PREVENÇÃO

Novas diretrizes definem uso de novos anticoagulantes orais no AVC

Os novos anticoagulantes orais não vitamina K (NOAC) são agora considerados equivalentes e preferíveis à varfarina para a gestão do risco de acidente vascular cerebral (AVC) associados à fibrilação atrial (FA), de acordo com diretrizes internacionais atualizadas.

Novas diretrizes definem uso de novos anticoagulantes orais no AVC

A importância de assegurar o controlo do ritmo cardíaco, a prevenção de tromboembolismo e o controlo de peso no tratamento de pacientes com fibrilação atrial também foi descrita pela Heart Rhythm Society, pelo American College of Cardiology e pela American Heart Association.

A maioria dos pacientes com FA com scores em que houvesse indicação para anticoagulação poderiam beneficiar-se de anticoagulantes orais, como a edoxabana, rivaroxabana, dabigatrana e apixabana para diminuir o risco de AVC tromboembólico, segundo pesquisadores da Universidade de Wisconsin, em Madison, nos Estados Unidos.

Uma válvula cardíaca mecânica ou um quadro de estenose mitral moderada a grave ainda são contraindicações aos NOAC; portanto, esses pacientes devem receber varfarina , um anticoagulante oral mais antigo.

As diretrizes também apontaram para modificação do fator de risco e perda de peso para pacientes com sobrepeso e obesos com FA. A perda de peso pode realmente ajudar a controlar a FA.

As recomendações, que atualizam as diretrizes de 2014 da FA, foram publicadas nas revistas Circulation, HeartRhythm e no Journal of American College of Cardiology.

Fonte: Boa Saúde

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