Similares Químicos

Produtos com a mesma molécula e do mesmo Grupo Terapêutico

Similares Terapêuticos

Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

ACABEL 4 mg Comprimidos revestidos p/película

Lornoxicam

TAKEDA
Medicamento com Advertência na Gravidez Medicamento com Advertência no Aleitamento Medicamento com Advertência na Insuficiência Hepática Medicamento com Advertência na Condução Medicamento Sujeito a Receita Médica(MSRM) Clique para ver o Resumo de Grupo: ACABEL 4 mg Comprimidos revestidos p/película
O que é
O lornoxicam é um medicamento anti-inflamatório não esteróide com propriedades analgésicas, pertencente à classe dos oxicams.

Lornoxicam difere de outros compostos oxicam na sua potente inibição da biossíntese de prostaglandina, uma propriedade que explica a eficácia particularmente pronunciada da droga.
Usos comuns
Destina-se ao alívio de curta duração da dor aguda ligeira a moderada e ao alívio sintomático de dor e inflamação da artrite reumatóide e osteoartrite.
Tipo
pequena molécula
Indicações
Alívio de curta duração da dor aguda ligeira a moderada.

Alívio sintomático da dor e da inflamação na osteoartrite.

Alívio sintomático da dor e inflamação na artrite reumatoide.
Classificação CFT

9.1.6 : Oxicans

Mecanismo de ação
O lornoxicam é um medicamento anti-inflamatório não esteróide com propriedades analgésicas, pertencente à classe dos oxicams.

O seu modo de acção está essencialmente ligado à inibição da síntese das prostaglandinas (inibição da enzima ciclo-oxigenase) quer leva à dessensibilização dos nociceptores e à consequente inibição da inflamação.

Foi também sugerido um efeito central na nocicepção que aparenta ser independente dos efeitos anti-inflamatórios.


O lornoxicam não tem efeito nos sinais vitais (p.ex., temperatura corporal, ritmos respiratório e cardíaco, pressão sanguínea, ECG, espirometria).


As propriedades analgésicas do lornoxicam foram demonstradas com sucesso em vários ensaios clínicos durante o desenvolvimento do medicamento.


Devido a uma irritação gastrointestinal local e a um efeito ulcerogénico sistémico relacionado com a inibição da síntese das prostaglandinas (PG), as sequelas gastrointestinais são efeitos indesejáveis comuns após o tratamento com lornoxicam, tal como observado com outros AINEs.
Posologia orientativa
Dor:
8-16 mg de lornoxicam diariamente, divididos em 2 ou 3 doses.

A dose diária máxima recomendada é de 16 mg.


Osteoartrite e Artrite reumatóide:
A dose inicial recomendada é de 12mg de lornoxicam diários, divididos em 2 ou 3 doses.

A dose de manutenção não deve ser superior a 16 mg de lornoxicam diários

Administração
Via oral.


Deve ser tomado com uma quantidade suficiente de líquido.



Contraindicações
- Hipersensibilidade ao lornoxicam
- Trombocitopenia

- Hipersensibilidade (sintomas tais como asma, rinite, angioedema ou urticária) a outros anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), incluindo o ácido acetilsalicílico

- Insuficiência cardíaca grave

- Hemorragia gastrointestinal ou cerebrovascular, bem como outros distúrbios hemorrágicos.


- Historial de hemorragia ou perfuração gastrointestinal relacionada com terapia anterior com AINEs.


- Úlcera péptica/hemorragia recorrente activa ou historial destas condições (dois ou mais episódios comprovados de ulceração ou hemorragia).


- Disfunção hepática grave.


- Disfunção renal grave (creatinina sérica > 700μmol/L).


- Terceiro trimestre da gravidez

Efeitos indesejáveis/adversos
Infecções e infestações
Raros: faringite

Doenças do sangue e do sistema linfático
Raros: anemia, trombocitopénia, leucopenia, hemorragia prolongada.
Muito raros: equimose. Os AINES estão associados a perturbações graves do sistema hematológico como: neutropenia, agranulocitose, anemia aplástica e hemolítica (efeito de classe)

Doenças do sistema imunitário
Raros: hipersensibilidade, reacção anafilática e anafilaxia.

Doenças do metabolismo e da nutrição
Pouco frequentes: anorexia, alterações de peso.

Perturbações do foro psiquiátrico
Pouco frequentes: insónia, depressão
Raros: confusão, nervosismo, agitação

Doenças do sistema nervoso
Frequentes: dor de cabeça ligeira e passageira, tonturas.
Raros: sonolência, parestesia, disgeusia, tremores, cefaleias.
Muito raros: Meningite asséptica em doentes com LES e transtornos mistos do tecido conjuntivo

Afecções oculares
Pouco frequentes: conjuntivite.
Raros: perturbações da visão

Afecções do ouvido e do labirinto
Pouco frequentes: vertigens, zumbido

Cardiopatias
Pouco frequentes: palpitações, taquicardia, edema, insuficiência cardíaca.

Vasculopatias
Pouco frequentes: rubor, edema.
Raros: hipertensão, rubor, hemorragias, hematomas.

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Pouco frequentes: rinite.
Raros: dispneia, tosse, broncospasmo.

Doenças gastrointestinais
Frequentes: náuseas, dores abdominais, dispepsia, diarreia, vómitos.
Pouco frequentes: obstipação, flatulência, eructação, boca seca, gastrite, úlcera gástrica, dor no abdómen superior, úlcera duodenal, ulceração da boca.
Raros: melenas, hematemese, estomatite, esofagite, refluxo gastroesofágico, disfagia, estomatite aftosa, glossite, úlcera péptica perfurada e hemorragia gastrointestinal.

Afecções hepatobiliares
Pouco frequentes: aumento dos valores associados à função hepática, SGPT (ALT), ou SGOT (AST).
Muito raros: Hepatotoxicidade, resultando por exemplo em insuficiência hepática, hepatite, icterícia, e colestase.

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes: erupção cutânea, prurido, hiperidrose, erupção eritematosa, urticária e angioedema, alopécia.
Raros: dermatite e eczema, púrpura.
Muito raros: edema e reacções bolhosas, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.

Afecções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Pouco frequentes: artralgia
Raros: dor óssea, espasmos musculares, mialgia.

Doenças renais e urinárias
Raros: noctúria, problemas de micção, aumentos dos níveis de azoto ureico e de creatinina no sangue.
Muito raros: Lornoxicam pode precipitar uma insuficiência renal aguda em doentes com compromisso renal pré-existente, que são dependentes de prostaglandinas renais para a manutenção do fluxo sanguíneo renal. Nefrotoxicidade de várias formas, incluindo síndrome nefrótica, nefrite e tem sido associada com AINES como efeitos de classe.

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes: mal-estar, edema facial.
Raros: astenia.

Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Ver Anti-inflamatórios não esteróides. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados (evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco, se usado em doses terapêuticas no 3 trimestre). Trimestre: 3º
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Evitar; presente no leite em estudos animais.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Insuf. Hepática:Ver AINEs.
Condução
Condução:
Condução:Os doentes que revelem tonturas e/ou sonolência durante o tratamento com lornoxicam deverão abster-se de conduzir.
Precauções gerais
Tome especial cuidado:
- Se a função renal estiver comprometida;
- Se apresentar um historial de hipertensão e/ou falência cardíaca, envolvendo retenção de fluidos e edema
- Se sofrer de colite ulcerativa ou doença de Crohn
- Se apresentar historial de tendência para as hemorragias
- Se apresentar historial de asma
- Se sofrer de LES (lúpus eritematoso)
Se sofrer de perturbações da coagulação sanguínea, função hepática diminuída, envolvendo, por exemplo cirrose hepática, se for uma pessoa idosa ou se for tratado com Lornoxicam durante mais de 3 meses, o seu médico poderá ter que o acompanhar através de análises clínicas frequentes.


Se vai ser tratado com heparina ou tacrolimus em simultâneo com este medicamento, informe o seu médico sobre a sua medicação actual.


Lornoxicam não deverá ser usado concomitantemente com outros AINEs tais como o ácido acetilsalicílico, o ibuprofeno e os inibidores da COX-2.


Se experimentar sintomas abdominais invulgares, tais como hemorragia abdominal, reacções cutâneas tais como erupções cutâneas, lesões das mucosas ou outros sinais de hipersensibilidade, interrompa o tratamento com o Lornoxicam e contacte imediatamente o seu médico.


Medicamentos tais como o Lornoxicam podem estar associados a um risco ligeiramente aumentado de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou acidente vascular cerebral.

Qualquer risco tem maior probabilidade com doses elevadas e tratamento prolongado.

Não exceda a dose recomendada ou a duração do tratamento.


Se tem problemas cardíacos, acidente vascular cerebral anterior ou acha que está em risco de os sofrer (por exemplo, se tem pressão arterial elevada, diabetes, colesterol elevado ou é fumador) deve discutir o tratamento com o médico ou farmacêutico.

Se tiver varicela não utilize Lornoxicam.
Cuidados com a dieta
Deve ser tomado antes das refeições com uma quantidade suficiente de líquido.


A ingestão concomitante de alimentos poderá reduzir a absorção do medicamento.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.

Neste momento, não existe experiência a nível de sobredosagem que permita definir as suas consequências ou sugerir acções de gestão específicas.

No entanto, é de esperar que após uma sobredosagem de lornoxicam, surjam os seguintes sintomas: náuseas, vómitos, sintomas cerebrais (tonturas, perturbações da visão).

Sintomas graves são a ataxia a evoluir para coma e cãibras, danos no fígado e nos rins e possivelmente distúrbios da coagulação.


Em caso de sobredosagem, real ou suspeita, o medicamento deverá ser interrompido.

Devido ao seu reduzido tempo de semi-vida, o lornoxicam é rapidamente excretado.

O lornoxicam não é dialisável.

Até à data, não se conhece qualquer antídoto.

Deverão ser consideradas as medidas usuais de emergência, incluindo lavagem gástrica.

Devem adoptar-se as medidas usuais de emergência incluindo lavagem gástrica.

Em princípio, a simples administração de carvão activado imediatamente após a ingestão de lornoxicam pode conduzir a uma diminuição da absorção do preparado.

Os distúrbios gastrointestinais podem ser tratados, por exemplo, com um análogo da prostaglandina ou com ranitidina
Terapêutica interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Blister: Não conservar acima de 30ºC.

Recipiente para comprimidos: O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.

Lornoxicam + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: N.D.
Interações: Lornoxicam apresenta uma absorção tardia de quando administrado com alimentos. Portanto, Lornoxicam não deve ser administrado com alimentos, quando é necessário um rápido início de eficácia (alívio da dor). Os alimentos poderão diminuir a absorção em cerca de 20% e aumentar o Tmax.
Usar com precaução

Fluconazol + Lornoxicam

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): A Cmax e AUC do flurbiprofeno aumentaram em 23% e 81%, respetivamente, quando coadministrado com o fluconazol comparativamente à administração isolada de flurbiprofeno. Analogamente, a Cmax e AUC do isómero farmacologicamente ativo [S-(+)-ibuprofeno] aumentaram 15% e 82%, respetivamente, quando o fluconazol foi coadministrado com ibuprofeno racémico (400 mg), comparativamente à administração isolada de ibuprofeno racémico. Apesar de não ter sido especificamente estudado, o fluconazol tem potencial para aumentar a exposição sistémica de outros AINEs que são metabolizados pelo CYP2C9 (por ex. naproxeno, lornoxicam, meloxicam, diclofenac). É recomendada uma monitorização frequente para a deteção de acontecimentos adversos e toxicidade relacionadas com os AINEs. Pode ser necessário o ajuste posológico dos AINEs.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Cimetidina: aumento das concentrações plasmáticas de lornoxicam. (Não foi demonstrada qualquer interacção entre o lornoxicam e a ranitidina ou lornoxicam e antiácidos).

Lornoxicam + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Cimetidina: aumento das concentrações plasmáticas de lornoxicam. (Não foi demonstrada qualquer interacção entre o lornoxicam e a ranitidina ou lornoxicam e antiácidos).

Lornoxicam + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Cimetidina: aumento das concentrações plasmáticas de lornoxicam. (Não foi demonstrada qualquer interacção entre o lornoxicam e a ranitidina ou lornoxicam e antiácidos).
Usar com precaução

Lornoxicam + Anticoagulantes orais

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Anticoagulantes: Os AINEs poderão potenciar os efeitos dos anticoagulantes tais como a varfarina. O INR deverá ser cuidadosamente monitorizado.
Usar com precaução

Lornoxicam + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Anticoagulantes: Os AINEs poderão potenciar os efeitos dos anticoagulantes tais como a varfarina. O INR deverá ser cuidadosamente monitorizado.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Femprocumona

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Fenprocoumon: Redução do efeito do tratamento com esta substância.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Heparinas

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Heparina: Os AINEs aumentam o risco de hematoma espinal ou epidural quando administrados concomitantemente com heparina, no contexto de uma anestesia espinal ou epidural.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Inibidores da ECA: O efeito anti-hipertensivo do inibidor ECA poderá diminuir.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Diuréticos: Redução do efeito diurético e anti-hipertensivo de diuréticos “loop”, diuréticos da família das tiazidas e diuréticos poupadores de potássio.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Diuréticos poupadores de potássio

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Diuréticos: Redução do efeito diurético e anti-hipertensivo de diuréticos “loop”, diuréticos da família das tiazidas e diuréticos poupadores de potássio.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Bloqueadores adrenérgicos beta: Redução da eficácia anti-hipertensiva.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Bloqueadores dos Recetores da Angiotensina II (BRA)

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Bloqueadores dos receptores da angiotensina II: Redução da eficácia anti-hipertensiva.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Digoxina: Redução da eliminação renal da substância.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Corticosteróides: Aumento do risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Quinolonas

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Antibióticos da família das quinolonas: Aumento do risco das convulsões.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Antiagregantes plaquetários

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Agentes anti-agregantes plaquetares: Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Outros AINEs: Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
Usar com precaução

Lornoxicam + Metotrexato

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Metotrexato: Aumento da concentração sérica desta substância. Poderá ocorrer um aumento da toxicidade. Em caso de necessidade usar terapia concomitante, deverá realizar-se uma vigilância cuidadosa.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS): Aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
Usar com precaução

Lornoxicam + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Lítio: Os AINEs inibem a eliminação renal do lítio, pelo que a concentração sérica desta substância poderá ultrapassar os limites de toxicidade. Assim, os níveis séricos do lítio devem ser vigiados, especialmente no início, no ajuste e na interrupção do tratamento.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Ciclosporina: Aumento da concentração sérica desta substância. A nefrotoxicidade da ciclosporina poderá ser potenciada através de efeitos mediados pela prostaglandina renal. Durante o tratamento combinado, a função renal deverá ser vigiada.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Sulfonilureias

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Sulfonilureias: (por exemplo glibenclamida) aumento do risco de hipoglicémia.
Usar com precaução

Lornoxicam + Indutores do CYP2C9

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Indutores e inibidores conhecidos das isoenzimas CYP2C9: O lornoxicam (tal como outros AINEs dependentes da isoenzima do citocromo P450 2C9 (isoenzima CYP2C9) interage com os indutores e inibidores conhecidos das isoenzimas CYP2C9.
Usar com precaução

Lornoxicam + Inibidores do CYP2C9

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Indutores e inibidores conhecidos das isoenzimas CYP2C9: O lornoxicam (tal como outros AINEs dependentes da isoenzima do citocromo P450 2C9 (isoenzima CYP2C9) interage com os indutores e inibidores conhecidos das isoenzimas CYP2C9.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Tacrolímus

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Tacrolimus: Aumento do risco de nefrotoxicidade em virtude da redução da síntese da prostaciclina nos rins. Durante o tratamento combinado, a função renal deverá ser vigiada.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Pemetrexedo

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Pemetrexedo: Os AINES podem reduzir a eliminação renal de pemetrexedo resultando num aumento da toxicidade renal, gastrointestinal e em mielosupressão.
Interações do Lornoxicam
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 15 de Janeiro de 2020