HIPERATIVIDADE

Novo medicamento para a hiperatividade obteve comparticipação

O fármaco Elvanse, indicado como parte de um programa de tratamento abrangente para a perturbação de hiperatividade e/ou défice de atenção (PHDA) em crianças com seis anos de idade ou mais, quando a resposta ao tratamento anterior com metilfenidato é considerada clinicamente inadequada, obteve autorização de comparticipação por parte do Estado. A sua dispensa está sujeita a Receita Médica Especial.

Novo medicamento para a hiperatividade obteve comparticipação

Um estudo randomizado que comparou o dimesilato de lisdexanfetamina com atomoxetina, em 267 crianças e adolescentes com idades entre os 6 e os 17 anos, mostrou que esta substância ativa apresenta valor superior à atomoxetina.

Esta análise permitiu concluir que, em termos de eficácia, o dimesilato de lisdexanfetamina, a curto prazo, é melhor no que diz respeito à modificação de sintomas, melhoria da qualidade de vida e percentagem de respondedores. A longo prazo, não foi possível estabelecer uma comparação.

Em termos de segurança, não se observaram diferenças no número de eventos adversos registados.

Para além da comparação terapêutica entre as duas substâncias, foi possível ainda concluir que o Elvanse constitui uma vantagem económica, na medida em que é mais barato que a terapêutica alternativa.

Fonte: Infarmed

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