 1 500 participantes acreditados, entre eles mais de 1 100 delegados oriundos de 42 países.

O congresso vai contar com a intervenção de 160 palestrantes, especialistas de diversas áreas, sendo que os temas a abordar serão a atualidade da cirurgia ambulatória, como as novas tendências cirúrgicas, anestésicas, tecnológicas e de gestão.

“Nos últimos anos, a cirurgia portuguesa em regime de ambulatório tem tido um desenvolvimento positivo, tendo como principal fator de sucesso a sua multidisciplinaridade, que envolve diferentes grupos profissionais, assim como garante a segurança e qualidade no tratamento dos doentes”, afirma Carlos Magalhães.

“o congresso foi acreditado pela UEMS e é apoiado cientificamente por dez associações e sociedades científicas portuguesas, pela Ordem dos Médicos e pela Universidade do Porto, o que permitirá um debate sobre o panorama da especialidade bastante completo”, destacou ainda o responsável.

Fonte: press release

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