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Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

Diltiazem

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
Diltiazem é um derivado da benzotiazepina com ação vasodilatadora, devido ao seu antagonismo das ações do ião cálcio nas funções de membrana.

Também é teratogénico.
Usos comuns
Oral:
Cloridrato de Diltiazem pertence a um grupo de medicamentos designado de "bloqueadores dos canais de cálcio".

Diltiazem é utilizado para:
– Hipertensão arterial
– Angina (dor no peito).

Diltiazem funciona por tornar os seus vasos sanguíneos mais dilatados. Isto ajuda a baixar a tensãoarterial.

Também facilita o bombeamento do sangue efetuado a partir do coração para todo o seu corpo. Isto ajuda a evitar a dor no peito causada pela angina.

Pasta cutânea:
Diltiazem está indicado para o tratamento da fissura anal crónica.

Diltiazem promove a cicatrização da ferida que se desenvolve na pele do ânus e reduz os sintomas dolorosos por ela provocados. A ferida que aparece na pele ao longo do canal anal chama-se fissura anal.

A fissura anal causa dor e ocasionalmente sangramento do ânus, particularmente após o movimento do esfíncter.

O Diltiazem atua por relaxamento da musculatura que envolve o ânus (esfíncter anal), reduzindo a pressão e aumentando a circulação sanguínea da zona promovendo assim a cicatrização.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Oral:
Angina de Prinzmetal;
Angina crónica estável;
Hipertensão arterial.

Pasta cutânea:
A pasta cutânea Diltiazem está indicada no tratamento de fissuras anais crónicas.
Classificação CFT

03.04.03 : Bloqueadores da entrada do cálcio

06.07 : Anti-hemorroidários

Mecanismo de ação
O Diltiazem, tal como os outros bloqueadores dos canais de cálcio, tem como principal ação fisiológica a inibição do fluxo transmembranário dos iões de cálcio extracelular, ao nível das membranas das células do miocárdio e do músculo liso dos vasos, sem alterar as concentrações do cálcio sérico.

O cálcio tem um papel importante na conjugação dos processos de excitação/contração no coração e no músculo liso dos vasos bem como na despolarização que determina a condução eléctrica específica das células cardíacas.

Inibindo o fluxo de cálcio, o Diltiazem inibe o processo de contractilidade cardíaca e do músculo liso dos vasos, dilatando as principais artérias coronárias e sistémicas e vai ainda diminuir a contractilidade cardíaca.

A dilatação das artérias sistémicas origina uma diminuição da resistência periférica total, com baixa da pressão sanguínea e diminuição do "afterload". Com doses altas (superiores a 200 mg), há um aumento do índex cardíaco.

A diminuição da resistência vascular periférica não acarreta, habitualmente, descida ortostática da pressão arterial ou taquicardia.
No entanto, foram já referidos, de forma esporádica, casos de hipotensão ortostática, aquando de mudanças rápidas de posição.

Há dados que apontam para uma possível redução da massa ventricular esquerda e espessura da parede desta cavidade associadas à hipertensão, durante o uso de Diltiazem.

A redução do "afterload" em repouso e durante o exercício e a consequente diminuição da necessidade de consumo de oxigénio pelo miocárdio, são tidas como a explicação do efeito do Diltiazem na angina crónica estável.

Na angina vasoespástica (variante de Prinzmetal), o Diltiazem provoca uma inibição do espasmo espontâneo (ou induzido pelo esforço) das artérias coronárias, resultando disto um aumento da libertação de oxigénio.

Em contraste com a nifedipina (e mais próximo dos efeitos do verapamil), o Diltiazem tem uma importante ação inibidora do sistema de condução cardíaca.
Actua principalmente no nó auriculoventricular (AV), diminuindo a velocidade de condução e aumentando o seu período refractário; tem ainda alguma ação no nó sinusal; no entanto praticamente não tem efeito na condução ao nível do sistema de His-Purkinje, intra-auricular ou intraventricular.
Posologia orientativa
Oral:
Angina
A dose inicial deve ser de 120 a 180 mg, uma a duas vezes ao dia, adaptando-se a dose à resposta terapêutica.

O tempo necessário para atingir o equilíbrio é de 7 a 14 dias.
Hipertensão arterial
No adulto, a dose inicial habitual situa-se entre 60 e 120 mg, duas vezes ao dia, devendo a dose ser adaptada a cada situação.

Pasta cutânea:
Colocar uma pequena quantidade de Diltiazem, correspondente aproximadamente 2,5cm na ponta do dedo indicador.

A aplicação da pasta deve ser feita efetuando uma suave massagem descrevendo círculos com a ponta do indicador na margem anal e imediatamente para dentro (aproximadamente 1cm) do ânus, na junção da pele peri-anal e do canal anal propriamente dito.

Utilizar a pasta duas vezes por dia (manhã e noite) ou conforme indicado pelo médico.
Administração
Diltiazem Oral:
Tome este medicamento pela boca.
Não parta, não esmague ou não mastigue as cápsulas.
Engula as cápsulas ou os comprimidos inteiras com um copo de água.
Tome este medicamento antes ou durante as refeições.

Diltiazem Pasta cutânea:
Antes de iniciar a aplicação de Diltiazem, deverá lavar as mãos e colocar uma luva na mão com que irá aplicar a pasta.
Após a aplicação da pasta, lavar as mãos e descartar a luva usada.
Contraindicações
O Diltiazem está contraindicado:
Na hipersensibilidade conhecida ao Diltiazem e a qualquer um dos excipentes;
Síndrome do nó sinusal, exceto na presença de pacemaker ventricular funcional;
Bloqueio aurículo-ventricular de 2º ou 3º grau, excepto na presença de pacemaker ventricular funcional;
Bradicardia acentuada (inferior a 40 bpm);
Falência ventricular esquerda com congestão pulmonar;
Na administração concomitante de infusão de dantroleno;
Durante a gravidez ou em mulheres que possam vir a engravidar durante o tratamento;
Durante o aleitamento;
Hipotensão grave (pressão sistólica inferior a 90 mm Hg) ou shock cardiogénico;
Insuficiência cardíaca descompensada;
Síndrome de Wolff Parkinson White;
Doentes com enfarte em que a fração de ejeção está abaixo dos 0,40.

Além disso, nos doentes em que é conhecida a existência de um bypass acessório
(Wolf-Parkinson-White ou síndrome PR curto), e que desenvolvem fibrilhação atrial ou flutter atrial, não deve ser administrado Diltiazem por via intravenosa.
Efeitos indesejáveis/adversos
Doenças gastrointestinais:
Náusea (até 3 % dos doentes), anorexia, vómitos, diarreia, dor abdominal, ileus paralítico, dispepsia, disgeusia, alterações dos dentes, sede, secura de boca, ganho de peso e obstipação (em menos de 2 % dos doentes). Foi também reportada hiperplasia gengival.

Cardiopatias:
Os seguintes efeitos foram reportados com uma frequência de 1 % ou menos:
hipotensão ou hipotensão postural, angina, arritmia, bradicardia, flutter arterial, dor precordial, taquicardia, palidez, flebite, assistolia assintomática, pausa sinusal, disfunção do nó sinusal, insuficiência cardíaca congestiva, agravamento de insuficiência cardíaca, bloqueio AV do 1º, 2º ou 3º grau, bloqueio de ramo, alterações do ECG, complexos prematuros ventriculares, taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular, síncope e palpitações.

Doenças no sistema nervoso:
Cefaleias, sonolência, insónias, tonturas e astenia (ocorrem de 1 a 5 % dos doentes).
Contudo, se a indicação for hipertensão, esta frequência é aumentada para: cefaleias (8 – 12 %), tonturas (6-7%) e astenia (3-5%). Outros efeitos descritos com uma frequência inferior a 1 %, são: amnésia, depressão, marcha anormal, sudação, parestesia, alteração da personalidade, mal estar, febre, tinnitus, tremor, vertigens, hipertonia, nervosismo e alucinações.

Afeções hepatobiliares:
No período inicial do tratamento foram observados casos raros de elevação dos valores das enzimas hepáticas, tal como lesão hepato-celular. Quando a alteração é ligeira a moderada é habitualmente transitória e regride mesmo continuando a terapêutica oral com Diltiazem.

Afeções dos tecidos cutâneoas e subcutâneas:
As erupções cutâneas, possivelmente devido a hipersensibilidade, são normalmente ligeiras a transitórias, desenvolvendo-se nalguns casos eritema multiforme, dermatite descamativa e dermatite pustular exantematosa generalizada aguda. Podem também ocorrer reações de fotosensibilidade, rubor, petéquias, urticária, hipertrofia cutânea (nevus) e prurido.

Outros efeitos:
Ambliopia, dispneia, epistáxis, rinite, faringite, sinusite, bronquite, irritação ocular, hiperglicémia, congestão nasal, aumento da tosse, dor osteoarticular, alterações respiratórias, nictúria, poliúria, cistite, lítiase renal.
Foram ainda verificadas ocasionalmente as seguintes situações: dismenorreia, vaginite, doença da próstata, gota, dor óssea, dor cervical, visão turva, mialgias, artrose, bursite, disfunção sexual, leucopénia, anemia hemolítica, tempo de hemorragia aumentado, púrpura, retinopatia, trombocitopénia e linfoadenopatia.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:contraindicado na grávida ou se há suspeita de gravidez. Teratogénico em estudos animais. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Quantidade significativa no leite. Evitar, a menos que não haja alternativa segura.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Insuf. Hepática:Reduzir a dose.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Insuf. Renal:Iniciar terapêutica com doses mais baixas.
Condução
Condução:
Condução:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Precauções gerais
Recomenda-se vigilância especial em doentes com insuficiência da função ventricular esquerda, com bradicardia (pelo risco de exacerbação) ou bloqueio atrioventricular de 1º grau detectado no electrocardiograma (pelo risco de exacerbação ou de bloqueio total).

Antes de anestesia geral, o anestesista deve ser informado da existência de um tratamento com Diltiazem em curso. A depressão da contractilidade cardíaca, condutividade e automaticidade, assim como a dilatação vascular associada a anestésicos podem ser potenciadas pelos bloqueadores de canais de cálcio.

Pode ocorrer um aumento das concentrações plasmáticas de Diltiazem nos idosos e em doentes com insuficiência renal ou hepática. As contraindicações e precauções devem ser cuidadosamente monitorizadas e vigiadas, em particular a frequência cardíaca, desde do início do tratamento.

Os agentes bloqueadores dos canais de cálcio, como o Diltiazem, podem estar associados a alterações de humor, incluindo depressão.

Como outros antagonistas dos canais de cálcio, o Diltiazem tem um efeito inibidor sobre a motilidade intestinal. Por isso, deve ser usado com precaução em doentes com risco de desenvolver obstrução intestinal.

Podem ser encontrados nas fezes resíduos das formulações de libertação prolongada do medicamento, no entanto, esta constatação não tem relevância clínica.

Recomenda-se também vigilância especial em casos de:
Insuficiência cardíaca congestiva;
Diabetes, o que pode implicar ajustes no controlo destes doentes;

O Diltiazem é considerado um medicamento de risco em doentes com porfíria em fase aguda.

Embora alguns autores (baseados em estudos de curta duração) defendam que o Diltiazem oral pareça ser pelo menos tão eficaz como os bloqueadores β (ex..
propranolol) e/ou nitratos, o seu uso na angina crónica estável deve ser reservado aos doentes que não tolerem doses adequadas ou sejam refractários às terapêuticas alternativas com bloqueadores β e/ou nitratos orais.
Cuidados com a dieta
O doente deve ingerir as cápsulas com um pouco de líquido, sem mastigar, de preferência antes das refeições. O Diltiazem pode ver a sua absorção aumentada caso seja administrado em simultâneo com refeições ricas em gorduras.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Os efeitos clínicos de sobredosagem aguda pode envolver hipotensão pronunciada, possivelmente levando a um colapso, bradicardia sinusal, com ou sem dissociação isorrítmica, e distúrbios da condução atrioventricular.

É limitada a experiência com casos de sobredosagem em humanos. Igualmente se desconhece o valor da dose letal aguda no homem.

Os sinais e sintomas esperados traduzir-se-ão nas reacções adversas mais comuns e incluem de forma dominante: bradicardia, hipotensão, bloqueio e insuficiência cardíaca.

O tratamento destes doentes deve ser feito em unidades de cuidados intensivos coronários dada a necessidade frequente de suporte à hipotensão e alterações de
condução cardíaca que podem ocorrer.

A maioria dos doentes com sobredosagem entra em hipotensão dentro das primeiras 8 horas que se seguem à ingestão do fármaco.

Quando surge bradicardia e bloqueio AV do 1º ao 3º grau, pode esperar-se uma evolução para paragem cardíaca. Pode também esperar-se o aparecimento de hiperglicémia como complicação.

Além das medidas gerais de suporte, o tratamento é sintomático, resolvendo as complicações que vão surgindo.

Deve fazer-se lavagem gástrica e administração de carvão activado, especialmente se o doente chega à unidade pouco tempo após a ingestão do fármaco, com o intuito de diminuir tanto quanto possível a absorção do fármaco.

Após a sobredosagem, a semi-vida de eliminação do Diltiazem está calculada em cerca de 5,5 a 10,2 horas. O tratamento, num ambiente hospitalar, irá incluir lavagem gástrica e / ou diurese osmótica. Distúrbios de condução podem ser geridos por estimulação cardíaca temporária.

Proposta de tratamentos correctivos: atropina, vasopressores, agentes inotrópicos, glucagon e infusão de gluconato de cálcio.
Terapêutica interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Caso se tenha esquecido de tomar a sua dose, tome o seu comprimido ou cápsula assim que se lembrar e continue a sua medicação como habitual.
No entanto, se estiver quase na hora de tomar a dose seguinte, não tome a dose que se esqueceu de tomar. Não tome uma dose a dobrar.
Cuidados no armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Para a embalagem fechada, não conservar acima de 30°C.
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.

Após abertura da bisnaga, utilize no prazo de 28 dias e não conservar acima de 25ºC.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ansiolíticos + Diltiazem

Observações: Aumento do efeito sedativo por inibição do CYP3A4. Efeito aditivo com depressores do SNC. Inibição enzimática.
Interações: Inibição do metabolismo das benzodiazepinas - Diltiazem - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Diltiazem

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Amiodarona: Maior risco de bradicardia com: - Diltiazem - Diltiazem
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas) + Diltiazem

Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.
Interações: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: - Diltiazem - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio) + Diltiazem

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interações: Carbamazepina: o metabolismo da carbamazepina é diminuído pelo diltiazem e verapamilo; possível aumento no metabolismo dos bloqueadores da entrada de cálcio - Diltiazem - Diltiazem
Usar com precaução

Tertatolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização (diltiazem): Perturbações do automatismo (bradicardia excessiva, paragem do nódulo sinusal), perturbações da condução sino-auricular, atrioventricular e insuficiência cardíaca (efeitos sinérgicos). - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoprolol + Diltiazem

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: No caso de a utilização concomitante de antagonistas de cálcio do tipo verapamil ou diltiazem, um aumento na inotrópico e cronotrópico pode ocorrer. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fesoterodina + Diltiazem

Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito ativo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).
Interações: Após o bloqueio do CYP3A4 pela coadministração de 200mg de fluconazol, um inibidor moderado do CYP3A4, duas vezes por dia durante 2 dias, a Cmax e a AUC do metabolito ativo da fesoteroduina aumentaram aproximadamente 19% e 27%, respetivamente. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., eritromicina, fluconazol, diltiazem, verapamilo e sumo de toranja). - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atenolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de bloqueadores-beta e bloqueadores dos canais de cálcio que possuam efeitos inotrópicos negativos (ex. verapamil, diltiazem) pode levar a uma manifestação exagerada destes efeitos, particularmente em doentes com insuficiência da função ventricular e/ou anomalias da condução sino-atrial ou aurículo-ventricular. Deste facto podem resultar hipotensão grave, bradicardia e falha cardíaca. Nenhum destes fármacos, bloqueadores beta-adrenérgicos ou bloqueadores dos canais de cálcio, deverá ser administrado por via intravenosa senão 48 horas após a interrupção do outro. Consequentemente, não se deve iniciar tratamento oral com um dos medicamentos acima referidos antes de 7 dias após suspensão do tratamento com o outro. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atenolol + Clorotalidona + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Devidas ao ATENOLOL: O uso concomitante de bloqueadores beta-adrenérgicos e antagonistas dos canais de cálcio que possuam efeitos inotrópicos negativos (ex. verapamil, diltiazem) pode levar a um aumento destes efeitos particularmente em doentes com compromisso da função ventricular e/ou anomalias da condução sino auricular ou aurículo-ventricular. Deste facto podem resultar hipotensão grave, bradicardia e insuficiência cardíaca. Nenhum destes fármacos, bloqueadores beta-adrenérgicos ou bloqueadores dos canais de cálcio, deverá ser administrado por via intravenosa senão 48 horas após a interrupção do outro. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bilastina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de 20 mg de bilastina e de 60 mg de diltiazem aumentou a Cmax da bilastina em 50%. Este efeito pode ser explicado pela interação com os transportadores de efluxo intestinais e não parece afetar o perfil de segurança da bilastina. - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Diltiazem

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com o diltiazem. - Diltiazem
Contraindicado

Diltiazem + Dantroleno

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Dantroleno (infusão): É regularmente observada fibrilhação ventricular fatal em animais após injecção intravenosa concomitante de verapamil e dantroleno. A combinação de um antagonista do cálcio e do dantroleno é, assim, potencialmente perigosa. - Dantroleno
Usar com precaução

Carvedilol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Têm sido notificados casos isolados de distúrbios de condução (raramente hemodinâmica comprometidos), se tiver sido administrado concomitantemente por via carvedilol e diltiazem, verapamil e/ou amiodarona. Como acontece com com outros beta-bloqueadores, o ECG e a pressão arterial devem ser cuidadosamente monitorizados aquando da administração concomitante bloqueadores dos canais de cálcio do tipo verapamil e diltiazem, devido ao risco de distúrbio de condução AV ou risco de insuficiência cardíaca (efeito sinérgico). É recomendada monitorização dos sinais vitais de hipotensão. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Naloxegol + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação foram apenas efetuados em adultos.
Interações: Num estudo cruzado, aberto, não aleatorizado, de sequência fixa, de 3 períodos, de 3 tratamentos, para avaliar o efeito de doses múltiplas de diltiazem na farmacocinética (PK) de naloxegol em dose única, a administração concomitante de diltiazem e naloxegol resultou num aumento de 3,4 vezes (90% IC: 3,2-3,7) na AUC de naloxegol e num aumento de 2,9 vezes na Cmáx do naloxegol (90% IC: 2,6-3,1), comparativamente ao naloxegol administrado isoladamente. Assim, recomenda-se o ajuste da dose de naloxegol quando administrado concomitantemente com diltiazem ou outros inibidores moderados do CYP3A4. A dose inicial para doentes a tomar inibidores moderados do CYP3A4 é 12,5 mg uma vez por dia e a dose pode ser aumentada para 25 mg se a dose de 12,5 mg for bem tolerada pelo doente. Não é necessário ajuste da dose em doentes a tomar inibidores fracos do CYP3A4. - Diltiazem
Usar com precaução

Alfentanilo + Diltiazem

Observações: O alfentanilo é metabolizado principalmente por via da enzima 3A4 do citocromo P450.
Interações: Os dados de farmacocinética humana indicam que o metabolismo do alfentanilo pode ser inibido pelo fluconazol, voriconazol, eritromicina, diltiazem e cimetidina (conhecidos inibidores da enzima 3A4 do citocromo P450). Isto pode aumentar o risco de depressão respiratória prolongada ou tardia. A administração simultânea de tais fármacos exige cuidado e observação especial do doente; em particular pode ser necessário reduzir a dose de Alfentanilo. Geralmente, recomenda-se a interrupção da administração de inibidores da monoaminoxidase duas semanas antes de qualquer intervenção cirúrgica ou anestésica. - Diltiazem
Usar com precaução

Alprazolam + Diltiazem

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Inibidores da CYP3A4: Antimicóticos: Deve ter-se um cuidado particular e uma redução substancial da dose no caso de utilização simultânea de inibidores de CYP3A4 tais como os inibidores da protease do VIH, fluoxetina, dextropropoxifeno, contracetivos orais, sertralina, diltiazem ou antibióticos macrólidos, tais como eritromicina, claritromicina, telitromicina e troleandomicina. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Amiodarona + Diltiazem

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: A terapêutica associada aos seguintes fármacos não é recomendada: Beta-bloqueantes e inibidores dos canais de cálcio (verapamilo, diltiazem), visto poderem ocorrer perturbações do automatismo (bradicardia excessiva) e/ou da condução. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Telmisartan + Diltiazem

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos com a eritromicina e a claritromicina, verapamil ou diltiazem), podem levar a um aumento significante da exposição à amlodipina, resultando num risco aumentado de hipotensão. O significado clínico destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciado em idosos. A monitorização clínica e o ajuste de dose podem ser necessários. Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina. - Diltiazem
Usar com precaução

Amprenavir + Diltiazem

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. O amprenavir poderá aumentar as concentrações séricas dos bloqueadores dos canais de cálcio tais como diltiazem, felodipina, isradipina, nicardipina, nifedipina, nimodipina, nisoldipina e verapamil, resultando possivelmente num aumento da actividade e toxicidade destes fármacos. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aripiprazol + Diltiazem

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Quando inibidores fracos da CYP3A4 (por ex. diltiazem ou escitalopram) ou da CYP2D6 são utilizados concomitantemente com Aripiprazol, podem ser esperados pequenos aumentos nas concentrações de aripiprazol. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cilostazol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Cilostazol é extensivamente metabolizado pelas enzimas do CYP (em particular pela CYP3A4 e CYP2C19 e, em menor extensão, pela CYP1A2). O metabolito desidro que tem 4-7 vezes a potência de cilostazol na inibição da agregação plaquetária, parece ser formado principalmente através da CYP3A4. O metabolito 4´-trans-hidroxi, com um quinto da potência de cilostazol, parece ser formado principalmente através da CYP2C19. A administração de cilostazol com diltiazem (um inibidor fraco da CYP3A4) resultou num aumento da AUC de cilostazol de 44%, acompanhado por um aumento de 4% na AUC do metabolito desidro e de um aumento de 43% na AUC do metabolito 4´-trans-hidroxi. Com base na AUC, a atividade farmacológica global de cilostazol aumenta em 19% quando coadministrado com diltiazem. Com base nestes dados, não é necessário o ajuste da dose. - Diltiazem
Consultar informação atualizada

Dutasterida + Diltiazem

Observações: In vitro, a dutasterida não é metabolizada pelas isoenzimas do citocromo humano P450: CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CY P2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6.
Interações: Uso concomitante com inibidores do CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P: A dutasterida é eliminada principalmente por via metabólica. Estudos in vitro indicam que este metabolismo é catalisado pelo CYP3A4 e CYP3A5. Não foram realizados estudos de interação com inibidores potentes do CYP3A4. No entanto, num estudo farmacocinético realizado numa população, as concentrações séricas de dutasterida foram, em média, 1,6 a 1,8 vezes superiores, respetivamente, num pequeno número de doentes tratados concomitantemente com verapamilo ou diltiazem (inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores da glicoproteína-P) do que noutros doentes. A associação a longo prazo da dutasterida com fármacos que são inibidores potentes da enzima CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, indinavir, nefazodona, itraconazol, cetoconazol administrados por via oral) pode aumentar as concentrações séricas da dutasterida. Não é provável uma maior inibição da 5-alfa redutase com uma exposição elevada à dutasterida. No entanto, pode ser considerada uma diminuição da frequência posológica da dutasterida, se forem observados efeitos secundários. Deve realçar-se que, em caso de inibição enzimática, o já longo tempo de semivida pode ser ainda mais prolongado, e podem ser necessários mais de 6 meses de terapêutica concomitante até se atingir um novo estado de equilíbrio. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Diltiazem

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interações.
Interações: Inibidores conhecidos da CYP3A4 como os antifúngicos do grupo dos azóis (por ex., cetoconazol, itraconazol, fluconazol), cimetidina, verapamil, macrólidos (por ex., eritromicina, claritromicina e roxitromicina), diltiazem, inibidores das proteases (por ex., ritonavir, saquinavir, indinavir, nelfinavir), antidepressores (por ex., nefazodona, fluvoxamina, fluoxetina) e o sumo de toranja poderão aumentar os níveis plasmáticos de progestagénios e resultar em efeitos indesejáveis. Num estudo que investigou o efeito dos inibidores da CYP3A4 (cetoconazol, eritromicina) sobre a associação de valerato de estradiol/dienogest, os níveis plasmáticos de dienogest no estado estacionário foram aumentados. A administração concomitante com o forte inibidor cetoconazol resultou num aumento de 186% da AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário. Quando co-administrada com o moderado inibidor eritromicina, a AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário foi aumentada em 62%. Desconhece-se qual a relevância clínica destas interações. - Diltiazem
Contraindicado

Ivabradina + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: Estudos específicos de interação em voluntários saudáveis e doentes mostraram que a combinação de ivabradina com os agentes que reduzem a frequência cardíaca diltiazem ou verapamilo resultou num aumento da exposição da ivabradina (aumento de 2 a 3 vezes na AUC) e numa redução adicional da frequência cardíaca de 5 bpm. A utilização concomitante da ivabradina com estes medicamentos é contraindicada. - Diltiazem
Sem efeito descrito

Pravastatina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). - Diltiazem
Sem efeito descrito

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Diltiazem

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: A pravastatina não é metabolizada numa extensão clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. É por este facto que os medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450, ou que são inibidores do sistema do citocromo P450, podem ser incluídos num regime posológico estável de pravastatina sem causar alterações significativas nos níveis plasmáticos da pravastatina, como tem sido observado com outras estatinas. A ausência de uma interacção farmacocinética significativa com a pravastatina tem sido especificamente demonstrada para vários medicamentos, em particular aqueles que são substratos/inibidores da CYP3A4, e.g. diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores da protease, sumo de toranja e inibidores da CYP2C9 (e.g. fluconazol). - Diltiazem
Sem efeito descrito

Saxagliptina + Dapagliflozina + Diltiazem

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC de saxagliptina cerca de 63% e 2,1-vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram cerca de 44% e 34%, respetivamente. Estes efeitos farmacocinéticos não são clinicamente significativos e não requerem ajuste de dose. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. - Diltiazem
Usar com precaução

Ranolazina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Diltiazem
Usar com precaução

Triazolam + Diltiazem

Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interação e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.
Interações: Recomenda-se precaução quando o triazolam é coadministrado com a isoniazida, fluvoxamina, sertralina, paroxetina, diltiazem e verapamilo. - Diltiazem
Usar com precaução

Fenofibrato + Sinvastatina + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: Deve ter-se cuidado ao combinar Fenofibrato / Sinvastatina com alguns outros inibidores menos potentes do CYP3A4: fluconazol, verapamil ou diltiazem. O risco de miopatia e de rabdomiólise aumenta com a utilização concomitante de amiodarona, amlodipina, diltiazem ou verapamil com 40 mg de sinvastatina por dia. A administração concomitante de diltiazem e sinvastatina originou um aumento de 2,7 vezes na exposição ao ácido de sinvastatina, presumivelmente devido à inibição do CYP 3A4. Deste modo, a dose de Fenofibrato / Sinvastatina não deve exceder os 145 mg/20 mg por dia no caso de doentes que tomem amiodarona, amlodipina, diltiazem ou verapamil. - Diltiazem
Usar com precaução

Dabrafenib + Diltiazem

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Dextrometorfano + Quinidina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. É de esperar que a administração concomitante de medicamentos que inibem a CYP3A4 aumente os níveis plasmáticos da quinidina, o que pode aumentar o risco relativamente ao prolongamento do intervalo QTc. Durante o tratamento com o este medicamento, os inibidores fortes e moderados da CYP3A4 devem ser evitados. Estes incluem, entre outros, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, amprenavir, aprepitante, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, sumo de toranja e verapamilo. Caso se considere necessário o tratamento concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, recomenda-se que seja realizada uma avaliação eletrocardiográfica (ECG) do intervalo QT antes da administração do Dextrometorfano + Quinidina e, subsequentemente, num(em) ponto(s) temporal(is) adequado(s). - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Candesartan + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem originar a um aumento significativo na exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Como tal, pode ser necessária monitorização clínica e ajustes de dose. - Diltiazem
Usar com precaução

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores moderados da CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Por conseguinte, recomenda-se a monitorização clínica apropriada do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados da CYP3A4. Recomenda-se a monitorização clínica apropriada após o início ou após ajustes posológicos do inibidor. Diltiazem 240 mg OD, 28 dias Atorvastatina 40 mg SD Após o início ou após ajustes posológicos de diltiazem, recomenda-se a monitorização clínica apropriada destes doentes. - Diltiazem
Usar com precaução

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Diltiazem

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precaução requerida com a utilização concomitante: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Usar com precaução

Ticagrelor + Diltiazem

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: A administração concomitante de diltiazem com ticagrelor aumentou a Cmax de ticagrelor em 69% e a AUC em cerca de 2,7 vezes e diminuiu a Cmax do metabolito ativo em 38% e a AUC manteve-se inalterada. Não se observou efeito de ticagrelor nos níveis plasmáticos de diltiazem. É esperado que outros inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex. amprenavir, aprepitant, eritromicina e fluconazol) tenham um efeito similar e possam também ser administrados conjuntamente com Ticagrelor. Medicamentos conhecidos por induzir bradicardia: Devido à observação de pausas ventriculares sobretudo assintomáticas e bradicardia, recomenda-se precaução quando se administra concomitantemente Ticagrelor com medicamentos conhecidos por induzir bradicardia. Contudo, nenhuma evidência de reações adversas clinicamente significativas foi observada no estudo PLATO após administração concomitante com um ou mais medicamentos conhecidos por induzir bradicardia (p.ex. 96% bloqueadores beta, 33% bloqueadores dos canais de cálcio, diltiazem e verapamilo, e 4% digoxina). - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contracetivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respetivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a ação de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas. - Diltiazem
Usar com precaução

Suvorexanto + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Se suvorexanto for usado com medicamentos que inibam moderadamente a CYP3A enzima do fígado, como verapamil, eritromicina, diltiazem, ou dronedarona, recomenda-se que a dose de suvorexanto seja ajustado. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A degradação retardada e/ou o aumento dos níveis plasmáticos de Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina), acompanhados de um risco aumentado de sobredosagem ou de uma incidência aumentada de efeitos secundários, pode ser provocada por medicação concomitante com contracetivos orais, antibióticos macrólidos (ex. eritromicina, iosamicina e lincomicina), bloqueadores dos canais de cálcio (ex. diltiazem, verapamil), inibidores da girase, cimetidina, ranitidina, ácido isonicótico hidrazida, alopurinol, propranolol, e interferão. Em tais casos, pode-se tornar necessária uma redução da dose. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Venetoclax + Diltiazem

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de venetoclax: Inibidores do CYP3A: No início e durante a fase de titulação da dose, deve ser evitada a utilização concomitante de venetoclax com inibidores moderados do CYP3A (p. ex. eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, fluconazol, verapamilo). Devem considerar-se tratamentos alternativos. Caso um inibidor moderado do CYP3A tenha que ser utilizado, as doses inicial e de titulação de venetoclax devem ser reduzidas em pelo menos 50%. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais e sintomas de SLT. Nos doentes que completaram a fase de titulação da dose e estão a receber uma dose diária estável de venetoclax, a dose de venetoclax deve ser reduzida em 50% quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A e em 75% quando utilizada concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais de toxicidade e a dose poderá ter de ser ainda mais ajustada. A dose de venetoclax utilizada antes do início do inibidor do CYP3A deve ser retomada 2 a 3 dias após a descontinuação do inibidor. - Diltiazem
Contraindicado

Carvedilol + Ivabradina + Diltiazem

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada do Carvedilol / Ivabradina: Inibidores moderados do CYP3A4 (diltiazem, verapamilo). Ivabradina - Utilização concomitante contraindicada: Interação farmacocinética e farmacodinâmica: estudos específicos de interação em voluntários saudáveis e doentes mostraram que a combinação de ivabradina com os agentes que reduzem a frequência cardíaca diltiazem ou verapamilo resultou num aumento da exposição à ivabradina (aumento de 2 a 3 vezes na AUC) e numa redução adicional da frequência cardíaca de 5 bpm. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: Foram observados casos isolados de perturbações da condução (raramente com implicação hemodinâmica) quando o carvedilol foi administrado com diltiazem ou verapamilo. À semelhança de outros bloqueadores-beta, caso se pretenda coadministrar carvedilol com bloqueadores dos canais do cálcio do tipo verapamilo ou diltiazem, recomenda-se a monitorização do ECG e da pressão arterial, uma vez que esta coadministração pode aumentar o risco de perturbações da condução AV. Utilização concomitante não recomendada de Carvedilol / Ivabradina Fármacos antiarrítmicos intravenosos (além do verapamilo, diltiazem): Carvedilol - Utilização concomitante não recomendada: Existe risco de insuficiência cardíaca em caso de coadministração intravenosa de fármacos antiarrítmicos de classe Ia ou Ic e carvedilol. A utilização concomitante de bloqueadores-beta com este tipo de fármacos deve ser cuidadosamente monitorizada. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue. - Diltiazem
Usar com precaução

Amissulprida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precaução: Medicamentos que aumentem o risco de torsades de pointes: - medicamentos indutores de bradicardia tais como beta-bloqueantes, bloqueadores dos canais de cálcio que induzem bradicardia tais como diltiazem e verapamil, clonidina, guanfacina; digitálicos. - medicamentos que provocam desequilíbrios electrólitos tais como, hipocaliémia: diuréticos hipocalémicos, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticóides, tetracosactidos. - o uso concomitante de neurolépticos, como pimozida, haloperidol e também antidepressivos e lítio deve ser evitado. - Diltiazem
Usar com precaução

Lidocaína + Cloro-hexidina + Diltiazem

Observações: Não foram efetuados estudos de interação.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos a nível cardíaco, a lidocaína deve ser utilizada com precaução em doentes que tomam concomitantemente antiarrítmicos, tais como mexiletina, tocainida, beta-bloqueadores (ex: propranolol) ou antagonistas dos canais de cálcio (ex: diltiazem e verapamilo). O propanolol, o diltiazem e o verapamilo provocam um aumento significativo do tempo de semivida de eliminação da lidocaína devido à diminuição da clearance. - Diltiazem
Usar com precaução

Amlodipina + Atorvastatina + Diltiazem

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Precaução especial com o uso concomitante: Inibidores da CYP3A4: O uso concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azois, macrólidos como eritromicina ou claritromicina, verapamilo ou diltiazem) podem originar um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações da FC poderá ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste da dose poderão, por conseguinte, ser necessários. Interações relacionadas com a ATORVASTATINA: Inibidores da CYP3A4: Os inibidores moderados da CYP3A4 (p.ex. eritromicina, diltiazem, verapamilo, nefazodona e fluconazol) poderão aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um risco aumentado de miopatia com o uso de eritromicina em associação com estatinas. Não foram realizados estudos de interação para avaliação dos efeitos de amiodarona ou verapamilo na atorvastatina. Sabe-se que tanto a amiodarona como o verapamilo inibem a atividade da CYP3A4 e a coadministração com atorvastatina poderá resultar em exposição aumentada à atorvastatina. Por conseguinte, deverá considerar-se uma menor dose máxima de atorvastatina e é recomendada uma monitorização clínica apropriada do doente quando é utilizada concomitantemente com inibidores moderados da CYP3A4. É recomendada uma monitorização clínica apropriada após o início ou após ajustes da dose do inibidor. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o componente amlodipina: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim ser necessários. - Diltiazem
Usar com precaução

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim ser necessários monitorização clínica e ajuste de dose. - Diltiazem
Usar com precaução

Amlodipina + Valsartan + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: Precaução requerida com a utilização concomitante de Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Usar com precaução

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4 (i.e. cetoconazol, itraconazol, ritonavir): A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Sem significado Clínico

Apixabano + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A4 e da P-gp: É esperado que as substâncias ativas que não são consideradas inibidores potentes da CYP3A4 e da P-gp (por exemplo diltiazem, naproxeno, amiodarona, verapamilo, quinidina), aumentem as concentrações plasmáticas de apixabano em menor extensão. Por exemplo, o diltiazem (360 mg uma vez por dia), considerado um inibidor moderado da CYP3A4 e um inibidor fraco da P-gp, levou a um aumento de 1,4 vezes na AUC média do apixabano e a um aumento de 1,3 vezes na Cmax. O naproxeno (500 mg, dose única), um inibidor da P-gp mas não um inibidor da CYP3A4, levou a um aumento de 1,5 vezes e de 1,6 vezes na AUC e Cmax médias do apixabano, respetivamente. Não é necessário efetuar ajustes da dose de apixabano quando coadministrado com inibidores menos potentes da CYP3A4 e/ou da P-gp. - Diltiazem
Usar com precaução

Atorvastatina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Bisoprolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Aplica-se a todas as indicações: Antagonistas do cálcio do tipo verapamilo e, num menor grau, do tipo diltiazem: Influência negativa na contractilidade e condução aurículo-ventricular. A administração intravenosa de verapamilo em doentes em tratamento com bloqueadores β pode causar hipotensão profunda e bloqueio aurículo-ventricular. - Diltiazem
Usar com precaução

Ruxolitinib + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.
Interações: Inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, ciprofloxacina, eritromicina, amprenavir, atazanavir, diltiazem, cimetidina). Em indivíduos saudáveis a administração concomitante de ruxolitinib (dose única 10 mg) com eritromicina 500 mg duas vezes por dia, durante quatro dias, resultou em Cmax e AUC de ruxolitinib superiores em 8% e 27%, respetivamente, face a ruxolitinib isoladamente. Não se recomenda ajuste posológico quando ruxolitinib é coadministrado com inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (p. ex.eritromicina). Contudo, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para identificação de citopenias aquando do início da terapêutica com um inibidor moderado da CYP3A4. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações NÃO RECOMENDADAS: Antagonistas do cálcio, tal como o verapamilo e, em menor grau, diltiazem: Influência negativa na contratilidade e na condução auriculo-ventricular. A administração intravenosa de verapamilo em doentes em tratamento com bloqueadores dos recetores adrenérgicos beta pode levar a uma hipotensão profunda e a um bloqueio aurículo- ventricular. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Bosutinib + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: A utilização concomitante de bosutinib com inibidores potentes (por exemplo, ritonavir, indinavir, nelfinavir, saquinavir, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, troleandomicina, claritromicina, telitromicina, boceprevir, telaprevir, mibefradil, nefazodona, conivaptan, produtos à base de toranja incluindo sumo de toranja) ou moderados (por exemplo, fluconazol, darunavir, eritromicina, diltiazem, dronedarona, atazanavir, aprepitant, amprenavir, fosamprenavir, imatinib, verapamil, tofisopam, ciprofloxacina) da CYP3A deve ser evitada, devido à ocorrência de um aumento na concentração plasmática do bosutinib. Deve-se ter cuidado no caso de uma utilização concomitante de inibidores ligeiros da CYP3A com bosutinib. Se possível, recomenda-se um medicamento concomitante alternativo sem ou com um mínimo de potencial de inibição da enzima CYP3A. Se for necessário administrar um inibidor potente ou moderado da CYP3A durante o tratamento com Bosutinib, deve-se considerar a interrupção da terapêutica com Bosutinib ou uma redução da dose de Bosutinib. Num estudo realizado com 24 indivíduos saudáveis a quem foram administradas cinco doses diárias de 400 mg de cetoconazol concomitantemente com uma única dose de 100 mg de bosutinib em jejum, o cetoconazol aumentou a Cmax do bosutinib em 5,2 vezes e a AUC do bosutinib no plasma em 8,6 vezes, em comparação com a administração isolada de bosutinib. - Diltiazem
Usar com precaução

Ciamemazina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações a vigiar: Bradicardia: antagonistas do cálcio com risco de bradicardia (diltiazem, verapamil), bloqueadores-beta, clonidina, guanfacina, glicosídeos cardíacos. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ramipril + Amlodipina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associadas à amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina, verapamil ou diltiazem), podem levar a um aumento significante da exposição à amlodipina. O significado clínico destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciado em idosos. A monitorização clínica e o ajuste de dose podem ser necessários. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Diltiazem

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina. - Diltiazem
Contraindicado

Sertindol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: CYP3A: Foram verificados pequenos aumentos (<25%) nas concentrações plasmáticas de sertindol quando co-administrados com antibióticos da classe dos macrólidos (por ex. eritromicina, um inibidor CYP3A) e antagonistas dos canais de cálcio (diltiazem, verapamil). Contudo, as consequências poderiam ser maiores nos metabolizadores fracos CYP2D6 (dado que a eliminação de sertindol pelas CYP2D6 e CYP3A seria afectada). Por conseguinte, uma vez que não é possível identificar por rotina os doentes metabolizadores fracos CYP2D6, é contraindicada a administração concomitante de inibidores de CYP3A e sertindol, pois pode conduzir a um aumento significativo dos níveis de sertindol. O metabolismo de sertindol pode ser aumentado de forma significativa por agentes conhecidos por induzirem as isoenzimas CYP, especialmente a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, e fenobarbital as quais podem diminuir as concentrações plasmáticas de sertindol por um factor de 2 a 3. A reduzida eficácia antipsicótica em doentes a receber estes fármacos ou outros agentes indutores, pode requerer um ajustamento na dose de sertindol para o limite superior de intervalo posológico. - Diltiazem
Usar com precaução

Claritromicina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Interações Medicamentosas Bidirecionais: Bloqueadores dos canais de cálcio: Recomenda-se precaução no uso concomitante de claritromicina e bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pela CYP3A4 (ex. verapamilo, amlodipina, diltiazem) devido ao risco de hipotensão. As concentrações plasmáticas da claritromicina e dos bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar devido à sua interação. Foram observadas hipotensão, bradiarritmias e acidose lactica em doentes a tomar claritromicina e verapamilo concomitantemente. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos de outros medicamentos na Amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores de CYP3A4 fortes ou moderados (inibidores da protéase, antifúngicos azólicos, macrolídeos, como eritromicina, claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode dar origem a um aumento significativo na exposição à amlodipina, resultando num aumento do risco de hipotensão. A tradução clínica destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim ser necessárias monitorização clínica e ajuste posológico. - Diltiazem
Usar com precaução

Crizotinib + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Foi notificada bradicardia durante os estudos clínicos; portanto, deve utilizar-se crizotinib com precaução devido ao risco de bradicardia excessiva quando utilizado em associação com outros agentes bradicardizantes (por exemplo, bloqueadores dos canais de cálcio não-di-hidropiridina tais como verapamilo e diltiazem, bloqueadores beta, clonidina, guanfacina, digoxina, mefloquina, anticolinesterases, pilocarpina). - Diltiazem
Usar com precaução

Tolvaptano + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A coadministração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A coadministração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia. - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Saxagliptina + Diltiazem

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). A administração concomitante de saxagliptina com o inibidor moderado do CYP3A4/5 diltiazem, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram cerca de 44% e 34%, respetivamente. Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol. - Diltiazem
Sem significado Clínico

Silodosina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Quando a silodosina foi administrada em concomitância com um inibidor da CYP3A4 de potência moderada como o diltiazem, observou-se um aumento da AUC de aproximadamente 30%, mas a Cmax e a semivida não foram afetadas. Esta alteração não é clinicamente relevante, não sendo necessários ajustes posológicos. - Diltiazem
Usar com precaução

Solifenacina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética da solifenacina: A solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4. Uma vez que a solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4, são possíveis interações farmacocinéticas com outros substratos com maior afinidade (por exemplo, verapamilo, diltiazem) e indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina). - Diltiazem
Sem efeito descrito

Pravastatina + Fenofibrato + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.
Interações: Interações relevantes para a pravastatina: Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450: A pravastatina não é metabolizada de forma clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. É por este facto que os medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450 ou que são inibidores desse sistema podem ser incluídos num regime posológico estável de pravastatina sem causar alterações significativas dos níveis plasmáticos da pravastatina, como tem sido observado com outras estatinas. A ausência de uma interacção farmacocinética significativa com a pravastatina foi especificamente demonstrada relativamente a vários medicamentos, em particular aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, por exemplo, diltiazem, verapamil, itraconazol, cetoconazol, inibidores da protease, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). - Diltiazem
Usar com precaução

Bisoprolol + Perindopril + Diltiazem

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Relacionada com o BISOPROLOL: Antagonistas do cálcio tipo verapamilo e em menor grau tipo diltiazem: Influência negativa na contratilidade e na condução auriculo-ventricular. A administração intravenosa de verapamilo em doentes em tratamento com beta-bloqueadores pode levar a uma hipotensão profunda e a um bloqueio auriculo-ventricular. - Diltiazem
Usar com precaução

Cobimetinib + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interações: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Inibidores moderados do CYP3A: Deve ter-se precaução caso o cobimetinib seja coadministrado com inibidores moderados do CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 incluem, mas não se limitam a, amiodarona, eritromicina, fluconazol, miconazol, diltiazem, verapamilo, delavirdina, amprenavir, fosamprenavir, imatinib. Quando o cobimetinib é coadministrado com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à segurança. - Diltiazem
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Inibidores moderados do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar o tratamento ou após o ajuste de dose do inibidor. Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim, ser necessários monitorização clínica e ajuste da dose de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina. - Diltiazem
Usar com precaução

Darunavir + Diltiazem

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Não foi estudado. É expectável que Darunavir potenciado aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou CYP2D6). Recomenda-se monitorização dos efeitos terapêuticos e reações adversas quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir potenciado. - Diltiazem
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou do CYP2D6) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir / Cobicistate. - Diltiazem
Usar com precaução

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial de outros medicamentos para afetar a farmacocinética de ombitasvir, paritaprevir, e dasabuvir: Os medicamentos que inibem o CYP3A4 e proteínas de transporte: O paritaprevir é eliminado através do metabolismo mediado pelo CYP3A4 e excreção biliar (substrato dos transportadores hepáticos OATP1B1, gp-P e BCRP). Recomenda-se precaução se Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir for coadministrado com medicamentos que são ambos inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores de transportadores múltiplos (gp-P, BCRP e/ou OATP1B1/OATP1B3). Estes medicamentos podem apresentar aumentos clinicamente relevantes na exposição ao paritaprevir (por exemplo, ritonavir com atazanavir, eritromicina, diltiazem ou verapamilo). Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Diltiazem, Verapamilo: Mecanismo: inibição de CYP3A4/gp-P. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. Aconselha-se precaução devido ao aumento esperado nas exposições ao paritaprevir. Recomenda-se redução da dose e monitorização clínica dos bloqueadores dos canais de cálcio quando são coadministrados com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com e sem dasabuvir. - Diltiazem
Usar com precaução

Dapoxetina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, aprepitante, verapamilo, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6. Se a dapoxetina for associada a um destes medicamentos, a dose máxima da dapoxetina deve ser 30 mg. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes exceto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem. Nos doentes que sejam metabolizadores extensos do CYP2D6 e em que a dapoxetina seja associada a um inibidor potente do CYP3A4, é aconselhada uma dose máxima de 30 mg e é necessária precaução se for administrada 60 mg de dapoxetina concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A4. - Diltiazem
Contraindicado

Eliglustato + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respetivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato em 2,4 e 3,0 vezes, respetivamente. É contraindicada a utilização de inibidores moderados da CYP3A em MF. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Propranolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. - Diltiazem
Usar com precaução

Atorvastatina + Ezetimiba + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Ibrutinib + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores moderados do CYP3A4, tais como o diltiazem, a eritromicina e o voriconazol, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 5-9. Os inibidores moderados do CYP3A4 (ex. voriconazol, eritromicina, amprenavir, aprepitant, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamilo, amiodarona, dronedarona) devem ser evitados. Se for necessário utilizar um inibidor moderado do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ao longo da duração do tratamento com o inibidor. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário. - Diltiazem
Contraindicado

Lurasidona + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afetar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabolito ativo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos recetores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabolitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4: A lurasidona é contraindicada em concomitância com inibidores fortes do CYP3A4 (por exemplo, boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol). A administração concomitante de lurasidona com o inibidor forte do CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento de 9 e 6 vezes na exposição da lurasidona e do seu metabolito ativo ID-14283, respetivamente. A administração concomitante de lurasidona com medicamentos que inibem moderadamente o CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamil) pode aumentar a exposição à lurasidona. Estima-se que os inibidores moderados do CYP3A4 resultam num aumento de 2-5 vezes na exposição dos substratos do CYP3A4. A administração concomitante de lurasidona com diltiazem (formulação de libertação lenta), um inibidor moderado do CYP3A4, resultou num aumento de 2,2 e 2,4 vezes na exposição da lurasidona e do ID-14283, respetivamente. A utilização de uma formulação de libertação imediata do diltiazem pode resultar num maior aumento da exposição à lurasidona. - Diltiazem
Usar com precaução

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer cuidados especiais: AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: O uso concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Diltiazem

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos contracetivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respetivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respetivamente. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indapamida + Amlodipina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Diltiazem
Usar com precaução

Enzalutamida + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina) - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Avanafil + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol (400mg por dia), um inibidor seletivo e altamente potente da CYP3A4, aumentou a Cmax e a exposição (AUC) do avanafil 50 mg em dose única em 3 vezes e 14 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. O ritonavir (600 mg duas vezes por dia), um inibidor altamente potente da CYP3A4, que também inibe a CYP2C9, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 50 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 13 vezes, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. Será de esperar que outros inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, voriconazol, claritromicina, nefazodona, saquinavir, nelfinavir, indinavir, atazanavir e telitromicina) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, a administração concomitante do avanafil com inibidores potentes da CYP3A4 é contraindicada. A eritromicina (500 mg duas vezes por dia), um inibidor moderado da CYP3A4, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 3 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 8 horas. Será de esperar que outros inibidores moderados da CYP3A4 (por exemplo, amprenavir, aprepitante, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir e verapamilo) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, nos doentes a tomar simultaneamente inibidores moderados da CYP3A4, a dose máxima recomendada do avanafil é de 100 mg, uma vez a cada 48 horas, no máximo. Apesar de não terem sido estudadas interações específicas, outros inibidores da CYP3A4, incluindo sumo de toranja, aumentarão provavelmente a exposição ao avanafil. Os doentes devem ser informados de que é necessário evitar a ingestão de sumo de toranja nas 24 horas que antecedem a toma do avanafil. - Diltiazem
Usar com precaução

Droperidol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: As substâncias inibidoras da atividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua ação farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil). - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Fingolimod + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Substâncias indutoras de bradicardia: O fingolimod foi estudado em combinação com o atenolol e o diltiazem. Quando o fingolimod foi administrado com atenolol num estudo de interação em voluntários saudáveis, ocorreu uma redução adicional de 15% da frequência cardíaca no início de tratamento com fingolimod, um efeito que não ocorre com o diltiazem. O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso. - Diltiazem
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sotalol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de cloridrato de sotalol e de bloqueadores da entrada do cálcio do tipo verapamilo e diltiazem, pode provocar uma pronunciada descida da pressão arterial, assim como bradicardia e uma intensificação da alteração de condução auriculoventricular em resultado de um efeito aditivo sobre o nódulo sinusal e nódulo AV. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Os seguintes medicamentos podem aumentar as concentrações séricas das hormonas esteroides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - Compostos que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede gastrointestinal, tais como o ácido ascórbico ou o paracetamol, - Atorvastatina (aumento na AUC do etinilestradiol em 20%), - Compostos que inibem as enzimas microssomais hepáticas, tais como imidazol, antifúngicos (por exemplo fluconazol), indinavir e troleandomicina. - Os chamados inibidores da enzima CYP3A4 como antifúngicos azólicos, cimetidina, verapamil, macrólidos, diltiazem, antidepressivos e sumo de toranja podem aumentar os níveis plasmáticos de dienogest. - Diltiazem
Usar com precaução

Timolol + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o timolol.
Interações: Como o maleato de timolol é absorvido sistemicamente podem ocorrer as seguintes interações (as mesmas observadas com os beta-bloqueantes sistémicos): A natureza de qualquer efeito adverso cardiovascular varia dependendo do tipo de bloqueador dos canais de cálcio utilizado. Os derivados da dihidropirina, tais como a nifedipina, podem causar hipotensão, enquanto o verapamilo ou o diltiazem tendem a causar perturbações da condução AV ou falência cardíaca esquerda quando utilizados com beta-bloqueantes. - Diltiazem
Usar com precaução

Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína. - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Digoxina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A nifedipina e diltiazem podem aumentar ou não provocar nenhum efeito sobre as concentrações séricas e a isradipina não causa alterações nas concentrações séricas da digoxina. - Diltiazem
Contraindicado

Diltiazem + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Nifedipina: A combinação do diltiazem com nifedipina pode conduzir a um aumento substancial nas concentrações plasmáticas da nifedipina, devido à inibição do metabolismo da nifedipina pelo diltiazem. - Nifedipina
Contraindicado

Diltiazem + Ergotamina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Derivados do ergot (ergotamina, diidroergotamina): O diltiazem pode aumentar as concentrações plasmáticas dos alcalóides do ergot (ergotamina e diidroergotamina) e originar ergotismo. - Ergotamina
Contraindicado

Diltiazem + Mesilato de di-hidroergotamina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Derivados do ergot (ergotamina, diidroergotamina): O diltiazem pode aumentar as concentrações plasmáticas dos alcalóides do ergot (ergotamina e diidroergotamina) e originar ergotismo. - Mesilato de di-hidroergotamina
Contraindicado

Diltiazem + Cisaprida

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Cisaprida: Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. - Cisaprida
Contraindicado

Diltiazem + Sertindol

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Sertindol: Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. - Sertindol
Contraindicado

Diltiazem + Pimozida

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Pimozida: Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. - Pimozida
Não recomendado/Evitar

Diltiazem + Ivabradina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÃO NÃO RECOMENDADA: Ivabradina: Devido à inibição do seu metabolismo pelo diltiazem, a exposição plasmática da ivabradina pode aumentar significativamente (2 a 3 vezes na sua AUC) originando um aumento dos respectivos efeitos adversos, nomeadamente eventos cardíacos, para além das propriedades bradicárdicas de cada medicamento. Se necessário, esta combinação pode ser usada sob monitorização cínica próxima. - Ivabradina
Usar com precaução

Diltiazem + Antagonistas dos Recetores adrenérgicos alfa (bloqueadores alfa, antagonistas alfa)

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Alfa-antagonistas: Efeitos antihipertensores acrescidos. O tratamento concomitante com alfa-antagonistas pode produzir ou agravar a hipotensão. A combinação de diltiazem com um alfa-antagonista deve ser considerada apenas sob monitorização rigorosa da pressão arterial. - Antagonistas dos Recetores adrenérgicos alfa (bloqueadores alfa, antagonistas alfa)
Usar com precaução

Diltiazem + Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Betabloqueadores: Possibilidade de perturbações no ritmo cardíaco (bradicardia acentuada, paragem sinusal), perturbações na condução sino-auricular e auriculo-ventricular e insuficiência cardíaca (efeito sinérgico). Tal combinação tem de ser utilizada sob monitorização clínica próxima e por ECG, em particular no início do tratamento. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Usar com precaução

Diltiazem + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Amiodarona, digoxina: Risco acrescido de bradicardia; é necessária precaução quando estas substâncias são combinadas com o diltiazem, em particular em doentes idosos e quando são utilizadas posologias elevadas. - Amiodarona
Usar com precaução

Diltiazem + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Amiodarona, digoxina: Risco acrescido de bradicardia; é necessária precaução quando estas substâncias são combinadas com o diltiazem, em particular em doentes idosos e quando são utilizadas posologias elevadas. - Digoxina
Usar com precaução

Diltiazem + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes antiarrítmicos (como dronedarona): Uma vez que o diltiazem tem propriedades antiarrítmicas, não se recomenda a sua prescrição concomitante com outros agentes antiarrítmicos (por ex. dronedarona) devido ao risco acrescido de efeitos cardíacos adversos provocados por um efeito aditivo. Esta combinação apenas deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Antiarrítmicos
Usar com precaução

Diltiazem + Dronedarona

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes antiarrítmicos (como dronedarona): Uma vez que o diltiazem tem propriedades antiarrítmicas, não se recomenda a sua prescrição concomitante com outros agentes antiarrítmicos (por ex. dronedarona) devido ao risco acrescido de efeitos cardíacos adversos provocados por um efeito aditivo. Esta combinação apenas deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Dronedarona
Usar com precaução

Diltiazem + Nitratos

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Derivados de nitratos: Efeitos hipotensores acrescidos e debilidade (efeitos vasodilatadores aditivos). Em todos os doentes tratados com antagonistas do cálcio, a prescrição de derivados de nitratos apenas deve ser efectuada com um aumento gradual da posologia. - Nitratos
Usar com precaução

Diltiazem + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Derivados de nitratos: Efeitos hipotensores acrescidos e debilidade (efeitos vasodilatadores aditivos). Em todos os doentes tratados com antagonistas do cálcio, a prescrição de derivados de nitratos apenas deve ser efectuada com um aumento gradual da posologia. - Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)
Usar com precaução

Diltiazem + Imunossupressores

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Imunossupressores
Usar com precaução

Diltiazem + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Ciclosporina
Usar com precaução

Diltiazem + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Sirolímus
Usar com precaução

Diltiazem + Tacrolímus

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Tacrolímus
Usar com precaução

Diltiazem + Everolímus

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Everolímus
Usar com precaução

Diltiazem + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Carbamazepina: Aumento nos níveis de carbamazepina em circulação. Recomenda-se que as concentrações plasmáticas de carbamazepina sejam analisadas e que a posologia seja ajustada, se necessário. - Carbamazepina
Usar com precaução

Diltiazem + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Teofilina: Aumento nos níveis de teofilina em circulação. - Teofilina
Usar com precaução

Diltiazem + Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes anti-H2 (cimetidina e ranitidina): Aumento nas concentrações plasmáticas do diltiazem. Os doentes em terapêutica com diltiazem devem ser cuidadosamente monitorizados ao iniciarem ou interromperem a terapêutica com agentes anti-H2. Pode ser necessário um ajustamento da posologia diária de diltiazem. - Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina
Usar com precaução

Diltiazem + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes anti-H2 (cimetidina e ranitidina): Aumento nas concentrações plasmáticas do diltiazem. Os doentes em terapêutica com diltiazem devem ser cuidadosamente monitorizados ao iniciarem ou interromperem a terapêutica com agentes anti-H2. Pode ser necessário um ajustamento da posologia diária de diltiazem. - Cimetidina
Usar com precaução

Diltiazem + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes anti-H2 (cimetidina e ranitidina): Aumento nas concentrações plasmáticas do diltiazem. Os doentes em terapêutica com diltiazem devem ser cuidadosamente monitorizados ao iniciarem ou interromperem a terapêutica com agentes anti-H2. Pode ser necessário um ajustamento da posologia diária de diltiazem. - Ranitidina
Usar com precaução

Diltiazem + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Rifampicina: Risco de diminuição dos níveis plasmáticos de diltiazem após início de terapêutica com rifampicina. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados ao iniciar ou interromper o tratamento com rifampicina. - Rifampicina
Usar com precaução

Diltiazem + Lítio

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Lítio: Risco de aumento da neurotoxicidade induzida pelo lítio. - Lítio
Usar com precaução

Diltiazem + Medicamentos potenciadores de Torsades de Pointes

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Medicamentos potenciadores de Torsades de Pointes
Usar com precaução

Diltiazem + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Usar com precaução

Diltiazem + Bepridilo

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Bepridilo
Usar com precaução

Diltiazem + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Eritromicina
Usar com precaução

Diltiazem + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Macrólidos
Usar com precaução

Diltiazem + Terfenadina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Terfenadina
Usar com precaução

Diltiazem + Metadona

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG. - Metadona
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diltiazem + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: O diltiazem é metabolizado pelo CYP3A4. Tem sido documentado um aumento moderado (inferior a 2 vezes) na concentração plasmática de diltiazem em casos de co-administração de um inibidor do CYP3A4 mais potente. O diltiazem é também um inibidor das isoformas do CYP3A4. - Inibidores do CYP3A4
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diltiazem + Estatinas

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Estatinas: O diltiazem é um inibidor do CYP3A4 e tem demonstrado aumentar significativamente a AUC de algumas estatinas. Aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise pela administração concomitante de diltiazem com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex. atorvastatina, fluvastatina e sinvastatina). Pode ser necessário um ajustamento da posologia da estatina (ver também as informações sobre o produto da estatina relevante). Sempre que possível, recomenda-se a utilização de uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 (por ex. pravastatina) com o diltiazem; caso contrário, é necessária uma monitorização próxima dos sinais e sintomas da possível toxicidade da estatina. - Estatinas
Sem efeito descrito

Diltiazem + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Benzodiazepinas (midazolam, triazolam): O diltiazem aumenta significativamente as concentrações plasmáticas de midazolam e triazolam e prolonga a respectiva semi-vida. Deve usar-se de um cuidado especial ao prescrever benzodiazepinas de acção curta metabolizadas pela via do CYP3A4 em doentes a tomar diltiazem. - Benzodiazepinas
Sem efeito descrito

Diltiazem + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Benzodiazepinas (midazolam, triazolam): O diltiazem aumenta significativamente as concentrações plasmáticas de midazolam e triazolam e prolonga a respectiva semi-vida. Deve usar-se de um cuidado especial ao prescrever benzodiazepinas de acção curta metabolizadas pela via do CYP3A4 em doentes a tomar diltiazem. - Midazolam
Sem efeito descrito

Diltiazem + Triazolam

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Benzodiazepinas (midazolam, triazolam): O diltiazem aumenta significativamente as concentrações plasmáticas de midazolam e triazolam e prolonga a respectiva semi-vida. Deve usar-se de um cuidado especial ao prescrever benzodiazepinas de acção curta metabolizadas pela via do CYP3A4 em doentes a tomar diltiazem. - Triazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diltiazem + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Corticosteróides (metilprednisolona): O diltiazem pode aumentar os níveis de metilprednisolona (através da inibição do CYP3A4 e da possível inibição da glicoproteína P). O doente deve ser monitorizado ao iniciar o tratamento com metilprednisolona. Pode ser necessário um ajustamento na posologia da metilprednisolona. - Corticosteroides
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diltiazem + Metilprednisolona

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Corticosteróides (metilprednisolona): O diltiazem pode aumentar os níveis de metilprednisolona (através da inibição do CYP3A4 e da possível inibição da glicoproteína P). O doente deve ser monitorizado ao iniciar o tratamento com metilprednisolona. Pode ser necessário um ajustamento na posologia da metilprednisolona. - Metilprednisolona
Usar com precaução

Diltiazem + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: INFORMAÇÕES GERAIS A TER EM CONTA: Devido ao potencial de efeitos aditivos, é necessário usar de precauções e efectuar uma titulação cuidadosa em doentes que estão a receber diltiazem concomitantemente com outros agentes que se sabe afectarem a contractilidade e/ou condução cardíacas. - Outros medicamentos
Não recomendado/Evitar

Domperidona + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante das seguintes substâncias não é recomendada: Inibidores moderados do CYP3A4, ou seja, diltiazem, verapamilo e alguns macrólidos. - Diltiazem
Usar com precaução

Dronedarona + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na Dronedarona: Inibidores fracos/moderados do CYP3A4: Antagonistas do cálcio: Os antagonistas do cálcio, diltiazem e verapamil, são substratos e/ou inibidores moderados do CYP3A4. Adicionalmente, devido às suas propriedades relacionadas com a diminuição da frequência cardíaca, o verapamil e o diltiazem apresentam um potencial de interação do ponto de vista farmacocinético com a dronedarona. A administração repetida de doses de diltiazem (240 mg duas vezes por dia), verapamil (240 mg uma vez por dia) e nifedipina (20 mg duas vezes por dia) resultou, respetivamente, num aumento da exposição à dronedarona de 1,7-, 1,4- e 1,2-vezes. Os antagonistas do cálcio também tiveram a sua exposição aumentada pela dronedarona (400 mg duas vezes por dia) (verapamil 1,4-vezes e nisoldipina 1,5-vezes). Nos estudos clínicos, foram administrados antagonistas do cálcio concomitantemente com dronedarona a 13% dos doentes. Não se verificou um aumento do risco de hipotensão, bradicardia e insuficiência cardíaca. Em geral, devido à interação farmacocinética e de possíveis interações farmacodinâmicas, os antagonistas do cálcio com efeitos depressores dos nódulos sinusal e aurículo-ventricular, tais como o verapamil e o diltiazem, quando associados à dronedarona devem ser utilizados com precaução. Os medicamentos devem ser iniciados com baixas doses e a titulação superior deve ser efetuada apenas após a avaliação eletrocardiográfica no caso de doentes que já se encontrem a tomar antagonistas do cálcio quando iniciam o tratamento com dronedarona. No caso de doentes que já se encontrem a tomar antagonistas do cálcio quando iniciam o tratamento com dronedarona, deve ser efetuado um ECG e, se necessário, efetuar-se o ajuste de dose de antagonistas de cálcio. - Diltiazem
Sem significado Clínico

Efavirenz + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS CARDIOVASCULARES: Bloqueadores dos Canais de Cálcio: Diltiazem/Efavirenz: (240 mg uma vez ao dia/600 mg uma vez ao dia). O aumento dos parâmetros farmacocinéticos do efavirenz não é considerado clinicamente significativo. Os ajustes posológicos do diltiazem devem basear-se na resposta clínica (consultar o Resumo das Características do Medicamento do diltiazem). Não é necessário qualquer ajuste posológico para o efavirenz. - Diltiazem
Usar com precaução

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Diltiazem

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS CARDIOVASCULARES: Bloqueadores dos Canais do Cálcio: Diltiazem/Efavirenz: (240 mg q.d./600 mg q.d.). O aumento dos parâmetros farmacocinéticos do efavirenz não é considerado clinicamente significativo. Os ajustes da dose do diltiazem quando coadministrado com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir devem basear-se na resposta clínica (consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento diltiazem). Diltiazem/Emtricitabina: Interação não estudada. Diltiazem/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Os ajustes da dose do diltiazem quando coadministrado com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir devem basear-se na resposta clínica (consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento diltiazem). - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eplerenona + Diltiazem

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da CYP3A4: Inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4: A co-administração com eritromicina, saquinavir, amiodarona, diltiazem, verapamil e fluconazol conduziu a interações farmacocinéticas significativas, com aumentos da AUC na ordem de 98% a 187%. Portanto, a dose de eplerenona não deve exceder os 25 mg quando são administrados inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4 com a eplerenona. - Diltiazem
Contraindicado

Esmolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Os antagonistas dos canais de cálcio, como por exemplo o verapamilo e, em menor escala, o diltiazem, influenciam negativamente a contractilidade e a condução AV. Esta associação não deve ser administrada a doentes com anomalias de condução e Esmolol não deve ser administrado durante as 48 horas de descontinuação de verapamilo. Os antagonistas dos canais de cálcio, como por exemplo, os derivados de di-hidropridina (por exemplo, nifedipina) podem aumentar o risco de hipotensão. Em doentes com insuficiência cardíaca e que estejam a ser tratados com antagonista dos canais de cálcio, o tratamento com agentes beta-bloqueadores pode causar insuficiência cardíaca. É recomendada a titulação cuidada do Esmolol e a monitorização hemodinâmica adequada. - Diltiazem
Usar com precaução

Everolímus + Diltiazem

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Inibidores moderados da CYP3A4/gp-P: Fluconazol, Diltiazem, Dronedarona, Amprenavir, fosamprenavir: Não estudada. É esperado um aumento na exposição. Seja prudente quando a co-administração de inibidores moderados da CYP3A4 ou da gp - P não puder ser evitada. Se for necessário co-administrar um inibidor moderado da CYP3A4 ou da gp - P, pode ser considerada uma redução de dose para 5 mg por dia ou 2, 5 mg por dia. No entanto, não existem dados clínicos com este ajuste de dose. Devido à variabilidade entre sujeitos os ajustes de dose recomendados podem não ser ó timos para todos os indivíduo s, pelo que é recomendada a monitorização atenta dos efeitos secundários. Se o inibidor moderado for interrompido, considerar um período de lavagem de pelo menos 2 a 3 dias (tempo de eliminação médio para os inibidores moderados usados mais frequentemente) antes de retomar a dose de na dose utilizada antes do início da co-administração. - Diltiazem
Usar com precaução

Fosaprepitant + Diltiazem

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Diltiazem: Não foram realizados estudos de interação com fosaprepitant 150 mg e diltiazem, no entanto deve ser considerando o seguinte estudo de 100 mg de fosaprepitant, quando administramos Fosaprepitant 150mg com diltiazem. Em doentes com hipertensão ligeira a moderada, uma perfusão de 100 mg de fosaprepitant durante 15 minutos com 120 mg de diltiazem 3 vezes por dia, resultou num aumento da AUC do diltiazem de 1,4 vezes e numa pequena diminuição, clinicamente significativa, da pressão arterial, mas não resultou numa alteração clinicamente significativa da frequência cardíaca ou do intervalo PR. Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do aprepitant, decorrentes da administração de fosaprepitant 150 mg: Diltiazem: Não foram realizados estudos de interação de diltiazem e fosaprepitant 150 mg, no entanto, deve ser tido em consideração o seguinte estudo com 100 mg de fosaprepitant na administração de Fosaprepitant 150 mg com diltiazem. A perfusão de 100 mg de fosaprepitant durante 15 minutos com 120 mg de diltiazem 3 vezes ao dia, resultou num aumento da AUC do aprepitant de 1,5 vezes. Este efeito não foi considerado clinicamente importante. - Diltiazem
Usar com precaução

Guanfacina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A coadministração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reações adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respetivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indinavir + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁCIO: Diltiazem 120 mg QD (Indinavir/ritonavir 800/100 BID) Amlodipina 5 mg QD (Indinavir/ritonavir 800/100 BID) Deve ser considerada modificação da dose dos bloqueadores dos canais de cálcio quando administrados concomitantemente com indinavir/ritonavir, uma vez que pode provocar um aumento da resposta. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Amlodipina + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina: Inibidores da CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados da CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) podem dar origem a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. A monitorização clínica e o ajuste posológico poderão, portanto, ser necessários. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Bloqueadores do canal de cálcio: Diltiazem: Uma dose única de diltiazem aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso cerca de 25% e prolongou a semivida cerca de 43%. Verapamil/diltiazem aumentaram as concentrações plasmáticas de midazolam oral 3 e 4 vezes, respetivamente. Aumentaram a semivida terminal do midazolam 41% e 49% respetivamente. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Nebivolol + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações não recomendadas: Antagonistas dos canais de cálcio tipo verapamil/diltiazem: Influência negativa na contractilidade e condução aurículo-ventricular. A administração intravenosa de verapamil em doentes tratados com beta-bloqueadores pode levar a uma hipotensão profunda e bloqueio aurículo-ventricular. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações não recomendadas: Antagonistas dos canais de cálcio tipo verapamilo/diltiazem: Influência negativa na contractilidade e condução auriculoventricular. A administração intravenosa de verapamilo em doentes tratados com β-bloqueadores pode levar a uma hipotensão profunda e bloqueio auriculoventricular. - Diltiazem
Usar com precaução

Nifedipina + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução. Diltiazem: O diltiazem aumenta as concentrações plasmáticas de nifedipina em aproximadamente 50%. - Diltiazem
Usar com precaução

Pasireotido + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos bradicárdicos: A monitorização clínica da frequência cardíaca, especialmente no início do tratamento, é recomendada em doentes tratados concomitantemente com pasireotido e medicamentos bradicárdicos, tais como beta bloqueantes (por exemplo, metoprolol, carteolol, propranolol, sotalol), inibidores da acetilcolinesterase (por exemplo, rivastigmina, fisostigmina ), determinados bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo verapamilo, diltiazem, bepridilo), determinados antiarrítmicos. - Diltiazem
Usar com precaução

Posaconazol + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados através do CYP3A4 (por exemplo diltiazem, verapamilo, nifedipina, nisoldipina): Recomenda-se proceder à monitorização frequente de reações adversas e de toxicidade relacionada com os bloqueadores dos canais de cálcio, durante a administração concomitante com posaconazol. Poderá ser necessário proceder ao ajuste posológico dos bloqueadores dos canais de cálcio. - Diltiazem
Sem efeito descrito

Prasugrel + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Inibidores do CYP3A: O cetoconazol (400 mg por dia), um potente inibidor seletivo do CYP3A4 e CYP3A5, não afetou o efeito inibitório do prasugrel sobre a agregação plaquetária nem a AUC e o Tmax do metabolito ativo de prasugrel, mas diminuiu a Cmax em cerca de 34% a 46%. Assim, não se espera que os inibidores do CYP3A tais como os antifúngicos azólicos, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, verapamilo, diltiazem, indinavir, ciprofloxacina e sumo de toranja, tenham um efeito significativo na farmacocinética do metabolito ativo. - Diltiazem
Usar com precaução

Sinvastatina + Ezetimiba + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas: Interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Amiodarona, Amlodipina, Verapamilo, Diltiazem, Niacina (≥1 g/dia): Não exceder 20 mg + 10 mg de Sinvastatina / Ezetimiba por dia. SINVASTATINA: Deve ter-se precaução quando se associa Sinvastatina / Ezetimiba com alguns inibidores menos potentes do CYP3A4: Fluconazol, verapamil ou diltiazem. Bloqueadores dos canais de cálcio: Diltiazem: O risco de miopatia e rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante de diltiazem com 80 mg de sinvastatina. Num estudo de farmacocinética, a administração concomitante de diltiazem com sinvastatina causou um aumento 2,7 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina, possivelmente devido à inibição do CYP3A4. Consequentemente, a dose de Sinvastatina / Ezetimiba não deve exceder 20 mg + 10 mg por dia em doentes a tomar concomitantemente diltiazem. - Diltiazem
Usar com precaução

Ritonavir + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Antagonistas dos Canais de Cálcio: Amlodipina, diltiazem, nifedipina: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê que aumente as concentrações plasmáticas dos antagonistas dos canais de cálcio. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com ritonavir. - Diltiazem
Usar com precaução

Sirolímus + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Diltiazem (inibidor da CYP3A4): A administração oral simultânea de solução oral de Sirolímus 10 mg e de 120 mg de diltiazem afetou significativamente a biodisponibilidade do sirolímus. A Cmax, tmax e AUC do sirolímus aumentaram respetivamente 1,4 vezes, 1,3 vezes e 1,6 vezes. O sirolímus não afetou a farmacocinética do diltiazem nem dos seus metabolitos desacetildiltiazem e desmetildiltiazem. No caso de administração concomitante de diltiazem, deve fazer-se a monitorização dos níveis sanguíneos do sirolímus e pode ser necessário ajuste posológico. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Sulpirida + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas: Associação com os seguintes medicamentos que podem prolongar o intervalo QT ou induzir "torsades de pointes": Medicamentos indutores de bradicardia tais como beta-bloqueantes, bloqueadores dos canais de cálcio que induzem bradicardia tais como diltiazem e verapamil, clonidina, guanfacina; digitálicos. - Diltiazem
Usar com precaução

Temsirolímus + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes inibidores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus 5 mg com cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito significativo na Cmax do temsirolímus ou AUC; no entanto, a AUC do sirolímus aumentou 3,1 vezes, e a AUC som a (temsirolímus + sirolímus) aumentou 2,3 vezes comparativamente ao temsirolímus em monoterapia. O efeito nas concentrações de sirolímus não ligado não foi determinado, mas espera-se que seja maior do que o efeito nas concentrações no sangue total devido a uma saturação da ligação aos glóbulos vermelhos. O efeito pode também ser mais pronunciado numa dose de 25 mg. Assim, as substâncias que sejam inibidores potentes da atividade do CYP3A4 (p.ex., nelfinavir, ritonavir, itraconazol, cetoconazol, voriconazol, nefazodona) aumentam as concentrações sanguíneas de sirolímus. Deve evitar-se o tratamento concomitante de temsirolímus com agentes que tenham forte potencial inibidor do CYP3A4. O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., diltiazem, verapamil, claritromicina, eritromicina, aprepitante, amiodarona) deve apenas ser administrado com precaução nos doentes a receber 25 mg e deve evitar-se nos doentes a receber doses de temsirolímus mais elevadas do que 25 mg. - Diltiazem
Usar com precaução

Saquinavir + Diltiazem

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Bloqueadores dos canais de cálcio: Felodipina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, nimodipina, verapamil, amlodipina, nisoldipina, isradipina (saquinavir/ritonavir) As concentrações destes medicamentos podem ser aumentadas quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. Aconselha-se precaução e a monitorização clínica dos doentes. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interações fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Interações mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona. - Diltiazem
Usar com precaução

Telaprevir + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DO CANAL DE CÁLCIO: Diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, nisoldipina, verapamilo: Deve existir precaução e recomenda-se a monitorização clínica dos doentes. - Diltiazem
Contraindicado

Cariprazina + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabolitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol, um forte inibidor da CYP3A4, provocou um aumento duas vezes superior na exposição plasmática à cariprazina total (soma da cariprazina e dos seus metabolitos ativos) durante uma coadministração de curta duração (4 dias), considerando-se tanto as frações não ligadas ou não ligadas+ligadas. Devido à longa semivida das frações ativas da cariprazina, pode esperar-se um aumento adicional da exposição plasmática à cariprazina total durante uma coadministração mais longa. Assim, a coadministração de cariprazina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex., boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamilo) é contraindicada. O consumo de sumo de toranja deve ser evitado. - Diltiazem
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO Amlodipina Diltiazem Felodipina Nicardipina Nifedipina Verapamilo Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com este medicamento. - Diltiazem
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Diltiazem

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Atorvastatina Inibidores moderados do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar o tratamento ou após o ajuste de dose do inibidor. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Encorafenib + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4 A administração concomitante de inibidores moderados (diltiazem) e fortes (posaconazol) do CYP3A4 com doses únicas de encorafenib em voluntários saudáveis resultou num aumento de 2 e 3 vezes da área sob a curva de concentração-tempo (AUC), respetivamente, e num aumento de 44,6% e 68,3% da concentração máxima de encorafenib (Cmax), respetivamente. As estimativas baseadas em modelos indicam que o efeito do posaconazol após administrações repetidas poderá ser semelhante em termos da AUC (aumento de 3 vezes) e ligeiramente superior em relação à Cmax (aumento de 2,7 vezes). As estimativas baseadas em modelos para o cetoconazol sugerem um aumento de cerca de 5 vezes para a AUC de encorafenib e de 3 a 4 vezes para a Cmax de encorafenib. Consequentemente, a administração concomitante de encorafenib com inibidores fortes do CYP3A4 deve ser evitada. Os exemplos de inibidores fortes do CYP3A4 incluem, entre outros, o ritonavir, itraconazol, claritromicina, telitromicina, posaconazol e sumo de toranja. Se for inevitável a administração concomitante de um inibidor potente do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação à segurança. Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 devem ser administrados concomitantemente com precaução. Os exemplos de inibidores moderados do CYP3A4 incluem, entre outros, amiodarona, eritromicina, fluconazol, diltiazem, amprenavir e imatinib. Quando encorafenib é administrado concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação à segurança. - Diltiazem
Sem efeito descrito

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Bloqueadores dos Canais de Cálcio Diltiazem, verapamil: Não é necessário ajuste posológico. - Diltiazem
Usar com precaução

Brigatinib + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Os inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem e verapamil) podem aumentar AUC de brigatinib em aproximadamente 40%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Brigatinib quando em combinação com inibidores moderados do CYP3A. Os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente quando o Brigatinib é coadministrado com inibidores moderados do CYP3A. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Viminol + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Os medicamentos inibidores da CYP3A, tais como cetoconazol e antifúngicos, eritromicina, inibidores da HIV protease, claritromicina, telitromicina, verapamil, diltiazem, ciprofloxacina podem inibir o metabolismo do Viminol determinando um aumento da concentração plasmática. - Diltiazem
Usar com precaução

Rifampicina + Trimetoprim + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interação com a enzima citocromo P-450: levando em consideração que a rifampicina possui propriedades indutoras de certas enzimas do citocromo P-450, a administração concomitante de Rifampicina / Trimetoprim com outros medicamentos que são metabolizados por essas enzimas do citocromo P-450 pode acelerar o metabolismo e reduzir a atividade desses medicamentos. Portanto, deve ser usado com cautela quando Rifampicina / Trimetoprim é prescrito com medicamentos metabolizados pelo citocromo P-450. Para manter níveis terapêuticos adequados no sangue, a dosagem do medicamento metabolizado por essas enzimas pode exigir um ajuste da dose, tanto no início quanto no final do tratamento concomitante com Rifampicina / Trimetoprim. Exemplos de drogas metabolizadas pelas enzimas do citocromo P-450 são: anticonvulsivantes (por exemplo, fenitoína), antiarrítmicos (por exemplo, disopiramida, mexiletina, quinidina, propafenona, tocainida), estrógenos (por exemplo, tamoxifeno, toremifeno), antipsicóticos (por por exemplo, haloperidol), anticoagulantes orais (por exemplo, varfarina), antifúngicos (por exemplo, fluconazol, itraconazol, cetoconazol), medicamentos antirretrovirais (por exemplo, zidovudina, saquinavir, indinavir, efavirenz), barbitúricos, bloqueadores beta-adrenérgicos, benzodiazepínicos por exemplo, diazepam), medicamentos relacionados à benzodiazepina (por exemplo, zopiclona, zolpidem), bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem, nifedipina, verapamil), cloranfenicol, claritromicina, corticosteróides, glicosídeos cardíacos, clofibrato, contraceptivos hormonais, dapsona, doxiciclina, estrogénios, fluoroquinolonas, gestrinona, agentes hipoglicémicos orais (sulfonilureias), agentes imunossupressores (por exemplo, ciclosporina, tacrolimus), irinotecano, levotiroxina, losartan, analgésicos narcóticos, metadona, praziquantel, progestinas, quinina, riluzol, receptor antagonista seletivo de 5-HT3 (por exemplo, ondansetrona) estatinas metabolizadas pelo CYP 3A4, telitromicina, teofilina, tiazolidonas (por exemplo, rosiglitazona), antidepressivos tricíclicos (por exemplo, amitriptilina, nortriptilina). - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Siponimod + Diltiazem

Observações: Siponimod é metabolizado primariamente pelo citocromo P450 2C9 (CYP2C9) (79,3%) e em menor extensão pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) (18,5%). A CYP2C9 é uma enzima polimórfica e prevê-se que o efeito das interações fármaco-fármaco (DDI) na presença de fármacos perpetradores da CYP3A ou CYP2C9 é dependente do genótipo CYP2C9.
Interações: Medicamentos antiarrítmicos, medicamentos que prolongam o intervalo QT, medicamentos que podem diminuir a frequência cardíaca Durante o início do tratamento siponimod não deve ser utilizado concomitantemente em doentes a receber medicamentos antiarrítmicos de classe Ia (por exemplo quinidina, procainamida) ou classe III (por exemplo amiodarona, sotalol), medicamentos que prolongam o intervalo QT com conhecidas propriedades arritmogénicas, bloqueadores do canal de cálcio que diminuem a frequência cardíaca (tais como verapamilo ou diltiazem) ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca (por exemplo ivabradina ou digoxina) por causa dos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Não existem dados disponíveis sobre a utilização concomitante destas substâncias com siponimod. A utilização concomitante destas substâncias durante o início do tratamento pode estar associada a bradicardia grave e bloqueio cardíaco. Devido ao potencial efeito aditivo na frequência cardíaca, regra geral o tratamento com siponimod não deve ser iniciado em doentes que são concorrentemente tratados com estas substâncias. Se for considerado o tratamento com siponimod, deve procurar-se o aconselhamento de um cardiologista relativamente à mudança para medicamentos que não diminuem a frequência cardíaca ou monitorização adequada durante o início do tratamento. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Bromazepam + Sulpirida + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas Medicamentos que induzem bradicardia como betabloqueadores, bloqueadores de canal de cálcio (diltiazem, verapamil), clonidina, guanfacina e digitálicos. - Diltiazem
Usar com precaução

Fosnetupitant + Palonossetrom + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas Aconselha-se precaução no caso de utilização concomitante de fosnetupitant/palonossetrom com medicamentos conhecidos por induzirem hipocaliemia, tais como a ampicilina, albuterol, terbutalina, furosemida, tiazidas ou bradicardia, tais como os bloqueadores beta, verapamilo, diltiazem, digitálicos, medicamentos antiarrítmicos. - Diltiazem
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Diltiazem
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020