Similares Químicos

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Similares Terapêuticos

Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

ABELCET

Anfotericina B

TEVA PHARMA
Medicamento com Advertência na Gravidez Medicamento com Advertência na Insuficiência Renal Medicamento com Advertência na Condução Uso Hospitalar Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM) Clique para ver o Resumo de Grupo: ABELCET
O que é
A Anfotericina B é um antifúngico da classe dos polienos produzido por cultura de actinomicetos Streptomyces nodosus uma bactéria filamentosa, em 1955 no Instituto Squibb de Pesquisa Médica a partir de culturas de um estreptomiceto isolado a partir de amostras de solo colhido na região venezuelana do rio Orinoco.

O seu nome deriva das suas características quimicas anfotéricas.

Apenas a Anfotericina B é usada na clínica, pois é significativamente mais activa in vitro do que a Anfotericina A, que sendo quase idêntica à B apresenta muito pouca actividade antifúngica.

Existem 4 apresentações medicamentosas: Fungizone (Anfotericina B desoxicolato), Amphocil (ABCD, Anfotericina B complexo de sulfato de colesteryl), Abelcet (ABLC, complexo lipidico de Anfotericina B) e AmBisome (L-AmB, Anfotericina B lipossómica).

ABCD, ABLC e L-AmB foram desenvolvidos com vista a necessidade de melhorar a tolerabilidade no doente, mas que todavia exibem caracteristicas farmacocinéticas distintas entre si e entre a Anfotericina B convencional.

Em geral, atua como fungistático (inibe o crescimento dos fungos, mas não os mata); embora, em concentrações próximas aos limites superiores de tolerância possa ser fungicida (mata o fungo).

É usado para tratar as micoses há 50 anos, sendo um dos fármacos mais prescritos.

Não é eficaz contra bactérias.
Usos comuns
Tratamento da aspergilose invasiva.
Tipo
pequena molécula
Indicações
Usado para tratar infecções fúngicas potencialmente fatais.
Classificação CFT
01.02 : Antifúngicos
Mecanismo de ação
Como quase todos os antifúngicos, atua ligando-se e alterando específicamente os esterois da membrana celular das células do fungo (ergosterol), que têm composição diferente do esterol das células humanas, que é o colesterol.

Liga-se aos esteróis da membrana celular do fungo, o que altera sua permeabilidade e a célula perde potássio e moléculas pequenas.

Distribui-se pelos pulmões, fígado, baço, rins, glândula supra-renal, músculos e outros tecidos; sua união às proteínas é muito alta.

Não se conhece seu metabolismo.

A sua semi-vida inicial é de 24 a 48 horas e a semi-vida terminal é de 15 dias; elimina-se de forma lenta por via renal.
Posologia orientativa
Para o tratamento de infeções sistémicas graves, a dose diária recomendada é 5,0 mg/kg dada em perfusão única e a duração do tratamento deverá ser de, pelo menos, 14 dias.
Administração
Via intravenosa.
Contraindicações
O uso de Anfotericina B está contra-indicado em Pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade, quer seja ao fármaco ou aos componentes da formulação deste, a não ser que, na opinião do Médico, o benefício da utilização do fármaco compense o risco de hipersensibilidade.
Efeitos indesejáveis/adversos
Causa danos renais, é nefrotóxico.

Apesar de ter maior afinidade para o ergosterol, também danifica as membranas celulares ricas em colesterol dos túbulos renais.

Cerca de 80% dos doentes tem diminuição da função renal, que é séria em 25% e grave em alguns casos mais raros.

Além disso pode mais infreqüentemente causar danos no fígado, trombocitopenia com risco de hemorragias, e outros danos vasculares.

Com infusão intravenosa (no sangue) podem ocorrer: febre, calafrios, arritmias cardíacas, cãibras ou dores musculares, cansaço ou debilidade não habitual, visão turva ou dupla, aumento ou diminuição da micção, prurido, dor ou debilidade nas mãos ou nos pés, crises convulsivas, dispnéia (falta de ar) e erupção cutânea (por hipersensibilidade, ou seja alergia).

Com injeção intra (no líquido céfalo-raquidiano cerebral) por vezes: micção dificultosa e visão turva.
Advertências
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Insuf. Renal:Utilizar apenas se não existirem alternativas; a nefrotoxicidade pode ser minimizada com as formulações lipídicas ou lipossómicas.
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Todos os trimestres: B - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiência em animais não foram encontrados riscos, mas foram encontrados efeitos colaterais que não foram confirmado nas mulheres, especialmente durante o último trimestre de gravidez.
Conducao
Conducao:
Conducao:Alguns dos efeitos secundários podem afetar a sua capacidade de conduzir com segurança.
Precauções gerais
Todo tratamento interrompido por mais de 7 dias deve ser repetido com a dose mais baixa e aumentado gradualmente.

Uma dose total superior a 4 gramas pode produzir disfunção renal permanente.

A extravasão do fármaco pode produzir grave irritação local.

Os efeitos depressores na medula óssea, causados pela anfotericina-B sistémica, podem aumentar a incidência de infecções microbianas ou causar atraso na cicatrização e hemorragia gengival.
Cuidados com a dieta
Como é administrado por via intravenosa (numa veia), não são necessárias restrições relativas à comida ou bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.

Em caso de sobredosagem, deve-se monitorizar o estado do Doente (em particular a função cardio-plumonar, renal e hepática, assim como avaliação hematológica e electrolítica) e iniciadas medidas de suporte de vida adequadas.

Não se conhece nenhum antídoto específico da Anfotericina B
Terapêutica interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
As embalagens fechadas e reconstituídas devem ser conservados no frigorífico a tempreturas entre 2 a 8°C.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Ativa contra Candida sp. (C. Lusitaneae e C. Gulliermondi muitas vezes são resistentes), Cryptococcus neoformans, Blastomyces dermatitidis, Histoplasma capsulatum, Torulopsis glabrata, Coccidioides immitis, Paracoccidioides brasiliensis, Aspergillus sp., Trichosporon beigelii, Zygomycetes e outros agentes da mucormicose.

Pseudoallescheria boydii, Sporothrix schenckii e Fusarium sp. têm suscetibilidade variável.
Cladosporium carrionii e Fonsecaea pedrosoi são resistentes.

Tem atividade limitada contra Leishmania brasiliensis, Leishmania donovani e Naegleria fowleri.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Abacavir + Lamivudina + Zidovudina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de anfotericina B, dapsona, flucitosina, pentamidina e ganciclovir aumenta o risco de mielossupressão.

Indapamida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações que exigem precauções de utilização: Outros compostos que provocam hipocaliemia, anfotericina B (IV), glucocorticóides e mineralocorticóides (via sistémica), tetracosactido, laxantes estimulantes: Risco aumentado de hipocaliemia (efeito aditivo). Monitorização do potássio plasmático e a sua correcção se necessário. Deve ser particularmente tido em consideração no caso de tratamento concomitante com digitálicos. Utilizar laxantes não estimulantes.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida + Anfotericina B

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Nefrotoxicidade aumentada pode resultar de um efeito combinado da ifosfamida e, por exemplo: Aciclovir Aminoglicosídeos Anfotericina Carboplatina Cisplatina

Valsartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos associados a perda de potássio e hipocaliemia (ex. diuréticos caliuréticos, corticosteróides, laxantes, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G, ácido salicílico e derivados). Se estes medicamentos forem prescritos juntamente com a associação hidroclorotiazida-valsartan é aconselhável a monitorização dos níveis plasmáticos de potássio. Estes medicamentos podem potenciar o efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico.

Clofarabina + Anfotericina B

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com a clofarabina até à data. No entanto, não se conhecem interações clinicamente significativas com outros medicamentos ou testes laboratoriais. A clofarabina não é metabolizada, notoriamente, pelo sistema enzimático do citocromo P450 (CYP). Por conseguinte, é improvável que interaja com substâncias ativas que inibam ou induzam as enzimas do citocromo P450. Além disso, é improvável que a clofarabina iniba qualquer uma das 5 principais isoformas humanas do CYP (1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) ou induza 2 destas isoformas (1A2 e 3A4), nas concentrações plasmáticas obtidas após a perfusão intravenosa de 52 mg/m2/dia. Como resultado, não é esperado que afete o metabolismo de substâncias ativas, que sejam substratos conhecidos para estas enzimas.
Interações: A clofarabina é excretada, predominantemente, pelo rim. Portanto, o uso concomitante de medicamentos, que estejam associados a toxicidade renal e os que são eliminados por secreção tubular, como AINEs, anfotericina B, metotrexato, aminosidas, organoplatinas, foscarnet, pentamidina, ciclosporina, tacrolimus, aciclovir e valganciclovir devem ser evitados particularmente durante os 5 dias do período de administração da clofarabina.

Anfotericina B + Zidovudina

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Em ensaios efetuados em cães, observou-se um aumento da mielotoxicidade e da nefrotoxicidade quando Anfotericina B foi administrado concomitantemente com zidovudina. Se for necessário o tratamento em simultâneo com a zidovudina, as funções renal e hematológica devem ser rigorosamente vigiadas.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anfotericina B + Ciclosporina

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Os dados da interação com medicamentos contendo anfotericina B indicam que os doentes tratados concomitantemente com anfotericina B e com doses elevadas de ciclosporina, registam um aumento da creatinina sérica provocado pela administração simultânea destas duas substâncias.

Anfotericina B + Antineoplásicos

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Têm sido referidas interações da anfotericina B convencional com agentes antineoplásicos, corticosteróides e corticotrofina (ACTH), digitálicos, flucitosina e relaxantes musculares.

Anfotericina B + Corticosteroides

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Têm sido referidas interações da anfotericina B convencional com agentes antineoplásicos, corticosteróides e corticotrofina (ACTH), digitálicos, flucitosina e relaxantes musculares.

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Anfotericina B

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: A utilização de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir deve ser evitada concomitantemente ou pouco tempo após a utilização de medicamentos nefrotóxicos. Alguns exemplos destes medicamentos incluem, mas não se limitam a, aminoglicósidos, anfotericina B, foscarneto, ganciclovir, pentamidina, vancomicina, cidofovir ou interleucina-2 (também chamada aldesleucina).

Anfotericina B + Glicósideos digitálicos

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Têm sido referidas interações da anfotericina B convencional com agentes antineoplásicos, corticosteróides e corticotrofina (ACTH), digitálicos, flucitosina e relaxantes musculares.

Moxifloxacina + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: A utilização de moxifloxacina deve ser feita com precaução em doentes que estejam a tomar medicação que possa reduzir os níveis de potássio (por exemplo diuréticos do tipo tiazidas e da ansa, laxantes e enemas (doses elevadas), corticosteroides, anfotericina B) ou medicamentos que estejam associados a bradicardia clinicamente significativa. Deve ser respeitado um intervalo de 6 horas entre a administração de agentes contendo catiões bivalentes ou trivalentes (ex.: antiácidos contendo magnésio ou alumínio, comprimidos de didanosina, sucralfato e agentes contendo ferro ou zinco) e a administração de moxifloxacina. A administração concomitante de carvão ativado com uma dose oral de 400 mg de moxifloxacina resulta numa acentuada prevenção da absorção e numa redução da disponibilidade sistémica do fármaco em mais de 80%. Desta forma, não se recomenda a administração concomitante destes dois fármacos (exceto em casos de sobredosagem).

Anfotericina B + Flucitosina

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Têm sido referidas interações da anfotericina B convencional com agentes antineoplásicos, corticosteróides e corticotrofina (ACTH), digitálicos, flucitosina e relaxantes musculares.

Anfotericina B + Relaxantes musculares

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Têm sido referidas interações da anfotericina B convencional com agentes antineoplásicos, corticosteróides e corticotrofina (ACTH), digitálicos, flucitosina e relaxantes musculares.

Anfotericina B + Nefrotóxicos

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Anfotericina B é potencialmente nefrotóxico. Nos doentes que necessitem de receber fármacos nefrotóxicos concomitantemente, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada.

Fluconazol + Anfotericina B

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Anfotericina B: A administração concomitante de fluconazol e anfotericina B em ratinhos infetados normais e imunodeprimidos demonstrou os seguintes resultados: um pequeno efeito antifúngico aditivo na infeção sistémica por C. albicans, nenhuma interação na infeção intracraneana com Cryptococcus neoformans, e antagonismo dos dois fármacos na infeção sistémica com A. Fumigatus. Desconhece-se a significância clínica dos resultados obtidos nestes estudos.

Anidulafungina + Anfotericina B

Observações: A anidulafungina não é um substrato indutor ou inibidor clinicamente relevante das isoenzimas do citocromo P450 (1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 3A). De notar que os estudos in vitro não excluem por completo a possibilidade de interações in vivo. Foram realizados estudos de interação medicamentosa com a anidulafungina e outros fármacos passíveis de serem coadministrados. Apenas foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Não é recomendado o ajuste da dose de nenhum dos fármacos quando a anidulafungina é coadministrada com a ciclosporina, voriconazol ou tacrolimus, e não é recomendado ajuste da dose de anidulafungina quando é coadministrada com anfotericina B ou rifampicina.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Outras interações que originaram efeitos clínicos prejudiciais: Foi observado aumento da nefrotoxidade após a administração de anfotericina B e ibuprofeno conjuntamente com tacrolímus.

Hidroclorotiazida + Espironolactona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: No que respeita ao equilíbrio do potássio convém lembrar a possível interacção com outros medicamentos capazes de provocar hipocalémia (corticosteróides, corticotrofina, anfotericina B) ou hipercalémia (outros diuréticos economizadores de potássio, inibidores da enzima de conversão, da angiotensina, indometacina).

Zidovudina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: O risco de reacções adversas com zidovudina pode também aumentar na terapêutica concomitante, especialmente terapêutica aguda, com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou mielodepressores (p.ex. pentamidina sistémica, dapsona, pirimetamina, cotrimoxazol, anfotericina, flucitosina, ganciclovir, interferão, vincristina, vinblastina e doxorrubicina). Caso seja necessária terapêutica concomitante com qualquer destes fármacos, recomenda-se cuidadosa monitorização da função renal e dos parâmetros hematológicos e, se necessário, redução da dose de um ou mais destes fármacos.

Telmisartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos associados a diminuição de potássio e hipocaliemia (como, por exemplo, outros diuréticos caliuréticos, laxantes, corticosteroides, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica, ácido salicílico e derivados): Se estes fármacos forem prescritos com a combinação telmisartan / hidroclorotiazida, é aconselhável proceder-se à monitorização dos níveis séricos de potássio. Estes fármacos podem potenciar o efeito da hidroclorotiazida no potássio sérico.

Ramipril + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Precauções de utilização: Corticosteróides, ACTH, anfotericina B, carbenoxolona, quantidades elevadas de alcaçuz, laxantes (em caso de utilização prolongada), e outros caliuréticos ou agentes poupadores do potássio plasmático: aumento do risco da hipocaliemia.

Neomicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: A Neomicina potencia a nefrotoxicidade de alguns fármacos, a exemplo de outros aminoglicosídeos, diuréticos da ansa, cefalosporinas, anfotericina B, ciclosporina, polimixinas (B e colistina), compostos de platina (cisplatina), glicopeptídeos, bacitracina, pelo que se devem evitar estas associações.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Clorotalidona: Os diuréticos potenciam a ação dos derivados curare e dos agentes anti-hipertensivos (por ex. guanetidina, metildopa, bloqueadores beta, vasodilatadores, antagonistas do cálcio, inibidores da ECA e ARAs). O efeito hipocaliemico da clorotalidona pode ser potenciado por corticosteroides, ACTH, agonistas β2, anfotericina e carbenoloxona.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Captopril + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Anfotericina B (parentérica), carbenoxolona, corticosteróides, corticotropina (ACTH) ou laxantes de contacto: A hidroclorotiazida pode intensificar o desequilíbrio electrolítico, particularmente hipocaliemia.

Teicoplanina + Anfotericina B

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estreptomicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associação a ter em conta: Anfotericina B: risco aumentado de nefrotoxicidade.

Indapamida + Amlodipina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações que necessitam de precauções de utilização: Outros compostos que provocam hipocaliemia: Anfotericina B (via I.V.), gluco e mineralocorticóides (via sistémica), tetracosactido, laxantes estimulantes: Risco aumentado de hipocaliemia (efeito aditivo). Monitorização da caliemia e correcção, se necessário. Ter particular atenção em caso de terapêutica digitálica concomitante. Utilizar laxantes não estimulantes.

Ciamemazina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações a vigiar: Hipocaliemia: diuréticos que podem causar hipocaliemia, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticóides, tetracosactida.

Eprosartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com a HIDROCLOROTIAZIDA: Administração concomitante não recomendada: Medicamentos que afetam os níveis de potássio: O efeito espoliador de potássio da hidroclorotiazida pode estar potenciado pela coadministração com outros medicamentos associados a perda de potássio e hipocaliemia (por ex. outros diuréticos espoliadores de potássio, laxantes, corticosteroides, corticotrofina, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica ou derivados do ácido salicílico). Assim, o uso concomitante não é recomendado.

Vancomicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos possivelmente nefrotóxicos ou ototóxicos: A utilização simultânea e/ou subsequente, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, como gentamicina, anfotericina B, estreptomicina, neomicina, canamicina, amicacina, tobramicina, viomicina, bacitracina, polimixina B, colistina ou cisplatina, pode potenciar a nefrotoxicidade e/ou ototoxicidade da vancomicina e, consequentemente, requer uma monitorização cuidadosa. Devido à acção sinérgica (por exemplo, com gentamicina) nestes casos a dose máxima de vancomicina tem de ficar restrita a 0,5 g a cada 8 horas.

Amiodarona + Anfotericina B

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Medicamentos que podem induzir hipocaliemia: - Diuréticos que induzam hipocaliemia, quer isolados ou em associação - Corticosteróides sistémicos (gluco-, mineralo-,), tetracosáctido - Anfotericina B (IV) É necessário prevenir o desencadeamento da hipocaliémia e hipomagnesémia; o intervalo QT deve ser vigiado e, em caso de "Torsade de Pointes", não devem ser administrado agentes Antiarrítmicos (iniciar uma "protecção" por pacing ventricular; podendo ser utilizado o magnésio IV).

Perindopril + Indapamida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Prevenção da descida dos níveis de potássio e correção se necessário: Monitorização do intervalo QT. Medicamentos que baixam o potássio: Anfotericina B (via IV), glucocorticoides e mineralocorticoides (via sistémica), tetracosactido, laxantes estimulantes: Risco aumentado de descida dos níveis do potássio (efeito aditivo). Monitorização dos níveis do potássio e a sua correção, se necessário; em caso de tratamento com glicosidos cardíacos é necessária particular atenção. Não devem ser usados laxantes estimulantes.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Medicamentos que afetam os níveis de potássio sérico: O efeito de depleção de potássio da hidroclorotiazida é atenuado pelo efeito poupador de potássio do aliscireno. No entanto, seria de esperar que este efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico fosse potenciado por outros medicamentos associados a perdas de potássio e hipocaliemia (p. ex. outros diuréticos caliuréticos, corticosteroides, laxantes, hormona adrenocorticotrófica (ACTH), anfotericina, carbenoxolona, penicilina G, derivados de ácido salicílico). Por outro lado, o uso concomitante de outros agentes que afetam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a comedicação com um agente que afete o nível de potássio sérico seja considerada necessária. O uso concomitante de aliscireno com ARA ou IECA é contraindicado em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal (TFG <60 ml/min/1,73 m2) e não é recomendado noutros doentes.

Micafungina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: A micafungina tem um baixo potencial de interação com medicamentos metabolizados pelas vias mediadas pelo CYP3A. Foram realizados estudos de interação medicamentosa em seres humanos saudáveis para avaliar o potencial de interação entre a micafungina e micofenolato de mofetil, ciclosporina, tacrolímus, prednisolona, sirolímus, nifedipina, fluconazol, ritonavir, rifampicina, itraconazol, voriconazol e anfotericina B. Nestes estudos, não foi observada prova de alteração da farmacocinética da micafungina. Não são necessários ajustes da dose quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. A administração concomitante de micafungina e anfotericina B desoxicolato foi associada a um aumento de 30% da exposição à anfotericina B desoxicolato. Uma vez que este aumento pode ter significância clínica, a coadministração deve apenas ser utilizada quando os benefícios superam claramente os riscos, com monitorização apertada para a toxicidade da anfotericina B desoxicolato.

Trióxido de arsénio + Anfotericina B

Observações: Não foram formalmente avaliadas as interações farmacocinéticas entre o Trióxido de arsénio e outros medicamentos terapêuticos. É previsível a ocorrência de um prolongamento QT/QTc durante o tratamento com Trióxido de arsénio e têm sido referidos casos de torsade de pointes e bloqueio cardíaco completo. Não é conhecida a influência do Trióxido de arsénio na eficácia de outros medicamentos antileucémicos.
Interações: Nos doentes que se encontram medicados ou que estiveram medicados com medicamentos que provocam hipocaliemia ou hipomagnesiemia, tais como diuréticos ou anfotericina B, o risco de ocorrência de torsade de pointes poderá ser mais elevado.

Gluconato de cálcio + Anfotericina B

Observações: São exemplos de agentes oxidantes os peróxidos, nitratos, bromatos, cromatos, cloratos, dicromatos, percloratos e permanganatos.
Interações: Foram notificados casos de incompatibilidade física com anfotericina, cefalotina sódica, ceftriaxona, cefazolina sódica, nafato de cefamandol, novobiocina sódica, cloridrato de dobutamina, proclorperazina e tetraciclinas.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Halofantrina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos hipocalémicos (diuréticos hipocalémicos, laxantes estimulantes, anfotericina B (via IV), glucocorticoides, tetracosactido): Risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. É recomendada monitorização clínica, bioquímica e electrocardiográfica.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Anfotericina B (parenteral), carbenoxolona, corticosteroides, corticotropina (ACTH) ou laxantes estimulantes: A hidroclorotiazida pode intensificar o desequilíbrio eletrolítico, em particular a hipercaliemia.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: HIDROCLOROTIAZIDA: Medicamentos que afetam o nível de potássio sérico: O efeito hipocalémico da hidroclorotiazida pode ser aumentado por administração concomitante de diuréticos caliuréticos, corticosteroides, laxantes, hormona adrenocorticotrófica (ACTH), anfotericina, carbenoxolona, penicilina G e derivados do ácido salicílico ou antiarrítmicos. Se estes medicamentos forem prescritos juntamente com a associação amlodipina /valsartan /hidroclorotiazida, é aconselhável a monitorização dos níveis plasmáticos de potássio.

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Associação não recomendada: Medicamentos que afetam os níveis de potássio: O efeito depletor de potássio da hidroclorotiazida pode ser potenciado pela administração concomitante de outros medicamentos associados à diminuição de potássio e hipolicaliemia (por exemplo, diuréticos caliuréticos, laxantes, corticosteroides, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica ou derivados do ácido salicílico). Não se recomenda, portanto, o uso concomitante destes medicamentos.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: É previsível que o efeito de depleção de potássio da hidroclorotiazida seja potenciado por outros medicamentos associados à perda de potássio e hipocaliemia (por ex., outros diuréticos caliuréticos, laxantes, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica, derivados do ácido salicílico, esteroides, ACTH).
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Lidocaína + Anfotericina B

Observações: As interações medicamentosas do Metilprednisolona/Lidocaína são comuns aos outros corticosteróides. Contudo, devido ao padrão particular de absorção do Metilprednisolona/Lidocaína, o aspecto clínico pode ser alterado.
Interações: Interações FARMACOLÓGICAS DOS CORTICOSTERÓIDES: Anfotericina: Hipocaliémia, insuficiência cardíaca congestiva. Aumento da deplecção de potássio.

Pentamidina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações que exigem precaução: Medicamentos hipocalemiantes (diuréticos, laxantes, anfotericina B iv, glucocorticóides, tetracosatido): Risco aumentado de perturbações do ritmo ventricular.

Netilmicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Tal como para outros aminoglicosídeos, deve evitar-se o uso sistémico ou tópico concomitante e/ou sequencial de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos. A utilização concomitante de Netilmicina com outros fármacos potencialmente nefrotóxicos aumenta o risco de nefrotoxicidade. Estes fármacos incluem aminoglicosídeos, vancomicina, polimixina B, colistina, organoplatinas, metotrexato em doses elevadas, “ifosfamida pentamidina”, foscarnet, alguns agentes antivíricos (aciclovir, ganciclovir, adefovir, ciclovir, terovir), anfotericina B, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolimus, e meios de contraste com iodo. Se a utilização de tal associação for necessária, a função renal deve ser rigorosamente monitorizada com testes laboratoriais apropriados. Deve ser evitado o uso concomitante e/ou sequencial, sistémico ou tópico, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, tais como a cisplatina, bacitracina, polimixina B, colistina, cefaloridina, anfotericina B, canamicina, aciclovir, gentamicina, amicacina, sisomicina, tobramicina, neomicina, estreptomicina, paromomicina, viomicina e vancomicina.

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que baixam o potássio: anfotericina B (via IV), glucocorticoides e mineralocorticoides (via sistémica), tetracosactido, laxantes estimulantes: risco aumentado de descida dos níveis do potássio (efeito aditivo), devendo ser feita a monitorização dos níveis do potássio e a sua correção, se necessário; em caso de tratamento com glicosidos cardíacos é necessária particular atenção. Não devem ser usados laxantes estimulantes.

Sulpirida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas: Medicamentos indutores de hipocaliémia: Diuréticos espoliadores de potássio, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticoides, tetracosactidos. Deverá corrigir-se a hipocaliémia. Fármacos antiarrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida. Fármacos antiarrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. Outros medicamentos tais como pimozide, sultopride, haloperidol; antidepressivos imipramínicos; lítio, bepridil, cisapride, tioridazina, metadona, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina.

Gentamicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Emtricitabina + Rilpivirina + Tenofovir + Anfotericina B

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa com Emtricitabina / Rilpivirina / Tenofovir. As interações que foram identificadas com estes agentes individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes agentes só foram realizados em adultos. A rilpivirina é metabolizada principalmente pelo citocromo P450 (CYP)3A. Medicamentos que induzem ou inibem a CYP3A podem portanto afetar a depuração de rilpivirina.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Medicamentos eliminados por via renal: Uma vez que a emtricitabina e o tenofovir são excretados principalmente pelos rins, a coadministração deste medicamento com medicamentos que reduzem a função renal ou competem pela secreção tubular ativa (ex. cidofovir) poderá aumentar as concentrações séricas da emtricitabina e do tenofovir e/ou dos medicamentos administrados concomitantemente. A utilização de Emtricitabina / Rilpivirina / Tenofovir deve ser evitada com a utilização concomitante ou recente de um medicamento nefrotóxico. Alguns exemplos destes medicamentos incluem, mas não se limitam a, aminoglicosidos, anfotericina B, foscarneto, ganciclovir, pentamidina, vancomicina, cidofovir ou interleucina-2 (também chama da aldesleucina).
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Anfotericina B: o risco de hipocaliemia pode estar aumentado.

Amissulprida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precaução: Medicamentos que aumentem o risco de torsades de pointes: - medicamentos indutores de bradicardia tais como beta-bloqueantes, bloqueadores dos canais de cálcio que induzem bradicardia tais como diltiazem e verapamil, clonidina, guanfacina; digitálicos. - medicamentos que provocam desequilíbrios electrólitos tais como, hipocaliémia: diuréticos hipocalémicos, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticóides, tetracosactidos. - o uso concomitante de neurolépticos, como pimozida, haloperidol e também antidepressivos e lítio deve ser evitado.

Xipamida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Se a deficiência em sódio foi causada pelo tratamento prévio com um diurético anti-hipertensivo, é necessário: Interromper o diurético três dias antes de iniciar o tratamento com inibidores da ECA e, se necessário, utilizar uma substância caliurética adicional ou iniciar o inibidor da ECA com uma dose baixa e ir aumentando subsequentemente a dose. Em doentes com descompensação cardíaca, a dose inicial do inibidor da ECA deve ser muito baixa, se possível após a redução da dose da substância caliurética administrada concomitantemente. Em qualquer grau a função renal (determinação da creatinina sérica) deve ser controlada nas primeiras semanas de tratamento com um inibidor da ECA. Outras substâncias com diminuição do efeito nos níveis de potássio: Anfotericina B (I.V.) Gluco- e mineralocorticóides (sistémicos) Tetracosactide Laxantes estimulantes Risco aumentado de hipocalémia (efeito aditivo) Controlar e se necessário corrigir os níveis plasmáticos de potássio; tem de ser seguido em particular em doentes tratados com glicosidos cardíacos. As seguintes associações podem causar interações: Diuréticos caliuréticos (ex: furosemida), glucocorticoides, ACTH, carbenoxolone, penicilina G, anfotericina B ou laxantes: A utilização concomitante de xipamida pode conduzir a um aumento da perda de potássio.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Anfotericina B

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações farmacodinamicas e interações de mecanismos desconhecidos que afetam a utilização da ciclofosfamida A utilização sequencial ou combinada da ciclofosfamida e outros agentes com toxicidade similar pode causar efeitos tóxicos combinados (aumento). Nefrotoxicidade aumentada pode resultar de um efeito combinado da ciclofosfamida e por exemplo: – Anfotericina B – Indometacina: Intoxicação aguda por água foi notificada com a utilização concomitante de indometacina.

Irbesartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que interferem com o potássio: O efeito espoliador de potássio da hidroclorotiazida é atenuado pelo efeito poupador de potássio do irbesartan. Contudo, seria de prever que este efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico fosse potenciado por outros medicamentos que estão associados a perdas de potássio e hipocaliemia (ex. outros diuréticos espoliadores do potássio, laxantes, anfotericina, carbenoxolona e penicilina G sódica). Por outro lado, com base na experiência com o uso de outros medicamentos que moderam o sistema renina-angiotensina, verifica-se que o uso concomitante de diuréticos poupadores do potássio, suplementos de potássio, substitutos de sal contendo potássio ou outros medicamentos que podem aumentar os níveis séricos do potássio (ex. heparina sódica) pode levar a aumentos do potássio sérico. Recomenda-se a monitorização adequada do potássio sérico nos doentes em risco.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer cuidados especiais: INDAPAMIDA: Anfotericina B (via IV), glucocorticoides e mineralocorticoides (via sistémica), tetracosactido, laxantes estimulantes: Risco aumentado de níveis baixos de potássio (efeito aditivo). Monitorização dos níveis de potássio, e correção caso seja necessário, consideração particular requerida em casos de tratamento com glucósidos cardíacos. Devem ser usados laxantes não estimulantes.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante não recomendado: Medicamentos que alteram os níveis de potássio: O efeito depletor de potássio da hidroclorotiazida pode ser potenciado pela administração concomitante de outros fármacos associados à diminuição de potássio e hipocaliemia (por exemplo, outros diuréticos caliuréticos, laxantes, corticosteroides, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica ou derivados de ácido salicílico). Não se recomenda, portanto, o uso concomitante destes fármacos.

Sene + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Com doses elevadas ou por períodos prolongados, o sene pode induzir alterações electrolíticas, em particular hipocaliémia, interferindo com: Medicamentos hipocalemiantes (anfotericina B por via I.V.; corticosteróides): maior risco de hipocaliémia.

Emtricitabina + Tenofovir + Anfotericina B

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A farmacocinética no estado estacionário da emtricitabina e tenofovir não foi afetada quando a emtricitabina e o tenofovir disoproxil fumarato foram administrados em associação comparativamente a cada medicamento administrado isoladamente. Os estudos de interação farmacocinética in vitro e clínica demonstraram que o potencial para interações mediadas pelo CYP450, envolvendo a emtricitabina e o tenofovir disoproxil fumarato com outros medicamentos, é baixo.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: A utilização de Emtricitabina / Tenofovir deve ser evitada concomitantemente ou pouco tempo após a utilização de medicamentos nefrotóxicos. Alguns exemplos destes medicamentos incluem, mas não se limitam a, aminoglicosídeos, anfotericina B, foscarneto, ganciclovir, pentamidina, vancomicina, cidofovir ou interleucina - 2.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lactitol + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Como todos os outros laxantes, o lactiol pode aumentar a perda de potássio causada por outros fármacos (por exemplo, diuréticos tiazídicos, corticosteroides, carbenoxolona, anfotericina B). A deficiência de potássio pode aumentar o risco de efeitos tóxicos dos cardioglicosídeos em doentes com terapêutica concomitante.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clorotalidona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: O efeito hipocaliémico dos diuréticos pode ser aumentado por corticosteróides, ACTH, agonistas-beta2, anfotericina e carbenoxolona. Poderá ser necessário proceder ao reajustamento da posologia da insulina e dos agentes antidiabéticos orais.

Telbivudina + Anfotericina B

Observações: A telbivudina não é um substrato, inibidor ou indutor do sistema enzimático do citocromo P450 (CYP450). Assim, o potencial para interações medicamentosas mediadas pelo CYP450 com Telbivudina é baixo.
Interações: Uma vez que a telbivudina é principalmente eliminada por excreção renal, a coadministração de Telbivudina com substâncias que afetam a função renal (tais como aminoglicosidos, diuréticos da ansa, compostos de platina, vancomicina, anfotericina B) pode afetar as concentrações plasmáticas de telbivudina e/ou da substância coadministrada. A combinação de telbivudina com estes medicamentos deve ser usada com precaução.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Foscarneto sódico + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Como o Foscarneto sódico pode afectar a função renal, poderá ocorrer toxicidade aditiva quando utilizado em combinação com outros fármacos nefrotóxicos, como os aminoglicosideos, anfotericina B e ciclosporina A.

Cefuroxima + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Antibióticos da classe das cefalosporinas em doses elevadas devem ser administrados com precaução a doentes a medicados com diuréticos potentes, aminoglicosídeos ou anfotericina uma vez que estas combinações aumentam o risco de nefrotoxicidade.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Anfotericina B

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos eliminados por via renal: Uma vez que a emtricitabina e o tenofovir são principalmente eliminados pelos rins, a coadministração de Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir com medicamentos que reduzem a função renal ou que competem pela secreção tubular ativa (p.ex., cidofovir) pode aumentar as concentrações séricas de emtricitabina, tenofovir e/ou dos medicamentos administrados concomitantemente. Deve evitar-se a utilização deste medicamento concomitantemente ou pouco tempo após a utilização de medicamentos nefrotóxicos. Alguns exemplos incluem, mas não estão limitados a, aminoglicosídeos, anfotericina B, foscarneto, ganciclovir, pentamidina, vancomicina, cidofovir ou interleucina-2.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Tetraciclina + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Interações da PREDNISONA: Anfotericina B: O risco de hipocaliemia pode estar aumentado.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tobramicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que foram relatados como aumentando a potencial toxicidade dos aminoglicosidos administrados por via parentérica, incluem: Anfotericina B, cefalotina, ciclosporina, tacrolimus, polimixinas (risco de nefrotoxicidade aumentada); Compostos de platina (risco de nefrotoxicidade e ototoxicidade aumentado); Anticolinesterases, toxina botulínica (efeitos neuromusculares).
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: Doentes que recebem administração concomitante de soluções contendo potássio e um dos seguintes medicamentos, que reduzem os níveis séricos de potássio, podem necessitar de doses mais elevadas de potássio: - Corticosteroides - Diuréticos (diuréticos da ansa, tiazidas e análogos, diuréticos osmóticos, inibidores da anidrase carbónica) - Elevadas doses de penicilinas - Aminoglicosídeos - Cisplatina - Foscarnet - Anfotericina B - Teofilina - Insulina - Ácido fólico e vitamina B12 - Agonistas β 2 -adrenérgicos

Valganciclovir + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas potenciais: A toxicidade pode aumentar quando o valganciclovir é co-administrado com, ou administrado imediatamente antes ou depois de outros fármacos que inibam a replicação de populações de células de divisão rápida, como por exemplo as da medula óssea, espermatogónias, camadas germinativas da pele e da mucosa gastrointestinal. Exemplos deste tipo de fármacos são: Dapsona, pentamidina, flucitosina, vincristina, vinblastina, adriamicina, anfotericina B, associações trimetoprim/sulfonamidas, análogos nucleósidos e hidroxiureia. Uma vez que o ganciclovir é excretado através do rim, a toxicidade pode também aumentar durante a co-administração do valganciclovir com fármacos que possam reduzir a depuração renal do ganciclovir e consequentemente originar um aumento da sua exposição. A depuração renal do ganciclovir pode ser inibida por 2 mecanismos: (a) nefrotoxicidade, causada por fármacos como o cidofovir e foscarnet e (b) inibição competitiva da secreção tubular no rim induzida, por exemplo, por outros análogos nucleósidos. Desta forma, a utilização concomitante destes fármacos com o valganciclovir, só deve ser considerada quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos potenciais.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos não poupadores de potássio (como a furosemida), glucocorticóides, ACTH, carbenoxolona, anfotericina B, penicilina G, salicilatos ou abuso de laxantes: Aumento das perdas de potássio e/ou de magnésio pela hidroclorotiazida.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clortalidona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Em consequência da administração concomitante dos seguintes medicamentos podem ocorrer interações com Clortalidona: Medicamentos que afetam o nível sérico de potássio: O efeito hipocalémico dos diuréticos pode ser aumentado pela administração concomitante de corticosteroides, ACTH, agonistas beta2, anfotericina, carbenoxolona e estimulantes laxativos, e altas doses de penicilina e, salicilatos.

Betametasona + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Os corticosteróides podem aumentar a deplecção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os doentes medicados com alguma destas associações medicamentosas deve-se monitorizar atentamente os níveis de electrólitos séricos, especialmente o nível de potássio.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que afectam os níveis de potássio sérico: O efeito de depleção de potássio da hidroclorotiazida é atenuado pelo efeito poupador de potássio do aliscireno. No entanto, seria de esperar que este efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico fosse potenciado por outros medicamentos associados a perdas de potássio e hipocaliemia (ex. outros diuréticos caliuréticos, corticosteróides, laxantes, hormona adrenocorticotrófica (ACTH), anfotericina, carbenoxolona, penicilina G, derivados de ácido salicílico). Por outro lado, o uso concomitante de outros agentes que afectam o SRAA, de AINE ou de agentes que aumentam os níveis de potássio sérico (p. ex.: diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, heparina) podem levar a aumentos da caliemia. Aconselha-se prudência, caso a co-medicação com um agente que afecte o nível de potássio sérico seja considerada necessária. O uso concomitante de aliscireno com ARA ou IECA é contra-indicado em doentes com diabetes mellitus ou compromisso renal (TFG <60 ml/min/1,73 m2) e não é recomendado noutros doentes.

Tenofovir + Anfotericina B

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Administração concomitante não recomendada: Medicamentos eliminados por via renal: Uma vez que o tenofovir é excretado principalmente pelos rins, a coadministração de tenofovir disoproxil com medicamentos que reduzem a função renal ou competem pela secreção tubular ativa via proteínas de transporte hOAT 1, hOAT 3 ou MRP 4 (ex. cidofovir) poderá aumentar as concentrações séricas do tenofovir e/ou dos medicamentos administrados concomitantemente. A utilização de tenofovir disoproxil deve ser evitada concomitantemente ou pouco tempo após a utilização de um medicamento nefrotóxico. Alguns exemplos destes medicamentos incluem, mas não se limitam a aminoglicósidos, anfotericina B, foscarneto, ganciclovir, pentamidina, vancomicina, cidofovir ou interleucina-2. Tendo em conta que o tacrolímus pode afetar a função renal, recomenda-se uma monitorização cuidadosa quando este é administrado com tenofovir disoproxil.

Lamivudina + Zidovudina + Anfotericina B

Observações: Os ensaios clínicos demonstraram que não existem interações clinicamente significativas entre a lamivudina e a zidovudina. A zidovudina é principalmente metabolizada pelas enzimas UGT; a administração concomitante de indutores ou inibidores das enzimas UGT pode alterar a exposição à zidovudina. A lamivudina é depurada ao nível renal. A secreção renal ativa da lamivudina na urina é mediada através de transportadores catiónicos orgânicos (OCTs); a administração concomitante de lamivudina com inibidores OCT ou fármacos nefrotóxicos pode aumentar a exposição à lamivudina. A lamivudina e a zidovudina não são significativamente metabolizadas pelas enzimas do citocromo P450 (tais como CYP 3A4, CYP 2C9 ou CYP 2D6) nem inibem ou induzem este sistema enzimático. Assim, o potencial para interações com antirretrovirais inibidores da protease, não nucleosídeos e outros medicamentos metabolizados pelas principais enzimas P450 é baixo. Foram realizados estudos de interação apenas em adultos.
Interações: O tratamento concomitante, especialmente terapêutica aguda, com medicamentos potencialmente nefrotóxicos ou mielosupressores (e.x. pentamidina sistémica, dapsona, pirimetamina, cotrimoxazol, anfotericina, flucitosina, ganciclovir, interferão, vincristina, vinblastina e doxorrubicina) também pode aumentar o risco de reações adversas à zidovudina. Se for necessária terapêutica concomitante com lamivudina / zidovudina e qualquer um destes medicamentos então deve ser tida atenção adicional em monitorizar a função renal e os parâmetros hematológicos e, se necessário, a dose de um ou mais dos agentes deve ser reduzida.

Doxorrubicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer nefrotoxicidade marcada causada pela Anfotericina B durante a terapêutica com doxorrubicina.

Ciclosporina + Anfotericina B

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Zalcitabina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Triamcinolona + Anfotericina B

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Injeção de anfotericina B e agentes depletores de potássio: Os doentes devem ser monitorizados quanto a hipocaliemia aditiva. Não é recomendada a associação com agentes que causem alterações eletrolíticas, como hipocaliemia (diuréticos depletores de potássio, anfotericina B i.v. e alguns laxantes), hipomagnesemia e hipocalcémia grave.

Cascara + Sene e outras associações + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações que necessitam de precauções de uso: Diuréticos que provocam hipocalémia (sós ou em associação): Anfotericina B (via i.v.), corticoides (gluco, mineral por via geral), tetracosido.

Amicacina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Produtos neurotóxicos ou nefrotóxicos: Deve-se evitar o uso simultâneo ou sequencial, por via sistémica, oral ou tópica, em particular de bacitracina, cisplatina, anfotericina B, gentamicina, tobramicina, kanamicina, neomicina, estreptomicina, cefaloridina, paramomicina, viomicina, polimixina B, colistina, vancomicina ou outros aminoglicosídeos, cidofovir e cefalosporinas; a indometacina provoca aumento da toxicidade sobretudo no período neonatal; em doentes com função renal diminuída pode haver redução da actividade dos aminoglicosídeos com o uso concomitante de penicilinas.

Caspofungina + Anfotericina B

Observações: Estudos in vitro mostram que a caspofungina não é um inibidor de qualquer das enzimas do sistema do citocromo P450 (CYP). Em estudos clínicos, a caspofungina não induziu o metabolismo de outras substâncias pelo CYP3A4. A caspofungina não é um substrato para a glicoproteína - P e é um substrato pobre para as enzimas do citocromo P450. No entanto, em estudos farmacológicos e clínicos, foi demonstrado que a caspofungina interage com outros medicamentos. Todos os estudos de interação em adultos supracitados foram conduzidos com doses diárias de 50 ou 70 mg de caspofungina. A interação de doses mais elevadas de caspofungina com outros medicamentos não foi formalmente estudada.
Interações: Os estudos clínicos em voluntários adultos saudáveis mostram que a farmacocinética da caspofungina não é alterada de modo clinicamente relevante pela anfotericina B. A caspofungina não influenciou a farmacocinética da anfotericina B. Apesar dos dados de segurança serem limitados, parece não serem necessárias precauções especiais quando a anfotericina B é coadministrados com a caspofungina.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bendroflumetiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Antifúngicos: Existe um aumento do risco de hiponatremia se as tiazidas forem administradas com anfotericina B.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Anfotericina B (parentérica), corticosteróides, ACTH ou laxantes estimulantes: A hidroclorotiazida pode intensificar o desequilíbrio electrolítico, em particular a hipocaliémia.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante não recomendado: Fármacos que afetam os níveis de potássio: O efeito depletor de potássio da hidroclorotiazida pode ser potenciado pela administração concomitante de outros fármacos associados à diminuição de potássio e hipocaliemia (por exemplo, outros diuréticos caliuréticos, laxantes, corticosteroides, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica ou derivados de ácido salicílico). Não se recomenda, portanto, o uso concomitante destes fármacos.

Hidroclorotiazida + Amilorida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de Hidroclorotiazida e de medicamentos que conduzem a perdas de potássio e magnésio, p. e. diuréticos caliuréticos, corticosteróides, laxantes (abuso crónico), anfotericina B, carbenoxolona, penicilina G e salicilatos, podem reforçar os efeitos (inclusivé os secundários) dos glicosídios cardíacos.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Fármacos simpaticomiméticos que ativam os alfa- e beta-adrenorecetores (por exemplo: norepinefrina e epinefrina): A associação com o bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores destes medicamentos, mediados pelo alfa-adrenorecetor, conduzindo a um aumento da tensão arterial e a uma exacerbação da claudicação intermitente. Considera-se que estas interações acontecem mais frequentemente com os bloqueadores dos recetores adrenérgicos beta não seletivos. O efeito de agentes que diminuem o ácido pode ser atenuado pela administração concomitante com o Bisoprolol / Hidroclorotiazida. O uso simultâneo de Bisoprolol / Hidroclorotiazida com medicamentos depletores de potássio (por exemplo, corticosteroides, corticotrofina (ACTH), carbenoxolona, anfotericina B, furosemida ou laxantes) pode aumentar as perdas de potássio.

Letermovir + Anfotericina B

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Não se sabe se letermovir pode afetar a exposição de piperacilina/tazobactam, anfotericina B e micafungina. A potencial interação entre letermovir e estes medicamentos não foi estudada. Existe um risco teórico de redução da exposição devido a indução mas a magnitude do efeito e consequentemente a relevância clínica é atualmente desconhecida.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017