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Estudo afirma que dietas vegetarianas não têm impacto na mortalidade

Um estudo australiano, que está a ser considerado distorcido e enganoso, sugere que as dietas vegetarianas não têm qualquer efeito sobre a longevidade.

Estudo afirma que dietas vegetarianas não têm impacto na mortalidade

As afirmações são baseadas em dados “escolhidos a dedo”, segundo os investigadores que analisaram as suas conclusões; ao longo de apenas seis anos, o estudo acompanhou pessoas com uma idade média de 62 anos.

O estudo observou pessoas com saúde debilitada, o que afetou os resultados da taxa de mortalidade; além disso, não foram analisados grupos populacionais iguais entre vegetarianos e não vegetarianos.

O estudo apresentou apenas percentagens de taxas de mortalidade distorcidas e não diferenciou a idade em que as pessoas de cada grupo faleceram.

A investigação não pesquisou fatores de longevidade ou qualidade de vida, apenas teve em conta as taxas de mortes, independentemente da idade, pelo que não deveria fazer qualquer conclusão sobre a mortalidade.

Dos 243 096 homens e mulheres estudados, houve 16 836 mortes; 80 mortes foram observadas em vegetarianos, mas poderiam ter ocorrido em qualquer idade, especialmente porque o estudo só os acompanhou por uma média de seis anos.

E este é outro dos problemas indicados na investigação: os cientistas podiam ter seguido os vegetarianos até dez anos depois para pesquisar as suas taxas de mortalidade, mas poderiam ter acompanhado os outros participantes por apenas dois ou três anos. Ou seja, nem todos os participantes foram acompanhados por um intervalo igual e previamente definido.

Fonte: Food News

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